Skip to content
 (35) 3214.1837
  contato@aprovaragro.com.br
  Seg – Sex: 7h30 – 18h
Facebook Instagram Linkedin Youtube
logo-aprovar-site
  • Home
  • Empresa
    • Estrutura
    • Missão, visão e valores
    • Descarte correto de embalagens
  • Culturas
    • Café
    • Milho
    • Soja
    • Feijão
    • Trigo
    • Citrus
  • Produtos
    • AGROCP
    • ALBAUGH
      • ULTIMATO SC
      • GRANARY 700 WG
      • SIMBOLL 125 SC
      • WILD CLORPIRIFOS
      • RECOP
      • EXEMPLO
      • ARRAY 200 EC
      • SHADOW
      • RECONIL
      • ULTIMATO
      • RECOP
      • STREAK 500 SC
      • PRODUTIVO
      • MUCH 600 FS
    • ALTA
      • VENTURE
      • CARTAGO
      • SEVEN ALTA
      • COUGAR
      • FIPRONIL ALTA 250 FS
      • EVOS
    • BASF
      • OPERA
      • ORKESTRA (TM) SC
      • ATIVUM
      • SPOT (TM) SC
      • HEAT
      • CANTUS
      • TUTOR SC
      • ABACUS HC
      • COMET
      • FINALE
      • FASTAC DUO
      • STANDAK TOP
      • BASAGRAN 600
      • OPERA ULTRA
      • NOMOLT 150
      • AMPLO
      • PIRATE
      • VERSATILIS
      • ATIVUM (TM) EC
      • VERISMO
      • COMET
      • REGENT 800
      • ASSIST
      • BLAVITY
      • ORKESTRA (TM) SC
      • DORMEX
      • TUTOR
      • IMUNIT
      • KUMULUS DF
      • CABRIO TOP
      • IMUNIT
      • FORUM
      • FASTAC 100
      • AUMENAX
      • PRATICO
      • STATUS
      • ASSIST
      • DASH
      • MEES
      • LIBERTY
      • GELFIX 5 BE SOJA
      • POLYRAM DF
      • ABACUS HC
      • BLITZ
      • BREAK THRU
      • CABRIO TOP
      • POAST
    • BIOMA
      • BIOMA PHOS MILHO
      • BIOMA FX PROTECTION
      • BIOMA BRADY LIQUIDO
      • BIOMA FX
      • BIOMA MAIS
      • BIOMA BRADY TURFA
      • BIOMA BRADY LIQUIDO
      • BIOMA RHYZO FEIJÃO LIQUIDO
      • BIOMA PHOS SOJA
      • BIOMA BRADY LIQUIDO
      • BIOMA MAIS
      • BIOMA FX
      • BIOMA FIX
    • BRANDT
      • BRANDT SMART TRIO
      • BRANDT MANNI PLEX B-MOLY
      • BRANDT COMPLETO
      • BRANDT MANNI PLEX K
      • BRANDT NITROGENIO N3200
      • ACTION SIL
      • BRANDT TRITEK
      • BRANDT BORO 10%
      • BRANDT SMART MANGANES
      • BRANDT SMART QUATRO PLUS
      • BRANDT SMART COBRE
      • ACTION SPRAY
      • BRANDT GENESIS
      • BRANDT PLANT START
      • SLUGGO
      • TARGET TREND
      • BRANDT MANNI PLEX CALCIO MAGNESIO
      • BRANDT TREND
      • BRANDT PROTECTOR DC
      • GENESIS SEEDS
      • ACTION SIL
      • BRANDT MANNI PLEX CALCIO
      • BRANDT PHOTONIK
      • BRANDT SMART TRIO
      • BRANDT PHOTONIK
      • GENESIS SEEDS
      • BRANDT CITRUS COMPLETO
      • BRANDT BORO 10%
      • BRANDT S
      • BRANDT MANNI PLEX B-MOLY
      • BRANDT MANNI PLEX K
      • BRANDT PLANT START
      • BRANDT PROTECTOR BORO
      • BRANDT MANNI PLEX CALCIO
      • BRANDT NITRO ZN
      • BRANDT PLANT START
      • BRANDT COMPLETO
      • BRANDT MANNI PLEX K
    • DOW AGROSCIENCES
      • FORE NT FUNGICIDA
      • VERDICT MAX
      • VERDICT MAX
      • REVOLUX
    • FERTIPAR SUDESTE
    • FMC
      • TALISMAN 200EC
      • PREMIO 20SC
      • ALTACOR BR
      • AURORA 400 EC
      • AVATAR 150 EC
      • AURORA 400 EC
      • WARRANT 700 WG
      • HERO 380 EC
      • PREMIO 20SC
      • ROCKS 300FS
      • ZIGNAL
      • LOCKER 425 SC
      • WARRANT 700 WG
      • HERO 380 EC
      • AVATAR 150 EC
      • BENEVIA 10 OD
      • DIMEXION 400 EC
      • ALTACOR BR
      • TALSTAR 100 EC
      • MUSTANG 350 EC
      • QUARTZO
      • AUTHORITY 250SC
      • STONE 525 SC
      • BATTLE 584SC
      • ROCKS 300 FS
      • AUTHORITY 250SC
      • IMPACT 125 SC
      • STONE 525 SC
      • MALATHION
      • MALATHION 1000 EC
      • NEXIDE 150 CS
      • CROP EVO
      • MALATHION
      • AVATAR 150 EC
      • CROP +
      • ALLY 60 XP
      • PREMIO
    • GIRO AGRO
      • EVO BOR SOLO
      • EVO MOP
      • XANTHEX F. FOLIAR
      • EVO BOR SOLO
      • FENCE
      • COBRE RED PRO
      • ABSOLUTO
      • EVO BOR SOLO
      • EVO K
      • MOZIC
      • SPIN
      • ACQUAMAX POWER
      • CLEAN
      • EVO MN
      • STRONG
      • ACQUAMAX POWER + F.FOLIAR
      • ACQUAMAX FULL + F.FOLIAR
      • ACQUAMAX FLIGHT
