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Investimento em microbacias pode ajudar produtor a poupar recursos hídricos
Segundo professor de economia da USP, a questão dos recursos hídricos vem sendo tratada por meio de um acordo entre países latino-americanos
A preocupação com a crise hídrica acendeu o alerta para as autoridades. A Agência Nacional de Águas declarou situação crítica de escassez de recursos hídricos na Bacia do Paraná até 30 de novembro A agência considera o alerta de emergência hídrica emitido pelo governo federal na última semana para os estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás, Mato Grosso do Sul e Paraná.
Segundo o professor de economia da Universidade de São Paulo (USP), Celso Grisi, a questão dos recursos hídricos é um problema antigo e vem sendo tratado por meio de um acordo entre países latino-americanos que são banhados pelo Aquífero Guarani.
Para Grisi, o investimento no programa de microbacias pode contribuir para uma eventual escassez de água na agricultura. “É um programa bastante conhecido, onde o agricultor arca com o custo das microbacias em suas terras, ao mesmo tempo em que cuida da preservação na borda dessas bacias, para que a água possa fluir sem nenhum tipo de resíduo. A agricultura também é uma grande preservadora da água”, destaca o professor.
Fonte: Canal Rural
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05 de Junho — Dia Mundial do Meio Ambiente
O Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no dia 5 de junho, foi instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU), e tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.
Origem do Dia Mundial do Meio Ambiente
Em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, em Estocolmo, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu o Dia Mundial do Meio Ambiente, que passou a ser comemorado todo dia 05 de junho. Essa data, que foi escolhida para coincidir com a data de realização dessa conferência, tem como objetivo principal chamar a atenção de todas as esferas da população para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais, que até então eram considerados, por muitos, inesgotáveis.
Nessa Conferência, que ficou conhecida como Conferência de Estocolmo, iniciou-se uma mudança no modo de ver e tratar as questões ambientais ao redor do mundo, além de serem estabelecidos princípios para orientar a política ambiental em todo o planeta. Apesar do grande avanço que a Conferência representou, não podemos afirmar, no entanto, que todos os problemas foram resolvidos a partir daí.
Importância do Dia Mundial do Meio Ambiente
Atualmente existe uma grande preocupação em torno do meio ambiente e dos impactos negativos da ação do homem sobre ele. A destruição constante de habitat e a poluição de grandes áreas, por exemplo, são alguns dos pontos que exercem maior influência na sobrevivência de diversas espécies.
Tendo em vista o acentuado crescimento dos problemas ambientais, muitos pontos merecem ser revistos tanto pelos governantes quanto pela população para que os impactos sejam diminuídos. Se nada for feito, o consumo exagerado dos recursos e a perda constante de biodiversidade poderão alterar consideravelmente o modo como vivemos atualmente, comprometendo, inclusive, nossa sobrevivência.
Dentre os principais problemas que afetam o meio ambiente, podemos destacar o descarte inadequado de lixo, a falta de coleta seletiva e de projetos de reciclagem, consumo exagerado de recursos naturais, desmatamento, inserção de espécies exóticas, uso de combustíveis fósseis, desperdício de água e esgotamento do solo. Esses problemas e outros poderiam ser evitados se os governantes e a população se conscientizassem da importância do uso correto e moderado dos nossos recursos naturais.
Em razão da importância da conscientização e da dimensão do impacto gerado pelo homem, o Dia Mundial do Meio Ambiente é uma data que merece bastante destaque no calendário mundial. Entretanto, não basta apenas plantar uma árvore ou separar o lixo nesse dia, é necessário que sejam feitas campanhas de grande impacto que mostrem a necessidade de mudanças imediatas nos nossos hábitos de vida diários.
Apesar de muitos acreditarem que a mudança deve acontecer em escala mundial e que apenas uma pessoa não consegue mudar o mundo, é fundamental que cada um faça a sua parte e que toda a sociedade reivindique o cumprimento das leis ambientais. Todos devemos assumir uma postura de responsabilidade ambiental, pois só assim conseguiremos mudar o quadro atual.
“A proteção e o melhoramento do meio ambiente humano é uma questão fundamental que afeta o bem-estar dos povos e o desenvolvimento econômico do mundo inteiro, um desejo urgente dos povos de todo o mundo e um dever de todos os governos.”
