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26 de setembro de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé especialespecial

Cafés especiais ganham mais consumidores

O consumo de café no Brasil tem passado por um processo de transição importante para toda a cadeia cafeeira. Os consumidores estão cada dia mais exigentes em relação à qualidade e ao modo de consumo, como por exemplo, as cápsulas. Um mercado que vem pagando preços mais elevados por bebidas diferenciadas.

Com a demanda em crescimento, as mudanças vêm acontecendo em todo o ciclo produtivo, desde a produção de cafés especiais no campo até as indústrias, que desenvolvem blends e investem nas certificações. O movimento é considerado importante para o setor, por agregar valor.

De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, os últimos anos têm sido marcados pelo aumento da oferta de café de melhor qualidade, tanto vindo do campo quanto da indústria para o consumidor.

Leia a notícia na íntegra no site Diário do Comércio.

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15 de setembro de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé em cápsulacafé especial

Mercado de cápsulas reduz consumo de café nos Estados Unidos

Essa é a primeira queda registrada no país desde 2010

Os Estados Unidos vão comprar menos café neste ano. A estimativa é que o consumo passe de 24 milhões de sacas de 60 quilos para 23,7 milhões. Essa é a primeira queda registrada no país desde 2010. Isso não quer dizer que os norte-americanos estão deixando de consumir a bebida. Pelo contrário, o motivo é a popularização do mercado de cápsulas, que tem feito o consumidor abandonar o café torrado e moído, evitado o desperdício do grão. Com as cápsulas, o consumidor prepara a quantidade exata a ser consumida.

Tendência que tem custado mais no orçamento. Este ano, os norte-americanos devem gastar cerca de US$ 13,6 bilhões com o consumo de café, contra US$ 12,8 bilhões em 2015. Hoje, mais de 25% das residências norte-americanas possuem máquinas de café em cápsulas. O café extraído em casa custa cerca de 45 dólares ao ano, enquanto aquele comprado em cafeterias chega a atingir o patamar de 1.200 dólares anuais.

InfoMoney

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22 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé especial

20% dos Cafés do Brasil exportados são considerados diferenciados por terem qualidade superior

Safra brasileira de 2016/2017 inicia com 1,9 milhão de sacas exportadas no mês de julho. E estimativa da produção mundial da safra 2015/2016 é reduzida. Esses e outros destaques constam dos Relatórios do CeCafé e da OIC do mês de julho.

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CeCafé, uma das cinco instituições privadas que integram o Conselho Deliberativo da Política do Café – CDPC, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, no seu Relatório mensal julho 2016, aponta que o nosso País exportou 1.908.808 sacas de café de 60kg no mês julho, mês que registra o início da safra 2016/2017. Foram exportadas 1.573.465 (82,4%) sacas de café arábica e 37.359 (2%) sacas de robusta, além de 295.314 (15,5%) de solúvel e 2.670 (0,1%) sacas de torrado e moído, que geraram receita cambial da ordem de US$ 297,2 milhões em julho.

O CeCafé destaca no Relatório que, de cada cinco sacas de café vendidas ao exterior, uma é de café diferenciado, o qual tem qualidade superior e/ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis, por exemplo. No mês de julho deste ano foram exportadas 367.128 sacas de cafés com esses atributos positivos, que representam em torno de 20% das exportações nesse mês. Esses cafés alcançaram, na média, preços 27,4% superiores à média total do café verde convencional exportado. No período de janeiro a julho foram exportadas um total de 3.603.184 sacas de cafés diferenciados que geraram mais de US$ 676,97 milhões.

Conforme ainda o Relatório mensal julho 2016, no mesmo período de janeiro a julho deste ano, foram exportadas 18.188.838 sacas, com receita cambial de mais de US$ 2,7 bilhões, e, no acumulado dos últimos 12 meses (agosto de 2015 a julho de 2016), as vendas para o exterior somaram 34.562.514 sacas e receita de mais de US$ 5,2 bilhões.