      • EVO TOP ZINCO
      • EVO BOR SOLO
      • NEW
      • EVO TOP ZINCO
      • MAIS GRAOS
      • EVO MAG
      • MOZIC
      • ESSENCE
      • ACTIOIL
      • GIRO UP
      • EVO K
      • EVO MN PRO
      • SINERMAX
      • EVO MANZIC
      • EVO MAG
      • TIME RR MN
      • EVO FER
      • MAIS CITRUS
      • SIGNAL
      • ESSENCE
      • SEVEN
      • XANTHEX
      • EVO MANZIC
      • ACTIMOS
      • EVO CAL PLUS
      • COMOL GIRO
    • JUMA-AGRO
      • REDUTAN NPK SILI 5
      • AMINOSAN
      • REVIGO PHOS AMINO
      • REVIGO ZN PLUS
      • ACORDA ULTRA
      • REDUTAN NPK SILI 4
      • REVIGO NITROGENIO PLUS
      • REVIGO MASTER
      • SUPERMIX
      • REVIGO BORO 10
      • ADUBAN
      • ACORDA
      • REVIGO CaB
      • REVIGO NITROGENIO PLUS
      • AMINOSAN
      • REVIGO MN
      • KMEP ULTRA
      • REVIGO K
      • REVIGO ZN PLUS
      • REVIGO Mg
      • REVIGO PHOS AMINO
      • REVIGO Zn PLUS
      • REVIGO COMO
      • REVIGO MOL
      • FITOFERT
      • REVIGO +PASTO
    • MONSANTO
      • ROUNDUP ULTRA
      • ROUNDUP TRANSORB R
      • ROUNDUP WG
      • ROUNDUP ORIGINAL MAIS
    • SEMENTES AGROCERES
      • SEMENTE MILHO AG 8070 PRO3
      • SEMENTE MILHO AG 8480 PRO4
      • SEMENTE MILHO AG 8480 PRO3
      • SEMENTE MILHO AG 8070 PRO4
      • SEMENTE MILHO AG9025 PRO3
      • SEMENTE MILHO HIB AG8061 PRO2
      • SEMENTE MILHO AG 8480 PRO3
      • SEMENTE MILHO AG 8780 PRO3
      • SEMENTE MILHO HIB AG 8740 PRO3
      • SEMENTE MILHO HIB AG7098 PRO2
      • SEMENTE MILHO AG 9021 PRO3
      • SEMENTE MILHO HIB 3800 RR2
      • SEMENTE MILHO HIB AG 8065 PRO3
      • SEMENTE MILHO AG 7098
      • SEMENTE MILHO HIB AG 8740 PRO3
      • SEMENTE MILHO AG 8780 PRO4
      • SEMENTE MILHO HIB AG8061 PRO2
      • SEMENTE MILHO HIB 3500 RR2
      • SEMENTE SORGO HIB AG 1085
      • SEMENTE MILHO HIB AG8065 PRO3
      • SEMENTE SORGO HIB. VOLUMAX
      • SEMENTE MILHO AG8690 PRO3
      • SEMENTE MILHO HIB AG1051
      • SEMENTE MILHO HIB. AG 9035 PRO3
      • SEMENTE MILHO 3700 RR2
    • NORTOX
      • ATRAZINA NORTOX 500 SC
      • FLUTRIAFOL NORTOX
      • FLUAZINAM NORTOX 500 SC
      • ABAMECTIN NORTOX 72 EC
      • FIPRONIL NORTOX 800 WG
      • HEXAZINONA D NORTOX
      • CLORIMURON NORTOX
      • CIPERMETRINA NORTOX 250 EC
      • CLORIMURON NORTOX
      • TEBUCO 430 SC NORTOX
      • CLORPIRIFOS NORTOX EC
      • 2,4-D NORTOX
      • DIURON NORTOX 500 SC
      • ACETAMIPRID NORTOX 200 SP
    • OURO FINO
      • BRILHANTEBR
      • PARRUDO BR
      • ASSARIS
      • IMPERADOR BR
      • CAPATAZ BR
      • QUALLIS
      • SINGULAR BR
      • OFF ROAD
      • BRIT BR
      • NILLUS
      • DEMOLIDOR
    • SEMENTES GASPARIM
      • SEMENTE BRACHIARIA BRIZANTHA CV MARANDU VC 50
      • SEMENTE BRACHIARIA RUZIZIENSIS CV-RUZIZIENSIS
      • SEMENTE PANICUM MAXIMUM BRS ZURI
      • SEMENTE PANICUM MAXIMUM CV MOMBACA
      • SEMENTE BRACHIARIA DECUMBENS CV BASILISK
      • SEMENTE BRACHIARIA BRIZANTHA CV-XARAES/MG-5- VITORIA
      • SEMENTE PANICUM MAXIMUM CV-MASSAI
    • SIMBIOSE
      • STIMUCONTROL
      • BEAUVECONTROL
      • NEMACONTROL
      • FLYCONTROL
      • BEAUVECONTROL EXTREME
      • VIRCONTROL SF
      • BR CONTROL
      • STIMUCONTROL TS
      • BEAUVECONTROL
      • STIMU F PREMIUM
    • SINON DO BRASIL
      • GAUSS
      • RAPEL
      • RAPEL
      • ASSARIS
    • SIPCAM NICHINO
      • FEZAN GOLD
      • SUPPORT
      • APPLAUD 250
      • CUPROZEB
      • METILTIOFAN
      • ECHO
      • BRISA WG
      • CUPRODIL WG
      • CUPROZEB
      • FUJIMITE 50 SC
      • ANCOSAR 720
      • DOMARK 100 EC
      • FEZAN GOLD
      • ORTUS 50 SC
    • UPL DO BRASIL
      • MANZATE WG
      • PERITO 970 SG
      • SPERTO
      • SUPIMPA
      • FAMOSO
      • PERITO 970SG WSP
      • UNIZEB GOLD
      • CARDEAL
      • TRINCA CAPS
      • SELECT 240EC
      • SPERTO
      • ZARTAN
      • ORTUS 50 SC
      • BATENT
      • ANCOSAR 720
      • BRUTUS
      • OMITE
      • GAME
      • ZAPHIR
      • SELECT ONE PACK
      • KASUMIN
      • TINO
      • FAMOSO
      • TEBUFORT
      • KASUMIN
      • MANZATE WG
      • TRINCA CAPS
      • DIMILIN 25
      • WUXAL FLORADA

