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29 de setembro de 2021by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

CNA destaca a sustentabilidade do agro brasileiro

O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, foi um dos palestrantes do painel “A evolução da agricultura sustentável no Brasil” realizado durante o 10º Fórum Lide de Agronegócios, ao lado do ex-ministro da Agricultura e indicado ao Prêmio Nobel da Paz 2021, Alysson Paolinelli, do embaixador da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, e do coordenador da Rede Paolinelli, Ivan Wedekin.

“O setor se estruturou por meio da ciência, do crédito rural e da assistência técnica, além do empreendedorismo do produtor rural que desenvolveu regiões e criou a base da competitividade do agro Brasileiro”, afirmou Lucchi.

Ele destacou que, graças à tecnologia, o setor desenvolveu sistemas produtivos sustentáveis, capazes de reduzir as emissões de gases do efeito estudo.

“Precisamos deixar claro o que queremos na COP, que é um mercado de carbono mais aberto e financiamento não só para comando e controle, mas para a ciência com foco na mitigação porque acreditamos que a ciência tem a resposta para isso”.

Bruno Lucchi disse ainda que o setor tem vários desafios para vencer no campo da sustentabilidade como consolidar o Código Florestal, combater o desmatamento ilegal, melhorar a imagem do setor, ter projetos de lei que modernizam a regularização fundiária, além de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e redução da insegurança jurídica.

Ele acrescentou ainda que o ‘pipeline de investimentos’ no setor é verde. “No crédito, cresce o financiamento via títulos verdes e no campo tecnológico, há ampliação do mercado de bioinsumos e ganhos de produtividade devido à conectividade e à irrigação”, disse. “Não escondemos nossos problemas, porém, acreditamos que mais que exaltá-los, precisamos ter ações concretas para saná-los.”

Fonte: CNA
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27 de julho de 2021by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócio

Pesquisadores da EPAMIG e da Embrapa Café orientam cafeicultores sobre o que fazer após as geadas

O material elaborado pelos pesquisadores Vinícius Andrade (Consórcio de Pesquisa Café/EPAMIG), Gladyston Carvalho (EPAMIG), César Botelho (EPAMIG) e André Dominguetti (Embrapa Café) explica porque as geadas ocorrem e traz recomendações para o levantamento dos danos e sobre as ações necessárias no momento e a médio e longo prazo.

Geada atingiu diversos municípios mineiros na última semana – foto: William Siqueira

Introdução

Estamos muito tristes por todos os produtores afetados pela geada. Sabemos o trabalho, dedicação e investimento dispendidos às lavouras para serem perdidos em uma noite. Entretanto, temos uma indústria a “céu aberto” e eventos climáticos ocorrem com determinada frequência e com a geada não é diferente. Nós como agricultores e técnicos devemos minimizar as chances de perdas por meio de técnicas de manejo, gerenciamento técnico e financeiro do negócio. Cada caso deve ser analisado com critério e estar fundamentando em conhecimento científico e empírico, adaptados a cada situação.

Nosso objetivo nesse documento é simular uma conversa com o produtor, pensando como ele, neste momento tão difícil. Basicamente, as perguntas poderiam ser:

  1. O que é a geada e por que ela ocorre?
  2. O que devo fazer?
  3. Como manejar a lavoura após o dano?
  4. Como proceder no médio e longo prazo?
  5. Qual o impacto na cafeicultura do Brasil?

O que é a geada e por que ela ocorre?

A geada é um fenômeno natural que pode ocorrer em frequência variada de acordo com a latitude, altitude e orografia do ambiente de cultivo. As causas, são geralmente, massas de ar polar vindas dos Andes ou do Oceano Atlântico. A ocorrência se dá quando a temperatura é menor que 2ºC no abrigo e -2 a -3ºC na relva. Para o cafeeiro a temperatura letal é menor que -2ºC.

A frequência de ocorrência de geadas é feita analisando-se sua severidade e o número de vezes que o fenômeno foi identificado em uma série histórica. A classificação de severidade é realizada pela temperatura mínima medida nas estações climatológicas. Desde 1890 até hoje, com resultados de estudos feitos nos estados do Paraná e São Paulo, as geadas podem ser classificadas e previstas como:

  • Severíssima – a cada 20-30 anos (última em 1994)
  • Severa – a cada 6-10 anos (danos parciais ou totais)
  • Moderada – a cada 3 anos (áreas mais baixas)

Aparentemente, por meio de dados históricos, a partir de 1970 elas se tornaram mais recorrentes. Publicações indicam que, apesar do aquecimento global previsto na média da temperatura, eventos extremos de clima estão ficando mais frequentes. O ciclo do carbono, na nova era do Antropoceno, pode estar influenciando esses fenômenos por haver indícios de alteração no ciclo de energia do planeta.

O que devo fazer?