O país que mais importou café do Brasil em julho deste ano foi os EUA, com 447.459 sacas (23,4%), seguindo da Alemanha – 343.846 sacas (18,0%) e Japão – 132.381 sacas (6,9%). Além disso, no período de janeiro a julho, cabe ressaltar que 120 países importaram o café brasileiro, sendo que os EUA lideraram as importações com 19% – 3.459.628 sacas, seguido pela Alemanha – 3.372.043 sacas. E o Japão ficou no terceiro lugar com 1.398.078 sacas, praticamente empatado com a Itália – 1.390.265 sacas.

Com relação ao panorama mundial da cafeicultura, a Organização Internacional do Café – OIC destaca em seu Relatório sobre o mercado de Café julho 2016 que reduziu sua estimativa da produção mundial do ano-safra de 2015/16 de 144,7 milhões para 143,3 milhões de sacas de 60 kg. Atribui essa nova estimativa a uma redução acentuada da produção do México, que passou de 3,9 para 2,8 milhões de sacas. E ainda a uma revisão mais modesta da produção da Nicarágua que passou para 1,8 milhão. No caso do México, a OIC explicita que a redução se deve a um impacto mais agressivo do que foi previsto com relação à ferrugem do café que, desde 2012/13, diminuiu a produção do país  em mais de um terço.

A OIC aponta ainda nas suas análises que o “mercado de café consolida alta de preços, mas a oferta de Robustas ainda preocupa”. Segundo a Organização, em julho deste ano, o indicativo de preço composto da Organização registrou sua maior alta de 17 meses e que, a despeito desse fator, o mercado encontrou dificuldades para manter seus avanços iniciais. Particularmente em relação ao Brasil, o Relatório citando o documento da estimativa da safra da Companhia Nacional de Abastecimento – Conab, salienta que os estoques internos em mãos do setor privado no final de março de 2016 diminuíram   apenas 5,4% em relação ao ano anterior, passando de 14,4 milhões de sacas para 13,6 milhões.

Os relatórios do Cecafé (Relatório mensal julho 2016) e da OIC (Relatório sobre o mercado de Café julho 2016), os quais trazem várias análises e dados da conjuntura brasileira e mundial do café, que valem a pena serem conferidos pelos agentes do setor cafeeiro, estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Confira todas as análises e notícias divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Para saber mais sobre o Relatório mensal julho 2016, CeCafé, Relatório sobre o mercado de Café julho 2016, OIC, Embrapa Café, Observatório do Café e Consórcio Pesquisa Café, acesse:

Relatório mensal julho 2016 – CeCafé

http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/informe_estatistico/CECAFE-Relatorio-Mensal-JULHO-2016.pdf

CeCafé

http://www.cecafe.com.br/

Relatório sobre o mercado de Café julho 2016 – OIC

http://consorciopesquisacafe.com.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/Relatorio OIC-julho2016.pdf

Embrapa

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11 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Produtores investem em segurança com aumento de roubos de café

Só neste ano, foram registrados pelo menos 30 ocorrências no Sul de MG.
Especialistas dizem que preço da saca e falta de segurança são problemas.

Do G1 Sul de Minas

O aumento do número de roubos a propriedades rurais no Sul de Minas, principalmente por causa do café, já faz com que os produtores comecem a investir em mais segurança. Alguns produtores já contrataram inclusive segurança armada para vigiar a propriedade à noite. E a ordem é bem clara: se alguém invadir, eles vão atirar.

“Nós avisamos a todos os moradores para a partir das 18h não vir visita, porque o segurança não sabe se é ladrão ou se é visita”, disse o produtor Carlos Alberto Jacob.

Só neste ano, foram registrados pelo menos 30 roubos a fazendas e armazéns de café na região. Em um armazém, de onde os ladrões levaram 187 sacas de café, o proprietário investiu em monitoramento. Os sensores e as câmeras já deram resultado. Os criminosos voltaram, mas desta vez levaram apenas uma moto.

Autoridades de segurança pública e produtores rurais acreditam que alguns fatores têm contribuído para o aumento de ocorrências que envolvem o roubo de sacas de café no Sul de Minas. Segundo eles, o preço da saca, em torno de R$ 500, a facilidade dos criminosos de vender o café roubado e a fragilidade das propriedades contribuem para o aumento de casos.