    ALBAUGH

    Ultimato Sc
    Granary 700 Wg
    Simboll 125 Sc
    Ver tudo

    Brandt

    Brandt Smart Trio
    Brandt Manni Plex B-Moly
    Brandt Completo
    Ver tudo

    Juma Agro

    Redutan Npk Sili 5
    Aminosan
    Revigo Phos Amino
    Ver tudo

    OURO FINO

    Brilhante Br
    Parrudo Br
    Assaris
    Ver tudo

    SIPCAM NICHINO

    Fezan Gold
    Support
    Applaud 250
    Ver tudo

    ALTA

    Venture
    Cartago
    Seven Alta
    Ver Tudo

    DOW AGROSCIENCES

    Fore Nt Fungicida
    Verdict Max
    Revolux
    Ver tudo

    Monsanto

    Roundup Ultra
    Roundup Transorb R
    Roundup Wg
    Ver tudo

    SEMENTES GASPARIM

    Brachiaria Brizantha Cv Marandu Vc 50
    Brachiaria Ruziziensis Cv-Ruziziensis
    Panicum Maximum Brs Zuri
    Ver tudo

    UPL DO BRASIL

    Side Tables
    Beside Tables
    Sideboards & Drawers
    Ver tudo

    BASF

    Opera
    Orkestra (Tm) SC
    Ativum
    Ver Tudo

    FMC

    Talisman 200ec
    Premio 20sc
    Altacor Br
    Ver tudo

    Sementes Agroceres

    Semente Milho Ag 8070 Pro3
    Semente Milho Ag 8480 Pro4
    Semente Milho Ag 8480 Pro3
    Ver tudo

    SIMBIOSE

    Stimucontrol
    Beauvecontrol
    Nemacontrol
    Ver tudo

    Outros

    Agrocp
    Fertipar Sudeste

    BIOMA

    Bioma Phos Milho
    Bioma Fx Protection
    Bioma Brady Liquido
    Ver tudo

    NORTOX

    Atrazina Nortox 500 SC
    Flutriafol Nortox
    Fluazinam Nortox 500 SC
    Ver tudo

    SINON DO BRASIL

    Gauss
    Rapel
    Rapel
    Ver tudo
    homem-apontando-1
  • Cotação
  • Notícias
  • Contato
    • Trabalhe Conosco
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
15 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agronegócio tem recorde de exportação em novembro

As exportações ligadas ao agronegócio atingiram recorde no mês de novembro. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e revelam que as exportações do setor atingiram uma marca de R$ 7 bilhões, com a soja em grãos, milho, algodão e carne bovina in natura como os principais produtos. No caso da soja, resultado recorde para o mês de outubro, com mais de dois milhões de toneladas exportadas.

Ainda de acordo com o levantamento da pasta, de janeiro a novembro as exportações somaram mais de US$ 89 bilhões. A venda de soja em grão aumentou 29%, o milho 21,2% e aumento de 3,2% em celulose. Segundo os dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, no balanço do desempenho do setor durante 2017, as exportações ligadas à agropecuária somaram 45% de todas as exportações do Brasil.

Mesmo com o resultado expressivo, a intenção da CNA é ampliar a rede de mercados internacionais e obter resultados melhores neste quesito. Lígia Dutra é superintendente de Relações Internacionais da CNA e comenta que firmar acordos internacionais com países como Coréia do Sul, Japão e México são uma das prioridades da CNA para o ano que vem. “Apesar de sermos o quarto maior exportador mundial de alimentos, nós ainda temos pouco acesso a mercados estrangeiros. Se tivéssemos melhores condições de acesso, isso significa acordos com redução tarifária ou redução de barreiras sanitárias e outras, nós teríamos um potencial de exportação muito maior”, destacou Lígia.

Ainda de acordo com a avaliação da Confederação, o setor foi um dos principais pilares para a recuperação econômica do país em 2017, responsável por 23,56% do PIB do país. Além disso, de acordo com o levantamento apresentado pela CNA, o agronegócio gerou, no acumulado até outubro, cerca de 93 mil postos de emprego.

Portal Nacional de Seguros

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
14 de dezembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioTecnologia

Drones abrem novas vagas enquanto acabam com velhas carreiras

O mercado de drones ainda está decolando no Brasil e há um setor que está voando lado a lado com esses equipamentos: o agronegócio. “A agricultura é responsável pela metade do mercado de drones atualmente no Brasil. O restante está distribuída em infraestrutura, inspeção, torres de transmissão, entretenimento, fotografia”, exemplifica Emerson Granemann, CEO da empresa Mundo Geo.

Os drones permitem mapear propriedades, verificar o estágio de plantio, identificar pragas e até mesmo pulverizar pontos específicos que estejam com ervas daninhas. “Também podem ser utilizados para tarefas como contagem de cabeças de gado”, reforça Granemann.

Ao mesmo tempo em que o drone reforça a agricultura de precisão, ele supre serviços manuais. “É inevitável a substituição de mão de obra para profissões como a aplicação convencional [de defensivos agrícolas]. No Japão, 90% da pulverização é feita com drones”, diz explica Francisco Nogara Netto, instrutor do curso de agricultura do Dronegócios Meeting, organizado pela Mundo Geo em Curitiba dias 6 e 7. Nogara conta que, como o drone permite o mapeamento exato do terreno, é possível automatizar tratores para as operações agrícolas.

