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14 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãosoja

Soja sustentável será impulsionada pelo recorde da produção brasileira do grão até 2025, por Olaf Brugman

Publicado em 13/07/2016 10:01

Olaf Brugman é presidente da Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS)

Mais uma vez as projeções para a produção de soja são excelentes para quem trabalha com o grão. Segundo dados recentes da FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), o Brasil será o maior produtor de soja do mundo até 2025 e irá ultrapassar os EUA, sendo responsável por uma parte significativa da expansão agrícola nos próximos dez anos.

A produção atingirá 135 milhões de toneladas e será suficiente para abastecer tanto o setor de óleos vegetais quanto como proteína para os animais. A produção de soja responsável, certificada pela Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS), será impulsionada por esse recorde na produção brasileira e, até 2020, estamos trabalhando para que o país alcance pelo menos 5 milhões de  soja responsável.

Nosso objetivo é promover a produção de soja responsável por meio da melhoria da gestão da produção e permitir que todos os atores da cadeia de abastecimento da soja também assumam sua responsabilidade. O padrão RTRS de produção define os seguintes critérios e requisitos para se tornar um produtor certificado: cumprimento legal e boas práticas empresariais, condições de trabalho responsáveis, relações responsáveis com as comunidades, responsabilidade ambiental e boas práticas agrícolas.

Para os produtores, as principais vantagens econômicas são as oportunidades de acesso a mercados internacionais e programas de financiamento, possibilidade de recompensa decorrente da venda de material certificado e redução dos custos devido ao maior controle sobre os insumos. Além disso, existem duas formas de comercializar produção certificada RTRS: a possibilidade de venda de créditos (um crédito é igual a uma tonelada de soja certificada RTRS) ou a comercialização do material físico. Em ambos os casos, por meio de uma plataforma tecnológica de comercialização, o RTRS facilita a vinculação entre produtores e compradores, otimizando o processo de comercialização.

Em relação ao meio ambiente, os benefícios são a manutenção da biodiversidade e alto valor de conservação, melhoria no solo e qualidade da água, redução da poluição, menor produção de resíduos por meio de aplicação sistemática e reconhecida de técnicas de Manejo Integrado de Cultivos. O intuito do RTRS é atender a crescente demanda mundial por alimento, uma vez que a soja é a maior fonte de proteína disponível.

Sobre a RTRS

Fundada em 2006, a Associação Internacional de Soja Responsável (RTRS) é uma iniciativa internacional pioneira formada pelos principais representantes da cadeia de valor da soja, como produtores, indústria, comércio, finanças e a sociedade civil. Os atores dessas diferentes áreas se reúnem em torno de um objetivo comum, garantindo o diálogo e a tomada de decisão por consenso. A missão da entidade é promover o uso e o crescimento da produção sustentável de soja e, por meio do Padrão RTRS de Produção Responsável da Soja, aplicável mundialmente, garantir uma produção ambientalmente correta, socialmente adequada e economicamente viável. É hoje o sistema mais confiável e avançado do mercado de soja brasileiro para alcançar a sustentabilidade. Atualmente a RTRS conta com mais de 180 membros dos países do mundo inteiro. Os princípios e critérios da RTRS são o único padrão multipartes que garante o Desmatamento Zero na produção de soja responsável. www.responsiblesoy.org/pt.

Fonte: RTRS

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13 de julho de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaCuriosidades

Veja dez recordes vegetais segundo o Guinness

Confira fotos de algumas das maiores frutas e vegetais em geral já catalogados no Livro dos Recordes

Umas das grandes atrações do Guinness Book gira em torno da agricultura e seus vegetais gigantes. Ano após ano, a entidade percorre o mundo catalogando o que se tem produzido de mais interessante, seja pelo tamanho ou peso.

Fonte: Guinness World Records

1 – Maior Laranja

Maior Laranja

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O maior laranja em termos de circunferência registrou 63,5 cm em 22 de janeiro de 2006. A laranja cresceu no jardim de Patrick e Joanne Fiedler em Fresno, Califórnia (EUA).

2 – Maior Manga

Maior Manga
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A manga mais pesada pesava 3.435 kg e foi apresentado por Sérgio e Maria Socorro Bodiongan no Concurso Pinaka Celebration Sundayag em Cagayan de Oro City, nas Filipinas, em 27 de Agosto de 2009

3 – Maior melancia

Maior melancia

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A melancia mais pesada pesa 159 kg e foi cultivada por Chris Kent de Sevierville, Tennessee (EUA), conforme verificado pelo Great Pumpkin Commonwealth em 4 de Outubro de 2013

4 – Maior couve-flor

Maior couve-flor

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O produtor britânico Peter Glazebrook colheu a mais pesada couve-flor do mundo, com 27,48 quilos

5 – Maior morango

Maior morango

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O morango mais pesado pesa 250 gramas e que foi cultivado por Koji Nakao. A fruta foi pesada em Fukuoka, no Japão, em 28 de Janeiro de 2015

6 – Maior raiz de ginseng

Maior raiz de ginseng

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A raiz de ginseng pesando 0,92 quilos em 1º de julho de 1999, foi cultivada por Don and Joy Hoogesteger de Ridgefield, Washington (EUA) e eleita a mais pesada da variedade no mundo

