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24 de junho de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

O sabor da agricultura familiar nas festas juninas

As bandeirinhas coloridas já enfeitam os ambientes. É tempo de festa junina. De clima de cidade do interior, de roupas com estampas xadrez e de músicas com letras que lembram a vida simples do antigo sertanejo. Época de calçar a bota, colocar o vestido de chita, pegar aquele CD antigo de forró, pular fogueira e saborear as diversas comidas típicas, muitas delas vindas das mãos da agricultura familiar.

Entre os toques da zabumba e das sanfonas, uma das grandes atrações das festas juninas são as barraquinhas, com os diversos sabores dessa época. Entre os produtos, pipoca, canjica, pé de moleque e o famoso milho. Por trás delas, muitas famílias e muito trabalho na zona rural.

Há quem diga que as festas juninas surgiram na Europa para celebrar a colheita do trigo. Mas, aqui no Brasil, um outro grão roubou a cena da festa: o milho. As comemorações viraram tradição brasileira e atraem milhões de visitantes nas mais diversas festas espalhadas pelo país. Para acompanhar o milho, outros produtos entraram no arraial, como o amendoim e o cocô.

Muitas receitas dependem do milho. Seja para prepará-lo assado, na palha, ou como canjica e até a tradicional pipoca. Outras receitas, como bolo e cural, também trazem o sabor do típico grão amarelo.

As festas começam no meio do ano, mas o trabalho com os grãos começa bem antes, como conta o agricultor familiar e produtor de milho verde lá em Limoeiro do Norte (CE), Antônio Rodrigues, de 53 anos. “A gente começa a plantar e, cerca de 70 dias depois, a gente já consegue colher algumas espigas para comer”, explica o produtor.

Antônio vem de uma típica família do interior e há 10 anos trabalha com a produção de milho. O agricultor fica feliz em ver a mulher e os quatros filhos envolvidos na produção. Seu Antônio conta que a colheita do grão sempre foi motivo para reunir os integrantes da família e os amigos. “Todos os anos a gente planta e tem o milho para comer assado na fogueira de São João. Quando chega a época, junta todo mundo para quebrar o milho e assar, em volta da fogueira”.

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

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24 de junho de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agro gerou 46 mil novos empregos em Maio

O agronegócio foi responsável por gerar, no último mês de Maio, 46.049 novos postos de trabalho, de acordo com dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) divulgados nesta terça-feira (20.06) pelo Ministério do Trabalho. O setor ficou 34,43% acima do saldo final registrado (diferença entre demissões e admissões), que foi de 34.253 empregos de carteira assinada.

“Mais uma vez a agropecuária mostra o seu compromisso com o país. Em meio à crise econômica e política, os produtores rurais foram responsáveis pela criação de 46 mil novos postos de trabalho em maio e 77 mil no acumulado do ano. Fica claro também que o nosso setor cumpre uma função social importante ao gerar emprego, renda e alimentos para a população”, disse o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins.

O resultado de maio foi impulsionado, majoritariamente, ao desempenho das culturas de café (25.258 postos de trabalho criados), laranja (11.590) e cana-de-açúcar (5.657). Também houve 4.578 empregos gerados por “atividades de apoio à agricultura”, aponta Comunicado Técnico do Núcleo Econômico da CNA.

Em relação a Abril, o setor Agropecuário aumentou sua geração de postos de trabalho no mês passado em 2,95%. Para se ter uma ideia, o segundo lugar na criação de empregos foi o segmento de Serviços com apenas 1.989 vagas, seguido pela Indústria de Transformação (1.432) e Administração Pública (955).

Por outro lado, em Maio houve fechamento líquido de postos de trabalho no Comércio (-11.254 postos), Construção Civil (-4.021), Setor Extrativo Mineral (-510) e nos SIUP, ou serviços industriais de utilidade pública, com 387 empregos perdidos no mês passado.