Por outro lado, essas aeronaves abrem portas para analistas, engenheiros e profissionais das áreas de cartografia, agronomia e florestas, que devem ser contratados para analisar as imagens geradas pelos drones. Também há espaço, claro, para pilotos. “O mercado traz espaço para quem encara como hobby ou de maneira profissional”, explica Luciano Cardoso Fucci, autor do livro Piloto de Drone, uma Profissão de Futuro.

Também é possível reduzir custos: fundador da startup Agropixel, Nogara conta que recentemente fez um trabalho em uma propriedade no estado de Goiás que, após o mapeamento, foram identificados pontos específicos que necessitavam de pulverização, reduzindo o custo em 70% com defensivos agrícolas.

Essas inovações vêm chamando a atenção das cooperativas. “Estamos buscando soluções para os cooperados, aprimorando nossa agricultura de precisão”, afirma Jomário Américo, engenheiro agrônomo da Castrolanda, e um dos participantes do curso de Nogara.

Drone para agricultura: como funciona e quanto custa?

Diversos drones pousaram na capital paranaense durante o Dronegócios Meeting. Apesar de alguns modelos passarem de US$ 40 mil, as versões mais baratas podem custam a partir de R$ 8 mil, como no caso da empresa Gdrones, de São Paulo. Mas há também a oportunidade de contratar o serviço sem comprar um drone.

“Para a agricultura, o mais importante é o tipo de câmera utilizada [para mapeamento no voo]”, afirma o CEO da empresa, George Alfredo Longhitano.

Luciano Fucci trouxe para Curitiba um pré-lançamento da Tecnodrone, com uma versão 100% Brasileira. O aparelho tem um software que apresenta um mapa de calor aéreo, identificando em tons de verde plantas em processo saudável de fotossíntese, em amarelo indicadores de estresse ou em tom vermelho áreas de plantas mortas ou sem vegetação. Isso permite a ação direta do agricultor sobre o terreno.

Os modelos de Fucci e Longhitano são parecidos com a versão da empresa Santiago e Cintra: aviões com asas ao invés de hélices e que fazem o trabalho de forma automática, retornando ao local de lançamento. O controle remoto é apenas para intervenção de segurança. “O drone é lançado e faz o levantamento rápido de 2 a 3 mil hectares para mapear a topografia da área”, explica Paulo Henrique Amorim Silva, gerente de novos negócios da Santiago e Cintra, que apresenta uma aeronave de R$ 75 mil.

Os fornecedores de drones recomendam também que, mesmo que o proprietário rural tenha seu drone próprio, contrate especialistas na análise dos resultados apresentados pelos softwares dos aparelhos, para aprimorar os resultados da agricultura de precisão.

Legislação aérea para drones na agricultura

Tão ou mais importante que contar com drones é respeitar a legislação área. O CEO da Mundo Geo, Emerson Granemann, destaca que a regulamentação já existe e é feita pela ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil. Nogara Netto reforça: “O proprietário é responsável pelo uso do drone e precisa de autorização da ANAC para sobrevoar suas áreas”. A navegação aérea não é permitida perto de aeroportos e, em aglomerados rurais, deve operar no máximo a 60 metros de altura. Em áreas urbanas, só podem operar em até 120 metros de altura. Também é preciso manter distância mínima de 30 metros de aglomerações de pessoas.

Gazeta do Povo

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
12 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegóciosoja

Exportação de soja cresce 581%

A soja foi um dos destaques da balança comercial do agronegócio brasileiro em novembro. O grão alcançou embarques de 2,1 milhões de toneladas, com aumento de 581% de aumento em relação ao mês do ano passado, segundo informações divulgadas pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). O volume gerou receita de US$ 815 milhões, com avanço de 530%.

O milho também teve desempenho expressivo, com crescimento de 266% no volume e de 243,5% na receita. O Brasil embarcou 3,5 milhões de toneladas de milho, o que gerou receita de US$ 537 milhões. Outro produto relevante foi o algodão, com vendas de 156 mil toneladas, incremento de 69%. O valor embarcado ficou em US$ 252 milhões, com alta de 75%.

As vendas externas do agronegócio somaram US$ 7,08 bilhões em novembro e o superávit ficou em quase US$ 6 bilhões. O segmento respondeu por 42,4% do total exportado pelo Brasil no mês passado. De janeiro a novembro as vendas atingiram US$ 89,08 bilhões, valor 13% superior ao registrado aos mesmos 11 meses do ano passado.

ANBA – Agência de Notícias Brasil – Árabe

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
11 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Frutas brasileiras quase não são consumidas em outros países

Nesta semana o Brasil ganhou uma nova meta: exportar US$ 1 bilhão em frutas até o final de 2019. A projeção para este ano é fechar 2017 em US$ 870 milhões, segundo a Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas (Abrafrutas).

O objetivo foi estipulado nesta quinta-feira (7) pela entidade em reunião com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, Apex-Brasil.

“Em 2016 exportamos um total de 780 mil toneladas de frutas, das 43 milhões de toneladas produzidas. É muito pouco, apenas 2,5% do total”, disse à Gazeta do Povo o diretor técnico da Abrafrutas, Jorge de Souza. Ele estima já neste ano um crescimento de 5% no volume enviado para fora do país.

Atualmente, o Brasil é o 3º maior produtor mundial de frutas e apenas o 23º exportador. Para mudar essa realidade, o convênio entre as associações prevê aportes de R$ 8 milhões na promoção de defesa dos interesses dos produtores e busca colocar o Brasil entre os dez maiores exportadores em uma década.

“O grande problema, mais do que tarifas e batalhas comerciais, são as barreiras sanitárias, pelo risco de inserção de pragas em outros países”, afirma Jorge de Souza. Também existem locais que determinam níveis diferentes de aplicações de defensivos agrícolas nos produtos, por exemplo. “A fruticultura é muito regulada no mundo inteiro”, destaca.

Os benefícios da expansão, destaca Jorge, vão além do comércio exterior, colaborando para a melhoria da qualidade dos produtos, a redução do desperdício e um incentivo a mais para um setor que emprega, em média, 2,5 trabalhadores por hectare de produção.