7 –  Maior Limão

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O maior limão do mundo pesava 5,265 kg em 8 de Janeiro de 2003 e foi cultivado por Aharon Shemoel em sua fazenda em Kefar Zeitim, Israel. A circunferência da limão foi de 74 cm e 35 cm de altura. Ele cresceu com outro limão grande

8 –  A maior maça

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A maçã mais pesada registrou 1,849 kg e foi colhida por Chisato Iwasaki em sua fazenda de maçã em Hirosaki City, Japão, no dia 24 de outubro de 2005

9 – Cebola mais pesada

Cebola mais pesada

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A cebola mais pesada do mundo pesa 8,5 quilos e foi cultivada por Tony Glover, no Reino Unido. Ela foi pesada em 12 de Setembro de 2014

10 – Maior repolho

Maior repolho
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O repolho mais pesado atingiu 62,71 kg quilos e foi apresentado na feira do estado de Alaska por Scott A. Robb em Palmer, Alasca (EUA). O recorde do vegetal foi registrado em 31 de agosto de 2012

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12 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Aumentou a participação do agronegócio nas exportações

11/07/16 – 11:17

As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 3,49 bilhões no primeiro semestre de 2016, resultando em uma queda de 4,8% no período. Em volume, foi verificada alta de 28,9%, com o embarque de 4,79 milhões de toneladas de produto oriundo da atividade agropecuária.

Apesar da redução no faturamento, a participação do agronegócio nas exportações totais do Estado cresceu, passando de uma representatividade de 33,3%, no primeiro semestre de 2015, para 34,8%. O setor também é responsável por 48,76% do saldo da balança comercial de Minas. Os dados são da Seapa (Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Entre janeiro e junho, as importações do setor agropecuário cresceram 2,14% em faturamento e 14,29% em volume, que ficaram em US$ 234,4 milhões e 196,4 mil toneladas, respectivamente. Com o resultado, a balança comercial do agronegócio de Minas Gerais gerou um superávit de US$ 3,2 bilhões, valor 5,24% inferior ao obtido em igual período do ano anterior. O saldo em volume foi de 4,57 milhões de toneladas, alta de 26,63%.

O superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, destaca que o saldo gerado pelo agronegócio é significativo para o Estado, respondendo por 48,76% do superávit total, que ficou em US$ 6,67 bilhões.

“O que podemos destacar de positivo é o aumento da participação dos produtos do agronegócio na pauta exportadora do Estado, que atingiu 34,8% das exportações totais. Outro fator é que estamos com um saldo positivo na balança do setor de US$ 3,2 bilhões. Se olharmos o saldo total das exportações de Minas, metade do valor é proveniente do agronegócio. Isto mostrando a importância do setor no atual momento econômico”.

De acordo com o levantamento da Seapa, as exportações de café, principal produto da pauta exportadora do agronegócio, recuaram expressivos 19% no faturamento, encerrando o primeiro semestre com US$ 1,5 bilhão, ante o valor de US$ 1,86 bilhão.

A retração no faturamento ocorreu devido ao menor preço pago pela tonelada do grão. Enquanto o preço médio praticado ao longo dos primeiros seis meses de 2015 foi de US$ 3,32 mil, neste ano, o valor recuou para US$ 2,49, valor 25% menor. Em volume, as exportações de café cresceram 6,9%, com a destinação de 604 mil toneladas do produto ao mercado internacional.

Segundo Albanez, com a queda no faturamento, a participação do café na pauta exportadora do agronegócio ficou abaixo de 50%. Entre janeiro e junho o produto foi responsável por 43,2% dos embarques do setor.

“Observamos a redução da participação do café ao longo do primeiro semestre. Em contrapartida, houve crescimento do complexo soja”, disse Albanez.

As exportações do complexo soja responderam por 20,1% dos embarques totais do agronegócio mineiro. Antes a representatividade ficava em torno de 15%. O faturamento, US$ 703 milhões, cresceu 22,6%. O volume destinado ao mercado internacional foi ampliado em 36,2%, somando 1,9 milhão de toneladas comercializadas.

“A valorização do dólar fez com que os embarques ficassem mais atraentes. Além disso, houve queda na produção americana e argentina de soja, fazendo com que a China entrasse no mercado, abrindo oportunidade de ampliação das exportações de Minas Gerais”, comentou o representante da Seapa.

Somente a soja em grão movimentou US$ 663 milhões com a exportação de 1,85 milhão de toneladas, variação positiva de 29,2% e 41%, respectivamente.

Carnes

As exportações do grupo das carnes cresceram 6,7% em valor e 16,1% em volume, movimentando US$ 407,9 milhões com a exportação de 192,5 mil toneladas.

O volume de carne bovina exportada aumentou 18,6% sendo destinadas ao mercado internacional 52,6 mil toneladas. O faturamento ficou em US$ 198,8, alta de 11,5%.

O desempenho da carne suína também foi positivo. Foram exportadas 11 mil toneladas do produto, o que gerou receita de US$ 18,8 milhões, alta de 73,5% e 36,2%, respectivamente.

