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24 de agosto de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Governo lança Plano Agro Mais nesta quarta (24) no Palácio do Planalto

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) lança às 11h desta quarta-feira (24), em solenidade com o presidente em exercício, Michel Temer, no Palácio do Planalto, o Plano Agro Mais. Trata-se de um conjunto de medidas voltado à redução da burocracia nas normas e processos do Ministério da Agricultura, buscando maior eficiência para impulsionar ainda mais a competitividade do setor do agronegócio.

Serviço:
Lançamento do Plano Agro Mais
Data: 24/08/2016 (quarta-feira)
Horário: 11h
Local: Salão Nobre do Palácio do Planalto – Brasília (DF)

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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23 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

PIB do agronegócio em Minas tem alta de 0,7%

O PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio de Minas Gerais encerrou maio com alta de 0,7% – nono crescimento consecutivo –, acumulando aumento de 3,7% na estimativa para o ano. Com o resultado, a renda do setor no Estado, estimada para 2016, é de R$ 193,57 bilhões. Do valor total, a previsão é que R$ 100,07 bilhões ou 51,7% sejam oriundos da agricultura e o restante, R$ 93,5 bilhões (48,3%), da atividade pecuária.

Todos os segmentos que compõem o PIB apresentaram elevação no mês: insumos (1,58%), básico (0,75%), indústria (0,6%) e distribuição (0,56%). No ano, todos também mantiveram o ritmo de crescimento, com desempenhos de 2,88%, 2,15%, 6,37% e 3,66%, respectivamente.

De acordo com o superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa (Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento), João Ricardo Albanez, o segmento da agricultura contribuiu de forma positiva para o resultando mensal do PIB do agronegócio de Minas Gerais, enquanto a pecuária continuou apresentando números inferiores. “Como, proporcionalmente, os ganhos na agricultura foram maiores que as perdas da pecuária, o resultado total foi positivo”, analisa.

O PIB da produção agrícola formado pelo conjunto das cadeias produtivas da agricultura apresentou aumento de 1,4% em maio de 2016. Este resultado é reflexo do crescimento observado em todos os segmentos: primário (2,6%), de insumos (2,2%), serviços (1,3%) e indústria (0,9%). Os insumos, que em abril apresentaram queda, em maio tiveram resultado positivo devido ao aumento da quantidade utilizada pelo produtor.

Para a pecuária observou-se movimento oposto: queda de 0,8% no mês, com alta apenas no segmento de insumos (1,1%). O primário teve resultado praticamente estável (-0,01%) e os demais registraram reduções de 0,9% na indústria e de 0,3% em serviços.

Considerando os dados até maio, as participações dos segmentos na geração da renda do agronegócio de Minas Gerais tiveram participação de 38,5% do setor primário, 30,8% do segmento de serviços, 25% do setor industrial e 5,8% insumos. Assim, o PIB do agronegócio de Minas passa a ter uma participação de 13,8% no PIB do agronegócio brasileiro.

Itens

Em relação ao segmento primário da agricultura, Albanez cita que dos 13 itens analisados, apenas três apresentaram resultados negativos. No caso dos insumos com crescimento, ele destaca o café, produto de maior representatividade no PIB do segmento primário da agricultura mineira.

Neste sentido, o superintendente lembra que o crescimento projetado para a produção de café é de 23,31% com relação ao ano anterior. Ele ressalta a grande elevação nas cotações de produtos como feijão, mandioca, laranja, batata, algodão e milho, tendo, este último, impactado também nos custos da produção pecuária, via alimentação animal.

“A tendência é que continue em patamares elevados, o que está fazendo com que os criadores de gados comecem a estudar a importação de milho da Argentina, para suprir as alimentações bovina e suína. No Espírito Santo isto já está ocorrendo. Avalio a medida como positiva, pois surtirá efeito na demanda dos nossos grãos e, consequentemente, nos preços”, diz.

Já no segmento primário do ramo pecuário, bois, vacas e suínos seguem com baixa acumulada de preços. Com relação ao leite, a captação permanece apresentando queda significativa, o que se refletiu em elevação de preços e na baixa produção de derivados.

É importante ressaltar a importância da pecuária bovina (leite e corte) de Minas Gerais, que foi responsável por 42% do valor do PIB do agronegócio estadual, totalizando R$ 50,13 bilhões, somando os segmentos básico e industrial.