“A fruticultura é responsável, em seus elos de produção, por 16% da mão de obra do Brasil. É uma alternativa para produtores em momento de supersafra, equilibrando os custos. A expansão para o mercado internacional melhora a gestão interna”, comenta o especialista.
Para onde vão nossas frutas

Outra ação será o incentivo a mudanças na produção para atender diferentes países, principalmente da Ásia, um mercado para o qual o Brasil ainda exporta pouco.

“A população da Ásia nos próximos anos será 50% da mundial. Queremos atuar principalmente com China, Índia, Coreia, Japão, Taiwan, Singapura e Filipinas”, destaca, contando ainda que alguns setores já começaram essa ação, como a intensificação do envio de maçãs para a Índia. “Há um potencial de expansão muito significativo”, observou o presidente da Apex-Brasil, Roberto Jaguaribe.

Apesar disso, o foco até 2019 é ampliar as exportações para mercados onde o Brasil já está presente. Ele conta que a União Europeia é responsável por 70% das cargas brasileiras de frutas, seguida pelos Estados Unidos (15%), além de fatias de mercado na América do Sul e Oriente Médio.

“Com a ajuda da Apex poderemos participar de feiras e missões e visitar outros países. Um convênio como esse nos ajuda a fazer planejamento estratégico e se organizar melhor para estar nesses lugares”, afirmou o presidente da ABRAFRUTAS, Luiz Roberto Barcelos.

Para iniciar esse trabalho, a comissão entre a CNA, a Abrafrutas e a Apex confirmou presença na Feira Fruit Logística, em Berlim, na Alemanha, em 2018 e 2019.

Gazeta do Povo

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
29 de novembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócioeconomia

Agronegócio ajuda no controle da inflação

Em seu último boletim mensal, divulgado nesta sexta-feira (24.11), o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) afirma que o agronegócio está ajudando no controle da inflação. De acordo com a entidade, isso ocorre em função do movimento de queda dos preços relativos à atividade, que apesar de provocar perda de rentabilidade da produção do setor frente à média da economia, tem impacto positivo sobre a economia e a sociedade.

“Produzindo mais a preços menores, o setor contribuiu com o maior abastecimento, com a geração de divisas e o controle da inflação. A queda mais acentuada nos preços relativos, de 11,6%, foi observada no ramo agrícola, com reduções relevantes nas cotações de grãos e também de hortifrutícolas”, afirma o Cepea, que é vinculado à Esalq/USP.

Segundo a entidade, esse cenário reflete principalmente a grande oferta em volume de produção do segmento. No caso dos grãos, por exemplo, segundo pesquisadores do Cepea, o mercado vem apresentando elevada disponibilidade ao longo do ano, diante da boa produtividade de produtos como soja e milho. No ramo pecuário, as quedas nos preços relativos foram mais amenas, com a pressão vinda especialmente da bovinocultura de corte.

O crescimento do PIB-volume do agronegócio está estimado em 6,3% neste ano, considerando-se informações disponíveis até agosto/17, segundo indica pesquisa do Cepea, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). O impulso vem do ramo agrícola, que deve registrar aumento de 9,2% em 2017, visto que, para o ramo pecuário, a estimativa é de retração, de 0,4%.

“Apesar do expressivo crescimento em volume, 2017 foi marcado por fortes quedas de preços para os produtos do agronegócio, o que, por sua vez, pressiona a renda do setor. Na comparação de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2016, o decréscimo nos preços médios do agronegócio é de 9,5% em relação aos da economia como um todo. Então, considerando-se as informações disponíveis até agosto/17, estima-se retração interanual de 3,8% no PIB-renda do agronegócio brasileiro”, conclui.

Agrolink

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
20 de novembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agricultor usa energia solar de forma criativa no campo

Morador do Sítio Furnas, a cerca de cinco quilômetros de Taperuaba, distrito deste Município no Norte do Estado, o agricultor Ernane Pinto Vasconcelos, 68, aprendeu cedo a utilizar da criatividade para lidar com as dificuldades impostas pela árdua vida no campo.

Acostumado, desde criança, com a lida diária da roça, Ernane segue investindo no cultivo de arroz, milho, feijão, hortaliças, frutas e verduras para seu sustento. Mas, sem energia elétrica, o agricultor ficava impossibilitado de ampliar sua produção, por meio da irrigação. Dessa forma, contava apenas com o período das escassas chuvas para potencializar a plantação, que nunca usou agrotóxicos.

Placas solares

Para ter um melhor aproveitamento das precipitações da quadra chuvosa, que chegaram a 600 mm, neste ano, na região, Ernane escavou um poço profundo; mas os motores mais comuns para levar a água até o roçado trabalham com 220 Volts, impossível de se instalar pela falta de energia no local. Numa oportunidade única, o agricultor encontrou células de placas solares que tinham sido descartadas, por uma escola na comunidade, por estarem danificadas e sem utilização.

A ideia foi consertar o equipamento e encontrar um meio de utilizá-lo no campo. Após alguns testes, Ernandes comprou a fiação necessária e ligou as placas a uma bateria comum, de veículo, com 12 Volts, recarregável. Outras pequenas peças de autos, como coroas, piões e correntes, também foram necessárias para finalizar a engenhoca.

Mesmo com apenas o conhecimento básico sobre instalações elétricas, o resultado do improviso do agricultor foi positivo, o que ampliou as possibilidades de produção para o agricultor, que utiliza o equipamento, com sucesso, há quatro anos. “Eu fiz um esquema para controlar a voltagem, que, dependendo da intensidade dos raios solares, pode aumentar muito a energia distribuída pela bateria até os motores, responsáveis pelo bombeamento da água do poço até a plantação, sempre verdinha”, explica o agricultor, que viu na necessidade diária, a criatividade necessária ao empreendimento.

Demanda

Além da busca pela melhoria das condições de manutenção do sítio onde mora, Ernane revela que, por conta dos custos, ainda não tem os recursos financeiros necessários para incrementar as atividades no campo.

