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21 de março de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Faturamento do agronegócio mineiro aumentou 16,9%

A valorização das commodities no mercado internacional contribuiu para que as exportações do agronegócio de Minas Gerais crescessem. No primeiro bimestre de 2017 foi verificado aumento de 16,9% no faturamento, que atingiu US$ 1,16 bilhão. A alta na receita foi puxada pelos bons resultados dos embarques do café, setor sucroalcooleiro, carnes e soja. A expectativa para o ano é positiva já que a tendência é de manutenção dos preços em alta no mercado mundial, em um ano de produção recorde do agronegócio de Minas Gerais.

Entre janeiro e fevereiro, o volume de produtos oriundos da atividade agropecuária destinado ao mercado internacional somou 1,03 milhão de toneladas, queda de 4,8%. No período, o valor médio da tonelada dos produtos agropecuários ficou em US$ 1.124, aumento de 22,8% frente aos US$ 915 praticados em igual intervalo de 2016.

“Nestes dois primeiros meses, percebemos uma sinalização, em nível mundial, de que as commodities tendem a ter preços mais valorizados que em 2016. A própria Food and Agriculture Organization of the United Nations (FAO) sinalizou que os últimos anos foram de produções estáveis, enquanto o consumo estava em crescimento. Esta tendência de alta nos valores é muito importante já que este ano vamos colher uma safra recorde de grãos”, explicou o superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa (Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento), João Ricardo Albanez.

Ainda segundo Albanez, o IPA (Índice de Preços de Alimentos), elaborado pela FAO, alcançou 174 pontos em janeiro deste ano, ante o valor de 149 pontos registrado em igual mês de 2016. Em fevereiro o IPA atingiu 176 pontos, maior que os 150 pontos verificados em fevereiro de 2016. Com as altas mensais, o índice ficou em 175 pontos no primeiro bimestre, ante os 162 pontos observados entre janeiro e fevereiro de 2016. O Índice dos Preços de Alimentos considera a média dos índices de cinco commodities: carnes, lácteos, cereais, óleos vegetais e açúcar.

“Os preços pagos pelos produtos do setor sucroalcooleiro, complexo soja, carnes e café ficaram maiores, como sinalizou a FAO. O momento é favorável, com uma boa produção interna e estimativa de preços valorizados. Estes fatores vão ao encontro das expectativas de recuperação, ainda que lenta, da economia brasileira. Mais uma vez, o agronegócio vem contribuindo com bons resultados, favorecendo a movimentação da economia”, disse Albanez.

Dentre os produtos, o café, que responde por 54,6% do total exportado pelo agronegócio de Minas Gerais, movimentou US$ 635,2 milhões, variação positiva de 17,7%. O volume embarcado ficou estável, com 214,4 mil toneladas.

No complexo soja foram exportadas 124,9 mil toneladas de produtos, aumento de 219%. No faturamento, a alta chegou a 257,9%, movimentando US$ 61,8 milhões. Somente com a comercialização da soja em grão o faturamento cresceu 202% chegando a uma receita de US$ 33,5 milhões. Ao todo foram exportadas 85 mil toneladas da oleaginosa em grão, aumento de 168%. O faturamento gerado com o farelo de soja ficou em US$ 28,1 milhões, alta de 357,7%.

Os embarques do setor sucroalcooleiro cresceram 13% em faturamento, que encerrou o período em US$ 144 milhões. O destaque foram as exportações de açúcar, que renderam US$ 143 milhões, aumento de 16,8%. Ao todo, foram comercializadas com o exterior 355,8 mil toneladas de açúcar, queda de 14,1%.

Carnes

Resultado positivo também foi verificado no grupo das carnes. As exportações de carne suína foram as que mais cresceram. Ao longo do primeiro bimestre, os embarques chegaram a 3,9 mil toneladas, movimentando US$ 8 milhões, aumento de 17,2% em volume e 44,4% em faturamento.

Aumento também foi verificado na comercialização de carne de frango. O faturamento, US$ 58,3 milhões, cresceu 31,4%, com a comercialização de 36 mil toneladas, variação positiva de 3,1%. A carne bovina apresentou alta de 17,5% no faturamento e de 14,4% no volume, movimentando US$ 73,8 milhões e embarcando 19 mil toneladas.

Diário do Comércio

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23 de fevereiro de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Consumo de café superou produção mundial em 2016 pelo terceiro ano consecutivo

No Brasil cafeicultura corresponderá a 4,2% do Valor Bruto da Produção Agropecuária estimado em R$ 546 bilhões

O consumo global de café foi superior à produção nos anos 2014, 2015 e 2016, de acordo com a Organização Internacional de Café – OIC. O Relatório sobre o mercado de Café – janeiro 2017, da OIC, indicou que o consumo mundial nos últimos três anos foi de 151,822 milhões de sacas de 60kg, em 2014; 155,712 milhões, em 2015; e 155,1 milhões, em 2016.

E a produção mundial, nesse mesmo período, foi de 148,724 milhões de sacas (2014); 151,438 milhões (2015); e 151,624 milhões em 2016. O saldo negativo de cada ano foi, respectivamente, de 3,098 milhões de sacas; 4,274 milhões; e de 3,476 milhões. A Organização atribuiu esse déficit sucessivo às movimentações de estoques não registrados oficialmente. No contexto da produção, especificamente em relação ao Brasil, a Secretaria de Política Agrícola – SPA do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa estimou que o Valor Bruto da Produção Agropecuária – VBP para 2017 será de R$ 545,91 bilhões, o qual inclui o café no montante de R$ 22,86 bilhões.