Agrolink

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20 de junho de 2017by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Fungicida da BASF é reconhecido no Desafio de Máxima Produtividade da Soja

O campeão nacional do Desafio utilizou o fungicida Ativum®, produto da BASF de amplo espectro lançado na safra 2016/2017

A área inscrita no Comitê Estratégico Soja Brasil alcançou uma produtividade de 149,08 sacas por hectare

O fungicida Ativum® foi destaque no Desafio de Máxima Produtividade da Soja, organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil, em parceria com a Cotrijal. O evento aconteceu nesta terça-feira em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Na ocasião foram conhecidos os campeões de produtividade de soja na safra 2016/2017.

O vencedor nacional é o produtor rural Marcos Seitz, da fazenda São Bento, localizada no município de Guarapuava (PR). A área inscrita no Comitê Estratégico Soja Brasil alcançou uma produtividade de 149,08 sacas por hectare. Pelo segundo ano consecutivo, uma tecnologia desenvolvida pela BASF contribuiu para a obtenção desse resultado.

“Somos a quarta geração de uma família que se desenvolveu junto ao agronegócio brasileiro. Sabemos o quanto a adoção de novas tecnologias aliada a um correto manejo na lavoura pode fazer toda a diferença. Nesse sentido, novamente a BASF esteve ao nosso lado nos auxiliando na tomada de decisão para um controle fitossanitário eficiente, que contribuiu para o excelente resultado em produtividade”, comemora Alexandre Seitz, consultor da área e irmão do vencedor nacional do Desafio de Máxima Produtividade de Soja.

A BASF participa do evento desde sua primeira edição, que aconteceu na safra 2008/2009. O Desafio de Máxima Produtividade da Soja da safra 2016/2017 recebeu mais de 5 mil inscrições de agricultores de diferentes estados. Além dos irmãos Marcos e Alexandre Seitz, mais dois vencedores do prêmio organizado pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB) utilizaram o fungicida Orkestra®SC e demais produtos da linha BASF: Elton Zanella, do município de Campos de Júlio (MT), que obteve uma produtividade de 122,20 sacas por hectare, e o produtor de soja Leandro Ficagna, que colheu 95,76 sacas por hectare no município de Luís Eduardo Magalhães (BA).

“Tivemos uma safra de soja recorde. De uma maneira geral, o clima ajudou, mas vale destacar que o manejo fitossanitário correto nas lavouras, principalmente com a utilização de fungicidas de alto desempenho, auxiliou o produtor rural a alcançar boas produtividades”, afirma Elias Guidini, gerente de Marketing da BASF para a Cultura da Soja no Brasil.

Para a próxima safra, a BASF apresentará novidades que complementarão o portfolio de soja, que hoje já conta com os fungicidas Orkestra®SC e Ativum®. Este último, utilizado pela primeira vez na safra 2016/2017, é eficiente para o controle da ferrugem asiática e de outras importantes doenças da soja. O fungicida foliar é o único no mercado com triplo mecanismo de ação e auxilia no manejo de resistência dos fungos.

O Orkestra®SC, fungicida que apresenta alta seletividade e indicado desde a primeira aplicação, também é utilizado no controle da ferrugem asiática e de outras importantes doenças como mancha-alvo, antracnose, mancha-parda e oídio, que merecem extrema atenção, pois podem provocar perdas de até 10 sacas por hectare nas lavouras de soja.

Fonte: Agrolink

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16 de junho de 2017by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Valor da produção agropecuária de 2017, de R$ 546,3 bi, é o maior dos últimos 27 anos

A estimativa do valor bruto da produção agropecuária (VBP) de 2017, de R$ 546,3 bilhões, é o maior dos últimos 27 anos. O montante é 5,3% superior ao de 2016, de R$ 519 bilhões. Esse resultado reflete a elevada safra de grãos prevista para esta temporada, conforme anúncio feito pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  O VPB – estimado com base nas informações de maio – foi divulgado, nesta terça-feira (13), pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Além da safra de 234,3 milhões de toneladas estimada pela Conab, o aumento da produtividade, da ordem de 21%, é outro fator relevante no incremento do VBP deste ano.

As lavouras devem ter aumento de 11,3% em valor, totalizando R$ 376,3 bilhões. A pecuária deve ter queda de 6%, ficando em R$ 170 bilhões.  O valor bruto das principais lavouras, estimado para este ano, representa 69% e a pecuária, 31%.