Por enquanto nenhuma intervenção deve ser feita na lavoura, principalmente por dois motivos. 1) Ainda vem uma nova onda de frio e o período histórico de ocorrência de geada ainda não terminou, apesar de no mês de agosto a ocorrência ser menor. Podar agora deixa as plantas mais expostas ao esfriamento. 2) Ainda não se sabe a dimensão do dano nas plantas. O ideal é esperar por aproximadamente 30 a 60 dias, após o frio passar e se ter maior certeza de como e onde atuar. Pode-se até esperar as primeiras chuvas e até mesmo a florada para se ter mais certeza do prejuízo na safra de 2022.

O cafeicultor pode aguardar as primeiras chuvas e até mesmo a florada para ter mais certeza de como e onde atuar – Foto Erasmo Pereira

No momento o produtor deve quantificar seus prejuízos para fazer suas contas focando no fluxo de caixa e orçamento para o próximo ano. O levantamento deve conter a área afetada na propriedade e a classificação da intensidade dos danos nas lavouras, pois os danos são variáveis pelos motivos já mencionados. Com o levantamento em mãos o produtor deve readequar seu planejamento agrícola de acordo com o dano provocado pela geada e gastar o mínimo possível nas áreas mais afetadas.

Mesmo não sabendo como irá proceder no momento, com relação à intervenção nas lavouras, as adubações e controles fitossanitários devem ser reduzidos nas áreas com maior redução de safra. Normalmente, será um manejo de lavoura com poda tipo decote ou mais drástica, por recepa ou esqueletamento. O pensamento deve ser, já que vou colher menos, irei gastar menos, desde que a decisão seja tecnicamente analisada para não comprometer a produtividade da lavoura em sua vida útil.

COMO MANEJAR A LAVOURA APÓS O DANO

A decisão é tomada em função da magnitude da morte dos tecidos nos cafeeiros. Quanto maior a quantidade de tecidos mortos mais drástica vai ser a intervenção, que pode chegar até mesmo na substituição das lavouras. Mediante a necessidade de podas a regra é, quanto menos cortar melhor. Com relação à renovação da lavoura, deve-se considerar a mortalidade de plantas, que gerarão o estande produtivo quando a lavoura se recuperar.  

Nas lavouras em formação em que o dano foi severo, causando a morte das plantas por queima das folhagens e ramos ou pela canela de geada, deve-se renovar a lavoura. Caso o dano seja superficial, não afetando o ramo ortotrópico (tronco principal) não é preciso fazer nada. A planta vai brotar e continuar seu desenvolvimento, mesmo que em atraso. Em plantas de 1,5 anos pode ser necessário o decote para retirar a parte queimada. Se o dano no caule foi até mais embaixo, deve-se esperar as novas brotações iniciarem seu estabelecimento, desbrotar e eliminar a parte velha queimada na geada, restaurando uma nova planta.

Com relação às lavouras produtivas deve-se analisar a necessidade de poda, lembrando que quanto menos drástica a poda melhor. Podemos citar algumas situações:

  1. Dano superficial nas bordas de toda a planta – Somente as folhas da extremidade dos ramos foi afetada, permanecendo o interior da planta verde. Ação: Não fazer nada. Provavelmente a parte não afetada produzirá café em 2022.
  2. Dano severo do terço superior do cafeeiro – A geada queimou folhas e ramos apenas da parte superior da planta, “geada de capote”. Ação: Poda por decote, eliminando apenas a parte morta.
  3. Dano severo em grande parte dos ramos plagiotrópicos – Ação: Poda por esqueletamento, cortando no início da porção dos ramos que está viva para eliminar apenas as partes mortas.
  4. Dano severo nos ramos plagiotrópicos e ortotrópico – Planta morta de baixo para cima, tanto nos ramos produtivos como no tronco principal. Ação: Recepa, cortando pouco abaixo do limite de tecidos mortos da planta. Caso haja ramos plagiotrópicos não queimados na parte debaixo da planta eles não precisam ser removidos, fazendo apenas uma retirada da parte queimada.
  5. Morte de plantas – Ação: verificar a proporção de plantas mortas e decidir ou não pela renovação do cafezal. Em plantas adultas esse fenômeno é mais raro de acontecer.

 

Como proceder no médio e longo prazo?

Conforme mencionamos anteriormente, as geadas são um fenômeno frequente e por isso, suas ocorrências, além da tristeza e prejuízos, devem induzir à evolução no processo produtivo. O produtor deve-se perguntar e consultar os técnicos sobre o grau de risco que sua lavoura tem de ser afetada pela geada e pelo frio, que apesar de não queimar as plantas, diminui a produtividade de algumas lavouras. Após essa forte geada de julho de 2021, o produtor tem basicamente duas opções. A primeira é decidir por não cultivar mais café no local afetado. Nos últimos dez ou quinze anos o produtor, em geral, “perdeu o medo” da geada e plantou lavouras em locais de risco. Plantios foram realizados abaixo da linha da geada, que foi estudada e respeitada no passado. Dessa forma a geada nos reforça a necessidade de uma criteriosa escolha da área para o plantio de lavouras de café.