O Relatório sobre o mercado de Café – janeiro 2017, disponível no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, também apresentou as exportações do primeiro trimestre do ano cafeeiro de 2016/17 da OIC (outubro a dezembro), que foram de 29,8 milhões de sacas, tendo aumentado 8,3% em relação ao mesmo período de 2015/16. As exportações de café arábica foram 19,2 milhões de sacas e as de café robusta 10,6 milhões de outubro a dezembro de 2016, as quais tiveram acréscimos de 8,5% e 7,9%, respectivamente, em relação aos mesmo três meses de 2015. O Relatório também destacou que Vietnã e Indonésia – os maiores exportadores de café robusta – aumentaram as exportações desse tipo de café em 16,1% e 21,2% nesse mesmo período.

Com relação à produção brasileira, a SPA/Mapa divulgou que o Valor Bruto da Produção Agropecuária – VBP, calculado em janeiro de 2017, estimado para este ano é de R$ 545,91 bilhões. O VBP é elaborado com base nos preços médios recebidos pelos produtores dos 26 maiores produtos agropecuários do Brasil e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. Os sete principais produtos no ranking do VBP são: soja, com R$ 123,10 bilhões; bovinos, R$ 72,41 bilhões; milho, R$ 55,45 bilhões; cana-de-açúcar, R$ 54,44 bilhões; frango, R$ 50,34 bilhões; leite, R$ 29,23 bilhões; e café, R$ 22,86 bilhões que corresponde a 4,2% do total.

Fonte: Embrapa Café

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2 de fevereiro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Agricultores também devem se adequar ao racionamento de água

A crise hídrica é um grave problema que vem se espalhando pelo Brasil. No início deste ano foi a vez da capital do país reforçar medidas de racionamento da água para tentar reverter a escassez. Nesta semana, o Governo do Distrito Federal (GDF) declarou situação de emergência para os próximos seis meses. Nos últimos dias, além do rodízio no abastecimento das regiões administrativas abastecidas pela Bacia do Alto do Descoberto, também foram anunciadas mudanças no uso da água para o meio rural. A Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri) divulgou um plano de ação no intuito de orientar e apoiar os agricultores para adequar a atividade agropecuária a esta realidade.

A área rural atingida possui 800 imóveis, aproximadamente 36 mil hectares. A prioridade da Seagri é conseguir recuperar canais de irrigação e fazer com que o recurso potável chegue às propriedades via tubulação e não mais por meio de valas. A expectativa é que a perda de água por evaporação e infiltração diminua em 45%.

André Ricardo Gonçalves, de 32 anos, é um dos agricultores familiares do Capão da Onça, em Brazlândia. Ele tem uma chácara de 25 hectares e conta que já se preocupava com o uso racional dos recursos naturais, mas que muitos produtores por ali não têm essa cultura. Por isso eleve com bons olhos a medida do GDF. “É extremamente importante o governo anunciar novas ações, porque muita gente é focada só no ganho da produção e não preserva o meio. Se trabalharmos de forma correta, além de não agredir o solo, estamos ajudando o lugar onde vivemos. Consumimos de fato os recursos, mas na agricultura, uma parte disso pode voltar para a terra”, explica.

Uma das atividades do pacote proposto pelo GDF é substituir o sistema de irrigação por aspersão pelo de gotejamento nas fazendas. Essa medida vai ter o auxílio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) junto aos agricultores que não a conhecem. No caso do André, essa alternativa de sistema já é utilizada há três anos para irrigar a produção de hortaliças. A preferência pelo gotejamento foi a redução de recurso e custo, por consumir menos água e energia.

Outra ação do GDF é recuperar a vegetação nas áreas degradadas da Bacia do Descoberto, o que já é promovido pelo governo em parceria com as pessoas interessadas da comunidade. Consciente disso, o agricultor familiar entrevistado se antecipou no ano passado e plantou 300 mudas no leito do rio da chácara.

A reestruturação de estradas e construção de quebra-molas é outra meta. E, neste caso, vai ser realizada com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) para reverter a erosão e reduzir a deposição de sedimentos nas nascentes que deságuam no Descoberto. Também com auxílio da Novacap, outra sugestão é preparar bacias de retenção dentro das propriedades para evitar o carreamento (transporte de sedimentos pela água).

O plano abrange também o terraceamento, que é a divisão do solo em rampas niveladas para evitar a formação de sulcos e de erosões nas lavouras. Além disso, está previsto nas propriedades o revestimento dos reservatórios para irrigação com lona plástica, procedimento necessário para conservar o volume de água armazenado.

“Eu e minha família aqui na propriedade já tínhamos noção da nossa responsabilidade com o meio ambiente e vamos continuar contribuindo. Estamos abertos a receber sugestões aqui dentro da chácara e adotar novas ações para melhorar sempre”, conclui o agricultor André Gonçalves sobre o plano de racionamento para o meio rural.

Como saber se a irrigação está eficiente
A aferição da umidade do solo estabelece a quantidade de água infiltrada, independentemente do modelo de irrigação usado. O sistema consiste em um equipamento com cerâmica porosa em uma ponta junto com um medidor de água, que é enterrado próximo à raiz da planta, além de uma cápsula com marcação de volume.

O material identifica o nível de infiltração no solo para saber até que ponto o líquido se acumula. O mecanismo custa na faixa de R$ 300, com um kit de seis medidores. Porém, o próprio produtor pode improvisá-lo com uma vela de filtro e um recipiente com marcador de volume. Nesse caso, o custo total gira em torno de R$ 60.