“Na época, eu fiz uma pesquisa, e pela minha necessidade, para dar conta de toda a demanda por energia, aqui do sítio, eu precisaria de umas 20 placas como as que utilizo. Mas elas são caras, chegando a cerca de R$ 900 a R$ 1.000, cada célula de 250 Watts”, revelou.

“Eu considero o seu Ernandes um agricultor experimentador, aquele que está sempre em busca de novidades para inovar. Esse sistema montado por ele ajuda na irrigação de uma forma diferenciada. O mais incrível é que ele consegue plantar até arroz, nessas condições, além de tudo por aqui ser orgânico. Quando ele não tem Sol o suficiente para mover a engrenagem, conta, ainda, com a ajuda da energia eólica por meio de um catavento, feito por ele mesmo, que é uma segunda fonte de energia renovável para o ano inteiro. Duas saídas criativas, ainda mais para quem mora distante. Ele, com certeza, é um grande exemplo para a agricultura familiar aqui de Taperuaba”, parabenizou o engenheiro agrônomo Dário Leite Costa, que, vez ou outra, tem trocado algumas informações e ideias sobre técnicas de cultivo com o experiente agricultor.

Diário do Nordeste

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
16 de novembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Reforma Trabalhista tem pontos divergentes no campo

A reforma trabalhista entrou em vigor no sábado (11) com embates entre representantes dos trabalhadores do campo e entidades ligadas aos empregadores rurais. Pontos como trabalho intermitente, horas de deslocamento ao trabalho (in itinere) que deixam de ser pagas e rescisão de contrato são alguns dos pontos que geram mais polêmica. Dirigentes representantes dos assalariados garantem que as novas regras não se aplicam à realidade do campo. Já lideranças dos empregadores defendem que a nova legislação reduzirá a informalidade.

O presidente da Federação dos Trabalhadores Assalariados Rurais (Fetar/RS), Nelson Wild, diz que a entidade vai “resistir arduamente” à reforma. “Depois de ter ouvido inúmeros juristas e especialistas sobre a matéria, sabemos que vários pontos são inconstitucionais”, diz, ao criticar a falta de diálogo com a sociedade durante a redação do texto. Na visão do assessor jurídico da Confederação Nacional dos Trabalhadores Assalariados Rurais (Contar), Carlos Eduardo Chaves Silva, o texto que entra em vigor é contraditório e abre margem para uma “enxurrada de processos judiciais”. Ele entende que o fato de a reforma retirar dos sindicatos a responsabilidade de homologação das rescisões fará com que o trabalhador busque na Justiça a reparação de possíveis danos.

O vice-presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Francisco Godoy Bueno, diz que a entidade recomenda cautela por parte dos empregadores até que tomem mais conhecimento sobre a lei. Entende que a principal mudança é que a reforma tornou “direitos indisponíveis” em direitos “disponíveis”, dentro de determinados critérios e limites. “Vai haver espaço para inovação, para uma nova cultura de emprego, adequada às tecnologias e à modernidade que vão trazer mais responsabilidade para o empregado e o empregador”, defende o dirigente.

Principais pontos

• Hora “in itinere”

Pela reforma, a empresa não precisa mais pagar pelo tempo de deslocamento do empregado, com transporte da empresa, até o seu posto de trabalho. “Entendemos que o trabalhador deve ser remunerado pelo trabalho e não pelo deslocamento. Isso aumentava os custos das empresas e desestimulava a geração de emprego nas áreas rurais”, diz Bueno. A Contar discorda: “Esta norma vai fazer o trabalhador passar muitas horas à disposição da empresa e vai acentuar a insalubridade no campo”, rebate Chaves.

• Jornada intermitente

Permite que os profissionais trabalhem de forma não contínua, conforme demanda do patrão. O presidente da Fetar diz que esta modalidade de contrato não se aplica no meio rural, porque a agricultura e pecuária não são setores descontinuados. Já o vice-presidente da SRB acredita que a possibilidade de jornada intermitente vai formalizar diversos trabalhadores que operam como motoristas em épocas de colheita e plantio, na inseminação de animais, na construção de cercas e outros.

• Rescisão de contratos

O fim do vínculo entre patrão e empregado se dava por meio de negociações e homologação do sindicato. Agora, a rescisão será em comum acordo, à revelia do sindicato. “A representação do sindicato está amparada na Constituição. Temos convenções coletivas que estão em vigor e que têm que ser respeitadas”, diz Wild. Já Bueno acredita no fortalecimento dos sindicatos. “É importante que os trabalhadores e empregadores fortaleçam seus sindicatos e participem ativamente para regularizar as relações de trabalho”.

Correio do Povo

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
2 de novembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegóciosoja

O gigante do agro

Na temporada agrícola 2016/17 do Brasil, a soja alcançou um desempenho que beira a excelência, segundo definição do setor. O Brasil colheu 114 milhões de toneladas do grão em 33,9 milhões de hectares e caminha a passos largos para alcançar a maior produção mundial e a hegemonia no mercado internacional.

Só alegria

Depois da ansiedade e a preocupação para que tudo saísse à perfeição, os anfitriões da Abertura da Colheita do Tabaco, nesta sexta-feira, na localidade de Estância Nova, em Venâncio Aires, Antônio e Silvia Coutinho, mostraram toda a alegria de receber o evento. E não cansaram de dar entrevistas e detalhes sobre as práticas de cultivo, a importância do tabaco em suas vidas. A fumicultura é responsável por mais de 70% de sua renda anual, completada com outras atividades agrícolas e cultivos e criações de subsistência.

A família se emociona ao lembrar o início da construção da vida conjunta, mas se diz agradecida por aquilo que o fumo lhes proporcionou. “Dá trabalho, um trabalho que hoje pouca gente está disposta a fazer, mas também gera uma renda que traz conforto e um monte de impostos pro governo”, resume. O capricho com que a família cuida da lavoura e da propriedade ficou evidente para os visitantes.

