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8 de maio de 2018by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agrônomo de 104 anos prevê robotização da agricultura

“Vejo o futuro da agricultura na robotização. As máquinas vão fazer o trabalho e o produtor, diante de uma tela em sua casa ou no escritório vai saber tudo que está acontecendo no campo.” A frase não é nova, mas surpreende por sua autoria. Ela é do engenheiro agrônomo Fernando Penteado Cardoso, de quase 104 anos, que visitou a Agrishow nesta quarta-feira (2 de maio). Ele acompanha a feira de Ribeirão desde a fundação em 1994, quando fez um dos discursos na abertura.

“Vim a Agrishow neste ano rever os amigos e ver algumas tecnologias que podem ser aplicáveis na minha fazenda de cana de 300 hectares”, diz o premiado agrônomo, formado na primeira turma da Esalq/USP e fundador da empresa de fertilizantes Manah.

Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural.

 

Fonte: Globo Rural
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27 de abril de 2018by Assessoria de Comunicaçãoclima

Inmet esclarece boatos sobre inverno de 2018 ser o mais rigoroso em 100 anos

Circularam nos últimos dias informações de que o inverno no Brasil neste ano seria o mais frio dos últimos 100 anos. O Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), instituição oficialmente responsável pelas informações meteorológicas e climatológicas do país, no entanto, esclarece que essas notícias não passam de boatos.

Informações disponíveis sobre a próxima estação, inclusive, não mostram anomalias. “Comunicamos que a grande maioria dos modelos de previsão de temperaturas para o inverno de 2018 indicam que teremos condições dentro da normalidade, com algumas ondas de frio que devem atingir até a parte sul da Região Norte do Brasil”, disse o Inmet em nota.

O órgão aponta ainda que a informação divulgada, principalmente, através das redes sociais “não possui qualquer fundamento técnico/científico, nenhuma base de estudo de pesquisa climatológica ou de previsão climática”. O Inmet tem um amplo banco de registro histórico climatológico e traz os invernos mais severos  que atingiram as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte:

18 DE JULHO DE 1975 (A MAIS INTENSA: -10,0°C, em Guarapuava/PR),

31 DE MAIO DE 1979 (-0,7°C, em Orleans/SC),

21 DE JULHO DE 1981 (-8,4ºC, em Maria da Fé/MG),

JULHO DE 1985 (-4,8ºC, dia 11/07, em Campos Novos/SC),

26 DE JUNHO DE 1994 a 10 DE JULHO DE 1994 (-6,2ºC, dia 26/06, em Bom Jesus/RS),

JULHO DE 1999 (-1,5ºC, dias 05/07 e 31/07, em Bom Jesus/RS),

JULHO DE 2000 (-9,0ºC, dia 14/07, em São Joaquim/SC) e

JULHO DE 2017 (-4,0ºC, dia 19/07, em Irati/PR).

Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas
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27 de abril de 2018by Assessoria de Comunicaçãocafé

Produtores preparam lavouras visando o início da colheita do café no Sul de Minas

Arruação é utilizada para limpar a plantação no período que antecede a colheita.

Com a aproximação da coleta da safra 2018, proprietários de fazendas de café se preparam para o início da colheita que acontece em maio. Nesta época, as plantações são limpas e todo entulho acumulado no terreno é retirado para que os grãos não sejam perdidos ao caírem no chão durante a colheita. Na pré-colheita, os produtores deixam a rua limpa para passagem da máquina, dos lavradores e para valorizar os grãos.

Segundo o Engenheiro Agrônomo da Cooperativa Agrária de Machado (Coopama), José Pinheiro Lourenço, o manejo bem feito pode ajudar, e muito, na hora da panha do café. “A arruação é a prática de retirar da copa do cafeeiro todas as impurezas que foram acumuladas após a última safra. Normalmente esses resíduos são torrões, folhas velhas, restos de ramos provenientes de podas e desbrotas, plantas daninhas vivas e as de capinas anteriores, as pequenas mudas de café chamadas orelhas de onça e principalmente os frutos residuais da safra anterior”.