(Declaração de Estocolmo sobre o ambiente humano – 1972)
Por Vanessa Sardinha dos Santos
Professora de Biologia
Fonte: Brasil Escola
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Cada vez mais eficaz, preciso e versátil, drone é braço direito tecnificado no campo
Enquanto o drone sobrevoa a propriedade tirando fotos, um profissional coleta uma amostra de solo. A soma dessas informações resulta em um diagnóstico preciso do que pode ser melhorado. Os dados são inseridos no sistema da máquina agrícola que será acionada para uma ação exclusiva nos pontos prioritários. Se, pouco tempo atrás, essa descrição era considerada futurista demais, hoje faz parte da realidade do campo. Este é o tema da editoria #EducaçãonoCampo desta quarta-feira (19).
O curso ‘Utilização de Drones como Tecnologia de Precisão’ é uma das capacitações do Senar Mato Grosso do Sul voltadas para a tecnologia e a otimização de resultados. De acordo com o instrutor Pedro Henrique Barrera de Moura Gomes, a maioria dos alunos busca a qualificação para trabalhar na área e, antes de fazer aquisição do equipamento, querem conhecer as finalidades do veículo aéreo guiado.
Além da atividade agrícola, o Vant – Veículo Aéreo Não Tripulável também está presente na pecuária, como uma ferramenta de monitoramento e contagem de animais do rebanho. Também é utilizado na pulverização, no acompanhamento da saúde das pastagens, georreferenciamento da propriedade, topografia com a extração das informações de curvas de nível e até mesmo na mineração, com dados sobre o volume de terra.
“A partir de um sensor a laser, é possível obter informações precisas sobre as condições da horta, como a umidade local, com excesso ou falta de água, e de nutrientes”, complementa.
Oportunidade – Este é um serviço bastante flexível no formato e valorizado. “É claro que depende muito do formato do projeto e do que o cliente está buscando, mas é possível cobrar por hora, por aplicações de cobertura ou mesmo por hectare”.
“Muitos corretores de imóveis rurais têm utilizado o recurso para apresentar aos clientes uma nova perspectiva da propriedade, uma visita aérea com detalhes de diferentes pontos que talvez não fosse possível fazer a pé. Acadêmicos do curso de agronomia, por exemplo, buscam a qualificação com o intuito de conquistar uma oportunidade de estágio ou ser efetivado no mercado de trabalho”, explica.
Fonte: CNA
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Com agricultura de precisão, produtores rurais alcançam até 29% de aumento na produtividade
Com a tecnologia, gastos com insumos reduzem em média 23%, tornando a produção mais sustentável e rentável.
Com a utilização da agricultura de precisão, o produtor rural, seja pequeno, médio ou grande, consegue ter um aumento de até 29% na produtividade e uma redução média de 23% nos gastos com insumos. Além desses benefícios, a produção passa a ser mais sustentável a partir do uso racional de fertilizantes e produtos fitossanitários. Esse é o tema da matéria de #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (17).
Estas vantagens são comprovadas em estudos científicos e práticos, conforme levantamento realizado pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul. Os dados mostram que, dependendo do nível tecnológico da propriedade antes da implantação da agricultura de precisão, o aumento de produtividade pode chegar a até 29%, com uma economia média de 23% no uso de insumos.
Diversas ações realizadas pelo produtor rural podem ser caracterizadas como utilização de tecnologias. Do plantio, passando pelo monitoramento de insetos e plantas daninhas, aplicação de defensivos, até a colheita, é possível observar a tecnificação no campo.
A atividade gera economia de insumos, como fertilizantes e corretivos agrícolas, e aumento da produtividade devido à otimização dos recursos do solo e sustentabilidade da terra em longo prazo, utilizando de forma racional.
O programa SIGA/MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), realizado em parceria pela Aprosoja/MS, Famasul e o Governo do Estado, indica que os produtores rurais de Mato Grosso do Sul vêm colocando em prática cada dia mais o uso dessas ferramentas tecnológicas nas propriedades.