“O efetivo da polícia não é suficiente para cobrir uma área tão grande, de café. Então eu acho que uma das opções que nós temos que reivindicar do governo estadual é serviço de inteligência. Pegar essas quadrilhas, ver quem está receptando esses cafés, a facilidade com que eles estão saindo com esse produto, acho que o caminho é esse para acabar com essa roubalheira que está nas fazendas”, disse o presidente do Centro de Comércio do Café, Archimedes Coli Neto.

Especialistas analisam motivo do aumento do número de roubos de café (Foto: Reprodução EPTV)Especialistas analisam motivo do aumento do número de roubos de café (Foto: Reprodução EPTV)

No começo do mês passado, durante a madrugada, 20 homens encapuzados e armados invadiram três propriedades em São Pedro da União (MG). Enquanto um grupo vigiava os reféns, o outro roubava o café. No dia 5 do mês passado, 20 criminosos invadiram uma fazenda em Divisa Nova (MG) e levaram 300 sacas de café, deixando um prejuízo de cerca de R$ 200 mil. A quadrilha rendeu nove moradores, que foram obrigados a transferir o café de bags para sacas menores. A ação durou nove horas.

A Polícia Civil diz que vem investigando os casos e que está em contato com autoridades do Estado de São Paulo para tentar chegar aos criminosos. O delegado regional de Poços de Caldas (MG) diz que essas quadrilhas têm um modo de ação parecido.

“Temos quase certeza que são pessoas talhadas pra esse tipo de função, escolhidas a dedo para essa missão. São quadrilhas que têm um certo conhecimento na logística de café, no manuseio, são especializadas dessa forma, principalmente as quadrilhas de assalto, que rendem uma família inteira, uma casa toda e ainda colocam pessoas para que carreguem a saca de café”, disse o delegado regional Sérgio Elias Dias.

Segundo a polícia, o produtor deve ficar atento ao colocar uma segurança armada na propriedade, já que existe uma legislação específica para ser seguida e que o uso de armas sem autorização de porte é crime.

Veja matéria com vídeo e completa no G1.

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8 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé em cápsulacafé especial

Clima prejudica produção de café em Minas Gerais, aponta Climatempo

Baixas temperaturas e geadas foram responsáveis por destruição em diversas lavouras do estado

No final de julho, os produtores de café de Minas Gerais foram surpreendidos pelas condições do tempo na região. A passagem de uma forte massa polar sobre o sul do estado provocou destruição em lavouras de algumas cidades, com um prejuízo que já deve ser sentido na próxima safra.

Segundo Josélia Pegorim, meteorologista da Climatempo, em Junho choveu aproximadamente 100 milímetros o que colaborou para os trabalhos dentro dos cafezais. Porém, em Julho, não houve registro de chuva e a forte massa polar que passou com força sobre a região derrubou a temperatura. A ocorrência de geada prejudicou os cafezais. Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no dia 08 de julho, a temperatura chegou a 2,1°C em São Sebastião do Paraíso. Já, no dia 18 de julho o termômetro registrou 0,2°C e no dia 19 fez 4,4°C, de acordo com o órgão. Nesses três dias houve ocorrência de geada em São Sebastião do Paraíso, no sul de Minas.

Os produtores e técnicos das regiões afetadas perceberam o problema de perto. José Rogério Lara, coordenador regional da EMATER em Alfenas, conta que tiveram um ano com bons resultados, mas o clima causou alguns transtornos. “Teve uma queda muito grande na produção de café, de 20% a 30%, dependendo do munícipio”, afirma.

Lara explica que a qualidade do café deve ser a preocupação para a próxima safra e agora os produtores precisam continuar com o manejo da cultura para evitar mais problemas. Para o cultivo do grão, o clima mais ameno é ideal. “O tipo arábica não suporta geadas ou muito calor”.

Em agosto, a situação também deve preocupar. A meteorologista da Climatempo conta que até o dia 9 de agosto as temperaturas ficam relativamente altas, mas ainda há frio previsto para o mês. “A partir do dia 11 até o dia 15, uma massa de ar polar vai chegar à região e promete derrubar a temperatura no sul de Minas”. Como não é possível descartar o registro de geadas, os produtores precisam ficar atentos.