Veja a notícia na íntegra no site do G1.

 

Fonte: G1
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13 de abril de 2018by Assessoria de Comunicaçãocafé

Brasil exporta 30,6 milhões de sacas de café no período de abril de 2017 a março de 2018 e arrecada US$ 5 bilhões de receita

Cafés diferenciados no primeiro trimestre de 2018 atingiram 1,39 milhões de sacas e 21,6% da receita cambial do total das exportações do produto

Exportações dos Cafés do Brasil nos últimos doze meses, no período de abril de 2017 a março de 2018, atingiram volume equivalente a 30,58 milhões de sacas e arrecadaram US$ 5,050 bilhões de receita cambial ao preço médio de US$ 165,07 a saca de 60kg. Desse volume, 27,14 milhões de sacas foram de café verde (26,79 milhões de café arábica e 345,32 mil de café robusta), 3,44 milhões de café industrializado (3,42 milhões de café solúvel e 21,33 mil de café torrado e moído).

Especificamente em relação ao mês de março deste ano de 2018, o País exportou um volume equivalente a 2,52 milhões sacas de 60kg, com  receita  cambial  de  US$  396,2  milhões. Tal volume de café exportado, se comparado com o mesmo mês do ano passado, teve uma queda de 11%, a despeito de ter apresentado um ligeiro crescimento de 1%, se comparado com fevereiro deste ano. Quanto às variedades embarcadas neste mês em destaque, o café arábica representou 84,5% do volume total de exportações (2,13 milhões de sacas), seguido pelo café solúvel,  com  13%  (327,42 mil  sacas),  e café robusta,  com  2,5%  (62,80 mil  sacas).  Entretanto merece destaque o fato de a exportação de café robusta ter obtido um expressivo crescimento de 204,5% em relação a março de 2017, e, também, um aumento de 133% em relação a fevereiro deste ano.

Com esses dados da performance das exportações dos Café do Brasil merece também registrar que, no acumulado no primeiro trimestre deste ano, o Brasil registrou um volume total de 7,73 milhões de sacas de 60kg exportadas, número que representa uma pequena queda de 4,1% na comparação com o mesmo período do ano passado e, além disso, uma receita cambial que também teve um declínio e alcançou em torno de US$ 1,23 bilhão.

Esses dados e números em destaque, que ora são objeto desta análise do desempenho das exportações dos Cafés do Brasil, no primeiro trimestre de 2018, foram extraídos do Relatório Mensal março 2018, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, o qual está disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café. Além desses destaques, o Relatório traz ainda vários outros dados importantes para o setor, como informações e análises, gráficos estatísticos, principais portos de exportação e países de destino, entre outros, que merecem ser conferidos pelos diversos segmentos que têm interesse no setor cafeeiro nacional.

Conforme ainda o Relatório do Cecafé, as exportações dos cafés diferenciados, no mesmo período objeto desta análise, atingiram o volume de 1,39 milhões de sacas, alcançando uma participação de 18% do total do café exportado e, ainda, 21,6% da receita cambial obtida. Em relação ao mesmo período do ano passado, as exportações desse tipo de café representaram um crescimento de 24,2%. E os seis principais destinos desse tipo de café foram: EUA, responsável por 24,6% (343,17 mil sacas); Alemanha, com 14,1% (196,22 mil sacas), Bélgica, 12,1% (169,11 sacas); Japão com 9,3% (129,85 mil sacas); Itália, com 6,2% (86,70 mil sacas); Reino Unido (85,86 mil sacas) com 6,2%. Para o Cecafe, cafés diferenciados são os que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis.