De acordo com o coordenador-geral de Estudos e Análises do Mapa, José Garcia Gasques, a maior parte das lavouras tem apresentado desempenho melhor do que em 2016. Preços e maior produção são os principais responsáveis por isso.

Produtos agrícolas

Numa lista de produtos agrícolas, o algodão apresenta acréscimo do VBP de 70,7%; cana-de-açúcar de 51,4%, mandioca de 76,2%, milho de 25,7% e uva de 41,1%. Com crescimento menor, mas também expressivo, destacam-se o amendoim (29,4%), arroz (12,1%), laranja (21,7%), soja (2,7%), pimenta do reino (10%) e tomate (6,3%). Na pecuária, tiveram aumento em valor a carne suína (10,5%) e leite (2,8%).

Apresentam decréscimo em valor, em relação a 2016, os seguintes produtos: banana (-16%), batata-inglesa (-61,3%), cacau (-15,5%), café (-11,4%), cebola (-44,9%), feijão (-20,7%), mamona (-44,6%), trigo (-29,7%), maçã (-17,5%). Na pecuária, estão sendo observadas reduções de valores da produção na carne bovina (- 5,4%), carne de frango (-11,1%) e ovos (- 23,6%).

Os resultados regionais mostram, a exemplo de meses anteriores, que o maior VBP é alcançado no Sul (R$ 145,3 bilhões), seguido do Centro-Oeste (R$142,4 bilhões), Sudeste (R$ 139,1bilhões), Nordeste (R$ 51,2 bilhões) e Norte (R$ 33,1 bilhões). São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul ocupam as cinco primeiras posições no ranking por estados e respondem por 59% do valor total.

Mapa

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13 de junho de 2017by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Agronegócio emprega 1/3 dos brasileiros

Um em cada três brasileiros possui trabalho graças ao agronegócio, o que equivale a cerca de 30 milhões de pessoas. É o que aponta estudo do Instituto CNA em conjunto com o Núcleo Econômico da Superintendência Técnica (SUT/CNA) com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE.

“Esse resultado (32,7% das ocupações brasileiras estão no setor do agronegócio) demonstra o papel catalisador do setor na economia nacional, na produtividade total dos fatores da economia e na geração de renda dos setores público e privado”, afirmou a CNA em seu relatório.

De acordo com o levantamento, o ótimo desempenho do agronegócio brasileiro nos últimos anos baseou-se principalmente no aumento da produtividade dos produtos agropecuários. No entanto, os fatores negativos apontados são a escassez de mão de obra qualificada e seu alto custo.

A modernização da atividade agropecuária no Brasil, com o aumento do uso de tecnologias, máquinas e equipamentos, entre outros fatores, resultou na redução do número de pessoas ocupadas no setor. Na última década (2006 a 2016), houve redução de aproximadamente 50% do número de pessoas trabalhando na agropecuária.

Nesse mesmo período analisado, porém, o valor bruto da produção agropecuária (VBP) teve aumento da ordem de 70%. Confira no gráfico abaixo:

Agrolink

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12 de junho de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Para onde vai o setor de distribuição e revenda de insumos?

Por Carlos Eduardo Dalto

Publicado em 05/06/2017 11:05
Carlos Eduardo Dalto é professor da FGV, especialista em gestão do agronegócio.

As mudanças que ocorrem no agronegócio são inegáveis e substanciais. Assistimos ao uso intenso de tecnologia em campo e começamos a ver em operação as plataformas de gestão integradas, que passam a fornecer informações imediatas e precisas para a tomada de decisão em campo.

Em termos da cadeia de fornecimento, a realidade é similar. Assistimos às ondas de fusões e aquisições, capitaneadas pelas grandes indústrias fornecedoras e agora, uma nova onda atinge o setor de distribuição: a compra de importantes revendas país afora por grupos internacionais, especialmente os chineses e indianos.

E, o que se esperar desse movimento?

O setor de distribuição e revenda de insumos agropecuários passa por um rearranjo estrutural, característico da dinâmica do mercado. No auge das commodities da primeira década dos anos 2000, presenciamos um sem-número de empresas que abriram suas portas, na expectativa de faturar com o mercado em franca expansão. Eu mesmo, enquanto professor, lembro-me de ter orientado o plano de negócios de três alunos que deixavam sua vida de executivo nas multinacionais para iniciar sua vida de empreendedores no ramo de revenda agro.