Arborização é alternativa para reduzir impactos do frio e da geada – Foto Erasmo Pereira

A segunda alternativa é que nas áreas mais sujeitas à geada e a temperaturas menores deve-se pensar na arborização das lavouras de forma sistemática por meio do plantio de linhas de cafeeiros intercalados com linhas de árvores. Com a colheita mecanizada, a arborização distribuída por toda a lavoura é dificultada, mas nada impede que em distâncias determinadas conforme o local de plantio e orografia da área, se plante linhas de árvores. Essas árvores ajudarão a proteger as lavouras das geadas por auxiliarem na manutenção da temperatura mais alta em noites de frio, servirão de quebra vento, amenizarão extremos de temperatura alta e insolação, contribuirão para a diversificação biológica, ciclagem de nutrientes, sequestro de carbono, além de poder gerar lucro extra quando manejadas para esse fim pelo plantio de espécies específicas. Além disso, promovem o aumento de produtividade em áreas mais frias, mesmo sem a ocorrência de geada. No Paraná, o uso de feijão guandu ou de tremoço nas entrelinhas já foi usado com sucesso, em lavouras novas plantadas em locais de risco.

 

Outras formas de se diminuir as chances de ocorrência de geada incluem a nutrição adequada da planta. Planta com maiores concentrações de carboidratos e proteínas tendem a suportar melhor o frio. Em último caso, em caráter de emergência, a nebulização se mostrou efetiva na amenização dos efeitos da geada. Em áreas irrigadas os danos podem ser evitados por meio do molhamento antes e no dia do resfriamento. A promoção de vento dentro da lavoura é usada em parreirais na Europa, por exemplo.

Qual o impacto na cafeicultura do brasil?

Ainda é cedo para estimar-se a perda de produção para a safra de 2022 com grau de confiança aceitável. A última safra de bienalidade positiva e com clima favorável nas principais regiões produtoras de Arábica foi em 2020, com produção total de 63 milhões de sacas, sendo 48,7 milhões de Arábica. Em um cenário otimista, antes das geadas de julho de 2021, havia a expectativa de que a safra de 2022 fosse 10% superior à de 2020 (a safra 2020 foi 2,3% acima que a de 2018), teríamos uma produção de 68 milhões de sacas totais e 54 milhões de café Arábica.

Considerando-se que as áreas atingidas pelas geadas foram as demonstradas na tabela 1 e que nessas regiões a perda de produção ocorreu cenários de 10%, 20% e 30% de redução, a produção de café Arábica pode variar de 50 a 43 milhões de sacos de 60 Kg, com reduções de quatro a onze milhões de sacas. É preponderante lembrar que estimativas precisas da área afetada e da magnitude do dano nas lavouras serão realizadas pelos técnicos de instituições públicas, cooperativas e empresas privadas, que por meio de uma criteriosa análise in loco poderão aumentar a chance de acerto. O sensoriamento remoto pode ajudar no fornecimento de informações precisas e com melhor custo-benefício que visitas a campo, além de poder ter uma abrangência geral do estrago nas lavouras de café.

*Estimativa Conab – Acompanhamento da safra brasileira. V.5- Safra 2020- N.6 – Quarto levantamento/ Dezembro de 2020

Independentemente da quantidade de café perdido para 2022, tem-se que ter em mente que a recuperação da capacidade produtiva brasileira nas regiões afetadas pela geada terá início somente a partir de 2024 e deve se estabilizar em 2025 ou 2026. Isso dependerá da quantidade de lavouras em formação que precisarão ser substituídas e da taxa de renovação, uma vez que as mudas disponíveis para esse ano já possuem destino e muitas delas foram afetadas irrecuperavelmente pela geada.

Portanto, o momento é de “curar as feridas da tristeza”, se acalmar, mensurar o dano, o fluxo de caixa (contas a pagar) e planejar-se para as próximas safras, sempre agindo nas análises de curto prazo sem perder o futuro de vista. Algumas lições podem ser enfatizadas para nos forçar a errar menos no futuro, tais como: 1) trabalhar com capital próprio o máximo possível; 2) a geada é fenômeno recorrente e natural na cafeicultura; 3) escolher as áreas de plantio de forma criteriosa; 4) arborizar áreas mais frias da propriedade e com risco de geadas; 5) Estabelecer um porcentual de cada safra para fazer trocas de produtos e outras operações financeiras, deixando a maior parte do café a ser produzido sem comprometimento. As crises nos fortalecem, já diz o ditado popular, “o que não mata engorda”.

Força produtores, não é a primeira crise que passamos na cafeicultura e não vai ser a última. A história mostra que a cafeicultura brasileira “amadureceu” com as crises biológicas, financeiras e sociopolíticas, transformando-se em referência na exportação de cafés, conhecimentos e produtos. Acreditamos na resiliência, inteligência e dedicação dos produtores em superarem-se para vencer esse desafio. A EPAMIG-Embrapa Café estão à disposição dos produtores e da sociedade como um todo.          

Vinícius T. Andrade, Gladyston Rodrigues Carvalho, César Elias Botelho, André D. Ferreira                     

Lavras-MG 

 

 

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20 de julho de 2021by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Gestão da agricultura irrigada é essencial, dizem especialistas em audiência da CDR

Em audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR) nesta segunda-feira (12), representantes do governo e do setor agrícola concordaram quanto ao grande potencial do país para a expansão da área irrigada, que consideram não estar crescendo de forma expressiva em consequência de vários fatores ligados à gestão. A audiência foi conduzida pelo senador Fernando Collor (Pros-AL), presidente da comissão.