Destaque também para as negociações de carne de peru. Os dados mostram um avanço de 4,3% em faturamento, US$ 22,6 milhões, e de 1,3% em volume, 9 mil toneladas.

Já o faturamento dos embarques de carne de frango recuaram 0,9% com a movimentação de US$ 158,3 milhões. Ao todo foram 115,8 mil toneladas de carne de frango exportada, variação positiva de 12,7%.

Preço das hortaliças caiu 9,1% e, das frutas, 12,4%

O preço médio das hortaliças (legumes e verduras) caiu 9,1% em junho no comparativo com maio, no atacado do entreposto de Contagem da CeasaMinas. Já a redução do preço das frutas foi de 12,4%. Os preços menores foram influenciados, em geral, pela queda na demanda de alguns produtos, em razão de temperaturas mais baixas. Na trajetória inversa, o preço de ovos ficou 13,2% maior, como resultado, entre outros fatores, do consumo mais elevado.

Os produtos que mais contribuíram para a redução do preço médio do grupo das hortaliças foram a cebola, com queda de 40,8%; cenoura (-34,9%); moranga (-22,6%); couve-flor (-22%) e repolho (-4,6%). A queda expressiva do preço da cebola foi influencia pela menor participação da variedade importada, principalmente da Argentina, o que foi acompanhado pelo aumento da oferta nacional.

Entre as hortaliças com altas de preços, estão a abobrinha italiana (36,8%); pepino (10,6%); milho verde (8,2%); berinjela (7,1%) e chuchu (3,1%). Os aumentos, de forma geral, estão ligados ao desenvolvimento mais lento desses produtos na lavoura, por causa das temperaturas mais baixas, o que acabou reduzindo a oferta no entreposto. A maior procura de compradores de estados como São Paulo e os da Região Sul do País também acabou pressionando o preço dessas hortaliças.

Frutas

Entre as frutas, os produtos que mais contribuíram para a redução geral do grupo foram os mamões formosa, que ficou 43,2% mais barato, e o havaí (-42,7%). Também caíram de preço a banana prata (-28,8%); a tangerina ponkan (-16,3%); o melão (-15,3%); e a  melancia (-3,8%).

Das frutas que apresentam altas de preços, os destaques foram o abacate (24,8%); banana nanica (22,6%); goiaba (14,1%) e maçã (6,2%).

O consumidor pode ficar atento à situação da banana nanica, pois, apesar de a fruta ter ficado com o preço maior que em maio, sendo cotada a R$ 1,14/kg no atacado, ainda é uma boa alternativa à variedade prata (R$ 1,66/kg).

Também servem como dicas de consumo com bons preços para o consumidor em julho as verduras em geral, além de beterraba, mandioca, tomate, abacaxi, laranja e limão tahiti.

Receita do setor de milho cresceu 1.141%

O milho foi outro produto que manteve o desempenho favorável no semestre.O cereal acumula alta de 1.141% em faturamento, US$ 21,48 milhões, e de 1.242% em volume, com a exportação de 120,21 mil toneladas.

Segundo Albanez, com a quebra de safra e os preços atraentes no mercado interno, as exportações de milho perderam ritmo em maio e junho, o que favorece os produtores de proteína animal que dependem do cereal para manter a produção e estavam trabalhando a custos muito elevados em função da escassez do cereal.

“O milho apresentou um crescimento expressivo de volume até abril, mas em maio e junho as exportações ocorreram de forma pouco significativa em Minas Gerais. O interessante é que o País também não exportou em maio e junho. Isto devido aos preços no mercado interno, que estão mais atrativos, e à demanda aquecida”.

De acordo com os dados do Mdic (Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), em junho, Minas Gerais não exportou milho. O último mês que registrou negócios com o mercado internacional foi maio, quando foram embarcados 120 quilos do produto. Em abril foram feitas as últimas exportações de volumes significativos. No mês foram movimentados US$ 1,4 milhão, com o embarque de 4,23 mil toneladas do cereal.

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/aumentou-a-participacao-do-agronegocio-nas-exportacoes_357899.html

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11 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé em cápsula

Clubes de assinatura de cafés torrados e moídos e em cápsulas tornam-se tendência de consumo no Brasil e no exterior

08/07/16 |   Estudos socioeconômicos e ambientais

Este é um dos destaques do Relatório Internacional de Tendências do Café do Bureau de Inteligência Competitiva do Café da UFLA, instituição integrante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café

A edição do mês de junho de 2016 do Relatório Internacional de Tendências do Café destaca uma tendência mundial de consumo de café que está ganhando espaço no Brasil. Trata-se dos clubes de assinatura para cafés torrados e moídos e em cápsulas. A principal vantagem que esses clubes oferecem é a oportunidade de os clientes experimentarem e conhecerem marcas variadas de café, além de poderem montar seus “combos” de acordo com suas preferências. O segmento, que já possui versões para a assinatura de produtos de beleza, cervejas, vinhos, entre outros, consiste em um clube de assinantes no qual o cliente realiza um cadastro, escolhe o plano e começa a receber o café em casa, mensalmente. A primeira empresa que iniciou esse serviço em 2015 no Brasil, mencionada no Relatório, garante a entrega de cafés frescos todos os meses nas casas dos assinantes. Outras vantagens apontadas é que as cápsulas são compatíveis com máquinas existentes no mercado e as vendas são realizadas online.