Nas visitas realizadas pelos técnicos de campo do programa foi questionado quanto à utilização de softwares de agricultura de precisão. Dos 1,2 mil produtores entrevistados, 65,6% relataram que fazem uso desse tipo de tecnologia, sendo que a maioria a utiliza nas operações de fertilidade, plantio e aplicação.
Fonte: Famasul
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Estimativa de abril prevê safra recorde de 264,5 milhões de toneladas para 2021
Apesar do recorde, a estimativa de abril para a safra de 2021 é 0,2% menor do que a que foi feita em março. Isso representa 409,9 mil toneladas a menos. “É a primeira vez que temos queda na estimativa mensal neste ano. Isso ocorreu porque há três safras no Brasil e houve atraso no plantio da primeira safra, conhecida como safra verão ou ‘das águas’. Isso atrasou a colheita da soja e, consequentemente, o plantio da segunda safra”, explica o gerente da pesquisa, Carlos Barradas.
De acordo com o pesquisador, na segunda safra ou a “safra das secas”, as chuvas são mais restritas. “Essa safra, consequentemente, foi plantada tardiamente. Há uma condição de insegurança climática maior e está faltando chuva. Então o que está caindo é a produção da segunda safra”.
O arroz, o milho e a soja são os três principais produtos do grupo de grãos, cereais e leguminosas e, somados, representam 92,9% da produção. Outro recorde é esperado na safra da soja, que deve chegar a 131,9 milhões de toneladas. É uma alta de 8,6%, ou 10,4 milhões de toneladas, na comparação com o ano anterior. “Quase toda a produção da soja foi colhida na safra verão. Até faltou um pouco de chuva, mas a partir de dezembro as chuvas voltaram e houve uma boa produtividade”, diz Barradas.
Enquanto se espera uma produção maior da soja, o milho sofre declínios. A estimativa da produção desse grão caiu 0,5% em relação à feita no mês anterior e deve chegar a 102,5 milhões de toneladas. Apesar dos aumentos de 5,6% na área plantada e de 5,9% na área a ser colhida, a safra deve ser 0,7% menor do que no ano anterior.
“Como a colheita da soja atrasou, consequentemente, o plantio da segunda safra do milho também atrasou. É ela que está no campo agora e, como está faltando chuva, as estimativas estão caindo. Só no Paraná, em relação ao mês anterior, houve uma queda na estimativa de produção da segunda safra do milho de 8,6%, o que representa 1,2 milhão de toneladas”, afirma o pesquisador.
Por outro lado, a estimativa da batata-inglesa aumentou 5,7% em relação a março. Considerando as três safras, a produção deve chegar a 3,9 milhões de toneladas. “Há um aumento de 15,1% na primeira safra em relação ao ano anterior. É uma cultura que varia muito com o preço. Se o preço aumenta, os produtores plantam mais. Foi o que aconteceu na primeira safra, que teve uma boa produção”, diz Barradas.
A cana-de-açúcar teve sua produção estimada em 654,7 milhões de toneladas, uma redução de 2,1% em relação à estimativa de março. Já em comparação à produção de 2020, a queda é de 3,4%. Isso representa 23,2 milhões toneladas a menos.
Produção do Centro-Oeste deve cair 0,7% em 2021
Regionalmente, o Sul (11,7%), Sudeste (6,0%), Norte (1,3%) e Nordeste (4,1%) tiveram acréscimos em suas estimativas. A produção do Sul deve chegar a 81,6 milhões de toneladas, o que equivale a 30,9% do total do país e a do Sudeste, 27,3 milhões de toneladas (10,3% do total). O Nordeste deve produzir 23,5 milhões (8,9% do total) e o Norte, 11,1 milhões (4,2% do total). Já o Centro-Oeste deve produzir 120,9 milhões de toneladas em 2021 (45,7%), com a queda de 0,7% em sua estimativa.
Entre as unidades da Federação, o Mato Grosso lidera, com uma participação de 27,2% na produção total do país, seguido pelo Paraná (15,3%), Rio Grande do Sul (13,4%), Goiás (9,8%), Mato Grosso do Sul (8,3%) e Minas Gerais (6,4%), que, somados, representaram 80,4% do total nacional.