Secretário de mobilidade e desenvolvimento regional e urbano do Ministério do Desenvolvimento Regional, Tiago Pontes destacou a importância da irrigação em face do regime hídrico de cada região e lembrou que o país tem 12% das reservas de água doce do mundo e desempenha um papel estratégico na produção e distribuição de alimentos.

— É necessário investir em planejamento, pesquisa, estudos, projetos e infraestrutura. A oportunidade que se apresenta para o futuro deverá ser constituída no presente — disse.

Frederico Cintra Belém, coordenador-geral de irrigação e drenagem do Ministério da Agricultura, detalhou os planos de ação da pasta para expandir a irrigação no país. Belém apresentou dados que apontam um potencial de crescimento da área irrigada para 55 milhões de hectares, mas disse que o incremento anual ainda seja muito pequeno.

— A gente quer, com incentivo nessas ações, pelo menos dobrar esse incremento de área irrigada e, até o fim de 2023, crescer pelo menos 1,2 milhão de hectares.

Salientando que a gestão deve ser melhorada, Belém defendeu as ações já em curso no âmbito do ministério, incluindo incremento do suporte energético para irrigação, como o “destravamento” no licenciamento para barragens e no incentivo ao reuso de água.

Por sua vez, Raimundo Gomes de Matos, diretor de planejamento e articulação de políticas da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), pediu atenção do Congresso ao projeto do Plano Nacional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), atualmente em tramitação na Câmara dos Deputados (PL 6.163/2019), que tem a segurança hídrica como um de seus eixos. Em seu entendimento, a irrigação depende de fatores como investimento em novas tecnologias de eletrificação, normatização de legislação da outorga, e melhor gerenciamento da transposição das águas do Rio São Francisco.

— É preciso também o Congresso Nacional ter um protagonismo nesse sentido para darmos segurança jurídica e tranquilizarmos os gestores — declarou.

Já Jordana Gabriel Sara Girardello, assessora técnica da comissão de irrigação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cobrou políticas públicas para remover “entraves à irrigação”. Ela afirmou o índice de desenvolvimento humano aumentou em 47% na região de Petrolina (PE) desde a implantação da agricultura irrigada. E disse que o sistema irrigado é importante para culturas como a do café.

— O déficit hídrico no café produz grãos menores e com nível de defeito maior. Então, o café, além de ter mais produtividade com a irrigação, também melhora a qualidade do grão produzido — disse.

Segundo Jordana Girardello, o volume de irrigação no Brasil corresponde a apenas 0,6% da água disponível, mas falta gestão da disponibilidade de recursos em face da demanda hídrica. Ela também mostrou preocupação com a atual crise hídrica e energética, pelos impactos desfavoráveis à irrigação.

Prefeito de Pão de Açúcar (AL) e ex-secretário de Agricultura de Alagoas, Jorge Dantas se declarou favorável à transposição do Rio São Francisco, mas disse que seu município “andou na contramão da História”, por efeito das intervenções que privilegiaram a geração de energia elétrica e prejudicaram a produção agropecuária, até então dependente da sazonalidade do rio. As medidas compensatórias prometidas pela Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf), segundo ele, não foram implementadas ou foram insuficientes.

— É preciso trabalhar não apenas a água para irrigação, mas também para socorrer os pequenos agricultores.

Jorge Dantas cobrou planejamento e continuidade: ele criticou a sucessão de programas de irrigação que acabam sendo interrompidos na mudança de governos. Em resposta, Frederico Cintra Belém defendeu os projetos em curso, que, segundo ele, evidenciam a maior capacidade do governo de executar de política de irrigação e consolidam o tratamento da questão dentro de um programa de Estado

— O governo federal tem consciência do que atrapalha a agricultura irrigada e vem traçando ações que foram efetivas desde 2019.

Na abertura, Collor citou estatística da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para ressaltar que as áreas irrigadas correspondem a menos de 20% da área total cultivada, mas produzem mais de 40% dos alimentos, e ressaltou o “papel central” do Estado na extensão dos benefícios da irrigação, especialmente em benefício do pequeno agricultor.

— Para este, a água é sinônimo de sobrevivência, garante dignidade no campo, contrapõe-se ao esvaziamento das áreas rurais — definiu.

Fonte: Agência Senado
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19 de maio de 2021by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

Com agricultura de precisão, produtores rurais alcançam até 29% de aumento na produtividade

Com a tecnologia, gastos com insumos reduzem em média 23%, tornando a produção mais sustentável e rentável.

Com a utilização da agricultura de precisão, o produtor rural, seja pequeno, médio ou grande, consegue ter um aumento de até 29% na produtividade e uma redução média de 23% nos gastos com insumos. Além desses benefícios, a produção passa a ser mais sustentável a partir do uso racional de fertilizantes e produtos fitossanitários. Esse é o tema da matéria de #MercadoAgropecuário desta segunda-feira (17).