Outro destaque do Relatório Internacional de Tendências do Café (Vol. 5 – Nº 5) é o aumento de consumo verificado nos Estados Unidos. Lá, o consumo diário da bebida à base de café expresso quase triplicou no período de 2008 a 2016, segundo a Associação Nacional do Café (NCA) americana. Além disso, o segmento de café gourmet nos EUA também apresentou bom desempenho no consumo, principalmente pela população jovem (18 a 39 anos), que também é responsável pelo aumento do consumo de café tradicional. Nesse caso, o consumo diário da bebida entre os consumidores de 18 a 24 anos duplicou desde 2000. Para os de 25 a 39 anos, o aumento também foi bastante expressivo. Outra tendência constatada foi o aumento do consumo de café em cápsulas, tanto em casa como no ambiente de trabalho. As monodoses tornam-se atraentes por oferecer rapidez e praticidade no preparo, além da possibilidade de personalizar a bebida com opções de café de alta qualidade. No ambiente de trabalho, em 2016, 33% dos estabelecimentos que possuem área para o café contam agora com uma máquina de monodoses, de acordo com dados do NCA.

Em relação especificamente ao Brasil, o Relatório do Bureau destaca que a produção, neste ano, de conilon no Espírito Santo está comprometida, uma vez que muitos produtores decidiram fazer a recepa, método de poda baixa da lavoura para renovação total da planta. Essa medida foi tomada devido à seca que afetou o Estado recentemente e é considerada a mais grave em 50 anos. Além da falta de chuva, o governo local proibiu a irrigação de lavouras em algumas cidades como medida para garantir o abastecimento de água nas residências, o que afetou as lavouras de conilon, onde o uso da irrigação é bastante comum, cita o Bureau.

Com relação ainda ao nosso País, o Relatório ressalta que Associação Brasileira da Indústria do Café, ABIC, anunciou o desenvolvimento de um programa para a certificação de cafés em cápsula. A avaliação, que possui uma metodologia própria e específica, foi desenvolvida nos últimos doze meses em conjunto com o Grupo de Avaliação do Café (GAC), com o Sindicato das Indústrias de Café de São Paulo (Sindicafesp), com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e o Laboratório Carvalhaes, laboratórios credenciados pela ABIC para a análise de café com o apoio do Instituto Totum, responsável pelo gerenciamento do programa. O selo de certificação possui como objetivo oferecer uma avaliação global do produto, avaliando as características da crema como cor, brilho, persistência e consistência; os atributos da bebida de acordo com o amargor, adstringência, corpo e sabor; a intensidade da bebida, segundo o grau de persistência aftertaste, avaliada em uma escala de 0 a 10; além de analisar características físicas do produto, tais como peso, ponto de torra, granulometria e espessura da crema, entre outros atributos.

O formato padrão de análise das tendências do café adotado pelo Bureau de Inteligência contempla quatro seções: PRODUÇÃO, INDÚSTRIA, CAFETERIAS e INSIGHTS. Na seção PRODUÇÃO de café, são feitas considerações gerais, observações sobre variações climáticas e análises da atuação e participação de grandes empresas do setor e também de governos de países da América do Sul, no caso o Brasil; África – Etiópia, Tanzânia e Uganda; e China, na Ásia. Em relação à INDÚSTRIA, o Bureau aborda várias estratégias comerciais e de promoção e marketing de grandes empresas em muitos países para tentarem consolidar e conquistar novos mercados. A seção CAFETERIAS do Relatório destaca a expansão comercial de grandes redes e analisa o consumo de café no mundo com destaque para os EUA, Reino Unido e Colômbia. Por fim a seção INSIGHTS destaca os principais sinais apresentados no Relatório.

O Relatório Internacional de Tendências do Café do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, da UFLA, instituição fundadora do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, faz parte do projeto “Criação e Difusão de Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira”, executado no âmbito do Consórcio e financiado pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. Tem como objetivo monitorar, analisar e difundir informações, indicadores e tendências relevantes para a competitividade da cafeicultura, bem como propor soluções estratégicas para o setor. As edições do Relatório estão disponíveis no portal da UFLA e no Observatório do Café.