Com o manejo de irrigação, é possível produzir um volume hídrico adequado na raiz, no início do crescimento da planta. Dessa forma, a estrutura fica maior e mais resistente a pragas. O resultado é o melhor aproveitamento da água e também a produtividade das culturas.

Portal do Ministério do Desenvolvimento Agrário

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19 de janeiro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Posse de Trump, câmbio e o agronegócio brasileiro na visão do professor Geraldo Barros, do Cepea

Geraldo Sant´Ana de Camargo Barros é professor sênior da Universidade de São Paulo; é líder e coordenador Científico do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da USP/ESALQ. Tem experiência na área de Economia, com ênfase em Macroeconomia e suas relações com o agronegócio. A evolução da produtividade agropecuária, com suas causas e desdobramentos, é temática de boa parte de seus trabalhos. O professor Geraldo graduou-se em Engenharia Agronômica pela ESALQ, onde também fez mestrado. Seu doutorado em Economia foi desenvolvido na Universidade Estadual da Carolina do Norte (1976), sendo sua tese premiada como melhor tese de PH.D em Economia Rural nos Estados Unidos. Fez também o pós-doutorado naquele país, na Universidade de Minnesota (UMN). Como parte de sua carreira acadêmica, já orientou 34 dissertações de mestrado e 25 teses de doutorado; atualmente, têm mais cinco orientados. Já publicou livros e centenas de artigos, sendo cerca de 70 em periódicos de grande relevância. Também presidiu a Sober (Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural) e tem atuado como consultor do Banco Mundial, FAO/ONU, Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa) e Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA) entre outras instituições.

A menos de 3 dias da cerimônia de posse de Donald Trump como o 45º presidente dos EUA, o Notícias Agrícolas  consultou o Professor Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros, professor Sênior da Universade de São Paulo e  coordenador Científico do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada ( Cepea) , da USP/Esalq para  analisar os possíveis cenários que se desenham para economia mundial e as consequências para o agronegócio,  acompanhe a entrevista:

Notícias Agrícolas – Como o discurso protecionista de Donald Trump poderia impactar no cambio/dólar em relação às demais moedas do mundo?

Professor Geraldo – O dólar no mercado internacional deverá se valorizar em decorrência do aumento dos juros nos Estados Unidos. Os juros deverão aumentar por causa do final do processo de “quantitative easing” e das novas medidas (aumento de gastos e redução de impostos) de Trump que deverão aumentar a dívida pública americana e trazer consequências inflacionárias devidas ao protecionismo (importações mais caras). Uma consequência direta é a valorização do dólar. 

Notícias Agrícolas – Em caso de dólar forte frente às moedas, uma desvalorização das moedas emergentes, entre elas a brasileira, seria inevitável ?

Professor Geraldo – Haverá uma valorização do dólar externo. Isso provocará alguma queda no preço internacional de nossas commodities. O dólar no mercado interno poderá ter trajetória própria dependendo do ambiente político e institucional no Brasil, da reforma fiscal e da atitude do Banco Central. Quanto mais seguro e previsível o ambiente de negócios, mais o dólar interno tenderá a cair. Assim a queda do preço em dólar das commodities fica potencializada porque o dólar no mercado interno valerá menos reais. Isso prejudica o agronegócio por ser muito ligado à exportação. Além disso, dificulta ainda mais a ampliação das exportações industriais. Evidentemente, tudo se inverterá se as reformas não avançarem. Se o dólar disparar no mercado interno, as exportações em geral se beneficiam, mas a inflação poderá voltar e com ela os juros mais altos e o prolongamento da recessão.

Notícias Agrícolas– No caso da China, os grandes bancos avaliam que essa desvalorização do yuan frente ao dólar poderia ser mais intensa para que os chineses mantivessem sua competitividade na exportação, diante de uma possível taxação das importações dos EUA, isso é possível ?

Professor Geraldo – O mais provável agora é que o Yuan mantenha sua paridade com o dólar, num patamar desvalorizado, como o atual. A pressão, entretanto, – dos Estados Unidos e outros países desenvolvidos – é no sentido de que a China valorize sua moeda, o que se justificaria devido a sua pujança econômica em escala global. A China vai tentar postergar esse ajuste o quanto puder. Quando o fizer será num contexto de barganha em que possa ganhar algo importante, como o reconhecimento de ser uma economia de mercado. Se Trump não negociar a China pode escalar a desvalorização.

Notícias Agrícolas– Essa desvalorização do Yuan seria natural ou artificial ( imposta pelo governo chines) ?

Professor Geraldo – O atual nível desvalorizado decorre de controle no mercado cambial, motivo de muita queixa, entre outros de Trump. Novas desvalorizações do Yuan viriam de acirramento do controle.

Notícias Agrícolas– Estamos na iminência de um deslocamento das paridades entre as moedas? E podemos ver uma guerra cambial decretada?

Professor Geraldo – Teremos que ver como Trump vai agir. Creio que vai pressionar da seguinte forma: ou a China valoriza sua moeda ou, então, vão ser impostas altas barreiras às suas exportações aos Estados Unidos. O ingresso definitivo na OMC deverá ser parte do embate.

Notícias Agrícolas– Estamos diante de uma mudança de referência do dólar, principalmente em relação às commodities agrícolas?

Professor Geraldo – Há uma tendência de longo prazo no sentido de o dólar perder parte de seu papel de moeda de troca e de reserva mundial. Para isso a China teria que abrir seu mercado, reduzir a presença do Estado e deixar sua moeda flutuar, o que a levaria no sentido da valorização.