Estas vantagens são comprovadas em estudos científicos e práticos, conforme levantamento realizado pelo Departamento Técnico do Sistema Famasul. Os dados mostram que, dependendo do nível tecnológico da propriedade antes da implantação da agricultura de precisão, o aumento de produtividade pode chegar a até 29%, com uma economia média de 23% no uso de insumos.

Diversas ações realizadas pelo produtor rural podem ser caracterizadas como utilização de tecnologias. Do plantio, passando pelo monitoramento de insetos e plantas daninhas, aplicação de defensivos, até a colheita, é possível observar a tecnificação no campo.

A atividade gera economia de insumos, como fertilizantes e corretivos agrícolas, e aumento da produtividade devido à otimização dos recursos do solo e sustentabilidade da terra em longo prazo, utilizando de forma racional.

O programa SIGA/MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), realizado em parceria pela Aprosoja/MS, Famasul e o Governo do Estado, indica que os produtores rurais de Mato Grosso do Sul vêm colocando em prática cada dia mais o uso dessas ferramentas tecnológicas nas propriedades.

Nas visitas realizadas pelos técnicos de campo do programa foi questionado quanto à utilização de softwares de agricultura de precisão. Dos 1,2 mil produtores entrevistados, 65,6% relataram que fazem uso desse tipo de tecnologia, sendo que a maioria a utiliza nas operações de fertilidade, plantio e aplicação.

Fonte: Famasul
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17 de novembro de 2020by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Valor da Produção Agropecuária de 2020 é estimado em R$ 848,6 bilhões

A poucas semanas para o fim do ano, o Valor Bruto da Produção Agropecuária (VBP) de 2020 está estimado em R$ 848,6 bilhões, alta de 13,14% em relação ao ano anterior.  Desse valor, R$ 572,27 bilhões referem-se às lavouras e R$ 276,32 bilhões à pecuária. As lavouras tiveram um aumento real de 16,9% e a pecuária, 6,1%, em relação a 2019.

A projeção, com base nos dados de outubro, é resultado dos preços agrícolas pagos ao produtor e das exportações. A maior parte dos produtos analisados apresentou aumento de preços, entre eles cacau (9,5%), café arábica (14,2%), feijão (17,2%), milho (17,6%), soja (26,4%), trigo (21,0%), maçã (20,6%), carne bovina (17,7%), carne suína (12,8%), ovos (8,3%) e arroz (22,3%). 

Esses produtos, em razão dos preços e das quantidades produzidas no ano, foram os que apresentaram o melhor desempenho. Porém, a soja é o produto de maior destaque, com VBP estimado de R$ 223,2 bilhões, representando 26,3% do valor total do ano.

Além disso, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam estoques reduzidos para vários produtos, o que mostra que as vendas no mercado interno e para fora do país estão aquecidas.

Vários produtos apresentam recorde de faturamento em 2020, como milho, soja, carne bovina e carne suína. “O comportamento dessas atividades resultaram em valor expressivo para o VBP neste ano”, avalia José Garcia Gasques, coordenador-geral de Avaliação de Política e Informação da Secretaria de Política Agrícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Um grupo reduzido apresentou desempenho baixo (banana, batata-inglesa, tomate, uva e carne de frango).

VBP Regional

Em relação aos estados, cinco lideram o ranking: Mato Grosso (18,4%), Paraná (12,9%), São Paulo (12%), Minas Gerais (10,7%) e Rio Grande do Sul (8,1%).

Projeção para 2021

As primeiras estimativas do VBP para 2021 indicam um cenário otimista. O VBP projetado é de R$ 949,22 bilhões, 11,9% acima do observado neste ano (R$ 848,6 bilhões). “Há boas perspectivas para soja, cuja previsão do VBP é de R$ 300 bilhões, contra R$ 223,2 bilhões neste ano. Também há resultados melhores para arroz e carnes”, diz o coordenador da pesquisa.

O VBP mostra a evolução do desempenho das lavouras e da pecuária ao longo do ano e corresponde ao faturamento bruto dentro do estabelecimento. É calculado com base na produção da safra agrícola e da pecuária e nos preços recebidos pelos produtores nas principais praças do país.

 
Fonte: MAPA
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29 de outubro de 2020by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagropecuariapecuárias

Agropecuária cresce 1,9% no primeiro trimestre, diz IBGE

Setor foi o único com crescimento durante a pandemia, de acordo com relatório divulgado


Resultado positivo foi puxado pelo bom desempenho da safra, como a da soja, no primeiro trimestre do ano – Foto: MAPA


A agropecuária apresentou crescimento de 1,9% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano anterior, conforme dados divulgados na sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do País. Em comparação ao quarto trimestre de 2019, o setor apresentou crescimento de 0,6% e foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

“Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre, como a soja, e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida vis-à-vis a área plantada”, diz o IBGE. O PIB do País teve contração de 1,5% nos primeiros três meses do ano no comparativo com o quarto trimestre do ano passado.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem destacado as ações adotadas pelo Mapa e demais órgãos do Governo Federal para garantir o abastecimento interno de alimentos, as exportações dos produtos agropecuários e o funcionamento sem interrupção da cadeia produtiva do agro durante a pandemia.