Confira todas as análises e notícias divulgadas pelo Observatório do Café no contexto do Agropensa da Embrapa:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Para saber mais sobre o Relatório Internacional de Tendências do Café,Bureau de Inteligência Competitiva do Café, UFLA, Embrapa Café, Observatório do Café, Consórcio Pesquisa Café, acesse:

Relatório Internacional de Tendências do Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/Relatorio_v5_n_05.pdf

Bureau de Inteligência Competitiva do Café

http://www.icafebr.com.br/

UFLA

www.ufla.br

Embrapa Café

https://www.embrapa.br/cafe

Observatório do Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/observatorio-do-cafe

Consórcio Pesquisa Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/

Lucas Tadeu Ferreira (Mtb 3032/DF)
Embrapa Café
cafe.observatorio@embrapa.br
Telefone: 61 34484010

Jamilsen Santos (Mtb 11015/DF)
Embrapa Café
cafe.observatorio@embrapa.br
Telefone: 61 34484010

Gabriela Coelho (Mtb 9396/DF)
Embrapa Café
cafe.observatorio@embrapa.br
Telefone: 61 34484010

Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Fonte: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/14252187/clubes-de-assinatura-de-cafes-torrados-e-moidos-e-em-capsulas-tornam-se-tendencia-de-consumo-no-brasil-e-no-exterior

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8 de julho de 2016by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuáriaprodutor rural

Dia do Produtor Rural Mineiro

Ontem foi comemorado o dia do Produtor Rural Mineiro. Esta data que já existe há 18 anos foi instituída para homenagear os produtores de Minas Gerais, estado que é uma verdadeira potência agropecuária e maior produtor nacional de café, leite e batata, além de deter o maior rebanho equino do país.

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Nesta quinta-feira, 7 de julho, é comemorado o dia do Produtor Rural Mineiro. A data foi instituída pela ALMG em 1998, a pedido da FAEMG, para homenagear aqueles que garantem a alimentação e o desenvolvimento econômico do nosso estado.

Minas Gerais é uma verdadeira potência agropecuária. É o maior produtor nacional de café, leite e batata, e detém o maior rebanho equino do país. É segundo na produção de cana-de-açúcar, feijão e sorgo, e concentra o segundo maior rebanho bovino. Destaca-se também na produção nacional de milho, ovos, tomate, frutas e hortaliças. Além disso, é o principal estado reflorestador do Brasil.

Os produtores rurais cultivam o campo e a história. Nos momentos mais importantes de Minas, o homem do campo sempre foi fundamental: a agricultura e a pecuária sustentaram o crescimento e a modernização do estado. Ao longo do tempo, o dinamismo de agricultores e pecuaristas levou o estado a novas conquistas.  Graças a sucessivos recordes de produção, atualmente o agronegócio representa 42% da riqueza estadual, 27% das exportações e 20% dos empregos.

Muito distante da literária imagem do caipira de enxada nas costas, o produtor rural mineiro é atualizado com a tecnologia, com os meios de comunicação, as pesquisas e a inovação. Busca informações, capacita-se, faz cursos, investe em georreferenciamento, usa aplicativos online para gerenciar sua propriedade. Com o crescimento das cidades e redução de terras produtivas disponíveis, soube comandar uma revolução tecnológica que tem garantido crescente produtividade por área, com menor impacto ambiental – afinal, preservar os recursos naturais é a garantia para seu futuro. Tudo isso mostra que o produtor rural tem tradição em tornar Minas cada vez mais forte.

Medalha do Mérito Rural 2016

Em reconhecimento desse importante trabalho, a FAEMG comemora o Dia do Produtor Rural Mineiro com a entrega da Medalha do Mérito Rural a produtores, instituições e pesquisadores, que se destacaram em relevantes atividades no campo. A data marca também os 65 anos de fundação da Federação. A solenidade será nesta quinta-feira (7/7), no Espaço The One, em BH, às 20h.

Maior honraria da noite, a Grande Medalha deste ano será entregue ao presidente da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins da Silva Junior. Formado em Administração de Empresas, tem trajetória profissional ligada à atividade pecuária há mais de 50 anos. Foi fundador e 1º tesoureiro da CCLB (Central de Cooperativas de Leite da Bahia) e presidente interino da Associação Baiana de Criadores (ABAC). Na década de 1980, foi diretor e 1º vice-presidente da FAEB (Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia). Depois de um afastamento por cinco anos, retornou em 2000 para assumir a presidência da FAEB, cargo que ocupa até hoje. Desde 2012, vinha exercendo a 1ª vice-presidência da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), cargo que antecedeu à atual posição de presidente.

Além da Grande Medalha, a Medalha do Mérito premia as categorias de Produtor Rural, Sindicato Rural, Técnico-Científica, Comunicação e Política. São 19 agraciados a cada ano. Assim, a Federação pretende dignificar todo o meio de produtores rurais e de representação classista, mostrando que o campo também tem os seus heróis.

FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais

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7 de julho de 2016by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Agropecuária acumula 94% de vagas e impulsiona empregos no Sul de MG

Setor foi responsável por 18,7 mil dos postos de trabalho abertos na região.
Construção civil e comércio enfrentam déficit desde o começo de 2016.

06/07/2016 19h26 – Atualizado em 06/07/2016 20h20

Do G1 Sul de Minas

A agropecuária impulsionou a geração de empregos no Sul de Minas nos primeiros cinco meses do ano. Dos 19,9 mil postos de criados em 2016, 94% foram no campo. Outro setor no azul é a indústria. Já a construção civil e o comércio enfrentam déficit de vagas neste período.