Notícias Agrícolas– E como o agro brasileiro pode responder à essas mudanças ? Tem benefícios? Pra quem?

Professor Geraldo – Uma valorização do Yuan favoreceria o agronegócio porque aumentaria o poder de compra dos Chineses enquanto o dólar for a moeda em que são denominadas as commodities brasileiras. No Brasil, porém, o dólar no mercado interno joga um papel que pode ser preponderante. Uma forte valorização do real como a havida na primeira década de 2000 prejudicou muito o agronegócio, que pouco se beneficiou com o boom das commodities. Uma forte valorização do real agora, quando o dólar no mercado internacional também deve se valorizar, pode prejudicar duplamente o agronegócio. Felizmente para o Brasil, o agronegócio conta com alta resiliência na forma de um crescimento de produtividade de longo prazo mesmo sob as condições mais adversas.

Fonte: Notícias Agrícolas
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17 de janeiro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Por que a transformação digital pode revolucionar o setor agrícola?

Como a transformação digital transformará a vida nos campos? Qual impacto terá este grande setor?

Sem dúvida, a agricultura é uma das principais atividades na América Latina. De fato, segundo dados da LEDS LAC, a região tem mais de 500 milhões de hectares cultiváveis das 995 milhões que existem. Para impulsionar o crescimento deste setor, a transformação digital retoma as centrais de dados que permitem melhorar o processo de produção e distribuição de alimentos. A realidade é que, segundo dados da ONU, para 2050 a produção de alimentos tende a aumentar cerca de 70% para sustentar uma população em crescimento constante; em um mundo que atualmente desperdiça 300 milhões de toneladas de alimentos.

Os métodos de trabalho também se transformam

A transformação digital contribui para atualizar e melhorar a forma de trabalho no campo. Um dos maiores desafios de agricultores hoje em dia é cultivar, produzir, e entregar seus produtos da forma mais eficiente, com boa qualidade e rapidamente. Estima-se que 50% dos produtos agrícolas nunca chegam para os consumidores por conta do desperdício e dos altos preços. A combinação de uma nuvem com IoT e Big Data proporcionará um grande potencial na planificação, supervisão e desenvolvimento de soluções que otimizam a eficiência dos agricultores e fazem os produtos chegarem mais rapidamente aos seus destinos finais. Por exemplo, hoje podemos otimizar seu tempo e trabalho ao contar com soluções para monitorar o maquinário, a criação e a vigilância dos cultivos. O impacto da transformação digital também pode alcançar outras atividades como a pesca, proporcionando soluções inteligentes para a cria de animais, assim como os sistemas de segmentos de gado e o Alerta Geral de morte de animais.

A análise de dados

A gestão de dados é crítica e a transformação digital implica que todos os detectores, tais como sensores de campos, drones e maquinário estejam conectados, fazendo da análise da informação parte das ferramentas para a agroindústria. Hoje já somos capazes de medir remotamente as condições de solo para determinar com exatidão o momento de regar os campos de uva e assegurar que recebam a quantidade correta de água que a matéria-prima necessita para a produção de cada tipo de vinho. Toda esta operação já ocorre sem interrupção humana e é fruto da análise de dados automatizada por softwares e sua integração com a robótica e dispositivos conectados.

A transformação tecnológica

A inovação tecnológica permite incrementar o rendimento do cultivo, melhorar os métodos de fertilização, de maquinário e proteção de cultivos. A realidade é que a infraestrutura de banda larga fixa é deficiente em muitas comunidades rurais, por este motivo a banda larga móvel será parte do futuro da agricultura.

Definitivamente, as tecnologias digitais convidam a indústria alimentícia a fazer frente aos desafios da globalização e satisfazer, ao mesmo tempo, a crescente demanda do consumidor. Em um mundo cada vez mais digital, avançar para melhorias tecnológicas não é um mero detalhe, é uma vantagem competitiva e um habilitador de negócios.

Agrolink com informações de assessoria

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13 de janeiro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Escola de samba criticará o agro no carnaval 2017

Imperatriz Leopoldinense usa argumentos dos ecologistas para atacar o agronegócio e a produção de alimentos no Brasil. A réplica é do blog Código Florestal

A escola de samba Imperatriz Leopoldinense trará ao Carnaval de 2017 um samba-enredo com críticas ao agro. Ainda no final do ano passado, este velho bloggueiro cansado começou a receber informações via whatsapp sobre o samba da Imperatriz. Como vocês sabem, o Brasil é o país do samba que vive do agro, mas o odeia. Ainda bem que não é o contrário. Se dependêssemos do samba para sustentar a economia, seríamos um país bem pior.

A escola de samba resolveu enaltecer os índios do Parque Indígena do Xingu e decidiu fazer isso esculhambando os produtores rurais. Uma das alas da escola de samba se chamará “fazendeiros e seus agrotóxicos”, outra se chamará “pragas e doenças” e uma outra se chamará “a chegada dos invasores”, refletindo uma teoria histórica recente de que o Brasil não foi descoberto, mas invadido pelos portugueses no século XVI.

Sobre o agro, chamado de “o belo monstro”, o samba diz “sangra o coração do meu Brasil, o belo monstro rouba as terras dos seus filhos, devora as matas e seca os rios. Tanta riqueza que a cobiça destruiu”. Haverá também uma ala chamada “os olhos da cobiça”.

Veja ainda:

>> Vice-Presidente da Farsul repudia participação de Zezé di Camargo e Luciano no desfile da Imperatriz

O brasileiro urbano e os gringos gostam de potoca. O samba-enredo da Imperatriz está cheio de potocas. Eu acho que a Imperatriz Leopoldinense será campeã do carnaval carioca.

