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11 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé em cápsula

Clubes de assinatura de cafés torrados e moídos e em cápsulas tornam-se tendência de consumo no Brasil e no exterior

08/07/16 |   Estudos socioeconômicos e ambientais

Este é um dos destaques do Relatório Internacional de Tendências do Café do Bureau de Inteligência Competitiva do Café da UFLA, instituição integrante do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café

A edição do mês de junho de 2016 do Relatório Internacional de Tendências do Café destaca uma tendência mundial de consumo de café que está ganhando espaço no Brasil. Trata-se dos clubes de assinatura para cafés torrados e moídos e em cápsulas. A principal vantagem que esses clubes oferecem é a oportunidade de os clientes experimentarem e conhecerem marcas variadas de café, além de poderem montar seus “combos” de acordo com suas preferências. O segmento, que já possui versões para a assinatura de produtos de beleza, cervejas, vinhos, entre outros, consiste em um clube de assinantes no qual o cliente realiza um cadastro, escolhe o plano e começa a receber o café em casa, mensalmente. A primeira empresa que iniciou esse serviço em 2015 no Brasil, mencionada no Relatório, garante a entrega de cafés frescos todos os meses nas casas dos assinantes. Outras vantagens apontadas é que as cápsulas são compatíveis com máquinas existentes no mercado e as vendas são realizadas online.

Outro destaque do Relatório Internacional de Tendências do Café (Vol. 5 – Nº 5) é o aumento de consumo verificado nos Estados Unidos. Lá, o consumo diário da bebida à base de café expresso quase triplicou no período de 2008 a 2016, segundo a Associação Nacional do Café (NCA) americana. Além disso, o segmento de café gourmet nos EUA também apresentou bom desempenho no consumo, principalmente pela população jovem (18 a 39 anos), que também é responsável pelo aumento do consumo de café tradicional. Nesse caso, o consumo diário da bebida entre os consumidores de 18 a 24 anos duplicou desde 2000. Para os de 25 a 39 anos, o aumento também foi bastante expressivo. Outra tendência constatada foi o aumento do consumo de café em cápsulas, tanto em casa como no ambiente de trabalho. As monodoses tornam-se atraentes por oferecer rapidez e praticidade no preparo, além da possibilidade de personalizar a bebida com opções de café de alta qualidade. No ambiente de trabalho, em 2016, 33% dos estabelecimentos que possuem área para o café contam agora com uma máquina de monodoses, de acordo com dados do NCA.

Em relação especificamente ao Brasil, o Relatório do Bureau destaca que a produção, neste ano, de conilon no Espírito Santo está comprometida, uma vez que muitos produtores decidiram fazer a recepa, método de poda baixa da lavoura para renovação total da planta. Essa medida foi tomada devido à seca que afetou o Estado recentemente e é considerada a mais grave em 50 anos. Além da falta de chuva, o governo local proibiu a irrigação de lavouras em algumas cidades como medida para garantir o abastecimento de água nas residências, o que afetou as lavouras de conilon, onde o uso da irrigação é bastante comum, cita o Bureau.

Com relação ainda ao nosso País, o Relatório ressalta que Associação Brasileira da Indústria do Café, ABIC, anunciou o desenvolvimento de um programa para a certificação de cafés em cápsula. A avaliação, que possui uma metodologia própria e específica, foi desenvolvida nos últimos doze meses em conjunto com o Grupo de Avaliação do Café (GAC), com o Sindicato das Indústrias de Café de São Paulo (Sindicafesp), com o Instituto de Tecnologia de Alimentos (Ital) e o Laboratório Carvalhaes, laboratórios credenciados pela ABIC para a análise de café com o apoio do Instituto Totum, responsável pelo gerenciamento do programa. O selo de certificação possui como objetivo oferecer uma avaliação global do produto, avaliando as características da crema como cor, brilho, persistência e consistência; os atributos da bebida de acordo com o amargor, adstringência, corpo e sabor; a intensidade da bebida, segundo o grau de persistência aftertaste, avaliada em uma escala de 0 a 10; além de analisar características físicas do produto, tais como peso, ponto de torra, granulometria e espessura da crema, entre outros atributos.