Diário do Comércio

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19 de agosto de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Brasil recicla 94% das embalagens de defensivos agrícolas

Neste 18 de agosto o Brasil comemora com muito orgulho o Dia Nacional do Campo Limpo. Isso porque o país é líder mundial na ranking de reciclagem de embalagens vazias de defensivos agrícolas. De acordo com o Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (inpEV), somente no ano passado, 45,5 mil toneladas de embalagens vazias tiveram destino ambientalmente correto por meio do Sistema Campo Limpo (SCL), montante que representa 94% do total das embalagens primárias comercializadas em 2015. Para se ter uma ideia, o Brasil está na frente de países como a França, com a reciclagem de 77% de suas embalagens e também do Canadá, com 73%. Os Estados Unidos vêm em 9º lugar, com 33%.

 “Celebramos esse dia como uma forma de valorizar o comprometimento da agricultura com a preservação do meio ambiente e chamar a atenção para fomentar essa cultura”, afirma o analista técnico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Marco Oliveira.

O ramo agropecuário no Brasil compreende um universo de mais de 1,5 mil cooperativas e quase um milhão de cooperados. Das 111 centrais de recebimento de embalagens pelo país, 5% delas são gerenciadas por cooperativas. No Paraná, estado que possui algumas das maiores e mais fortes cooperativas agrícolas do país, o trabalho da Coamo é destaque nacional.

Com cerca de 28 mil cooperados, a Coamo devolveu mais de um milhão de embalagens vazias até agosto deste ano, sendo 95% desse material encaminhado para a reciclagem e os 5% restantes incinerados. “Os recursos empregados para a destinação correta das embalagens vazias são viáveis graças a parcerias. Acredito que nosso grande diferencial em relação ao que existe no Brasil é que estruturamos postos de recebimento em cada unidade onde a cooperativa possui um depósito de embalagem. Facilita muito para todo mundo, especialmente o agricultor”, afirma o chefe do Departamento Administrativo e Meio Ambiente da Coamo, Dalma Lucio de Oliveira.

De acordo com o coordenador regional de operações do inpEV, Fábio Macul, o inpEV possui atualmente mais de 400 unidades de recebimento de embalagens em todo o Brasil, gerenciadas por cerca de 260 associações de revendedores, sendo que algumas delas são cogerenciadas pelo inpEV, e também trabalha com as unidades itinerantes para atingir lavouras mais distantes e pequenos produtores rurais. “O Paraná com toda certeza se destaca nesse trabalho das unidades móveis”, explica Macul.

Redução

No primeiro semestre de 2016, no entanto, em decorrência dos problemas climáticos que afetaram a safra brasileira de grãos (excesso de chuvas na região sul e seca na região do centro-oeste e no Matopiba), o Sistema Campo Limpo retirou dos campos do Sul cerca de 5.746 toneladas de embalagens vazias de defensivos agrícolas, volume 9% menor em relação ao primeiro semestre de 2015. No Brasil, houve uma queda de 6% na destinação do material no semestre, que reduziu de 24,6 mil toneladas para 23,1 mil.

Além disso, segundo a inpEV, a expansão do plantio da variedade de soja Intacta, que reduz a aplicação de produto, e o aumento do contrabando de agrotóxicos, também foram fatores que tiveram impacto sobre a redução no volume de defensivos agrícolas usado em campo este ano.

Sistema Campo Limpo

O Sistema Campo Limpo é gerenciado pelo inpEV, instituição que representa as indústrias fabricantes e/ou registrantes de defensivos agrícolas e que têm o dever, estabelecido por lei, de promover a correta destinação das embalagens vazias desses produtos (logística reversa). Participam do programa mais de 100 empresas e nove entidades representativas do setor, distribuidores e agricultores.

Os produtores rurais adquirem os defensivos agrícolas em aproximadamente cinco mil distribuidores e cooperativas e se responsabilizam pela lavagem e inutilização das embalagens pós-consumo para, então, enviá-las às unidades de recebimento. Os estabelecimentos comerciais e as cooperativas, por sua vez, devem dispor de local adequado para o recebimento das embalagens. De lá, as embalagens seguem para seu destino final, que pode ser a incineração ou a reciclagem. Aos fabricantes compete promover sua destinação final adequada, o que exerce por meio do inpEV. Os poderes públicos, nas esferas municipal, estadual e federal, respondem pela fiscalização do Sistema e pela orientação e licenciamento das unidades de recebimento, além do apoio às ações educativas.