Aliás, carioca é uma palavra de origem tupi-guarani. É uma corruptela do termo akari oca. Acarí é um peixe cascudo e oca é casa. Akari oca era como os índios tupis, que viviam onde hoje é a cidade do Rio de Janeiro, chamavam uma pequena fortificação de pedra cascuda construída por Gonçalo Coelho em 1503 na praia do Flamengo. A praia do Flamengo fica pertinho do Sambódromo.

A fortificação de Gonçalo Coelho serviu de base para o comércio do pau-brasil com os índios tupis. Os europeus davam espelhos aos índios e recebiam pau-brasil em troca. Foi construída na foz de um pequeno rio que nasce na Floresta da Tijuca, corta a cidade do Rio de Janeiro e deságua na Praia do Flamengo, o Rio akari oca, ou Carioca. Durante muitos anos a cidade do Rio de Janeiro bebeu as águas do Rio akari oca. Mas hoje não bebe mais.

Hoje, o Rio akari oca, ou carioca, é um rio de cocô e esgoto sanitário que corre soterrado pela cidade do Rio de Janeiro, passa ao lado do Sambódromo e deságua sua podridão na Praia do Flamengo. Talvez a urina dos sambistas e passistas da Imperatriz Leopoldinense escorra para o esgoto do rio akari oca.

Tampouco os índios tupi-guarani que viviam na região existem mais. A maioria das etnias e culturas indígenas do litoral brasileiro foram extintas. Da Mata Atlântica, que cobria toda a região do Rio de Janeiro, só existe 7%.

Sabe onde tem etnia indígena protegida, floresta e rio correndo sem cocô?

No Mato Grosso.

No Mato Grosso onde está o agro.

O agro que é criticado pela Imperatriz Leopoldinense que mija do Rio Carioca onde não tem mais índio nem floresta.

Como eu disse no início: O Brasil é o país do samba sustentado pelo agro. Fosse o contrário, seria o caos.

Fonte: Blog Código Florestal

Samba-enredo da  Imperatriz Leopoldinense acusa o agronegócio por destruição, e revolta produtores

Polêmica no Carnaval!!! escola carioca usa argumentos dos ecologistas para atacar o agronegócio e a produção de alimentos no Brasil. O contraditório está motivando as lideranças do agro a se posicionarem e usarem o debate para esclarecer a sociedade sobre as virtudes da agricultura sustentável que é praticada no Brasil.

Com o samba enredo “Xingu, o Clamor da Floresta”, a escola de samba Imperatriz Leopoldinense irá desfilar em 2017. Em uma homenagem ao Parque Nacional do Xingu, a escola utiliza um tom crítico para falar do desmatamento. Ouça abaixo comentário do jornalista Fábio Mezzacasa para a rádio Meridional FM, em Sinop (MT).

Veja a matéria completa no Notícias Agrícolas.

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11 de janeiro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

O Futuro da agricultura

Em palestra na FAEMG, o presidente da Embrapa, Maurício Lopes, falou sobre os cenários e as oportunidades para o agronegócio nas próximas décadas e recordou o milagre promovido pelo Brasil ao desenvolver, nos anos 1970, uma agricultura tropical inexistente no mundo, baseada em ciência e tecnologia. Tão bem-sucedida que, em meio à severa crise econômica enfrentada pelo país, continua obtendo bons resultados e as perspectivas são promissoras.

Assista a apresentação completa:

Diante de uma plateia formada por técnicos da Federação e animada com o bom desempenho do agronegócio mineiro em 2016 – que encerra o ano com crescimento do PIB estimado em 5,18% –, Lopes enfatizou a necessidade de acompanhar as evoluções do mundo e não se isolar no campo. Disse que o futuro da nossa civilização, e também do setor, está no empreendedorismo, sendo fundamental que as ciências agrárias se integrem à tecnologia de informação.

Ele apontou tendências que merecem atenção do setor, como a urbanização, o desenvolvimento tecnológico e o clima: “O futuro está em se adequar à nova conformação da população, que se tornará cada vez mais urbanizada, esclarecida e exigente; às mudanças climáticas, que têm impacto direto nas atividades agropecuárias; e às inovações tecnológicas, acompanhando e incorporando os avanços, sem permitir que ocorra uma ruptura”.

Para o presidente da Embrapa, o país tem de reconhecer os avanços que o setor conquistou nas últimas décadas, mantendo o olhar no futuro: “O Brasil tem que perceber que será necessariamente grande provedor de alimentos para o mundo. Ainda detém áreas para expansão de uma agricultura moderna, muito produtiva e sustentável. O mundo vai precisar disto”.

Entre os cenários trabalhados pela Embrapa, destacou o mercado asiático: “Há crescimento populacional explosivo na Ásia, onde se conformará um modelo de consumo sofisticado, com expansão da classe média, e temos que nos preparar para atender a este novo padrão. Para isto, temos que olhar com cuidado para a sociedade, que tipos de desejos, demandas e expectativas estão se formando em função do processo de urbanização. Vamos ter que pensar numa agropecuária que faça esta leitura”.

Lopes também lembrou a trajetória do país que, nos últimos 40 anos, deixou de ser importador de alimentos e se tornou um dos maiores exportadores do planeta: “O que o Brasil fez é realmente surpreendente. Praticamente, só o setor da agropecuária conseguiu dar esse grande salto e se tornar intensivo em conhecimento, em ciência. E a razão é relativamente simples: não tínhamos de onde copiar um modelo de agricultura, fomos forçados a desenvolver o nosso próprio. Isso fez toda a diferença”.