Fonte: Climatempo

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3 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãocaféchuvas

Café: Especialista em clima prevê chuvas abaixo do normal para o mês de setembro

A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé, a Cooxupé, recebeu no dia 1º de agosto o professor doutor Pedro Leite da Silva Dias, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP, para a realização de uma palestra. O clima foi o principal tema do encontro, onde o especialista falou sobre o fenômeno La Niña e o que pode acontecer nos próximos meses do ano.

Segundo Dias, com o aparecimento do La Niña no mês de maio, situação em que a temperatura do oceano Pacífico na região do Equador e Peru ficou fria e abaixo do normal, o mês de setembro deste ano pode ser impactado com períodos de chuvas abaixo do normal. Ele afirma existir três fatores que evidenciam este fato e que estão interligados entre si. O primeiro deles é que os centros mundiais especializados em clima, ao fazerem as avaliações para este ano, indicam que haverá chuvas abaixo do normal para os trimestres agosto-setembro-outubro e setembro-outubro-novembro. O segundo fator é que as chuvas na região sudeste do país sofrem um controle em escala intrasazonal, ou seja, períodos de 30 a 40 dias intercalados por períodos secos e chuvosos. “Analisando o último ciclo com um período chuvoso no final de maio/começo de junho e depois a entrada de uma frente fria perto do dia 18 de julho podemos prever uma situação desfavorável para a formação de novas frentes frias no período de setembro”, explica Dias. Ele ressalta que apesar de se tratar de uma previsão, esta regularidade intrasazonal deve manter a previsão.

O terceiro e último fator, segundo ele, está relacionado com a temperatura nos oceanos e a ocorrência do La Ninã no oceano Pacífico. “Se houver a presença de anomalias de temperatura quente no Oceano Atlântico Equatorial, na faixa entre o continente Africano e a América do Sul, e anomalias de temperatura fria na costa da África que está para o Oceano Índico, é possível que o período de chuva nos continentes se atrase e não ocorra em setembro. Hoje, se tirarmos uma fotografia e analisarmos as anomalias, percebemos que todos estes episódios estão acontecendo. Isso evidencia muito mais a previsão de que o mês de setembro será seco e com chuvas abaixo do normal”, avalia o especialista.

Dias ainda alertou para o chamado “início falso” do período de chuvas, que pode acontecer no final do mês de agosto e começo de setembro, assim como ocorreu no ano de 2015, o que pode trazer “falsas esperanças”. “Os cafeicultores devem ficar em alerta e usar de outros meios para garantir a produção saudável da lavoura. Uma boa dica é usar massa seca perto dos pés de café, assim evitando a evapotranspiração que pode ocorrer em um processo mais acelerado devido às altas temperaturas depois desse pequeno período de chuva”, completa.

Pedro Dias também adiantou duas previsões para 2017. O inverno deve ser mais frio do que a média esperada e no próximo verão – entre dezembro e março – a probabilidade de chuvas extremas ao final do dia deve ser menor.

Fonte: Asscom Cooxupé
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1 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé especial

Chuva em maio e junho prejudica safra de cafés especiais no Sul de MG

Queda da qualidade chega a 40% e produção deve ser 10% menor.
Segundo BSCA, tendência deve ser de alta nos preços em 2016.

Do G1 Sul de Minas

A chuva nos meses de maio e junho prejudicou a qualidade dos cafés especiais no Sul de Minas. A estimativa da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) é que a queda de qualidade possa chegar a 40%. Além disso, este ano a safra deve ser 10% menor, o que deve elevar os preços do café especial.

A propriedade do cafeicultor Antônio José Junqueira Villela fica aos pés da Serra do Bugio, no limite entre os municípios de Olímpio Noronha e Carmo de Minas. Os 60 hectares de café ficam a cerca de mil metros de atitude, o que ajuda na produção, voltada 100% para cafés especiais.