O formato padrão de análise das tendências do café adotado pelo Bureau de Inteligência contempla quatro seções: PRODUÇÃO, INDÚSTRIA, CAFETERIAS e INSIGHTS. Na seção PRODUÇÃO de café, são feitas considerações gerais, observações sobre variações climáticas e análises da atuação e participação de grandes empresas do setor e também de governos de países da América do Sul, no caso o Brasil; África – Etiópia, Tanzânia e Uganda; e China, na Ásia. Em relação à INDÚSTRIA, o Bureau aborda várias estratégias comerciais e de promoção e marketing de grandes empresas em muitos países para tentarem consolidar e conquistar novos mercados. A seção CAFETERIAS do Relatório destaca a expansão comercial de grandes redes e analisa o consumo de café no mundo com destaque para os EUA, Reino Unido e Colômbia. Por fim a seção INSIGHTS destaca os principais sinais apresentados no Relatório.

O Relatório Internacional de Tendências do Café do Bureau de Inteligência Competitiva do Café, da UFLA, instituição fundadora do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café, faz parte do projeto “Criação e Difusão de Inteligência Competitiva para Cafeicultura Brasileira”, executado no âmbito do Consórcio e financiado pelo Fundo de Defesa da Economia Cafeeira – Funcafé, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa. Tem como objetivo monitorar, analisar e difundir informações, indicadores e tendências relevantes para a competitividade da cafeicultura, bem como propor soluções estratégicas para o setor. As edições do Relatório estão disponíveis no portal da UFLA e no Observatório do Café.

Confira todas as análises e notícias divulgadas pelo Observatório do Café no contexto do Agropensa da Embrapa:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias

Para saber mais sobre o Relatório Internacional de Tendências do Café,Bureau de Inteligência Competitiva do Café, UFLA, Embrapa Café, Observatório do Café, Consórcio Pesquisa Café, acesse:

Relatório Internacional de Tendências do Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/arquivos/consorcio/publicacoes_tecnicas/Relatorio_v5_n_05.pdf

Bureau de Inteligência Competitiva do Café

http://www.icafebr.com.br/

UFLA

www.ufla.br

Embrapa Café

https://www.embrapa.br/cafe

Observatório do Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/consorcio/separador2/observatorio-do-cafe

Consórcio Pesquisa Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/

Lucas Tadeu Ferreira (Mtb 3032/DF)
Embrapa Café
cafe.observatorio@embrapa.br
Telefone: 61 34484010

Jamilsen Santos (Mtb 11015/DF)
Embrapa Café
cafe.observatorio@embrapa.br
Telefone: 61 34484010

Gabriela Coelho (Mtb 9396/DF)
Embrapa Café
cafe.observatorio@embrapa.br
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Mais informações sobre o tema
Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC)
www.embrapa.br/fale-conosco/sac/

Fonte: https://www.embrapa.br/busca-de-noticias/-/noticia/14252187/clubes-de-assinatura-de-cafes-torrados-e-moidos-e-em-capsulas-tornam-se-tendencia-de-consumo-no-brasil-e-no-exterior

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4 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Café: Sem referência externa, preços no Brasil fecham praticamente estáveis nesta 2ª feira

Publicado em 04/07/2016 17:40

O mercado do café arábica no Brasil trabalhou nesta segunda-feira (4) sem sua principal referência internacional, a Bolsa de Nova York (ICE Futures US), e fechou o dia com preços praticamente estáveis. Por conta do Dia da Independência, um dos feriados mais populares dos Estados Unidos, o terminal externo não operou hoje, mas retoma os negócios normalmente nesta terça-feira (5).

O mercado interno tem registrado apenas negócios isolados nos últimos dias e, diante do feriado, que fechou a Bolsa, esse cenário não esboçou muitas mudanças. No final da semana passada, segundo o analista de mercado do Escritório Carvalhaes, Eduardo Carvalhaes, os produtores que tem cafés finos são os que mais aparecem para fazer negócios. Nas praças de comercialização verificadas pelo Notícias Agrícolas, os preços do tipo chegam a mais de R$ 550,00 a saca.