Em relação ao mês anterior, as produções de São Paulo (623,6 mil toneladas), Goiás (237,9 mil toneladas), Ceará (116,4 mil toneladas), Bahia (51,2 mil toneladas), Pernambuco (17,4 mil toneladas), Acre (8,8 mil toneladas), Minas Gerais (5,5 mil toneladas), Alagoas (3,1 mil toneladas), Espírito Santo (621 toneladas) e Rio de Janeiro (11 toneladas) tiveram alta na estimativa. Enquanto Paraná (-1,4 milhão de toneladas), Piauí (-13,2 mil toneladas), Amapá (-13,1 mil toneladas), Maranhão (-1,6 mil toneladas) e Rio Grande do Norte (- 1,6 mil toneladas) tiveram queda.
Fonte: IBGE
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BiomaPhos rendeu R$ 105 milhões ao País em 2020 com aumento de produtividade de soja e milho
Ganhos consideráveis na produtividade das lavouras identificam o BiomaPhos como um produto revolucionário em termos de utilização de ativos biológicos na agricultura
Desde que foi lançado, em agosto de 2019, o primeiro inoculante desenvolvido com tecnologia nacional para absorção de fósforo pelas culturas deverá aumentar a fertilidade de mais de três milhões de hectares de solos brasileiros até a safra 2021/2022. A projeção é da empresa Bioma, pertencente ao Grupo Simbiose Agro, parceira da Embrapa no desenvolvimento e comercialização do produto, e se refere ao tratamento de lavouras de milho e soja em todo o País com o BiomaPhos.
“Na safra 2019/2020, quando foi lançado, a área tratada ultrapassou 350 mil hectares. Os resultados foram tão satisfatórios que, na safra 2020/2021, 1,49 milhão de hectares de milho e soja receberam o BiomaPhos. Nossa previsão de vendas do inoculante para a próxima safra é ultrapassar os três milhões de hectares”, revela Artur Soares, gerente de Pesquisa e Desenvolvimento do Grupo Simbiose Agro.
De 231 áreas de soja que receberam o BiomaPhos e foram avaliadas pela Embrapa e pela Bioma na última safra, a média de produtividade saltou de 67,2 sacas por hectare para 71,6 sacas, o que significa um incremento de 4,4 sacas por hectare proporcionado pelo uso do produto. “Se considerarmos a cotação da saca de soja a R$ 176,00 – dado da última semana de abril – e descontarmos o custo do produto por hectare (R$ 70, em média), o produtor alcançou um ganho médio de R$ 704,40 por hectare usando o BiomaPhos”, avalia o gerente. Segundo ele, as avaliações foram feitas na cultura da soja na última safra de verão, e os dados referentes à segunda safra do milho estarão prontos em meados de agosto. “Apenas para se ter uma ideia, a média obtida no último ano no milho foi de 12 sacas a mais por hectare”, reforça (veja depoimentos no quadro abaixo).
Christiane Paiva (foto à direita), pesquisadora da área de Microbiologia do Solo da Embrapa Milho e Sorgo (MG), responsável pela pesquisa que chegou ao produto comercial, comemora os resultados. Segundo ela, os ganhos de produtividade estão sendo comprovados também em outras culturas, como cana-de-açúcar, feijão, arroz, sorgo, braquiária e no café. “Apesar de o produto estar disponível no mercado há pouco mais de um ano, a expansão já sinaliza a possibilidade de contribuir efetivamente para a redução da excessiva dependência brasileira de fertilizantes importados”, afirma a pesquisadora. Segundo ela, em algumas culturas, ainda em fase de testes, como batata e amendoim, os ganhos têm surpreendido os produtores, chegando a 30% de incrementos na produtividade.
“Esses resultados ocorreram em lavouras que usualmente não utilizavam inoculantes biológicos para aumento da produtividade e melhor aproveitamento de nutrientes, o que torna o BiomaPhos um produto revolucionário em termos de utilização de ativos biológicos na agricultura”, interpreta Christiane Paiva. “Em culturas como café, sorgo, algodão, cana-de-açúcar, amendoim, citros, manga, tomate e batata, em que não havia tradição de uso de inoculantes, a tecnologia tem proporcionado ganhos reais após ter sido amplamente testada e avaliada positivamente pelos próprios produtores”, complementa. Ela adianta que a Embrapa e parceiros públicos também estão firmando parcerias para avaliação do inoculante em banana, trigo, pastagens, hortaliças, hortifrútis, milho para silagem e milho-verde, além de análises sobre a eficiência do produto no sistema ILPF.