Acontece que o mercado é uma espécie de organismo vivo, tal como na natureza, estes organismos alimentam-se de tempos de fartura, sofrem com as estiagens. As espécies do mundo animal têm seu ciclo de vida – nascem, crescem e morrem! E muitas revendas, por inúmeros fatores, seguiram essa mesma trajetória. As sobreviventes que aí estão, têm sido assediadas por grandes grupos ou estão na iminência de serem devoradas por eles. É a lei de mercado! E o que fazer?

Neste cenário, que se assemelha a uma selva africana, em que para se manter na cadeia há que se reinventar e se adaptar! As revendas que perpetuarão são aquelas que definirem claramente sua estratégia de atuação e que tenham capacidade de estabelecer negócios com fornecedores preocupados em, efetivamente, serem parceiros, na concepção literal da palavra.

Na perspectiva interna, terão que incorporar na administração de suas operações conceitos e ferramentas gerenciais em pontos que hoje são considerados nevrálgicos para o sucesso: no gerenciamento do estoque e ativos, nas compras estratégicas, no fluxo de caixa, na gestão de crédito e cobrança e a gestão das margens.

Outra perspectiva e esta, diria, a mais complexa, é a de formar equipes comerciais capazes, efetivamente, de gerar relações superiores com seus produtores. Saem os vendedores transacionais e entram os consultores de negócios. Muito mais que oferecer um determinado produto, terão que entender e responder aos produtores, como aquele produto resolve determinado problema, que não, necessariamente, é agronômico ou veterinário, mas gerencial ou operacional.

Essa equipe de campo precisará tangibilizar, aos produtores, portfólios que façam melhorar a performance em campo. Sai o fornecedor e entra o parceiro de negócios. Ao processo de venda, serão incorporados o relacionamento, o acompanhamento, a assistência e o pós-venda.

É uma atuação que envolverá muito mais que vender. Envolverá criar uma relação diferenciada e consultiva aos produtores. Vender por vender, o mercado está cheio! A competência, nestes novos tempos, passará por conhecer profundamente o produtor, produtos e mercado e ser capaz de construir e alimentar uma cadeia em que as soluções que proporcionem ganhos múltiplos. Enfim, torne-se relevante para seu produtor!

Fonte: Carlos Eduardo Dalto / Notícias Agrícolas

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1 de junho de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Ourofino Agrociência apresenta novo propósito: Reimaginar a Agricultura Brasileira

Diante dos desafios enfrentados pelo setor, empresa adequou seu posicionamento estratégico para contribuir com o desenvolvimento da agricultura nacional

Inspirar uma nova era de desenvolvimento, produtividade e crescimento, a fim de criar novas possibilidades para os desafios da agricultura nacional. Esse é o novo propósito da Ourofino Agrociência, reimaginar a agricultura brasileira.

O posicionamento nasceu de um estudo conduzido pela empresa nos últimos meses com o intuito de reposicionar estrategicamente a companhia, visando construir uma diferenciação relevante e sustentável para o mercado e, assim, orientar a gestão da Ourofino para ações adequadas às especificidades da agricultura nacional.

De acordo com o gerente de Comunicação e Inteligência Competitiva da Ourofino Agrociência, Everton Molina Campos, o estudo teve início no segundo semestre de 2016 e, para ter um entendimento real das necessidades do agricultor brasileiro, abrangeu entrevistas com produtores e especialistas do setor.

As pesquisas mostraram algo que a Ourofino já possui em seu DNA. “Identificamos que o agricultor almeja uma empresa que desenvolva produtos e soluções customizadas as suas necessidades, ou seja, que esteja próxima a ele e ofereça uma abordagem que vá além do relacionamento comercial. E esse é o nosso propósito”, afirma Campos.

Luciano Galera, diretor de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento da empresa, complementa que, hoje, a maioria das multinacionais do setor desenvolve produtos com formulações únicas e globais. “As soluções são testadas em centros de pesquisa no hemisfério norte, onde as condições edafoclimáticas são completamente diferentes das encontradas na agricultura tropical, que prevalece incidência de luz solar, altas temperaturas, umidade elevada, alta infestação de pragas e doenças, e presença de palha no solo, decorrente do plantio direto e da colheita da cana”, ressalta.