Já os produtores que não conseguiram colher o cereja descascado preferem aguardar melhores patamares. Segundo o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da ESALQ/USP), apesar da colheita mais firme nos últimos dias, favorecida pelo clima, a liquidez é lenta nas praças de comercialização do Brasil.

“Grande parte dos produtores está se preparando e reservando os grãos para o cumprimento de contratos com entregas já programadas”, disse o Cepea. Para o robusta, o clima seco no Espírito Santo, além de ter reduzido a produção, facilitou o andamento da colheita, que já se aproxima dos 90%.

Na semana passada, as cotações do café arábica na ICE tiveram ganhos acumulados de cerca de 7% repercutindo a qualidade das primeiras amostras da safra 2016/17 e o câmbio, que recuou forte no último mês e acabou impactando nas exportações da commodity. Em junho, o dólar comercial acumulou queda de 11,05% frente ao real, o maior recuo mensal em 13 anos.

Em todo o mês de junho (22 dias úteis), as exportações brasileiras de café em grão atingiram 2,06 milhões de sacas, com receita de US$ 303,3 milhões. O volume embarcado pelo país e a receita são menores que os registrados no mesmo período do ano passado e maio desse ano.

» Café: Entrada da safra e câmbio fazem exportações do Brasil recuarem quase 5% em junho, apontam dados da Secex

O tipo cereja descascado fechou hoje com maior valor de negociação em Guaxupé (MG) com R$ 568,00 a saca – estável. A maior variação no dia foi registrada em Poços de Caldas (MG) com queda de 0,94% e saca a R$ 526,00.

O tipo 4/5 teve maior valor de negociação em Guaxupé (MG) com R$ 566,00 a saca – estável. A maior oscilação dentre as praças no dia ocorreu em Varginha (MG) com queda de 0,96% e saca a R$ 515,00.

O tipo 6 duro registrou maior valor de negociação em Franca (SP) com R$ 525,00 a saca – estável. A maior variação no dia ocorreu em Patrocínio (MG) com baixa de 2,00% e saca a R$ 490,00.

Na sexta-feira (1º), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 502,27 com alta de 0,37%.

Bolsa de Londres

A Bolsa de Londres (ICE Futures Europe), antiga Liffe, fechou a sessão desta segunda-feira com alta expressiva. O contrato julho/16 anotou US$ 1766,00 por tonelada e alta de US$ 32, o setembro/16 teve US$ 1769,00 por tonelada com avanço de US$ 24 e o novembro/16 anotou US$ 1782,00 por tonelada com valorização de US$ 24.

Na sexta-feira (1º), o Indicador CEPEA/ESALQ do café conillon tipo 6, peneira 13 acima, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 399,52 e alta de 0,07%.

» Clique e veja as cotações completas de café

Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas
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30 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Rede social do café comemora 10 anos e se consolida como importante meio de interação com cafeicultor

Publicado em 28/06/2016 12:31 e atualizado em 28/06/2016 16:03

Mediador da Rede fala dos desafios do setor e explica futuro das pesquisas para cafeicultura

Criada em 2006, a Rede Social do Café completa dez anos em 2016. A comunidade virtual que se tornou um dos principais fóruns de debate do cafeicultor brasileiro possui cerca de 5 mil inscritos atualmente.

O pesquisador do IAC (Instituto Agronômico), Sérgio Parreiras Pereira, é um dos mediadores da Rede e conta que o canal tem 17 milhões de acessos/ano já tendo registrado acesso de 164 países.

O projeto foi idealizado conjuntamente pelo Consórcio Pesquisa Café e CNC (Conselho Nacional do Café) como uma iniciativa pioneira no setor agropecuário nacional que atende todos os elos da cadeia produtiva.

“A ideia é aproximar o produtor das novas tecnologias e todas as novidades no setor cafeeiro”, destaca Parreiras.

São mais de 35 mil diferentes tópicos que aborda, incluindo o genoma do café, pesquisa sobre tendências de consumo, monitorando a trajetória do café da semente à xícara. Dentre os temas mais procurados estão: mercado e novas tecnologias.