Ao todo, foram pouco mais de 18,7 mil postos de trabalho gerados pela atividade rural. Mais da metade dessas vagas está concentrada em 15 municípios (Santo Antônio do Amparo,Guaxupé, Conceição do Rio Verde, Boa Esperança, Monte Belo, Machado, São Sebastião do Paraíso, Carmo da Cachoeira, Cabo Verde, Três Corações, Varginha, Botelhos, Carmo de Minas, Alfenas e Três Pontas). Alfenas se destaca ainda mais, com quase 1,5 mil vagas.

As vagas dos chamados safristas são temporárias e duram até o fim da colheita. Mas tem ajudado quem precisa de trabalho. “Sempre o que gira mais emprego nessa região nossa deTrês Pontas é ac colheita de café mesmo”, diz o trabalhador rural Francisco de Paula Victor da Silva, que era pedreiro, ficou desempregado e resolveu voltar para a roça.

Outras áreas

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de janeiro a maio, 2176 vagas foram cortadas no comércio. Poços de Caldas, com menos 374 vagas, e Extrema, que perdeu 274, tiveram o pior saldo.

“O comércio, por conta de ser composto em sua maioria por empresas pequenas, de pequeno porte, a alternativa que o empresário tem é de realmente buscar a adequação de seus custos, a realidade de vendas”, afirma o empresário Christiano Villas Boas.

A construção civil também passa por problemas e acumula uma baixa de 187 postos de trabalho. Os números só não foram piores porque algumas cidades continuaram com a mão na massa. Ijaci (MG) abriu 117 vagas e Três Pontas (MG) outras 109 vagas, sendo os municípios que mais geraram emprego nessa área, ainda conforme o Caged.

“Nós vamos perceber as famílias, os pais de família, seja pedreiro, seja servente, até mesmo no fluxo de serviço de um arquiteto, de um engenheiro, essa movimentação começa a cair. Aí você vai sentir no final dessa conta, que é a hora que chega no consumo”, explica Ísis Maiolini, consultora de recursos humanos.

Quem também ajudou a deixar a conta no azul foi a indústria. O setor surpreendeu e fechou o mês de maio com  mais de 1,2 mil vagas de emprego. Santa Rita do Sapucaí (MG) foi a cidade que mais criou oportunidades na área, com 404 novos postos de trabalho.

Fonte: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2016/07/agropecuaria-acumula-94-de-vagas-e-impulsiona-empregos-no-sul-de-mg.html

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6 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Sete entre dez produtos exportados são do ‘agro’negócio

Dados divulgados pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MICS) mostram que, no primeiro semestre de 2016, o Brasil obteve superávit de US$ 23,6 bilhões na balança comercial – valor dez vezes maior que o resultado apresentado no mesmo período do ano passado (US$ 2,2 bilhões). O crescimento do saldo comercial foi impulsionado principalmente pela queda de 27,7% das importações.

Apesar do resultado positivo no saldo da balança, o comércio externo do país tem apresentado forte desaceleração. Houve queda de US$ 29,6 bilhões na corrente de comércio do Brasil e retração de 4,3% nas exportações, conforme informações da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O governo federal tem destacado o comércio internacional como uma prioridade para a recuperação econômica do país. O agronegócio tem sido o setor que mais contribuiu para o saldo comercial positivo nos primeiros seis meses de 2016.

O destaque pode ser observado na composição dos 10 principais produtos brasileiros exportados no período. A soja em grão, com receita de US$ 13,9 bilhões (+11%), aparece como o principal produto exportado, o açúcar em bruto, US$ 3,1 bilhões (+19%), em 4º, a celulose, US$ 2,7 bilhões (+7%), em 7º, e a carne bovina, US$ 2,2 bilhões (+6%), em 8º. Fora a lista dos ‘top 10’, há ainda outros importantes produtos que contribuem para o comércio exterior, como café em grão, farelo de soja e carne de frango.

No primeiro semestre de 2016, esses produtos trouxeram ao Brasil US$ 41,6 bilhões em receita, 46% do valor total. Dentre esses, sete são do agronegócio, US$ 29,9 bilhões (33,2%) do total das exportações brasileiras.

O crescimento das exportações de soja em grão tem sido puxado, principalmente, pelo aumento das importações chinesas. A demanda mundial pela oleaginosa está aquecida em consequência das perdas ocorridas nas safras do Brasil e Argentina, que geraram uma expectativa de baixa disponibilidade na próxima safra, estimulando sua compra no mercado internacional.

O aumento das exportações de açúcar também é influenciado pela valorização do preço mundial da commodity, devido a menor oferta e o aumento da demanda, o que deve gerar um déficit no ciclo atual. Outro fator que incentivou o crescimento dos preços foi a recente desvalorização do dólar em relação a moedas dos países produtores.

Apesar do menor crescimento da economia chinesa, a demanda por carne bovina de alta qualidade naquele país deve continuar aquecida no segundo semestre. Isso ocorre por que esse tipo de corte é demandado por consumidores de maior renda, que são menos influenciados pela desaceleração econômica.

A China, segunda maior economia mundial, foi o principal destino das exportações do Brasil no primeiro semestre de 2016, com receita de US$ 11,4 bilhões (17,2%). O país continua tendo um papel fundamental na balança comercial brasileira, principalmente em relação à demanda por produtos agropecuários.

