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Valor da Produção Agropecuária é estimado em R$ 572,9 bilhões
Dados para 2019 têm como referência comportamento em fevereiro. Preço do milho revela alta de 15%
O Valor Bruto da Produção Agropecuária ( VBP) de 2019, com base nas informações de safra de fevereiro, está estimado em R$ 572,9 bilhões, 0,9 % abaixo do valor do ano passado. As lavouras representam R$ 378,9 bilhões, e a pecuária, R$ 193,9 bilhões. Enquanto é esperado decréscimo real de 2,5 % nas lavouras, na pecuária espera-se valor 2,4 % maior que o de 2018. O comportamento favorável dessa atividade deve-se aos resultados de carne bovina e frangos que mostram recuperação, explica José Gasques, coordenador geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
Um grupo de oito lavouras tem apresentado muito bom desempenho, observa o coordenador. E destaca algodão herbáceo, com aumento do VBP de 4,6 %, amendoim, 8,3%, banana, 7,1%, batata-inglesa, 66,7 %, feijão, 92,5 %, laranja, 4,4 %, milho, 15,0 % e uva, 4,0 %. Esses resultados ocorrem devido a melhores preços, e quantidades maiores esperadas neste ano, afirmou.
Os cinco produtos com o maior valor da produção são soja, cana de açúcar, milho, algodão herbáceo e café. Representam 78 % do valor gerado pela lavouras. Na pecuária a liderança de valor é ocupada por carne bovina, frango, leite, vindo em seguida suínos e ovos.
Em relação a alta de preços, se destacam batata-inglesa, 79%, feijão, 94,9 %, em parte representando recuperação de anos anteriores. “Nota-se uma recuperação forte de preços de diversos produtos, e isso contribui favoravelmente para o resultado do VBP”, disse Gasques.
O acompanhamento revela menor produção produtos relevantes, que refletem no faturamento da agropecuária e nos itens usados para o cálculo do PIB (Produto Interno Bruto) setorial. As maiores evidências são a redução de produção de arroz, café arábica, cana-de-açúcar, feijão, laranja, soja, trigo, tomate e uva. Na pecuária sofrem redução de VBP suínos, leite e ovos.
Os resultados regionais mostram a liderança de valor no Centro Oeste, R $ 163,49 bilhões, Sul, R$ 142, 43 bilhões, Sudeste, R$ 137,9 bilhões , Nordeste, R$ 49,33 bilhões e Norte, R$34,62 bilhões.
Fonte: Mapa
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Tereza Cristina: “A agricultura brasileira vai continuar crescendo sem destruir sequer uma árvore”
Em Washington, ministra diz que o país tem a missão de pôr 40% mais alimentos na mesa dos consumidores mundiais até 2050
Ao participar de painel sobre oportunidades de investimentos no Brazil Day in Washington, a ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta segunda-feira (18) que a agricultura brasileira tem capacidade para aumentar em 30% a produção de alimentos “sem destruir sequer uma árvore em todo o nosso território”. A afirmação foi feita a empresários e executivos de grandes empresas americanas em resposta a uma questão levantada por Donna Hrinak, CEO da Boeing no Brasil, moderadora do evento, sobre supostos impactos ao meio ambiente provocados pela produção agrícola brasileira.
“A agropecuária brasileira vai continuar crescendo sem desmatar uma única árvore sequer”, respondeu a ministra. “Nós temos capacidade de incluir quase 30% a mais de produção sem destruir sequer uma árvore, um pé de árvore em todo o nosso território”.
Tereza Cristina explicou ainda que o Brasil “tem um Código Florestal dos melhores do mundo”. Segundo a ministra, a legislação estabelece que o produtor brasileiro tem de preservar boa parte de sua propriedade pagando impostos por toda a área. No cerrado, bioma característico da Região Centro-Oeste, 20% de cada propriedade têm ser preservados, além de matas nativas, margens de rios, etc. Na Amazônia, a ministra lembrou que são 80% de área preservada.
“E, assim mesmo, o mundo ainda nos ataca, dizendo que somos transgressores da lei. O produtor brasileiro produz de forma sustentável, com todas as dificuldades de infraestrutura que ele enfrenta em nosso país”, afirmou ao lado dos ministros Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e Bento Costa Lima Leite (Minas e Energia).