Parreiras destaca também que muitas discussões foram demandadas pelos produtores através dos debates, colaborando com a interação entre o campo e os pesquisadores.

Como futuros objetivos a Rede Social do Café pretende facilitar o acesso através dos smartphone e tabletes.

Por: Aleksander Horta e Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas
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29 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Associação Brasileira da Indústria de Café começa a avaliar cafés em cápsulas

Em 2014 apenas oito torrefadoras atuavam com cápsulas no Brasil e hoje são mais de noventa empresas

De AF News Análises

Em 2014 apenas oito torrefadoras atuavam com cápsulas no Brasil e hoje são mais de noventa empresas. A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) lançou, em maio, o programa de certificação para a avaliação do café em cápsula. A metodologia foi desenvolvida durante o ano de 2015, pelo Grupo de Avaliação do Café, do Sindicafé SP, pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos e pelo Lab Carvalhaes e será gerenciada pelo Instituto Totum.

O objetivo é oferecer ao industrial uma avaliação global do seu produto, abrangendo características como a crema — cor, brilho, persistência, consistência —, os atributos da bebida — a exemplo de amargor, adstringência, corpo e sabor — e a sua intensidade — grau de persistência do aftertaste (retrogosto), avaliado em uma escala de 0 a 10 —, além de distinções físicas, como peso do café, ponto de torra, granulometria e espessura da crema, entre outras. No Selo de Certificação Abic para Café em Cápsula recebido vai constar a intensidade da bebida, que poderá ser impressa nas embalagens.

Fonte: Revista Espresso

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24 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Excesso de chuva compromete a qualidade do café produzido em MG

Edição do dia 19/06/2016

19/06/2016 08h05 – Atualizado em 19/06/2016 08h05

Excesso de chuva compromete a qualidade do café produzido em MG

Chuva atingiu o café na fase da colheita do grão.
Previsão é de queda na produção de café de Minas Gerais.

Helen Martins Carmo de Minas, MG

As montanhas de Carmo de Minas, no sul de Minas Gerais, são cobertas de cafezais. A região é famosa pela produção de café fino e está na época da colheita. Mas, no galpão da Cooperativa dos Cafeicultores do Vale do Rio Verde, as sacas prontas para exportação são da safra passada. Quase nada chegou da colheita deste ano. Das 40 mil sacas esperadas nesta época, apenas seis mil estão armazenadas.

“Desde o dia 30 de maio até 9 de junho a gente estava com a colheita paralisada. E isso vai provocar um atraso de 15 a 20 dias na chegada de café”, diz Ralph de Castro Junqueira, presidente da cooperativa.

O atraso foi provocado pelo clima. Os cafezais da região receberam nos primeiros dias de junho o dobro da chuva esperada para todo o mês.

A chuva excessiva chegou na fase da colheita, quando boa parte dos grãos estava vermelhinha, no chamado café cereja. A chuva derrubou exatamente estes grãos. O chão está forrado de grãos que entraram em contato com a terra e fermentaram com a umidade.

A colheita recomeçou com a volta do sol. O agricultor Otaviano Ribeiro Ceglia, dono de uma lavoura de 35 hectares, optou por colher primeiro os grãos que ainda restam no pé. A colheita é chamada de safra zero na região. O funcionário bate nos galhos para retirar os grãos. Depois, a planta será podada e ficará um ano sem produzir. Em 2018, deve voltar com uma carga melhor. Já as plantas mais novas têm a colheita por derriça.

Nos galhos do cafezal da propriedade encontram-se grãos escuros, verdes e os poucos vermelhos já são colhidos murchos, alguns até em processo de fermentação.

“A minha previsão era 1,4 mil sacos. Com essa queda, deve cair uns 20% na quantidade. Mas, na qualidade, vai ser mais de 50%”, diz Ceglia.

Há prejuízo também para o trabalhador, que ganha por quantidade colhida. “Tem muito pouco café. Um pé de café que dava 10 litros de café, se tiver cinco litros no máximo possível de café no pé. O resto está tudo no chão”, diz o trabalhador rural Jerkson da Silva.