Foi avaliando esse cenário que a Ourofino Agrociência vislumbrou seu novo propósito como companhia: Reimaginar a Agricultura Brasileira, com a missão de desenvolver produtos e serviços que se adequem às condições da agricultura tropical.

Galera reforça que, por possuir uma das mais modernas fábricas de defensivos agrícolas do mundo e laboratórios com equipamentos de última geração, a Ourofino iniciou um projeto de inovação incremental, a fim de desenvolver produtos com formulações adequadas às condições da agricultura brasileira. “O que proporciona melhor performance da cultura e menor impacto ambiental”, diz o diretor.

Além de inovar para a agricultura nacional, a Ourofino Agrociência está mudando a abordagem com clientes para fomentar um relacionamento que realmente construa valor. “Estamos capacitando nossa equipe comercial para criar um relacionamento baseado em confiança e transparência. O objetivo é que nossos profissionais contribuam com ideias e soluções, para que sejamos realmente um parceiro de negócios”, pontua Miguel Padilha, diretor Comercial.

A empresa também está investindo fortemente em uma maior presença digital, com divulgação de conteúdos relevantes para o agricultor utilizar no momento em que mais precisa, ou seja, no campo. Além de estar presente em mídias como Facebook, Twitter, Youtube e Instagram, a Ourofino ainda traz um site totalmente reformulado.

Para expressar visualmente o novo propósito, com todas as adequações mencionadas anteriormente, a Ourofino Agrociência apresenta sua nova identidade visual. “A mudança tem por objetivo facilitar e simplificar a comunicação da empresa com o setor, bem como criar um senso de identidade e estabelecer uma diferenciação no mercado”, explica Campos.

A alteração no logotipo faz parte do processo de adequação estratégica da empresa. “Ele expressa totalmente nosso propósito”, destaca o gerente de Comunicação e Inteligência Competitiva.  O losango do centro foi inspirado no fechamento do diafragma de uma máquina fotográfica e representa o reimaginar, um novo olhar. As linhas fazem referência às linhas do plantio, são características da agricultura. E as cores verde e amarelo fazem referência ao nosso país. “Assim, com a junção dos três elementos, temos claramente nosso propósito: Reimaginando a Agricultura Brasileira”, finaliza Campos.

Investimentos – inovando para a agricultura nacional

Para o desenvolvimento de novos produtos adequados à agricultura brasileira, a Ourofino estabeleceu parcerias com importantes centros de pesquisa no Brasil, como a Embrapa Recursos Genéticos e Unesp Botucatu. Recentemente, também firmou parceria de R$ 60 milhões com a Finep. O contrato é válido para o biênio 2017/2018, com 70% do valor custeado pela financiadora. O montante será investido em novos produtos para a agricultura tropical e melhoria das formulações já existentes.

Em 2016, no parque fabril localizado em Uberaba (MG), a Ourofino investiu R$ 15 milhões na construção de dois galpões de armazenagem. Agora, a empresa custeou mais de R$ 12 milhões na execução da planta industrial de WDG (Grânulos Dispersíveis). A tecnologia aplicada é a mais moderna e eficiente no mercado de defensivos agrícolas e proporciona ganhos no processo de formulação e na redução da exposição operacional na manipulação do produto, bem como visa a não poluição do meio ambiente.

Fonte: Ourofino Agrociência

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22 de maio de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegóciopolítica

Voltamos à crise política quando vencíamos a econômica, diz Maggi

Na Arábia Saudita, ministro da Agricultura disse que está atento aos fatos

POR REDAÇÃO GLOBO RURAL

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse que “não podemos desanimar” ao comentar a divulgação pelo jornal O Globo de delação premiada dos donos da JBS. Em postagens no Twitter, Maggi disse que está “atento aos fatos”, e que vai “esperar informações oficiais”.

Maggi está em viagem oficial ao Oriente Médio, onde negocia acordos comerciais. Da Arábia Saudita, o ministro destacou em suas postagem que o Brasil voltou a viver uma crise política “no momento em que começávamos a vencer a crise econômica”.