A ministra explicou aos investidores que o Brasil precisa continuar buscando novos mercados pelo mundo, porque a produção brasileira “continua a crescer de maneira sustentável”. E afirmou: “Temos uma missão de colocar, até 2050, 40% a mais de alimentos na mesa do mundo”. Ela ainda explicou que o Brasil hoje tem acesso a vários mercados mundiais e quer reforçar seus laços de parceria com os Estados Unidos. “Estamos vindo discutir os nossos mercados, que são muito parecidos na agropecuária”, disse a ministra.
A ministra também falou do novo momento vivido pelo país, a partir da eleição do presidente Jair Bolsonaro, em outubro do ano passado: “Existe um otimismo do brasileiro de que o país vai para um novo mundo. O setor produtivo brasileiro está apostando todas as suas fichas neste governo, as reformas econômicas devem acontecer em breve para que o brasil entre nos eixos, e sob o comando do presidente Bolsonaro, acho que o Brasil entra numa nova era, num novo tempo, em que as relações serão melhores entre a política, o Judiciário e o Executivo. Queremos um Brasil globalizado, aberto de lá para cá e daqui para lá. É isso que queremos no novo momento que vivemos no nosso país”.
Em seu discurso inicial, a ministra fez uma firme defesa de um comércio mundial “equilibrado e justo”. Ela lembrou que o Brasil é o terceiro maior exportador agrícola do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos e da União Europeia, com 7% do total do comércio agropecuário internacional, mas continua “trabalhando incansavelmente” pela abertura de mercados e por condições iguais nos mercados que já estão abertos.
Fonte: Mapa/Notícias Agrícolas
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Governador participa de reunião na FAEMG e destaca importância do agronegócio mineiro
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema, participou, nesta quarta-feira (6/2), de reunião de trabalho com a diretoria da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais (FAEMG). Esta foi a primeira vez que um governador do Estado esteve na sede do Sistema FAEMG, que representa o setor do agronegócio, responsável por 33,54% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado.
“Como bom conhecedor da realidade do interior do Estado, vi como essas regiões se desenvolveram principalmente devido ao agronegócio. Então, tenho plena ciência da importância dessa atividade para Minas Gerais. Como foi mostrado aqui, somos primeiro, segundo e terceiro colocados em uma série de atividades do agronegócio. Agora, vamos trabalhar ainda mais para melhor essas posições”, afirmou Romeu Zema.
O governador ainda pontuou a importância de a administração estadual dialogar com a população e representar o interesse de diversos setores. “Fiquei surpreso de ouvir que é a primeira vez que um governador vem ao Sistema Faemg. Essa é só a primeira vez que venho aqui. O Estado precisa apoiar no que for preciso. Quero que vocês sintam no Governo do Estado uma entidade que esteja representando a classe”, completou. Entre as ações pontuadas como fundamentais pelo governador estão fomentar o crescimento do setor do etanol, dar maior segurança aos produtores e analisar a questão fundiária.
A secretária de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ana Valentini, que também acompanhou a reunião, estabeleceu a necessidade de a pasta trabalhar em conjunto com a entidade. “Hoje é o início de uma parceria entre o governador, a secretaria e a Faemg. Todas as nossas ações serão desenvolvidas em conjunto com a FAEMG, que representa a maior parte dos produtores rurais do Estado. Vamos incentivar a produção rural e criar um ambiente de segurança jurídica, que estimule os negócios. Vamos buscar regulações para a produção rural, aumento da lucratividade do produtor, sem esquecer a sustentabilidade”, disse a secretária.
Minas Gerais possui atualmente cerca de 600 mil propriedades rurais. A Federação representa 385 sindicatos de produtores rurais mineiros e atende 400 mil pequenos, médios e grandes produtores.
Setor
Em relação ao País, o agronegócio mineiro representa 13,59% do PIB nacional. Entre os principais produtos exportados pelo setor está o café, com 40,6%, seguido do complexo soja (23,5%) e das carnes (10,6%).
O presidente da FAEMG, Roberto Simões, destacou a relevância da presença do governador na entidade. “Foi para nós um dia memorável porque é a primeira vez que um governador vem à nossa entidade. Foi extremamente produtivo, e o que pudemos ouvir foi encorajador porque eles conhecem as nossas dores e prometeram trabalhar em conjunto conosco. É o que esperamos de um governo para juntos fazermos Minas melhor do que é”, defendeu o presidente, que apresentou todo o sistema da federação ao governador.
Fonte FAEMG
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