Só quando acabar a colheita dos pés será feita a varrição dos grãos que caíram. “Sempre dá café no chão, mas igual esse ano eu ainda não vi”, diz o trabalhador rural Joaquim da Silva.

Todo o café colhido vai para o terreiro para perder umidade e o sol está ajudando. Mas, a maioria dos grãos colhidos até agora tem qualidade média. O que é comprovado na análise feita na cooperativa.

O gerente de qualidade Wellington Pereira compara duas amostras da mesma fazenda. A primeira, colhida antes do período chuvoso, foi bem processada e é mais uniforme. A outra foi prejudicada pela chuva e tem muitos grãos pretos. “Cerca de 30% da colheita da Mantiqueira está no chão e provavelmente os próximos cafés que os produtores vão enviar para a cooperativa estarão com esse padrão de qualidade”, diz.

Mas é no laboratório de qualidade que acontece o teste final, do sabor. “Pode resultar numa fermentação acentuada, numa limitação de açúcar no grão e, possivelmente, um café mais aguado. Isso vai determinar um café de baixa qualidade”, completa Pereira.

A baixa qualidade faz reduzir o valor. O presidente da cooperativa já calcula a queda nos preços. “Um café especial a gente consegue vender até a R$ 1,5 mil a saca de café. Então, o produtor que iria colher um café que poderia estar vendendo a saca por R$ 1,5 mil, vai pegar a saca de café no chão e vender a R$ 350, no máximo, R$ 400 a saca”, diz Junqueira.

Entre as principais regiões produtoras do país só no cerrado mineiro não houve muita perda nas lavouras de café arábica. Já no sul de Minas Gerais e em São Paulo, os prejuízos ainda estão sendo calculados.

Notícia extraída do Portal G1.globo.com

Link Fonte:

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2016/06/excesso-de-chuva-compromete-qualidade-do-cafe-produzido-em-mg.html

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8 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Com oferta menor, indústrias já disputam café

Publicado em 07/06/2016 07:21

Por Mauro Zafalon, coluna Vaivém das Commodities

A indústria nacional de café poderá ter uma “tempestade perfeita” pela frente –período em que as coisas não devem andar muito bem.

As expectativas iniciais eram de uma safra maior de café e de um produto de qualidade. Seca na fase de desenvolvimento das lavouras em algumas regiões e excesso de chuva agora na colheita mudaram o cenário, principalmente para o café conilon.

A safra de café arábica vai superar a do ano passado, mas as chuvas vão provocar uma quebra de qualidade de parte do produto.

Já a produção de café conilon cai pelo segundo ano consecutivo –e com intensidade– nas duas principais regiões produtoras: Espírito Santo e Rondônia.

Com isso, “a indústria já tem problema de abastecimento e há uma disputa interna pelo café”, diz Nathan Herszkowicz, diretor­executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café).

Mas as indústrias não têm pela frente apenas uma redução de safra –o que já eleva os custos–, o desafio será também manter o blend da bebida que os consumidores estão habituados.

Além da qualidade menor da matéria­prima, as indústrias terão de utilizar, neste ano, mais café arábica do que vinham usando nos anos recentes, devido à quebra de safra de conilon.

O resultado final da bebida pode até ser melhor, dependendo da qualidade do arábica, mas as indústrias têm de fazer essa passagem com cuidado para não interferir muito no produto a que os consumidores estão acostumados, de acordo com Herszkowicz.

Estoques baixos, câmbio favorável às exportações e produtor segurando o café nos armazéns à espera de preços melhores provocaram uma alta de 73% nos preços pagos pelas indústrias pelo café conilon nos últimos 12 meses. No caso do arábica, a alta foi de 8% no período.

Em 2015, o café teve alta de 17% nas prateleiras dos supermercados, enquanto neste ano o aumento é de 6%, segundo pesquisas feitas pela associação das indústrias.

Comparando esses valores nos supermercados e o aumento da matéria­prima no campo, Herszkowicz afirma que o setor industrial vai ter de realizar algum repasse nos preços que serão pagos pelos consumidores.

Leia a notícia na íntegra no site Folha de S.Paulo.

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