“Temos tido sucesso com isso porque, além da grande safra que foi colhida neste verão, temos tido a logística absolutamente normalizada. Portanto, além do abastecimento dos 212 milhões de brasileiros, também temos conseguido cumprir a nossa missão de provedores de alimentos do mundo”, disse a ministra, ao participar de balanço das ações de combate aos impactos do coronavírus no dia 26 de maio, no Palácio do Planalto.

O Governo Federal tem atuado ainda na abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro. Desde janeiro de 2019, foram mais de 60 mercados abertos para os mais diversos produtos, como castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético. As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês.

Soja e arroz

O crescimento registrado pela agropecuária pode ser atribuído a vários fatores. “O primeiro é o desempenho das lavouras e da pecuária, que têm obtido crescimento excepcional neste ano. O IBGE destaca o desempenho da produção de soja e do arroz, que têm apresentado elevado crescimento da produção. A produtividade foi também um fator relevante nesses resultados. Os resultados da Balança Comercial, publicados pelo Mapa, em maio, mostraram que as vendas externas da agropecuária tiveram um crescimento de 17,5% pela média diária nos quatro primeiros meses do ano, comparando com igual período do ano anterior. Esse foi outro fator que impulsionou o crescimento”, analisa José Garcia Gasques, coordenador geral de Avaliação de Políticas da Informação do Mapa.

De acordo com coordenador, o crescimento do PIB agropecuário refletiu-se também sobre o saldo líquido de empregos formais gerados neste ano. As estatísticas do Caged mostram que houve um saldo (admissões menos desligamentos) de 10.032 contratações.

Alta em 2020

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o PIB do setor agropecuário brasileiro deve ter alta de 2,5% em 2020. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. Levando em conta a safra de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a taxa deve chegar a 2,3%. Mesmo em um cenário com maior risco de impacto da Covid-19 na demanda por produtos agropecuários, os pesquisadores projetam aumento, em ritmo menor, de 1,3%.

Para a safra 2019/20, a estimativa para a produção de grãos é de 250,9 milhões de toneladas, volume 3,6% (8,8 milhões de toneladas) superior ao colhido em 2018/19, de acordo com o 8º Levantamento da Safra 2019/20 divulgado no último dia 12, pela Conab.

Com informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

 
Tags: PIB#AgriculturaMinistério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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20 de abril de 2020by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Produção agrícola deve garantir alento para a economia brasileira em 2020

O campo deve produzir 250 milhões de toneladas de produtos, e a maior parte já está vendida.

Por Jornal Nacional

17/04/2020 23h03  Atualizado há 2 dias

 
 
Produção agrícola deve garantir alento para a economia brasileira em 2020

Produção agrícola deve garantir alento para a economia brasileira em 2020

A produção agrícola deve garantir um alento para a economia brasileira em 2020 e evitar uma queda ainda maior do produto interno bruto por causa da pandemia do novo coronavírus. O campo deve produzir 250 milhões de toneladas.

O milho plantado pelo agricultor Luiz Carlos Nardi, em Mato Grosso, só vai começar a ser colhido em maio. Mesmo assim, mais da metade da produção já foi vendida. “Eu tenho em torno de 60% já comercializado dessa safra que eu vou colher. Já tem alguma coisa comprometida para 2021 em termos de troca de produto. Eu entrego milhos, para receber fertilizante, para plantar a próxima safra”, contou.

A venda antecipada deu segurança ao setor, que projeta altas para 2020 mesmo com a pandemia do novo coronavírus. Segundo o último levantamento da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento, a produção de milho deve subir, chegando a quase 102 milhões de toneladas.

O volume de soja deve ficar praticamente estável, com 122 milhões de toneladas. Já a expectativa para o algodão é de produção recorde, estimada em 2,88 milhões toneladas da pluma. A previsão da Conab é que o Brasil exporte 113 milhões toneladas de grãos em 2020.

Daniel Latorraca, especialista de mercado e superintendente do Instituto Mato-grossense de Agropecuária, explica que os estoques de alimento no mundo já estavam baixos e que a situação ficou pior com o avanço da pandemia.

 

“A prioridade dos governos nacionais, no mundo todo, é saúde e alimentação. Então, como é um bem essencial, é basicamente uma busca incessante dos alimentos que tem. A gente tem poucos estoques, então o que vai acontecer é que o preço sobe um pouco mais”, explicou.

João Birkhan, consultor de grãos, afirma que o aumento da venda de grãos vai ajudar a manter os empregos em outros setores da economia num momento tão difícil.

“Esse pessoal todo que atende com exclusividade o campo também terá a sua atividade preservada, seus empregos, sem problema nenhum. Já aqueles que atendem parcialmente o campo já vai ajudar, porque não vai haver o desemprego total. Vamos pegar assim um exemplo de uma fábrica que produz caminhões: ela não produz caminhões só para o agro, produz para todas as atividades brasileiras. Mas essa atividade do agro vai garantir uma boa parte dos empregos nesse segmento”, avaliou.