“O sistema funciona bem porque todos os elos da cadeia produtiva, agricultores, fabricantes e canais de distribuição, estão envolvidos e comprometidos com suas responsabilidades. Temos os mesmos objetivos”, afirma Macul.

A partir de 2002, quando o Sistema Campo Limpo entrou em funcionamento, a maior parte das embalagens passou a ter destinação correta. “Até então a legislação permitia que as embalagens pudessem ser enterradas, desde que em locais altos e longe de rios. Até nas embalagens dos produtos havia essa recomendação”, explica Oliveira. No entanto, a Lei nº 9.974/2000 exigiu que cada um dos agentes atuantes na produção agrícola do Brasil cumprisse um papel específico no processo de recolhimento e destinação final das embalagens vazias de defensivos agrícolas.

Podem ser encaminhadas para reciclagem 95% das embalagens colocadas no mercado, desde que tenham sido corretamente lavadas no momento de uso do produto no campo. As embalagens não laváveis (cerca de 5% do total) e aquelas que não foram devidamente lavadas pelos agricultores são encaminhadas a incineradores credenciados. “Temos 11 recicladores parceiros que transformam as embalagens em vários produtos como caixa de bateria para automóvel, conduite e tampa das caixas de óleo de lubrificante. Toda renda da venda das embalagens é revertida para os nossos projetos”, explica Macul.

“Nosso desafio é manter o trabalho constante e aprimorar nossas tarefas do dia a dia para melhorar o sistema”, explica Oliveira.

Gazeta do Povo

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15 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agronegócio recupera otimismo em relação à economia

Confiança do setor agropecuário retoma patamares históricos, afirma a Fiesp (Foto: Thinkstock)


O agronegócio brasileiro retomou o otimismo neste segundo trimestre de 2016. O Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro), calculado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), passou de 82,6 para 102,1 pontos, na comparação do segundo trimestre como primeiro trimestre de 2016.

Segundo os organizadores da pesquisa, a alta de 19,4 pontos no indicador, “que volta aos maiores patamares da série histórica, iniciada no terceiro trimestre de 2013, foi causada, principalmente, pela combinação entre a melhora na percepção da economia e os bons preços das commodities”.

Eles explicam que de acordo com a metodologia do estudo, uma pontuação igual a 100 pontos corresponde à neutralidade. Resultados abaixo deste patamar indicam baixo grau de confiança.

O presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou que o resultado do último levantamento “é um termômetro de que realmente o Brasil está voltando aos trilhos do crescimento. A retomada da economia pressupõe confiança, credibilidade e equilíbrio”. Ele cita como exemplo o fato de a venda de fertilizantes ter crescido 13% e a de máquinas agrícolas 19%, em relação ao mês anterior.

O estudo mostrou que a confiança dos produtores apresentou alta de 11,6 pontos em relação aos três primeiros meses do ano, fechando o segundo trimestre com 103,5 pontos. “A pontuação acima dos 100 é inédita para este elo da cadeia, ou seja, é a primeira vez em que o otimismo aparece para os produtores agropecuários”, dizem os organizadores.

Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, avalia que a retomada na confiança dos produtores vai além do atual momento de reorganização da economia do país. “Os bons preços das principais commodities agrícolas, que se mantiveram em alta em boa parte do segundo trimestre de 2016, favoreceram o sentimento mais otimista por parte do produtor rural, melhorando também sua percepção em relação aos custos, uma vez que a relação de troca entre os produtos agrícolas e os fertilizantes e defensivos torna-se mais vantajosa”, diz ele.

No caso dos fornecedores de insumos agropecuários (Indústria Antes da Porteira) o índice de confiança cresceu 28,5 pontos, alcançando 101,8 pontos. Os organizadores explicam que a alta se deve a melhorar na relação de troca entre os insumos e os principais produtos agrícolas, como soja e milho, que permite aos fabricantes de adubos e defensivos antecipar as negociações para a próxima safra de verão.

Segundo o estudo, a Indústria Pós Porteira, por sua vez, conseguiu sair da condição pessimista – na qual ficou durante oito trimestres consecutivos – e volta a um nível neutro, com 100,7 pontos. “A alta de 23,7 pontos em relação ao primeiro trimestre de 2016 mostra que a percepção com relação à situação atual melhorou menos do que suas expectativas para o futuro, o que é condizente com a situação desse grupo de indústrias, composto principalmente por fabricantes de alimentos”, dizem os organizadores.