Com o excesso de chuva nos meses de maio e junho, quando ele estava começando a colher, o produtor lista os prejuízos. “Caiu muito café, em torno de uns 30% foi para o chão, o que já perde a qualidade, e o que sobrou no pé, que estava no estágio cereja, embolorou.”

Outros produtores da região enfrentaram o mesmo problema. Na propriedade do Vinícius José Carneiro Pereira, a lavoura tem 200 hectares e geralmente metade da produção é de cafés especiais. Com as chuvas, o resultado este ano foi outro. “Nos anos passados, ele fica bem mais cheio, porque a gente colhe um café cereja, descasca mais e faz uma quantidade maior de café especial. Com a chuva, diminuiu bastante”, explica.

Chuvas em maio e junho prejudizou produção de cafés especiais em Carmo de Minas e Olímpio Noronha (Foto: Reprodução EPTV)Chuvas em maio e junho prejudicaram produção de cafés especiais no Sul de Minas (Foto: Reprodução EPTV)

Segundo a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), a demanda mundial por cafés deste tipo cresce, todo ano, em torno de 10%, mas em 2016, com o excesso de chuvas no começo da colheita, a quantidade e a qualidade dos grãos deve cair na região. A queda estimada é de pelo menos cerca de 10%, segundo a associação, e na qualidade, a perda pode ser de 20% a 40%.

“Nós chegamos a esse número pela quantidade de café que caiu no chão, que foi um número muito elevado, variando de ponto a ponto em região, e as regiões mais afetadas durante esse período de chuva, que tiveram maior volume de chuva, foram Paraná, Mogiana e o Sul de Minas”, explica o presidente da BSCA, Adolfo Henrique Vieira Ferreira.

Segundo a última estimativa divulgada pela Companhia Nacional de Abastecimento, este ano o Brasil deve produzir mais de 40 milhões de toneladas de café arábica. Normalmente, 20% desse total correspondem a cafés especiais, mas sem muita oferta, a tendência deve ser de alta no preço.

“Eu acredito que, com a elevação dos preços que nós estamos esperando, a gente consiga balancear essa diferença entre oferta e demanda pra que no próximo ano a gente consiga estabilizar essa produção de cafés”, completa Ferreira.

Leia a notícia na íntegra no site G1.

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22 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé especial

Brasil foi maior produtor e exportador de café do mundo no último ano safra

País exportou mais de 35 milhões de sacas no último ano, aponta Cecafé.
Mais de 120 países consomem café brasileiro.

 


Café brasileiro é consumido em 127 países

O café brasileiro faz sucesso não só nacionalmente. O Brasil exportou 35 milhões de sacas do produto no último ano (na safra de julho de 2015 a junho de 2016) gerando uma receita de US$ 5,3 bilhões. Os dados são do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), que apontou ainda um crescimentos nas exportações do café arábica, que possuem aroma e doçura intensos com muitas variações de acidez, corpo e sabor.

Principais destinos

O café brasileiro foi consumido por 127 países no último ano. Os EUA lideram o ranking de países que mais importam o café produzido por aqui, com mais de sete milhões de sacas compradas de nossos produtores.

Em seguida vem a Alemanha, que já é a maior consumidora do café brasileiro lá fora no ano safra de 2016. Itália ocupa o terceiro lugar com 2,9 milhões de sacas compradas.

Ainda segundo a Cecafé, o Japão vem aumentando seu consumo do café brasileiro nos últimos anos e importou mais de um milhão de sacas no último ano.

Safra cheia

O ano de 2016 é ano de “safra cheia”, como dizem os produtores. Isso se dá porque a cultura do café é bienal: um ano produz bem, no seguinte descansa. A expectativa é de que no ciclo que vai de julho de 2016 a junho de 2017 o Brasil produza acima de 53 milhões de sacas.

O Brasil é o maior produtor de café do mundo e no último ano produziu 49 milhões de sacas. Seguido de Vietnã, que produziu 29 milhões de sacas, e da Colômbia, com 13 milhões de sacas.