Um dos desafios dos produtores é manter o vírus longe. Por isso, a rotina em muitos lugares já mudou. Todos que chegam às fazendas têm que passar por barreiras. É preciso higienizar as mãos. Também é feita a medição da temperatura, sempre mantendo a distância de segurança e depois disso, se tudo estiver ok, aí sim, é permitido entrar. Tudo isso é para garantir a segurança dos funcionários que estão trabalhando.

Na região, são feitos dez carregamentos por dia. Cinco carretas entram na fazenda para embarcar a soja e a outra metade aguarda do lado de fora. “Nós estamos carregando dez caminhões por dia, sendo que, no ano passado, nós carregávamos 30 por dia. Então caiu para dez”, explicou Fernando Souza, gerente da fazenda.

Veja matéria completa com vídeo na página do G1.

Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/04/17/producao-agricola-deve-garantir-alento-para-a-economia-brasileira-em-2020.ghtml

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23 de outubro de 2019by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Câmara do Agro 4.0 fará primeira reunião durante Semana de Ciência e Tecnologia

Criada em agosto, Câmara tem objetivo de ampliar conectividade no campo e capacitar produtores rurais para utilização de novas tecnologias

A Câmara do Agro 4.0 fará sua primeira reunião nesta terça-feira (22) durante a programação da 16ª Semana Nacional de Ciência e Tecnologia. A Câmara foi criada em agosto quando foi firmado um acordo de cooperação técnica entre os Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

O objetivo da Câmara do Agro 4.0 é implementar ações destinadas à expansão da internet no meio rural, ao aumento da produtividade no campo, e à difusão de novas tecnologias e serviços inovadores, principalmente nas pequenas e médias propriedades rurais. O grupo também pretende estimular a capacitação profissional dos produtores rurais para manipular as novas tecnologias no mundo agro.

O coordenador de agricultura digital e de precisão do Mapa, Fabrício Juntolli, destacou que a Câmara do Agro 4.0 tem participação ampla da iniciativa privada, academia, institutos de ciência e tecnologia e demais atores relevantes do ecossistema de inovação no contexto do agronegócio nacional.

“O objetivo é aproximar os membros, elencar e discutir temas prioritários, buscar sinergias, alinhar ações, articular ações ao agronegócio frente aos novos desafios da globalização”, comentou Juntolli.

Na primeira reunião, será apresentado o estudo feito pela ESALQ/Usp para mapear a situação da conectividade no Brasil. Os resultados preliminares mostram que menos de 4% do território nacional é conectado à internet e que há uma demanda por pelo menos 5.600 antenas para melhorar a oferta de banda larga no país.

Os secretários de Inovação, Desenvolvimento Rural e Irrigação do Mapa, Fernando Camargo, e de Empreendedorismo e Inovação do (MCTIC), Paulo César Rezende de Carvalho Alvim participarão da abertura da reunião.

No período da tarde, haverá reunião dos quatro grupos de trabalho da Câmara: Desenvolvimento, Tecnologia e Inovação; Cadeias Produtivas e Desenvolvimento de Fornecedores; Conectividade no Campo e Desenvolvimento Profissional.

Serviço:

Reunião da Câmara do Agro 4.0
Local: Auditório no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, Brasília-DF.
Data: 22/10/2019 (terça-feira)
Hora: 10h às 17h

Fonte: Mapa
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5 de julho de 2019by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócio

“Agora o jogo é pra valer com um dos maiores mercados do mundo”, afirma secr. de Agricultura, após acordo entre Mercosul e UE

Para Gustavo Junqueira, há anos sem grandes acordos, o país estava se isolando dos principais importadores.

Após 20 anos de negociações, o Brasil se abre para o mundo com um acordo bilateral de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia e São Paulo está pronto para atender essa nova oportunidade. Os Ministros da Agricultura, Tereza Cristina, das Relações Exteriores, Ernesto Araújo e Paulo Guedes, da Economia, conseguiram, por competência técnica, por um fim ao impasse comercial após mais de duas décadas de negociações. Com isso, pela primeira vez o Mercosul celebra um acordo com um parceiro desenvolvido e de grande peso internacional. A importância vai além do intercâmbio entre os dois blocos e da formação de um mercado potencial de milhões de pessoas.

O fato é que agora o Brasil terá acesso a um dos maiores mercados do mundo, avalia o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Gustavo Junqueira. “Nós estamos falando aqui de um mercado de 500 milhões de habitantes. Essa é a população do mercado comum europeu. Pessoas que têm uma renda per capita de aproximadamente 34 mil dólares por ano, ou seja, uma das maiores do mundo. E isso representa, em termos de importações mundiais, quase 20%. O acordo traz um novo, enorme e potente cliente para o Brasil. E o Brasil sendo o gigante que é na produção agropecuária, com certeza ganhará grande vetor de crescimento no setor agro. É uma boa notícia para o Brasil e uma boa notícia para São Paulo”, afirma.