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Leia a notícia na íntegra no site Revista Globo Rural

Fonte: Revista Globo Rural

 

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12 de agosto de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Banco do Brasil anuncia recorde de crédito ao agronegócio: R$ 184,5 bilhões

O Banco do Brasil anunciou ter alcançado um recorde na Carteira de Crédito ao Agronegócio, ao contratar R$ 184,5 bilhões nos últimos 12 meses. O resultado representa, na visão ampliada, crescimento de 9,6% neste período.

O destaque ficou por conta da linha do Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), que totalizou R$ 40,5 bilhões. O número significa expansão de 7,5% frente ao segundo trimestre de 2015. Por sua vez, o Programa ABC totalizou R$ 9,5 bilhões e crescimento de 6% no mesmo período.

Apenas na Safra 2015/16 o BB desembolsou R$ 82,4 bilhões em operações de crédito rural, um aumento de 12,4% em relação ao mesmo período da safra 2014/15. “O Banco mantém-se como o principal agente financeiro do agronegócio no país, com 62,0% de participação nos financiamentos destinados ao setor”, anuncia a instituição financeira.

Agrolink
Autor: Leonardo Gottems
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9 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

O agronegócio carrega o Brasil nas costas”, afirmam lideranças no Congresso Abag

De São Paulo – Viviane Petroli

''O agronegócio carrega o Brasil nas costas'', afirmam lideranças no Congresso Abag

Foto: Viviane Petroli/Agro Olhar

 “O agronegócio andou para a direção do Sol, enquanto os demais setores caíram diante a situação do Brasil. A colocação é do presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), Luis Carlos Carvalho, na abertura do 15º Congresso Abag. Para líderes do setor do agronegócio o Brasil é maior que a crise.

O 15º Congresso da Abag debate neste ano “Liderança e Protagonismo” e, segundo Luis Carlos Carvalho, é preciso que o setor mostre seu protagonismo. “Hoje, somos o segundo maior exportador e deveremos ser o primeiro nos próximos anos, como aponta a FAO. Porém, não é só exportar. É preciso ter voz mais ativa perante a política também”.

Carvalho destacou ainda que os líderes são as chaves mestras para instigar o desenvolvimento. “O Brasil caminha para o seu protagonismo. É o agronegócio que faz o país andar”.

Há um ano o Brasil vivia uma situação delicada e de indecisões. Hoje, conforme o secretário de Agricultura de São Paulo, Arnaldo Jardim, pautas ligadas ao setor produtivo começam a entrar em discussão. “O setor está pronto pa ter liderança e fazer seu protagonismo. Os acordos que estamos vendo no Ministério da Agricultura, com o ministro Blairo Maggi, mostra que o Brasil está andando”.

Importância mostrada

Na opinião do deputado federal e presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Marcos Montes, o setor está começando a mostrar ao Brasil o que é o agronegócio e a sua importância. “A gente sente no presidente em exercício Michel Temer, ele ele dá sinais claros, que vê o agronegócio como saída para o Brasil”.

Expemplo de liderança

Um exemplo de liderança na visão da senadora do Rio Grande do Sul Ana Amélia Lemos (PP), e que deveria ser seguido, é o do ministro da Agricultura Blairo Maggi. O Maggi está tendo comprometimento. O que ele não entende, ele vai e busca conhecimento. Pela primeira vez um ministro da Agricultura visitou uma lavoura de fumo no Rio Grande do Sul e viu a importância do setor para a econômica de um Estado. Isso mostra liderança. O Brasil é maior que a crise. O agronegócio é protagonista. O agronegócio carrega o Brasil nas costas”.

Fonte: Olhar Direto

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18 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócioalimentos

Demanda por alimentos é forte e crescente apesar da turbulência financeira, diz analista

Publicado em 15/07/2016 12:30 e atualizado em 15/07/2016 17:29

A atual turbulência observada quase que diariamente no mercado financeiro global segue gerando centenas de incertezas entre os investidores mundo a fora, que resultam em uma intensa volatilidade sobre os futuros das commodities, especialmente as agrícolas. Há, no entanto, um consenso entre analistas de mercado – também em todo o mundo – de que a demanda por alimentos está assegurada e deverá ser a última a ser atingida – caso seja – por um momento mais complicado da economia.

“A demanda é forte e vai continuar forte, pelo menos o consumo tradicional animal e humano”. A declaração é de Steve Cachia, diretor da Cerealpar e também consultor do Kordin Grain Terminal, de Malta, na Europa. Entretanto, o executivo chama a atenção para essa volatilidade, a qual pode ser implacável a quem não a estiver acompanhando.