Por fim, recomendamos que acessem o site do Observatório do Café para ler na íntegra o Relatório mensal março 2018 pelo link:http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/informe_estatistico/CECAFE_Relatorio_Mensal_Marco_2018.pdf

Fonte: Embrapa Café
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23 de março de 2018by Assessoria de Comunicaçãocafé

Cafés do Brasil são exportados para 99 países e geram receita cambial de US$ 808 milhões no primeiro bimestre de 2018

Alemanha e EUA lideram a compra dos Cafés do Brasil com 18,5% e 17,2% do volume exportado

Cafés do Brasil foram exportados para 99 países nos dois primeiros meses deste ano de 2018, volume que atingiu o equivalente a 5,040 milhões de sacas de 60kg, o que representa uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, a receita cambial também teve um ligeiro declínio e alcançou quase US$ 808 milhões. Somente no mês de fevereiro foram exportadas 2,355 milhões de sacas que obtiveram receita cambial um pouco superior a US$ 377 milhões e preço médio da saca a US$ 160,14.

No ranking dos cinco principais países importadores de Cafés do Brasil, no primeiro bimestre deste ano de 2018, figuram em primeiro e segundo lugares, respectivamente, a Alemanha e os EUA, com 18,5% (933,60 mil sacas) e 17,2% (866,29 mil sacas). A Itália, em terceiro, com 11,2% do volume exportado (562,36 mil sacas), na sequência, em quarto lugar, desponta o Japão, com 8,3% (419,67 mil sacas) e, por fim, em quinto, a Bélgica, com 6% (303,29 mil sacas). Entretanto, se comparadas às exportações totais de café no mês de fevereiro de 2017 (2,590 milhões de sacas) com fevereiro de 2018 (2,355 milhões), verifica-se que houve um recuo de 9,1%.

No contexto das exportações do mês de fevereiro deste ano, objeto desta análise, verifica-se que o tipo de café mais embarcado foi o arábica, cujo volume representou 89,1% do total remetido ao exterior (2,099 milhões de sacas), seguido pelo solúvel – com 10% (236,34 mil sacas), e o robusta, com 0,9% (20,10 mil sacas).  Com essa performance, nota-se que fevereiro teve um tímido crescimento nas exportações de cafés robusta e, em contrapartida, uma certa recuperação nas exportações de cafés diferenciados, os quais atingiram 942,32 mil sacas, ou seja, houve um crescimento de 25% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os cafés diferenciados são os que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis e incluem os cafés especiais.

Esses dados e números da performance das exportações dos Cafés do Brasil, nos dois primeiros meses de 2018, fazem parte do Relatório mensal fevereiro 2018, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, o qual está disponível na íntegra no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café coordenado pela Embrapa Café. Além dos destaques objeto desta análise, o Relatório traz ainda vários outros dados, informações e análises, gráficos estatísticos sobre as exportações brasileiras de café que merecem ser conferidos pelos diversos segmentos que têm interesse no setor cafeeiro nacional.

Dentre essas informações e análises, merece também destaque o artigo publicado no Relatório mensal fevereiro 2018 do Cecafé intitulado ‘Código Florestal: Constitucionalidade mantida’, do qual extraímos alguns trechos: “A aprovação do Novo Código Florestal, em 2012, deu ao país um marco legal para a proteção da vegetação nativa (…) com a definição de regras para a regularização das propriedades rurais neste quesito. O Código trouxe, entre diversas disposições, o CAR, Cadastro Ambiental Rural; e o PRA, Programa de Regularização Ambiental. A junção de todos os cadastros (…) tem demonstrado a fotografia do uso e ocupação das terras, e a sustentabilidade do setor, por meio dos expressivos ganhos de produtividade nas últimas décadas, com a manutenção de vegetação nativa   protegida dentro das propriedades rurais”. Conforme o artigo, “(…) 91% dos produtores cadastrados no CAR possuem menos de quatro módulos fiscais e, juntos, ocupam 11% do território nacional (…)”. Por fim, conclui o artigo que “Com a constitucionalidade do Código Florestal, a sociedade e os poderes constituídos demonstram um melhor conhecimento das competências e de sua responsabilidade socioambiental do setor agropecuário brasileiro.  A relevância social da cafeicultura nacional, pois 85% dos mais de 300 mil produtores são de pequeno porte, e os elevados índices de proteção ambiental nas regiões produtivas, demonstram a sustentabilidade da atividade. Dessa forma, a decisão do STF foi de fundamental importância para o Brasil, líder absoluto no mercado global de café”.