Os dados apresentam um cenário com boas oportunidades para os produtores agropecuários do Brasil, principalmente devido à demanda aquecida e ao câmbio favorável. Desse modo, em 2016, o setor continua sendo um elemento chave para o desempenho da balança comercial do país.

CÂMBIO – Apesar da recente valorização do real – 19,9% no acumulado de 2016 – o câmbio tem contribuído para o aumento da competitividade dos produtos brasileiros no mercado externo. De acordo com as expectativas do mercado, publicada no Boletim Focus (BCB), em 2016 a taxa de câmbio deverá encerrar o ano por volta de R$ 3,50.

Diário de Cuiabá

Fonte: http://www.agro.basf.com.br/agr/ms/apbrazil/pt_BR/content/APBrazil/tools/News/NoticiaDetalhe?CodNoticia=357638

 

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5 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Novas tecnologias e desafios para o agro

Antônio M. Buainain


José Maria da Silveira*

Não é demais louvar o desempenho da agricultura brasileira nas últimas décadas. A combinação de disponibilidade de terras, empreendedorismo e ousadia do produtor rural, investimento público e privado em pesquisa e desenvolvimento e políticas públicas, que, embora erráticas, tiveram papel relevante, permitiu que o País se transformasse na potência agrícola que, sem dúvida, hoje é. A inovação – base do crescimento da agricultura – resultou de parcerias formais e informais entre organizações públicas de pesquisa e grandes corporações do setor, que transferiram, adaptaram e até desenvolveram tecnologia para o clima tropical. Parte do sucesso se deveu também a cooperativas e empresas, com suas redes de vendas e de assistência técnica. Palmas para o Brasil e para os brasileiros responsáveis por estas conquistas!

Silvio Crestana e Mauricio Lopes, respectivamente ex e atual presidente da Embrapa, têm alertado que, em um mundo movido por inovações cada vez mais rápidas e radicais, o sucesso no passado não é nenhuma garantia de sucesso no futuro. De fato, a agricultura está vivendo grandes transformações provocadas principalmente por desafios globais e mudanças institucionais relevantes que vêm sendo impulsionadas por pressões sociais relacionadas à qualidade (lato sensu) dos alimentos, às exigências ambientais, às relações de trabalho, à superação da pobreza rural e à inclusão social, assim como pelas próprias mudanças no meio rural, em particular as migrações e a maior interação campo-cidade. Mas é no âmbito da tecnologia e da inovação que as mudanças são mais radicais e ameaçadoras.

Há uma revolução da genética em curso: biologia sintética, edição de genes, genotipagem, uso generalizado de marcadores moleculares e biofortificação de produtos naturais que podem redefinir a competitividade dos países. A aplicação da tecnologia de informação, em particular o uso das informações armazenadas nos grandes bancos de dados e do GPS nos procedimentos mecanizados, a racionalização do uso de insumos, o rastreamento e monitoramento de processos produtivos, etc., estão se ampliando e terão implicações radicais sobre todas as etapas das cadeias de valor do agronegócio.

Todas essas inovações são baseadas em novas formas de gerar conhecimento científico e tecnológico, resultante de redes operando em escala global, envolvendo organizações públicas e privadas de pesquisa, empresas e ONGs, todas enquadradas em rígidos marcos institucionais que refletem os desafios globais mencionados. O fato é que as condições de produção estão sendo redefinidas e aquele que não for capaz de acompanhar as transformações corre o sério risco de perder o lugar.

Muito disto é bem conhecido por alguns estudiosos e líderes qualificados do agro brasileiro. Mas o sentimento é de que falta muito para que possamos atuar nas novas redes, enfrentar os desafios e desenvolver nosso potencial. Nossas universidades mais relevantes são paralisadas por greves irracionais e obscurantistas; instituições estaduais de pesquisa, ameaçadas pela falta de recursos e de visão de muitos governantes. Até a Embrapa está fragilizada pelo crescimento populista da última década, pela falta de foco e, principalmente, por uma governança refém da partidarização a que vem sendo submetida.

E o governo federal corta orçamento sem critério e amplia gastos com base em critérios duvidosos. A 20.ª conferência do International Consortium of Applied Bioeconomy Research(http://economia.uniroma2.it/icabr/conference-2016/) foi dedicada a discutir essas transformações em curso e os novos desafios para coordenar esforços e para evitar que a regulação se torne um obstáculo e não um fator favorável para a difusão de inovações. Apenas 4 acadêmicos brasileiros participaram. Será que estamos extasiados com nosso sucesso a ponto de só olhar para o nosso triste quintal? Ou já sabemos tudo e não precisamos nos preocupar com o futuro, que estaria garantido só porque repetimos que somos imbatíveis na agricultura e que o mundo precisa de nós para se alimentar?

*São professores do Instituto de Economia da Unicamp

Fonte: http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,novas-tecnologias-e-desafios-para-o-agro,10000060994

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4 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Café: Sem referência externa, preços no Brasil fecham praticamente estáveis nesta 2ª feira

Publicado em 04/07/2016 17:40

O mercado do café arábica no Brasil trabalhou nesta segunda-feira (4) sem sua principal referência internacional, a Bolsa de Nova York (ICE Futures US), e fechou o dia com preços praticamente estáveis. Por conta do Dia da Independência, um dos feriados mais populares dos Estados Unidos, o terminal externo não operou hoje, mas retoma os negócios normalmente nesta terça-feira (5).