O acordo prevê que, em até 10 anos, 90% dos produtos exportados pelo Brasil entrarão no bloco com tarifa zero. Hoje, somente 24% das mercadorias enviadas tem alíquota zero. Estamos falando em mais de 60% de mercado que se abre em um leque inestimável de ganhos para o país e para os produtores rurais, que terão mais espaço para explorar a partir de agora. O tratado permitirá ao Brasil que, em 15 anos, as exportações para o bloco aumentem em 100 bilhões de reais.

A eliminação de tarifas favorece os produtos brasileiros que já têm vantagem competitiva no mercado mundial como suco de laranja, frutas e café solúvel, com aumento para peixes, crustáceos, óleos vegetais, além de cotas de exportação para carnes, açúcar e etanol, o que anima o mercado. O acordo possibilita ganhar mercado na União Europeia e como estabelecer novas estratégias de acesso ao bloco. O tratado abrange um mercado de 780 milhões de pessoas e cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Para o secretário Gustavo Junqueira, o acordo também vai aquecer o mercado interno. “Por um lado, o acordo vai aumentar a exportação, mas por outro vai também trazer competição para o mercado interno para que os nossos produtores e os nossos empresários invistam em mais tecnologia e sofistiquem seus produtos porque os nossos consumidores terão acesso também a produtos onde eles poderão comparar preço e qualidade. Agora o jogo é pra valer!”

As empresas terão de se tornar mais produtivas e inovadoras, isso porque do outro lado estarão produtores modernos e com mão de obra qualificada, com tributos mais funcionais, maior segurança jurídica e maior visibilidade para planejar. “Vamos trabalhar em políticas públicas para fortalecer o desenvolvimento de toda a cadeia, desde a pesquisa até a extensão rural para que nossos agricultores estejam preparados para esse novo mercado”, explica Gustavo Junqueira.

A indústria de alimentos também será impactada pela medida, afirma Gustavo Junqueira. “Mais de 70% de tudo que é produzido nas propriedades rurais do Estado de São Paulo são convertidos em alimentos pela indústria”.

O acerto também vai reconhecer como singularidades do Brasil produtos como cachaças, queijos e vinhos. Abrindo ainda mais possibilidades para produtores já premiados mundialmente de diversas regiões do nosso estado. “A questão de denominação de origem, ou seja, a identificação geográfica de áreas como o café da Alta Mogiana, o queijo de Pardinho ou a cachaça de várias regiões é fundamental. Se não, você faz todo o esforço de promoção desse produto, ocupando o espaço que lhe é devido, mas não consegue o reconhecimento justo”, completa Junqueira.

O acordo, que entra em vigor em 1 ou 3 anos, só passa a valer depois que o Parlamento da União Europeia e o Congresso dos quatro países sul americano aprovarem o texto.

Fonte: Sec. Agricultura de SP
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14 de junho de 2019by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

BASF compartilha conhecimentos sobre Agricultura 4.0 durante a Digital Agro 2019

Programa AgroStart é a plataforma de inovação da BASF para América Latina

Inteligência artificial, sensores e coleta de dados fazem parte da Agricultura 4.0. O conceito é colocado em prática no Programa AgroStart, da BASF, que realiza aceleração de startups e promove um ecossistema de interação entre grandes empresas e empreendedores. Estas iniciativas serão apresentadas durante a Digital Agro 2019, de 11 a 13 de junho.

Pelo terceiro ano consecutivo, a BASF participa da Digital Agro promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial em Carambeí, PR. Nesta edição, duas startups que participam do AgroStart estarão no estande da BASF: uma que atua com pulverização com drone e a outra de monitoramento digital das lavouras com inteligência artificial.

A BASF vai compartilhar as suas iniciativas de sucesso com o Programa AgroStart. Desde 2016, mais de 400 startups da América Latina já se inscreveram no programa e dez foram ou estão sendo aceleradas.

A Agricultura 4.0 traz o desafio de integrar as tecnologias disponíveis. “Nós queremos estar cada vez mais próximos dos empreendedores, incentivando aqueles que desejam investir na cadeia agrícola, oferecendo soluções inovadoras para todo o agronegócio”, afirma Eduardo Menezes, gerente de Produto Digital da BASF.

Uma das mais recentes iniciativas da área de Agricultura Digital da BASF é o Ecossistema AgroStart, com parcerias de grandes empresas de diversos segmentos, como a Bosch e a Samsung. As empresas contribuem com conhecimento técnico e infraestrutura para o desenvolvimento das startups.

“O objetivo é oferecer experiências, ferramentas e visibilidade aos empreendedores que buscam criar soluções que contribuem para a longevidade e a produtividade dos cultivos”, finaliza Menezes, que será um dos palestrantes do evento, com o tema: Agricultura 4.0 e inovações digitais no agro.

Sobre Digital Agro Frísia

Onde: Parque Histórico de Carambeí – PR

Data: 11 a 13 de junho de 2019

Site: www.digitalagro.com.br

Palestra BASF: Agricultura 4.0 e inovações digitais no agro

Dia: 12 de junho

Hora: 11h30

Local: Mini Auditório 1

Palestrante: Eduardo Menezes, gerente de Produto Digital da BASF

Fonte: BASF

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