No prato

Levantamento da Datafolha releva que os preços atuais do arroz nas gôndolas dos supermercados são os mesmos de 10 anos atrás. Essa mágica só está sendo possível porque ao rizicultores estão pagando para trabalhar, acumulando um prejuízo de R$ 11,00 por saca de 50 quilos comercializada na faixa de R$ 34,00 a R$ 35,00 na região, mas com custo de R$ 45,00 na safra passada. A expectativa para a próxima temporada não é das melhores. Os preços arrancam baixos demais e entra a pressão de oferta da nova colheita já em fevereiro. E todos sabemos que preços agrícolas caem de forma muito fácil. Difícil, mesmo, é subir.

Alta na feira

Confirmando aquilo que havíamos antecipado aqui na coluna nas duas últimas semanas, a Emater/RS diz em seu relatório que o excesso de chuvas e ventos fortes do mês de outubro no Vale do Rio Pardo e no Alto da Serra do Botucaraí prejudicaram as culturas olerícolas. Aquelas cultivadas no campo registram perdas pela saturação ao solo, lixiviação de nutrientes e danos físicos.

O granizo também estragou plantas como alface, rúcula, repolho, mostarda e couve. Em algumas regiões, pés de milho com até dois metros de altura foram partidos por pedras de gelo. Os problemas não terminam aí. Associadas às adversidades climáticas surgem doenças fúngicas e bacterioses, o que tem se verificado nos tomateiros. Na cidade o custo disso chega pela alta de preços provocada pela queda na oferta e aumento do custo de produção. Os cultivos em estufa não tiveram tantos prejuízos e estão garantindo o abastecimento.

Plantio

Na região está praticamente encerrado o plantio de batata doce e aipim, enquanto os produtores de  moranga Cabotiá iniciam a colheita do cedo e a comercialização com preços satisfatórios. A oferta tende a aumentar na primeira quinzena de novembro.

Cultivados em estufa, quem tem se comportado bem são os pepineiros, garantindo uma boa temporada de conservas e saladas para o final do ano. No entanto, os produtores têm investido um pouco mais para tratar ocorrências de doenças associadas à umidade e baixa radiação solar.

Pouco doce

Quem está passando aperto na região e no Centro-Serra são os produtores de pêssegos. O clima não ajudou e em plena fase de colheita das variedades precoces foi detectado que a falta de tratamentos de inverno acabou refletindo em alta incidência de doenças e insetos brocadores. As perdas são significativas.

Gazeta do Sul

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
31 de outubro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Custo da terra no Brasil é o mais alto do mundo

O especialista em geopolítica norte-americano Peter Zeihan costuma dar palestras para agricultores sobre como a política internacional, a economia e as mudanças demográfica afetam as suas vidas. Em recente palestra no Meio-Oeste dos Estados Unidos, ele arriscou algumas previsões e fez vários comentários sobre o Brasil.

Para Zeiham, o “custo [de oportunidade] da terra  no Brasil é o mais alto do mundo” em função dos altos custos de transporte” e da fácil proliferação de pragas. “O Brasil não é como o Meio-Oeste. Toda a produção agrícola está isolada. Os custos de transporte podem ser de quatro a 100 vezes mais altos que nos Estados Unidos. Os rios para eles não funcionam. O uso de pesticidas é extremo. Eles precisam de mudar de pesticidas a cada três anos, sendo que nos Estados Unidos se muda a cada 10 ou 15 anos”, analisou.

Ele também prevê que haverá uma mudança, pelo menos momentânea, de maior crescimento agrícola na Argentina do que no Brasil. “O Brasil só faz sentido em um mundo onde há uma China com uma demanda insaciável e com um sistema internacional de transporte marítimo seguro e barato. Há uma virada maciça na América do Sul, enquanto o Brasil se desmorona e a Argentina cresce”, comenta.

Zieham afirma ainda que nos próximos anos o mundo passará por fortes dificuldades nos próximos anos em função do forte aumento populacional nos países asiáticos, mas que por outro lado haverá uma redução significativa da população japonesa e na Rússia até uma possível desaparição do país. Nesse contexto, prevê que poucos países estariam bem. Uma das exceções seriam os Estados Unidos.

“O Meio-Oeste é uma das maiores terras aráveis do planeta e está dividido pelo Mississipi. O sistema do Mississipi é o maior sistema de transportes do mundo. Esses dois fatores são imunes à política. Sempre estiveram”, explicou.

Na palestra, o especialista citou outros países com maior potencial agrícola que não são tão conhecidos. Austrália na carne de alta qualidade e no trigo. Nova Zelândia no leite e carne bovina. Mianmar no arroz. E a França pela possibilidade ampla de plantar vários cultivos.

Agrolink

Read More
  1. Home
  2. /
  3. Notícias
  4. /
  5. agronegócio
  6. /
  7. Page 21
18 de outubro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Ladrões que atacam fazendas moram perto das vítimas, diz estudo

Quase 70% dos furtos e roubos contra propriedades rurais no Brasil são cometidos por ladrões “vizinhos”, que moram a menos de cinquenta quilômetros de distância das vítimas. É o que aponta levantamento parcial do Observatório da Criminalidade no Campo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Os dados foram obtidos diretamente dos produtores, que desde fevereiro deste ano podem comunicar os crimes por um formulário especial na internet, criado pela CNA para mapear a violência no campo.

“Cerca de 35% dos crimes aconteceram em propriedades que estão a menos de 20 km da sede do município. Outros 29% são ataques contra propriedades que ficam a uma distância de, no máximo, 50 km. Ou seja, em 64% dos casos estamos falando de distâncias curtas, um indicativo de que talvez não seja tão complicado assim para as autoridades dar proteção às propriedades mais visadas”, avalia André Sanchez, coordenador do observatório da CNA.

A julgar pelas informações fornecidas pelos agricultores, os ladrões têm apostado na impunidade, já que o índice de reincidência alcança 66% das propriedades; ou seja, os marginais se sentem à vontade e não temem voltar à cena do crime para completar o serviço. “Via de regra, o campo está abandonado pelas autoridades de segurança. Enquanto a violência urbana está na mídia toda hora e faz parte das promessas dos candidatos, da segurança rural ninguém fala. O produtor, por sua vez, está inseguro, e muitos preferem nem dormir na propriedade. Estamos perdendo aquela visão bucólica, em que as pessoas vão morar no campo para buscar qualidade de vida”, diz Sanchez.