Fonte: Embrapa Café
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22 de março de 2018by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Resistência à seca: alternativa da biotecnologia para preservação da água

Possibilitar aos agricultores acesso às tecnologias permite o uso mais eficaz da água disponível

Dia 22 de março é o Dia Mundial da Água. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para estimular a reflexão sobre a importância da preservação desse recurso natural que é sinônimo de vida. Nesse sentido, a biotecnologia é uma ferramenta estratégica para promover uso mais eficaz da água disponível, especialmente na agricultura. Sementes com resistência à seca são inovações que podem nos ajudar a produzir alimentos de maneira cada vez mais sustentável.

Com o aquecimento global, a escassez de água torna-se uma preocupação ainda maior, pois são esperados períodos de seca mais intensos e duradouros. Áreas da biotecnologia tem se dedicado ao desenvolvimento de plantas resistentes a estresses abióticos, como a salinidade e a seca. A relevância do tema tem mobilizado diversos cientistas pelo mundo. O Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB) selecionou alguns dos mais promissores trabalhos de engenharia genética que podem contribuir para a preservação desse precioso recurso.

Uma das estratégias usadas pelos pesquisadores é identificar genes que possam ser utilizados para aumentar a eficiência do uso da água em plantas. É exatamente o caso do RIPE (do inglês Realizing Increased Photosynthetic Efficiency for sustainable increases in crop yield). O grupo tem como objetivo melhorar a eficiência da fotossíntese para incrementar o rendimento de culturas agrícolas por meio da engenharia genética. Fundado em 2012, o RIPE já conseguiu ampliar a capacidade fotossintética de plantas, resultando em uma produtividade 15% maior. O próximo passo é reunir em uma só planta o avanço já conquistado com a capacidade de economia de água. Isso seria feito por meio da manipulação do gene responsável pela produção da proteína PsbS.

O aumento da proteína PsbS provoca o fechamento dos estômatos – poros microscópicos que controlam a entrada e saída de gases nas folhas das plantas. São esses órgãos que permitem a entrada do dióxido de carbono utilizado como combustível para a fotossíntese. Mas, além disso, eles também permitem a evaporação da água. Controlar geneticamente o fechamento dos estômatos poderia diminuir a perda de água da planta. “Uma vez desvendado esse mecanismo genético, será possível superexpressar esses genes, desenvolvendo com resistência à seca”, explica Adriana Brondani, diretora-executiva do CIB.

Esse mecanismo foi adotado por outra equipe de cientistas, que desenvolveu uma variedade de arroz com maior resistência à seca. O caminho, entretanto, foi diferente. O grupo encontrou uma proteína proveniente do milho que também influencia na abertura dos estômatos. As plantas geneticamente modificadas (GM) deste experimento demonstraram menor perda de água por meio da transpiração, apresentando, portanto, um nível de resistência à seca. Os resultados dessa pesquisa foram publicados na revista Plant Biotechnology Journal.

No Brasil, a preservação da água também é uma preocupação dos pesquisadores. Algumas instituições já apresentam resultados promissores, a exemplo do Instituto Agronômico (IAC). Cientistas do IAC identificaram uma série de genes que podem ser usados para o desenvolvimento de plantas transgênicas com resistência à seca. Já há resultados com canas-de-açúcar resistentes à seca.

Outro bom exemplo de aplicação desta tecnologia vem da Embrapa. Pesquisa realizada em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) identificou um gene do café que confere resistência à seca. Em uma planta modelo os resultados foram animadores. O próximo passo agora é inserir e testar esse gene em plantas de interesse agronômico como soja, milho, trigo, cana-de-açúcar, arroz e algodão.

Outro estudo da Embrapa em colaboração com o Japan International Research Center for Agricultural Sciences (JIRCAS) resultou em uma soja geneticamente modificada com resistência à seca. Testes de campo apontam que a produtividade da soja transgênica aumentou cerca de 13% quando comparada a uma variedade não modificada.