Repercussão

“A fala do presidente da Embrapa, Maurício Lopes, nos faz pensar que as mudanças que batem à nossa porta são grandes e rápidas. Nosso produtor rural tem que se preparar para não ficar pelo caminho, lamentando. Agradeço ao Maurício por nos fazer este alerta. Todos que lidam com agropecuária tinham que ouvir suas ponderações, para pensar um pouco e refletir sobre para onde estamos indo. O conhecimento é fundamental para que a gente prossiga desenvolvendo uma agricultura sustentável.”
Roberto Simões, presidente do Sistema FAEMG

“O que mais me chamou a atenção foram os desafios da agropecuária mundial. Foi fantástica esta chacoalhada que o professor nos deu. Certamente vamos ter que reinventar muita coisa daqui pra frente.”
Rodrigo Alvim, diretor da FAEMG

“A palestra foi fantástica. O mais importante foi ter mostrado os desafios e as oportunidades que estão por surgir. Teremos que quebrar paradigmas e nos modernizar, assimilar tendências e tecnologias. Não podemos ficar parados, esperando as coisas acontecerem. Temos que andar no mesmo ritmo. Acho isso fundamental. O que fazíamos anteriormente, hoje talvez já não valha mais a pena. Portanto, temos que estar abertos a mudanças e, principalmente, às inovações que acontecem diariamente.”
Breno Mesquita, diretor da FAEMG

“Vi dois recados muito importantes. O primeiro é que quem não pensar em inovação, perdeu o bonde da história. E o outro é para meus filhos e netos: o emprego está acabando. A vez é a dos empreendedores. As pessoas precisarão ser muito mais sonhadoras. Não existirá mais um profissional de determinada área. Muitas profissões estão acabando e outras ainda vão surgir.”
Altino Rodrigues Neto, superintendente técnico da FAEMG

“Estamos num momento de fazer nosso planejamento estratégico até 2020. Precisamos conhecer os cenários à nossa volta. Nesta palestra, vimos algumas mudanças que estão por vir no agronegócio. O Maurício trouxe para a equipe de gestores do SENAR/Minas aspectos para os quais devemos nos atentar, competências que devem ser consideradas pela formação profissional rural. Não dá para continuarmos fazendo o que sempre fizemos, apesar dos bons resultados. Precisamos inovar.”

Antônio do Carmo, superintendente do SENAR MINAS.

“O que Maurício nos mostrou foi a amplitude de linhas de desenvolvimento que existem, hoje, para a agropecuária. A Embrapa tem enfrentado todos os desafios e mantido linhas de trabalho bastante inovadoras que, em curto espaço de tempo, trarão revoluções para a produção tropical brasileira. É um mundo novo. E não estamos atrasados em relação à indústria e ao setor de serviços. A Embrapa é fundamental para esse avanço, e cabe ao produtor rural correr atrás desse conhecimento.”
Pierre Vilela, superintendente do INAES.

“Os temas abordados foram de extrema importância e são completamente viáveis para potencializar nossa produção. Passa pela ILPF, pelo trigo tropical do cerrado e por outras várias iniciativas que nos encaminham para, como ele disse, a resiliência. São tecnologias e práticas que dão condições aos produtores rurais de potencializar e organizar sua produção. Nisso, o Sistema FAEMG já atua, levando tecnologia para o campo, debatendo esses assuntos. A Embrapa é uma parceira fundamental para que continuemos este trabalho.”
Aline Veloso, coordenadora da Assessoria Técnica da FAEMG

“Acho que temos que atuar mais incisivamente. Como o palestrante mostrou, tecnologia já existe, o que precisamos é conseguir uma forma de transferi-la aos produtores. A característica de Minas é peculiar. A maior parte dos produtores é de pequeno ou médio porte. Os grandes são minoria. Então, como inserir essas tecnologias? Como trazer intensificação para a produção? Como aumentar a eficiência do uso da água? A palestra foi excelente porque reforçou esses aspectos, dentro dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU. O que me deixou muito feliz foi a riqueza de informações que o Maurício passou para os colaboradores da FAEMG, para a diretoria e sindicatos presentes.”

Ana Paula Mello, coordenadora da Assessoria de Meio Ambiente da FAEMG

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6 de janeiro de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Consumo moderado de café pode prevenir Alzheimer, afirma estudo

Um estudo do Instituto para Informação Científica sobre Café descobriu que as pessoas que bebem café entre três a cinco xícaras por dia podem reduzir seu risco de doença de Alzheimer, demência e doença de Parkinson em até 27%.

O estudo indica que uma combinação de cafeína, antioxidantes e polifenóis provavelmente tem um papel nessa descoberta.

De acordo com o relatório, os efeitos positivos do consumo de café foram particularmente relevantes em homens idosos.

O estudo também descobriu que consumir até cinco xícaras de café por dia não aumenta riscos para a saúde.

As informações são do http://gcrmag.com / Tradução por Juliana Santin 

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23 de dezembro de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

PIB do agronegócio de Minas deve crescer 5,18% em 2016

O Produto Interno Bruto (PIB) do setor agropecuário de Minas Gerais deve fechar 2016 com crescimento de 5,18% em comparação a 2015, e chegar a R$ 197,15 bilhões. Os produtos agrícolas serão responsáveis por 53,8% do PIB do agronegócio do estado, gerando R$ 106,03 bilhões, com crescimento de 12,98% em relação ao ano passado. Com 46,2% do PIB do agronegócio do estado, a pecuária deve recuar 2,64% e faturar R$ 91,12 bilhões. Estes dados fazem parte do balanço 2016 do agronegócio de Minas, divulgado nesta quinta-feira, 15, pela FAEMG. “Apesar de todos os percalços, dos problemas políticos e econômicos, tivemos um ano produtivo, de muito trabalho e conseguimos fazer com que o agronegócio de Minas continuasse crescendo, sustentado pela agricultura”, diz o presidente da FAEMG, Roberto Simões.