R$ 105 milhões de retorno ao País
Inoculante BiomaPhosO que é: primeiro inoculante nacional para solubilização de fósforo, elemento vital para o desenvolvimento das plantas. Na Aprovar Agropecuária você encontra: Bioma |
O impacto econômico proporcionado pelo inoculante em 2020 em todo o País chegou a R$ 105.134.993,00 valor estimado pela Embrapa com metodologia que avalia o impacto das suas tecnologias e publicado em seu Balanço Social. Esse montante mostra o lucro revertido para o Brasil ao diminuir a importação de fertilizantes sintéticos minerais, substituindo-os pelo BiomaPhos. Para chegar a esse valor, pesquisadores da Empresa elaboram análises de um componente quantitativo, que é a avaliação econômica propriamente dita, e de um componente qualitativo referente a entrevistas com os adotantes da solução tecnológica para captar os impactos socioambientais e, por fim, entrevistas com os desenvolvedores do ativo para captar o Impacto de Desenvolvimento Institucional.
Segundo Rubens Augusto de Miranda, pesquisador da Embrapa da área de Economia, a avaliação econômica é feita a partir de estimativa da área de adoção da tecnologia, calculada pelo número de vendas do ativo obtido com a empresa parceira no desenvolvimento. “O benefício da solução tecnológica é calculado a partir dos resultados de validação do produto comercial e extrapolados para a área estimada de adoção. Esse resultado subtraído dos custos (preço do produto comercial) e o preço do grão (no caso o milho) fornecem uma estimativa do impacto econômico da solução tecnológica”, explica Miranda.
Segundo ele, a metodologia de avaliação do componente qualitativo é feita pelo software da Embrapa Ambitec-Agro, um sistema de avaliação de impactos ambientais de inovações tecnológicas agropecuárias. Trata-se de um conjunto de matrizes multicritério que integram indicadores do desempenho de inovações tecnológicas e práticas de manejo adotadas na realização de atividades rurais. A metodologia Ambitec-Agro calcula indicadores a partir do chamado coeficiente de alteração, que é a percepção do adotante ou do pesquisador em relação a alterações ocorridas com o uso ou desenvolvimento da solução tecnológica em determinados indicadores, comparadas a uma situação anterior.
Avanços da tecnologia e conquista de novos mercados
A Embrapa e a empresa Bioma têm apostado em novas formulações na composição do BiomaPhos, em parceria com a Embrapa Instrumentação (SP), e em ferramenta genômica para possibilitar precisão e segurança, associando mais eficiência e longevidade ao produto. “O sucesso do inoculante levou a empresa parceira Bioma a implementar novas estratégias de negociação para ampliar seu acesso ao mercado. Ela inclusive se associou a uma grande empresa de defensivos para distribuir o produto em novas parcerias. Iniciamos também testes para futura internacionalização da comercialização do BiomaPhos em países como Paraguai, Bolívia, México e Estados Unidos”, revela Paiva.
O BiomaPhos, resultado de mais de 19 anos de pesquisas, é produzido a partir de duas bactérias identificadas pela Embrapa, uma no solo e a outra no milho, que apresentam aptidão para solubilizar ou tornar disponível o elemento fosfato e melhorar o sistema radicular das plantas. Esse mineral é indispensável para o crescimento e a produção vegetal, já que interfere nos processos de fotossíntese, respiração, armazenamento e transferência de energia. “As cepas das bactérias Bacillus subtilis e Bacillus megaterium conseguem fazer com que maior quantidade de fósforo seja absorvida pelas raízes, recebendo em troca compostos fundamentais para o crescimento bacteriano, como fontes de carbono, em especial açúcares e ácidos orgânicos”, explica a pesquisadora. “Isso se traduz em mais eficiência no processo de absorção do fósforo pelas raízes das plantas, fazendo com que elas sejam mais produtivas”, complementa.