Esses estudos mostram que a biotecnologia é uma arma na luta contra a escassez de água. As inovações técnicas na área agrícola devem sempre ser consideradas quando falamos em sustentabilidade. Sem o uso de todas as ferramentas disponíveis, o desafio de produzirmos mais com menosserá difícil de ser superado.

Sobre o CIB

O Conselho de Informações sobre Biotecnologia (CIB), criado no Brasil em 2001, é uma organização não governamental, cuja missão é atuar na difusão de informações técnico-científicas sobre biotecnologia e suas aplicações. Na Internet, você pode nos conhecer melhor por meio do sitewww.cib.org.br e de nossos perfis no Facebook, no LinkedIn e no YouTube.

Fonte: CIB
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16 de março de 2018by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Discussão sobre os modismos atuais da agricultura brasileira

Discussão sobre os modismos atuais da agricultura brasileira

O jornalista João Batista Olivi, do Notícias Agrícolas, conversou com o dr. Elmar Floss, fisiologista e professor em manejo de plantas, sobre alguns assuntos polêmicos que se tornaram “modismos” atuais da agricultura brasileira.

Confira alguns deles:

Pó de rocha

O pó de rocha é uma matéria mineral que vai liberando nutrientes para o solo, assim como a argila. Para a aplicação, os produtores precisam saber qual daquele total de minerais estará disponível para a planta. “É um fertilizante como outro qualquer”, salienta Floss. “Quanto mais fino ele for, melhor a produtividade”.

Plantio cruzado

Embora tenha sido visto em uma propriedade que foi campeã de produtividade pelo Comitê Estratégico Soja Brasil (CESB), o plantio cruzado não interfere diretamente na produtividade. Uma boa lavoura, como lembra o fisiologista, começa com uma boa qualidade de sementes, bem como uma semeadura com qualidade.

Aplicação de fósforo a lanço

Uma grande quantidade de fósforo na linha inibe o zinco. Desta forma, um solo argiloso, no qual a mobilidade do fósforo é menor, sua colocação a lanço não permite a infiltração. Já em um solo arenoso, a aplicação é mais privilegiada.

Grade para revolver o solo

A grade é fundamental quando se está abrindo uma nova área para incorporar cultivos. Contudo, para aqueles produtores que possuem o solo corrigido, a grade não tem nenhuma função e pode ser pior do que o fogo.

Por: João Batista Olivi
Fonte: Notícias Agrícolas
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16 de março de 2018by Assessoria de Comunicaçãocafé

Pesquisador detalha a evolução da cafeicultura irrigada nos últimos anos

Dr. Everardo Mantovani, da Universidade Federal de Viçosa enumera as vantagens da irrigação em relação ao cultivo sequeiro

“A historia do simpósio está associada às pesquisas do núcleo de Cafeicultura Irrigada”, garante o professor Dr. Everardo Mantovani, da Universidade Federal de Viçosa, que traçou na Fenicafé um panorama da irrigação na Cultura do café.

A consolidação do sistema de irrigação aconteceu nos anos 90. “Há 20 anos quando começou esse simpósio as dúvidas eram outras e a tecnologia avançou muito. Os sistemas foram implantados em várias regiões do país, com vistas na produção e na qualidade do café”.

A ideia era produzir sem a dependência das chuvas.  “A água demais ou de menos trazem problemas. É necessário um equilíbrio e a irrigação nos permite isso”, informa.

Juntamente com a evolução da tecnologia, também pode se comemorar a evolução na forma de produção e da implantação dos sistemas. No entanto o tema proposto pela Fenicafé 2018: É Tempo de Irrigar com Consciência. “Nossos sistemas de irrigação estão entre os maiores e melhores do mundo, podendo contar com suporte técnico capacitado”.