Antecessora de Maggi no cargo e uma das principais defensoras da ex-presidente Dilma Rousseff durante o processo de impeachment, a ex-ministra Kátia Abreu, também via Twitter classificou a atual situação como “pesadelo”. No entanto, disse acreditar que o Brasil “sairá maior que tudo isto”.

Senadora pelo PMDB de Tocantins, Kátia defendeu o que chamou de “pacto suprapartidário pela reconstrução do Brasil”.

Fonte: Revista Globo Rural.

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15 de maio de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

75% do crescimento da atividade econômica virá da agropecuária

Sem a agropecuária, o PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil teria alta de 0,12% em 2017, em vez do já modesto 0,47% projetado pelo mercado. O setor deve ter uma fatia de 75% do crescimento da atividade econômica neste ano, maior peso em 18 anos.

O número foi calculado pela consultoria Tendências a pedido da Folha com base nas projeções feitas por analistas de mercado ouvidos pelo boletim Focus, do Banco Central, para o PIB dos diferentes setores da economia.

Essa alta participação, a maior desde 1999, quando o PIB agrícola representou 77% do total, ocorre tanto pelo bom momento para o campo quanto pela dificuldade de recuperação dos outros setores. Beneficiada pelo clima favorável, a safra de grãos será recorde e subirá mais de 26%, segundo o IBGE.

Os analistas apostam em altas de 6,4% e 0,88% para a agropecuária e a indústria, respectivamente, e uma queda de 0,06% em serviços.

Leia a notícia na íntegra no site Folha de S.Paulo.

Fonte: Folha de S.Paulo

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12 de maio de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Brasil lidera produtividade agropecuária mundial

Entre 2006 e 2010, rendimento da atividade rural foi de 4,28% ao ano. Soja está entre as culturas com melhor desempenho

Estudos feitos pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostram que o Brasil é um dos países em que a produtividade mais cresce. De 2006 a 2010, o rendimento da agropecuária aumentou 4,28% ao ano no Brasil, seguido pela China (3,25%), Chile (3,08%), Japão (2,86%), Argentina (2,7%), Indonésia (2,62%), Estados Unidos (1,93%) e México (1,46%).

Os pesquisadores americanos usaram o indicador expresso em Produtividade Total dos Fatores (PTF), que considera todos os produtos das lavouras e da pecuária e os relaciona com os insumos usados na produção.

De acordo com o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, José Garcia Gasques, o aumento da produtividade agrícola tem sido a forma mais segura de suprir as necessidades crescentes de alimentos em todo o mundo.

“Ao longo dos últimos 50 anos, o crescimento da produtividade permitiu ofertas mais abundantes de alimentos a preços mais baratos”, assinala Gasques. “No Brasil, isso pode ser verificado pela redução dos preços reais de grãos relevantes na alimentação humana, como, por exemplo arroz, milho, soja e trigo.”

Com ganhos de produtividade obtidos nos últimos anos na agricultura, destacou o coordenador da SPA, o Brasil deixou de ser país importador de alimentos, com enormes crises de abastecimento, e se transformou em um expressivo exportador de uma pauta diversificada de produtos agropecuários.

Crescimento da produção

A taxa média de crescimento da produtividade agropecuária no Brasil foi de 3,58% ao ano entre 1975 a 2015. Na década de 2000, a média foi de 4,08% ao ano. “Isso mostra que a agricultura tem crescido principalmente com base na produtividade. No Brasil, essa variável é responsável por cerca de 90% do crescimento da produção, enquanto que 10% se deve aos insumos”, salienta Gasques.

Três tecnologias são consideradas pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) como essenciais ao aumento da produtividade da agricultura brasileira: viabilização da segunda safra de verão (safrinha); resistência genética às principais doenças e plantio direto na palha.

O estudo sobre o crescimento da produtividade brasileira foi publicado na revista EuroChoices agri-food and rural resource issues, na edição deste ano, nas versões em inglês, francês e alemão.

Fonte: Mapa

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Somos uma empresa comprometida com o agronegócio brasileiro, que atua há mais de 30 anos ao lado do homem do campo!

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