A balança comercial da agropecuária de Minas, até outubro, atingiu US$ 5,7 bilhões e representou 45,8% das vendas externas do estado. Apesar do superávit de cerca de US$ 5,6 bilhões, as exportações do setor caíram 1,7% em relação aos primeiros 10 meses de 2015, enquanto as importações cresceram 12,7%, atingindo US$ 397,4 milhões, no mesmo período. O VBP (Valor Bruto da Produção), até outubro deste ano, ficou em R$ 62,34 bilhões, aproximadamente 15% maior que o registrado em igual período do ano passado.

O café foi um dos destaques do agronegócio mineiro em 2106. O ano foi de safra cheia, com produção mais elevada, que deve chegar a 49,6 milhões de sacas. “Mesmo assim, os estoques nacionais do produto estão em um patamar mais baixo, no limite para atender a demanda interna e externa”, diz o diretor da FAEMG e presidente das Comissões Nacional e Estadual de Café da CNA e FAEMG, Breno Mesquita. O café é responsável por 45,1% das exportações do agronegócio do estado, acumulando US$ 2,7 bilhões nos primeiros 10 meses do ano. O principal país comprador foi a Alemanha, com 21,1% do total exportado. Outro segmento que também teve destaque no agronegócio de Minas foi o sucroalcooleiro, puxado pelo bom preço do açúcar no mercado externo.

Por causa da crise econômica, aumento do desemprego, os segmentos de suínos e bovinos tiveram demanda menos aquecida no mercado interno. Mas a abertura do mercado dos Estados Unidos para a carne bovina in natura brasileira é um bom indicador para a conquista de novos mercados. “É necessário nos aproximarmos mais da China e dos Estados Unidos, que são estratégicos para nossos produtos pecuários. Por serem muito exigentes, habilitam o Brasil a conquistar outros mercados”, diz a coordenadora da Assessoria Técnica da FAEMG, Aline Veloso.

O ano foi completamente atípico para o leite, que teve preços maiores pagos ao produtor em boa parte de 2016. “No entanto, houve aumento dos custos de produção por causa dos preços mais altos da soja e do milho, bases para a ração animal, que fizeram com que a renda da atividade para o produtor não fosse tão boa”, analisa o diretor da FAEMG e presidente da Comissão Nacional da Bovinocultura de Leite da CNA e da Câmara Setorial de Leite e Derivados do Mapa (Ministério da Agricultura e Pecuária), Rodrigo Alvim. Outro ponto negativo para a pecuária leiteira foi a autorização do Mapa, para a reidratação do leite em pó, para produção de leites fluidos (UHT e barriga mole – saquinho) na área da Sudene.

O balanço completo do setor agropecuário de Minas/2016 pode ser acessado no www.sistemafaemg.org.br.

FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais

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22 de dezembro de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgropecuária

Uma agropecuária mais sustentável e resiliente

“Como aconteceu nos últimos anos, o campo foi, mais uma vez, afetado pelo clima, reforçando a necessidade do produtor brasileiro buscar novos conhecimentos para se adaptar às mudanças e seguir produzindo e preservando o meio ambiente. Para auxiliar o produtor, fechamos parcerias, realizamos eventos e desenvolvemos programas e projetos voltados para uma agropecuária mais sustentável e resiliente”, resume o secretário executivo do SENAR, Daniel Carrara.

Em 2016, o SENAR criou dois programas para ajudar o produtor a vencer as intempéries climáticas e continuar produzindo o ano todo: Prevenção e Controle do Fogo na Agricultura e Agricultura Irrigada. O Prevenção e Controle do Fogo na Agricultura surgiu de um acordo de cooperação técnica entre o SENAR e o Ibama e para capacitar produtores e trabalhadores rurais na prevenção e controle do fogo com técnicas específicas. A primeira ação da parceria foi a capacitação de instrutores de nove Administrações Regionais, realizada por técnicos do Prevfogo/Ibama. A partir do treinamento, foram criados dois cursos de Formação Profissional Rural (Prevenção e controle do fogo na agricultura – 40 h e Queima Controlada e Alternativas ao Uso do Fogo – 24h) para serem ofertados pelos estados. O SENAR também disponibiliza via educação a distância o curso Prevenção e Controle de Fogo na Agricultura com 20h, aulas no Canal do Produtor TV e um vídeo didático com técnicas de prevenção e combate.

Já o programa Agricultura Irrigada é voltado à capacitação de produtores na gestão dos sistemas de irrigação. Em parceria com o Instituto de Pesquisa e Inovação na Agricultura Irrigada (Inovagri), incentiva a adoção de tecnologias de irrigação assegurando a produção de alimentos mesmo em regiões com escassez de água. O SENAR dividiu o programa em duas etapas, iniciando com atualização e preparação de instrutores, seguida da capacitação do produtor em gestão de sistemas de irrigação, que terá à disposição três cursos: irrigação localizada (micro aspersão e gotejamento), irrigação por aspersão (convencional, pivô central, canhão) e irrigação por superfície (sulco e tabuleiro).