Notícia original extraída do site Embrapa
Foto de Guilherme Viana
Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/
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Inauguração Aprovar Lagoa Dourada – MG
O mês de abril/21 marcou a abertura de mais uma filial Aprovar Agropecuária, agora na cidade de Lagoa Dourada – MG.
Por conta da onda roxa (ocasionada pela pandemia da COVID-19), a empresa realizou uma inauguração discreta e segura, para evitar aglomerações. Como forma de retribuir a visita dos clientes que passaram lá durante este mês de inauguração, foram distribuídos álcool gel e alfajores que podiam ser levados para casa.
A decisão em abrir mais uma filial nesta região, no Campo das Vertentes, veio da necessidade e vontade de intensificar o atendimento ao produtor rural, ampliando a distribuição de insumos agropecuários, onde a Aprovar poderá oferecer aos seus clientes uma completa gama de serviços e produtos das melhores marcas.
Esta nova filial é um marco na história de Lagoa Dourada e região e com certeza a geração de emprego, rendas e fortalecimento do agronegócio é a marca registrada da Aprovar Agropecuária há mais de 27 anos.
*Todas as ações foram pensadas respeitando as normas sanitárias e decretos municipais.
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22 de abril – Dia da Terra
O Dia da Terra é comemorado, todos os anos, em 22 de abril. Essa data é importante para refletirmos a respeito de como nossas ações impactam negativamente a vida no nosso planeta, e é um momento para cobrarmos medidas mais eficientes de preservação da natureza. É um momento também de mudança de comportamento para que consigamos deixar um planeta saudável para as próximas gerações.
O Dia da Terra é comemorado em 22 de abril e foi criado, em 1970, pelo então senador americano Gaylord Nelson. Naquela data, o senador convocou um grande protesto, nos Estados Unidos, que tinha como pauta a poluição. O evento foi um grande sucesso e contou com cerca de 20 milhões de pessoas preocupadas com os impactos negativos que o ser humano provoca no meio ambiente.
Depois do grande evento nos Estados Unidos, aos poucos a data consolidou-se ao redor do mundo. A partir de 1990, o Dia da Terra passou a ser uma data comemorada em diferentes países. A cada ano, um tema diferente é abordado nele, esses temas são relacionados com a preservação e redução dos nossos impactos negativos no planeta.
Por que o Dia da Terra é importante?
O Dia da Terra é uma data importante, pois é um momento de refletirmos a respeito da importância de cuidarmos do nosso planeta e como as ações do dia a dia afetam negativamente a vida nele.
A humanidade, com suas ações, é responsável pela poluição de diversos ambientes, destruição de habitat de várias espécies, aumento da quantidade de pragas, aumento de erosões, ocorrência de chuva ácida, agravamento do efeito estufa, destruição da camada de ozônio, e vários outros impactos negativos.
Hoje presenciamos, por exemplo, um aumento crescente na extinção de espécies, o que é considerado, por alguns cientistas, uma extinção em grande escala. Já passamos por vários processos de extinção em massa, entretanto, nos outros casos, como a extinção dos dinossauros, as causas foram completamente naturais. Atualmente vários seres vivos do planeta estão simplesmente desaparecendo da superfície terrestre devido à atividade humana.
Como sabemos, não temos catalogadas todas as espécies existentes em nosso planeta, e a cada dia descobrimos espécies jamais vistas. Com isso, fica difícil saber ao certo quantas delas estamos perdendo a cada ano. De acordo com a WWF, se existem 100.000.000 de espécies diferentes na Terra e o índice de extinção é de apenas 0,01% ao ano, pelo menos 10.000 espécies são extintas anualmente.
Ainda de acordo com a organização, se considerarmos a menor estimativa do número de espécies no planeta como verdadeira, ou seja, que existem cerca de dois milhões de espécies, teríamos, por ano, uma extinção de pelo menos 200 delas. Esses números são impressionantes e mostram como afetamos negativamente o planeta com nossas ações.
Além da extinção das espécies, não podemos esquecer-nos de que vários estudos sugerem que o ser humano é peça-chave nas mudanças climáticas. Nossa emissão de gases de efeito estufa está contribuindo ativamente para o aumento da temperatura do planeta. As mudanças climáticas são reais e impactam todas as espécies que vivem na Terra, incluindo os seres humanos.