Fonte: G1

 

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21 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Emater-MG faz mapeamento inédito do parque cafeeiro de Minas Gerais

Publicado em 20/07/2016 15:03

A Emater-MG iniciou um trabalho inédito no país para o mapeamento do parque cafeeiro do Estado. Até o final deste ano, será anunciada com mais precisão qual a área plantada nos 50 municípios com a maior produção de café em Minas e que respondem pela metade da safra estadual. Em 2017, será feito o mapeamento das outras regiões, totalizando 465 municípios.

Pela primeira vez, as áreas de café de Minas Gerais estão sendo mapeadas com a auxílio de imagens do Google Earth. Uma equipe da Emater-MG, em Belo Horizonte, elabora os polígonos das áreas com cafezais, que são as figuras com as demarcações das glebas plantadas com café desenhadas nas imagens dos municípios produtores.

Em seguida, os polígonos são comparados às imagens de satélites como o Landsat8, Rapid Eye e Cbrs. As imagens destes satélites, embora tenham uma definição inferior às do Google Earth, são atualizadas com mais frequência. A próxima etapa é identificar os chamados “pontos de dúvida” nos polígonos, onde não foi possível garantir, após a comparação, se as imagens são mesmo de cafezais.

Os polígonos serão então enviados para os técnicos no campo, que com um tablet em mãos, irão visitar os locais e validar as informações captadas do Google Earth. “Atualmente temos levantamentos feitos principalmente com entrevistas, mais subjetivos, sem o auxílio desses recursos tecnológicos”, explica o coordenador estadual de Planejamento e Gestão da Emater-MG, Edson Logato.

Para fazer o mapeamento, a Emater-MG assinou um convênio com a Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig), no valor de R$ 4 milhões, para compra de veículos, drones softwares, tablets, computadores, impressoras e notebooks. Também assinaram o convênio a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig) e a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, parceiras neste trabalho. O convênio conta com a contrapartida da Emater-MG e Epamig, no valor de aproximadamente R$ 2,4 milhões, representados por horas de trabalho dos técnicos. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e a Embrapa também são parceiras do projeto.

“Todos estes equipamentos obtidos por meio do convênio irão aprimorar o mapeamento. A grande vantagem do trabalho que começamos a desenvolver é evitar a especulação de preços. O produtor, muitas vezes, fica a mercê de informações com pouca precisão e que podem prejudicar a comercialização”, explica Edson Logato.

Outras ações

Além do mapeamento da área de café no Estado, também será feito um levantamento de onde estão os cafés de qualidade superior em Minas Gerais. “Geralmente eles são encontrados nas regiões com maior altitude. As amostras destes cafés deverão ser enviadas para análise pelas comissões dos concursos de qualidade dos cafés promovidos pela Emater-MG. Desta forma, teremos uma radiografia de onde se encontram os melhoras cafés produzidos aqui”, explica o coordenador da Emater-MG.

O mapeamento do parque cafeeiro também prevê o desenvolvimento de metologias para averiguar a produtividade e o custo de produção em cada região produtora. Neste caso, serão feitas parcerias com universidades e com a Conab.

“Outra ação do projeto é a caracterização das paisagens da região produtora de café em Minas Gerais. Ela vai identificar as áreas com maior aptidão para a atividade e aquelas onde o plantio deve ser evitado”, afirma Logato.

Fonte: Assessoria de Comunicação Emater

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15 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé especial

Coca-Cola Brasil entra no mercado de café

Publicado em 14/07/2016 14:04

A Coca-Cola Brasil anunciou que lançará em agosto o Café Leão, produto com grãos 100% arábica, cultivados, torrados e embalados no país. A iniciativa marca a entrada da empresa no segmento de cafés, por meio da Leão, marca de origem brasileira com 115 anos de atuação no segmento de chás. O Café Leão será o primeiro da companhia no mundo para o consumo em casa.

Segundo a Coca-Cola, a produção do Café Leão envolverá uma rede de pequenos e médios cafeicultores do cerrado mineiro e das montanhas do Espírito Santo.

O produto estará disponível em duas torras: escura, com a bebida encorpada e equilibrada com aroma e sabor intensos; e média, com aroma e sabor balanceados com dulçor marcante.

Leia a notícia na íntegra no site G1.

Fonte: G1

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