O mercado interno tem registrado apenas negócios isolados nos últimos dias e, diante do feriado, que fechou a Bolsa, esse cenário não esboçou muitas mudanças. No final da semana passada, segundo o analista de mercado do Escritório Carvalhaes, Eduardo Carvalhaes, os produtores que tem cafés finos são os que mais aparecem para fazer negócios. Nas praças de comercialização verificadas pelo Notícias Agrícolas, os preços do tipo chegam a mais de R$ 550,00 a saca.

Já os produtores que não conseguiram colher o cereja descascado preferem aguardar melhores patamares. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da ESALQ/USP), apesar da colheita mais firme nos últimos dias, favorecida pelo clima, a liquidez é lenta nas praças de comercialização do Brasil.

“Grande parte dos produtores está se preparando e reservando os grãos para o cumprimento de contratos com entregas já programadas”, disse o Cepea. Para o robusta, o clima seco no Espírito Santo, além de ter reduzido a produção, facilitou o andamento da colheita, que já se aproxima dos 90%.

Na semana passada, as cotações do café arábica na ICE tiveram ganhos acumulados de cerca de 7% repercutindo a qualidade das primeiras amostras da safra 2016/17 e o câmbio, que recuou forte no último mês e acabou impactando nas exportações da commodity. Em junho, o dólar comercial acumulou queda de 11,05% frente ao real, o maior recuo mensal em 13 anos.

Em todo o mês de junho (22 dias úteis), as exportações brasileiras de café em grão atingiram 2,06 milhões de sacas, com receita de US$ 303,3 milhões. O volume embarcado pelo país e a receita são menores que os registrados no mesmo período do ano passado e maio desse ano.

» Café: Entrada da safra e câmbio fazem exportações do Brasil recuarem quase 5% em junho, apontam dados da Secex

O tipo cereja descascado fechou hoje com maior valor de negociação em Guaxupé (MG) com R$ 568,00 a saca – estável. A maior variação no dia foi registrada em Poços de Caldas (MG) com queda de 0,94% e saca a R$ 526,00.

O tipo 4/5 teve maior valor de negociação em Guaxupé (MG) com R$ 566,00 a saca – estável. A maior oscilação dentre as praças no dia ocorreu em Varginha (MG) com queda de 0,96% e saca a R$ 515,00.

O tipo 6 duro registrou maior valor de negociação em Franca (SP) com R$ 525,00 a saca – estável. A maior variação no dia ocorreu em Patrocínio (MG) com baixa de 2,00% e saca a R$ 490,00.

Na sexta-feira (1º), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 502,27 com alta de 0,37%.

Bolsa de Londres

A Bolsa de Londres (ICE Futures Europe), antiga Liffe, fechou a sessão desta segunda-feira com alta expressiva. O contrato julho/16 anotou US$ 1766,00 por tonelada e alta de US$ 32, o setembro/16 teve US$ 1769,00 por tonelada com avanço de US$ 24 e o novembro/16 anotou US$ 1782,00 por tonelada com valorização de US$ 24.

Na sexta-feira (1º), o Indicador CEPEA/ESALQ do café conillon tipo 6, peneira 13 acima, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 399,52 e alta de 0,07%.

» Clique e veja as cotações completas de café

Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas
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30 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Rede social do café comemora 10 anos e se consolida como importante meio de interação com cafeicultor

Publicado em 28/06/2016 12:31 e atualizado em 28/06/2016 16:03

Mediador da Rede fala dos desafios do setor e explica futuro das pesquisas para cafeicultura

Criada em 2006, a Rede Social do Café completa dez anos em 2016. A comunidade virtual que se tornou um dos principais fóruns de debate do cafeicultor brasileiro possui cerca de 5 mil inscritos atualmente.

O pesquisador do IAC (Instituto Agronômico), Sérgio Parreiras Pereira, é um dos mediadores da Rede e conta que o canal tem 17 milhões de acessos/ano já tendo registrado acesso de 164 países.

O projeto foi idealizado conjuntamente pelo Consórcio Pesquisa Café e CNC (Conselho Nacional do Café) como uma iniciativa pioneira no setor agropecuário nacional que atende todos os elos da cadeia produtiva.

“A ideia é aproximar o produtor das novas tecnologias e todas as novidades no setor cafeeiro”, destaca Parreiras.

São mais de 35 mil diferentes tópicos que aborda, incluindo o genoma do café, pesquisa sobre tendências de consumo, monitorando a trajetória do café da semente à xícara. Dentre os temas mais procurados estão: mercado e novas tecnologias.

Parreiras destaca também que muitas discussões foram demandadas pelos produtores através dos debates, colaborando com a interação entre o campo e os pesquisadores.

Como futuros objetivos a Rede Social do Café pretende facilitar o acesso através dos smartphone e tabletes.

Por: Aleksander Horta e Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas
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