“As atividades começaram com o treinamento de 31 instrutores de 17 estados. Em 2017, os instrutores iniciam a capacitação de produtores e trabalhadores rurais na utilização da irrigação como tecnologia que garanta a segurança alimentar, preservando os recursos naturais e melhorando a produtividade” explica o coordenador do programa de Irrigação, Rafael Nascimento da Costa.

Um Cerrado mais sustentável

Na mesma linha de programas para ajudar o produtor a produzir com sustentabilidade, o SENAR desenvolve o Projeto ABC Cerrado, ofertado em parceria com a Embrapa, Ministério da Agricultura e com recursos do Banco Mundial. A iniciativa está focada na difusão de tecnologias de baixa emissão de carbono em oito estados brasileiros: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Tocantins, Maranhão e Piauí. Além das capacitações em quatro tecnologias (Recuperação de Pastagens Degradadas, Sistema Plantio Direto, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e Florestas Plantadas), os produtores  do Maranhão, Tocantins, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Goiás  passaram a receber Assistência Técnica e Gerencial do SENAR, em 2016. A entidade capacitou 160 Técnicos de Campo na metodologia de ATeG, que já estão atuando em 1.570 propriedades. Mais de mil produtores participaram das capacitações do projeto em 2016 e mais de 1,8 mil estão atualmente sendo capacitados.

O produtor que participa do ABC Cerrado tem vários benefícios, tanto ambientais quanto econômicos, como a reestruturação física do solo e aumento no teor de matéria orgânica, diversificação da atividade rural, valorização da terra, aumento da produtividade e, consequentemente, da renda e qualidade de vida.

“Em 2017, vamos desenvolver a Fase 2 do Projeto ABC Cerrado. Serão mais de 2 mil novas vagas para capacitações profissionais nas tecnologias preconizadas no Projeto e mais 400 vagas para Assistência Técnica e Gerencial, que será oferecida durante 18 meses”, adianta a coordenadora de programas e projetos do SENAR, Janei Cristina Resende.

Primeira parceria SENAR/FAO

Ainda sobre as tecnologias de baixa emissão de carbono, o SENAR firmou a primeira parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) no Projeto de Recuperação de Áreas Degradadas na Amazônia (PRADAM), para disseminar práticas de agricultura de baixo carbono.
“O SENAR é uma referência global, muito mais que uma referência brasileira, pois já transbordou as fronteiras do Brasil. É hoje uma referência de modelo de capacitação, pela qualidade e forma de ensino. Por isso, para nós da FAO, essa parceria é muito importante”, ressaltou o representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, durante assinatura do acordo.

No PRADAM, o SENAR capacitou técnicos na metodologia de Assistência Técnica e Gerencial e, com Embrapa e Ministério da Agricultura, realizou seminários sobre Sistema Plantio Direto, Recuperação de Áreas Degradadas e Sistemas Agroflorestais, com destaque para a Integração Lavoura-Pecuária-Florestas (iLPF) nos estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Pará, Maranhão e Rondônia.

ATeG do SENAR e a Resiliência climática 

O SENAR também quer contribuir no fortalecimento das metas estipuladas no Acordo de Paris, primeiro marco do regime internacional do clima aprovado durante a Conferência do Clima (COP-21) por 195 países, em dezembro de 2015. Para isso, realizou este ano o 1º Seminário Internacional Resiliência Climática e Descarbonização da Economia, com a participação de especialistas de diversas áreas.

“Uma das estratégias que apresentamos no seminário para ajudar o produtor na adaptação das propriedades às mudanças climáticas é a assistência técnica. Eu não tenho a menor dúvida de que sem a produção assistida, sem a Assistência Técnica e Gerencial, o produtor terá dificuldade para encarar os desafios climáticos. Temos que juntar pesquisa com implementação tecnológica, o que só se dá através de Assistência Técnica e Gerencial”, afirma Daniel Carrara.

O SENAR vem atendendo o produtor, desde 2013, com um modelo inédito de Assistência Técnica e Gerencial, baseado em transferência de tecnologia e gestão. Atualmente, 23 Administrações Regionais promovem Assistência Técnica e Gerencial em 60 mil propriedades rurais, oferecendo consultoria técnica e gerencial, de forma efetiva e constante. Em 2016, a entidade ampliou a equipe de instrutores de Metodologia de ATeG, composta agora por 11 profissionais e treinou mais de mil Técnicos de Campo e 87 Supervisores de 17 Administrações Regionais.

Ainda na linha da resiliência climática, a ATeG do SENAR está desenvolvendo um projeto específico para ajudar o Brasil a alcançar as metas do Acordo de Paris. É o Resilient Farmer, focado na disseminação de alternativas tecnológicas e ambientais que respeitem as especificidades das propriedades e as características de cada bioma brasileiro. “Com a produção assistida, que envolve orientação técnica continuada e gestão, o produtor poderá fazer as adequações necessárias, recuperar áreas degradadas e, assim, contribuir com a redução das emissões de gases de efeito estufa”, explica o coordenador de ATeG, Matheus Ferreira.

O SENAR já desenvolve o projeto Rural Sustentável, em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), capitaneado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Uma cooperação do Governo do Reino Unido com o Ministério para difundir, em unidades demonstrativas, as tecnologias de baixa emissão de carbono e replicar essa tecnologia em Unidades Multiplicadoras em dois biomas brasileiros – Mata Atlântica e Amazônia, além de garantir a Assistência Técnica e Gerencial.

Senar – Serviço Nacional de Aprendizagem Rural

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