Para a CNA, as notícias de progresso do agronegócio brasileiro vêm despertando a cobiça dos marginais. As propriedades estão cada vez mais tecnificadas e usam maquinários, fertilizantes e defensivos agrícolas de alto valor agregado. “Com uma caminhonete pequena os ladrões conseguem fazer o furto de agroquímicos, por exemplo, que ocupam pouco volume e formam uma carga muito valiosa”, conclui Sanchez.

As chances de ser vítima de ladrões no meio rural aumentam quando a principal atividade é a pecuária. Segundo os dados da CNA, o furto de gado concentra 56% de todos os casos (leia relatos ao final da matéria).

Além de buscar as informações dos produtores, a CNA entrou em contato com as 27 secretarias de Segurança dos estados para compilar estatísticas e tentar fazer um diagnóstico da criminalidade no campo. “É surpreendente a dificuldade para se conseguir qualquer informação. Muitas secretarias sequer segmentam o que é urbano do que é rural”, revela Sanchez.

A intenção da CNA é continuar a coleta de dados até março ou abril de 2018 para, então, convocar parlamentares, especialistas e autoridades de segurança pública para um grande debate. Na ocasião, as informações estratégicas serão entregues aos órgãos competentes para que se tomem as providências adequadas. “Cada polícia estadual tem seus dados e elas não conversam. O Ministério da Justiça poderia unificar esses dados em uma única grande central”, diz o coordenador do Observatório da Criminalidade no Campo.

Siga este link para denunciar crimes contra a propriedade rural no observatório da CNA. Os dados dos produtor e da propriedade são mantidos em sigilo.

Veja abaixo alguns dos relatos dos produtores ao observatório. Os casos são de 2016 e 2017 :
Santa Catarina:

“Foi uma tentativa de roubo, quebraram uma porta da cozinha onde ficavam as ferramentas como roçadeira, motosserra e outros objetos e do galpão para retirar um automóvel, mas quando tocou o alarme os ladrões fugiram”.
Minas Gerais:

“Criminosos invadiram a fazenda, reuniram mais ou menos 200 cabeças de gado no curral, quando se preparavam para embarcar o gado, ao cair da tarde, o proprietário chegou na fazenda. Nesse momento o proprietário foi rendido, amarrado junto com seu empregado. Os bandidos saíram no veículo do fazendeiro, levando seus pertences, deixando-os amarrados no local. Em seguida as vítimas conseguiram se livrar e soltar o gado antes do retorno dos bandidos, impedindo com isso o embarque dos mesmos”.
Rio Grande do Sul:

“Furto e depredação de todo apiário com cerca de trinta caixas e caixilhos. Furto de mais de 150 kg de mel. Em novembro de 2016, nos dias 12 e 21 houve outras invasões com o mesmo modo operante que arruinou o mesmo apiário. Com prejuízo de material, mel e invasão de propriedade particular”.
Bahia:

Caso 1 – “Venho por meio da CNA participar a invasão da propriedade que indivíduos armados ameaçaram e retiraram os funcionários dos imóveis quebrando os cadeados das casas fechadas, furtando o cacau e encaminhando para venda, através de ameaças aos funcionários, os mesmos estão abatendo os animais que se encontram na propriedade como também fazendo a retirada de madeira de lei da Mata Atlântica. Trazendo transtornos para o proprietário e os trabalhadores, os impedindo de permanecerem na propriedade”.

Caso 2 – “Durante vários anos a propriedade vem sofrendo com vários furtos (amêndoas e frutos de cacau), ferramentas, utensílios de trabalho, arrombamentos de residências e depósitos. Em 04/2016 ocorreu o abate e furto de vacas no estábulo da fazenda. Jovens circulam pela propriedade usando drogas e alguns com armas de fogo. Depois de dar entrada em vários boletins de ocorrência, desisti de dar queixas”.

Gazeta do Povo

Read More
  • 18
  • 19
  • 20
  • 21
  • 22
  • 23
  • 24

Somos uma empresa comprometida com o agronegócio brasileiro, que atua há mais de 30 anos ao lado do homem do campo!

Acesso rápido:

  • Home
  • Empresa
  • Produtos
  • Agrega BASF agora é Conecta Pontos
  • Notícias
  • Culturas
  • Cotação
  • Contato
  • Trabalhe Conosco

Matriz

  • geoAv. Princesa do Sul, 2.320 – Jardim Ribeiro, Varginha/MG  CEP: 37.068-002.
  • phone(35) 3214.1837
  • mailcontato@aprovaragro.com.br
  • mailSeg – Sex: 7h30 – 18h
    Horário Almoço: 11h30 às 13h

Nas Redes Sociais


Facebook



Instagram



Linkedin



Youtube

Política de Privacidade e Cookies
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação e, ao continuar navegando neste site, você declara estar ciente dessas condições.
Configurações de CookiesAceitar
Manage consent

Visão Geral de Privacidade

Este site usa cookies para melhorar sua experiência enquanto você navega pelo site. Destes cookies, os cookies que são categorizados como necessários são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para o funcionamento das funcionalidades básicas do site. Também usamos cookies de terceiros que nos ajudam a analisar e entender como você usa este site. Esses cookies serão armazenados em seu navegador apenas com o seu consentimento. Você também tem a opção de cancelar esses cookies. Porém, a desativação de alguns desses cookies pode afetar sua experiência de navegação.
Necessary
Sempre ativado
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
CookieDuraçãoDescrição
cookielawinfo-checkbox-analytics11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional11 monthsThe cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance11 monthsThis cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy11 monthsThe cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytics
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.
Others
Other uncategorized cookies are those that are being analyzed and have not been classified into a category as yet.
SALVAR E ACEITAR