Como efeitos das mudanças climáticas podemos citar: aumento dos nível do mar, que pode resultar na submersão de áreas costeiras; seca e escassez de água em algumas regiões do planeta e aumento exagerado das chuvas em outras; prejuízos na agricultura; extinção de espécies; e aumento do número de casos de várias doenças.
Sendo assim, utilize o Dia da Terra para reflexão. É o momento ideal para repensarmos nossas atitudes em relação ao nosso planeta e também para exigirmos de governantes medidas eficientes no que diz respeito à proteção dele. A data, no entanto, não deve ser vista como uma ação isolada e de um único dia, sendo fundamental que trabalhemos boas ações durante todos os dias do ano para, assim, conseguirmos manter nosso planeta o mais saudável possível.
O que eu posso fazer para ajudar o planeta?
É fundamental ensinarmos para nossas crianças a importância de preservar a natureza.
Medidas simples podem ser adotadas no dia a dia para ajudarmos o planeta. Veja algumas delas a seguir:
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Economize energia: não deixe as luzes acessas em locais em que não há pessoas no momento; evite deixar eletroeletrônicos em standy by; invista em lampadas de LED; e não passe muito tempo no banho.
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Economize água: diminua o tempo de banho; reaproveite a água da máquina de lavar para lavar calçadas, por exemplo; capte água da chuva; mantenha a torneira fechada enquanto escova-se os dentes; e arrume rapidamente vazamentos.
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Separe seu lixo em reciclável e orgânico, e sempre descarte o lixo em local adequado.
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Reduza o consumo de plástico.
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Utilize menos o carro.
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Evite comprar coisas que não são necessárias.
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Ensine outras pessoas como preservar o meio ambiente.
Por Vanessa Sardinha dos Santos
Professora de Biologia
Fonte: Brasil Escola
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Projeto prevê transmissão de conteúdo agropecuário pelas emissoras de TV
A proposta foi apresentada à Câmara dos Deputados pelo deputado Marcelo Brum (PSL-RS)
O Projeto de Lei 719/21 prevê a transmissão de conteúdo relativo às atividades agropecuárias pelas emissoras de televisão no Brasil. O objetivo é fortalecer a cultura e a educação da população em relação ao assunto.
A proposta foi apresentada à Câmara dos Deputados pelo deputado Marcelo Brum (PSL-RS). Ele destaca a importância econômica do setor agropecuário brasileiro para justificar a proposta.
“A pesquisa para elevar a capacidade e a qualidade produtiva brasileira avançou muito e é referência mundial. Contudo, infelizmente a maioria dos brasileiros desconhece essa realidade e tem uma visão distorcida do setor”, lamenta Brum. “Diante disto, é importante que o cidadão, desde a infância, compreenda a origem e o processo de produção dos alimentos, instrumentos e produtos primários que abastecem a indústria e permeiam o dia a dia da sociedade.”
O parlamentar acrescenta que os serviços de televisão são extremamente difundidos no Brasil e poderão levar, de forma gratuita, essa informação para toda a população.
Pela proposta, as emissoras deverão transmitir, três vezes por semana, conteúdo de pelo menos 40 minutos, cada, relativo às atividades agropecuárias, com uso de linguagem acessível a todas as idades.
O projeto considera atividade agropecuária o cultivo de plantas e a criação de animais para a alimentação humana ou para o fornecimento de matérias-primas, com abordagem de temas como colheita, sustentabilidade, meio ambiente e gestão rural.
Se for aprovada e virar lei, a medida será incluída no Código Brasileiro de Telecomunicações e será regulamentada posteriormente pelo Poder Executivo.
Fonte: Câmara dos Deputados
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Dia Mundial da Agricultura
20 de Março – Dia Mundial da Agricultura
A Agronomia é uma ciência que se dedica exclusivamente em estudar tudo o que envolve os diferentes tipos de solos, plantas e técnicas de agrícolas.
A agricultura é motivo de homenagem em outras datas ao longo do ano, como o dia 20 de Março, considerado o Dia Mundial da Agricultura. Provavelmente, o dia 17 de Outubro também é motivo de celebração por fazer parte das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, que ocorre anualmente em 16 de Outubro, desde 1945.