A cafeicultura Irrigada sobrepõe uma série de mudanças, se comparado aos sistemas de sequeiro. Tem um custo maior, mas por outro lado permite expandir uma série de parâmetros.  Um deles é conseguir a adubação logo após a colheita, que só e possível com o sistema de irrigação.

Fenicafé – A Feira reúne especialistas, estudantes e produtores de café em um mesmo espaço. É uma grande oportunidade para discussão de aspectos relevantes da cafeicultura irrigada e tem contribuído para o crescente cultivo dessa modalidade no Brasil.

Promovida pela Associação dos Cafeicultores de Araguari (ACA), a Fenicafé é dividida em três partes: o Encontro Nacional de Irrigação da Cafeicultura do Cerrado, a Feira Nacional de Irrigação em Cafeicultura e o Simpósio de Pesquisa em Cafeicultura Irrigada. O evento acontece até quinta-feira(15), no Pica Pau Country Club em Araguari, no Triangulo Mineiro.

 

Fonte: Asscom Fenicafé
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28 de fevereiro de 2018by Assessoria de Comunicaçãocafé

Procafé: Fertirrigação em cafeeiros – como escolher, dosar e parcelar os adubos

No uso de adubação via água de irrigação – a fertirrigação  –  a pesquisa e a prática têm demonstrado que, em lavouras de café,  as fontes,  doses e parcelamentos dos adubos podem ser ajustados, de forma mais simples, facilitando o entendimento do técnico recomendante e seu emprego pelo cafeicultor.

Quanto às  fontes os fertilizantes empregados via água de irrigação podem ser sólidos ou líquidos (fluidos). Os fertilizantes sólidos devem ter, preferencialmente, alta solubilidade.. Eles devem ser escolhidos conforme suas características e propriedades, e não conterem ferro, devendo também ser analisado em  relação ao seu custo-benefício. A pesquisa evidenciou que podem ser utilizados fertilizantes comuns, como uréia, cloreto de potássio (branco)  e Map purificado, dentre outros semelhantes, no lugar daqueles mais puros e com maior custo de aquisição. (Tabela 1). Ainda,  com relação às fontes, deve-se analisar a compatibilidade entre elas, para que não se formem precipitados , que podem causar problemas de entupimentos  nos sistemas de irrigação localizada. Como os fertilizantes são sais, deve-se também estar atento ao índice salino dos mesmos, pois alguns problemas de salinidade podem surgir em razão do manejo inadequado do fertilizante, da quantidade aplicada, da sua escolha e da qualidade da água de irrigação. Na tabela 2 podem ser observados os principais fertilizantes utilizados na fertirrigação, com as respectivas composições, solubilidades, salinidades e pH.

As  doses  dos nutrientes,  a serem usadas na fertirrigação não devem se diferenciar muito quanto aos seus critérios, em relação àquelas que são utilizadas  na adubação normal, em cobertura.  Assim, no pós-plantio, podem ser feitos 3-4 parcelamentos, mensais, iniciando com  5 g de uréia ou similar nitrogenado, aumentando para 7 e 10 g se o período quente persistir, podendo, nesse caso, com a  irrigação , prolongar o período de fertirrigação até um pouco mais tarde, até abril-maio, quando o normal seria acabar em março/abril. Em seguida, de 6-18 meses pós-plantio, recomenda-se utilizar de 25-35 g de N e 20-30 g de K2O por planta e no ano seguinte, usar 50-70 g de N e 50-70 g de K2O, o q1ue corresponderia de 200-250 kg de N e K2O por hectare, quando se vai colher o equivalente a cerca de 3 litros de frutos por planta. Na realidade, como vai haver um melhor aproveitamento dos adubos, especialmente do N, pela fertirrigação, poderia ser usada uma dose cerca de 20% menor. Porém, como a planta, pela irrigação, cresce e frutifica mais, pode-se manter essa dose e, em alguns casos de produções altas, até aumentar. Na lavoura adulta, recomenda-se manter (às vezes aumentar) a dose de fertilizantes, via água, também baseada no critério de necessidade nutricional dos cafeeiros, para seu crescimento (vegetação) e para a produção de frutos.

Quanto ao efeito do parcelamento dos adubos, em função da fertirrigação, a pesquisa mostrou que em solos com textura normal não é necessário parcelar demasiadamente as fertirrigações, bastando usar 8-16 parcelamentos no ano. (Tabela 3). A época de aplicar os fertilizantes via água de é semelhante àquela da adubação normal, de outubro a março, onde se concentra o crescimento e frutificação do cafeeiro. Em regiões quentes, as fertilizações podem ser ampliadas durante a maior parte do ano..

Para o sucesso da fertirrigação, é necessário avaliar a distribuição de água do sistema de irrigação. Existem metodologias próprias para a avaliação de pivô central, gotejamento, aspersão, e os cafeicultores devem avaliar o sistema pelo menos uma vez por ano, antes do início da estação de irrigação. Não há como aplicar uniformemente os adubos se a própria água não é aplicada corretamente.

Finalmente, um cuidado adicional, na verificação da distribuição dos adubos, na água, é a abrangência da maior parte do sistema radicular, e dos 2 lados da linha de cafeeiros, pois a absorção de alguns nutrientes, pelas raízes, se dá de forma radial. Assim, em cafeeiros mais jovens e em terrenos com declive, a distribuição fica adequada, pelo escoamento lateral da água. Em locais muito planos e em lavouras mais velhas, com grande diâmetro de saia, a prática tem mostrado que, anualmente, deve-se fazer 1-2 parcelamentos com adubos sólidos, esparramados em cobertura, com isso melhorando a distribuição dos mesmos junto às raízes. A distribuição dos adubos pela água é totalmente dependente do sistema de irrigação utilizado. Para os sistemas com aplicação em  área total, não há este problema. Para os chamados sistemas de irrigação localizada, tanto para os de gotejamento quanto para os de pivô central com emissores localizados (LEPA’s, por exemplo), este cuidado deve ser tomado. É importante salientar também a necessidade de se avaliar, nos sistemas de irrigação por gotejamento, se os bulbos individuais de cada gotejador estão se encontrando, formando as chamadas faixas molhadas, que permitirão a distribuição mais adequada da água e, por conseguinte, dos fertilizantes.

Procafé 28/02

Procafé 28/02

J.B. Matiello – Eng Agr Fundação Procafé e André L. T. Fernandes – Eng. Agr. Professor Uniube

 

Fonte: Procafé
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3 de janeiro de 2018by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

O que o agro espera para 2018: 50 lideranças respondem

A economia terá um crescimento moderado no próximo ano, a inflação ficará abaixo do centro da meta oficial, a taxa de juros em um dígito e o dólar em média a R$ 3,30. Essas projeções são resultado de enquete feita por Globo Rural com 50 lideranças do setor – executivos de empresas, dirigentes de entidades, consultores, produtores e analistas de mercado.

O PIB deve crescer 1,7%. Entre os mais otimistas, previsões entre 2,5% e 4% de crescimento. Quem aposta em retração falou algo entre -0,5% e -2%. Para a média dos que responderam, a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve terminar 2018 em 3,95%.

Na média, a pesquisa apontou uma expectativa de taxa de juros de 7,5% ao ano até o final de 2018. Nas expectativas mais otimistas, a taxa esperada era de 6%. Os mais pessimistas em relação aos juros no Brasil chegaram a apontar 9,5% no ano que vem.

A taxa de câmbio deve ficar em R$ 3,30, conforme a média dos entrevistados. Quem espera dólar mais baixo falou em R$ 3, R$ 3,10. Mas houve quem estimasse um câmbio em até R$ 4,10.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, foi o mais citado como provável vencedor das eleições presidenciais do próximo ano, seguido do prefeito da capital paulista, João Doria. Também houve citações a Jair Bolsonaro, Marina Silva, Álvaro Dias e João Dionísio Amôedo, do Partido Novo. Alguns dos entrevistados acreditam em um “nome novo”.

Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural.

 

Fonte: Globo Rural
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