O arquipélago de Malta fica no sul do continente europeu, situado no Mar Mediterrâneo e hoje é sede de cerca de 600 fundos de investimento, contra apenas quatro em 2008. E é nesse ambiente em que Cachia vê as commodities agrícolas tornarem-se um mercado cada vez mais sofisticado e influenciado pelas questões financeiras. “O que mais me chama a atenção são as ferramentas técnicas sofisticadas que eles (os fundos)  têm, e é com isso que eles tomam decisões de compra ou venda”, explica.

E o presente momento é de investidores dividindo suas atenções entre dezenas de fatores que deverão alinhar suas estratégias não só no curto e médio prazos, mas também no longo. Entre eles, o Brexit – a saída do Reino Unido da União Europeia -, os preços do petróleo, a economia da China, os juros nos Estados Unidos, conflitos geopolíticos e tantos outros. Apesar disso, Cachia reforça que, “no final das contas, é sempre o quadro de oferta e demanda que, em um período, dá um preço médio para o mercado”.

Brexit

No último mês, um plebiscito realizado no Reino Unido decidiu que o país deveria deixar a União Europeia e a reação imediata do mercado financeiro foi de pânico generalizado. Os investidores buscaram ativos mais seguros, derrubaram moedas importantes – a libra foi à mínima em mais de 30 anos – commodities e bolsas de valores.

“Isso foram os fundos ajustando suas posições já que eles tinham que se proteger, reduzindo seu risco e/ou sair de posições lucrativas para cobrir perdas em outros mercados”, explica Cachia. “E as commodities agrícolas também sentiram esse efeito porque hoje os fundos são players importantes nesse mercado, eles trazem liquidez, para cima ou para baixo”, completa.

O que se viu foi, portanto, nada mais do que uma atuação maciça por parte desses fundos, os quais conseguem dar mais volatilidade ou direção para as cotações de forma mais rápida. Assim, é possível registrar movimentos das commodities agrícolas mais como somente ativos financeiros do que respondendo a seus fundamentos próprios, e isso pode acontecer no curto e no curtíssimo prazo, como explica o analista. “Entretanto, em um período de tempo, o fundamental prevalece, a relação de oferta e demanda”.

Assim, daqui em diante, para Cachia, o Brexit inspira atenção, principalmente, sobre dois aspectos: o comércio e a área financeira e as relações nas duas frentes entre o Reino Unido e a União Europeia e o Reino Unido e demais países de fora do bloco. “Será preciso acompanhar a desvalorização do setor imobiliário, redução de investimentos na Inglaterra, importações/exportações. Muitas empresas da área financeira de Londres, por exemplo, já estão buscando alternativas para continuar tendo acesso normal ao mercado da UE”, afirma o diretor da Cerealpar.

Além disso, o movimento dos ingleses traz ainda as preocupações com a possibilidade da saída de mais países da União Europeia, o que poderia criar um momento de caos do ponto de vista financeiro e comercial. Para o produtor inglês, as mudanças poderiam trazer momentos um pouco mais difíceis, com subsídios menores e custos mais elevados. “Para o Brasil, nada muda. Ainda teremos acesso normal ao mercado, com novos acordos se for preciso”, diz o executivo.

China e consumidores em potencial

Se o Brexit não preocupa tanto, a China preocupa um pouco mais, acredita Steve Cachia. Todavia, “em nada preocupa a demanda crescente por soja e milho”, salienta o analista. “Eles continuarão a quebrar recordes de importação de soja e, a cada ano que se passa, aumenta a necessidade dos chineses de passar a importar milho. Não podemos esquecer que o país não está decrescendo, está apenas crescendo menos do que estávamos acostumados”, completa.

A nação asiática registra, todos os anos, milhões de pessoas migrando para uma classe social mais alta e entrando, portanto, em uma linha de consumo melhor dado seu poder aquisitivo mais elevado. “E o dinheiro muda os hábitos alimentares das populações, a história mostra isso”, lembra Cachia. A demanda é forte e crescente no país por óleo de soja, carnes, grãos, leites, ovos, cereais, entre outros produtos, e isso não deve mudar de padrão tão cedo.

Ao se focar o agronegócio, é possível perceber que em tempos de crise as mudanças mais tardias vêm na alimentação, e quando vêm. Assim, o atual cenário que pode ser observado na China atualmente, se estende para demais países, como a Índia e a África.

“Os produtores rurais ao redor do mundo deveriam ajustar suas perspectivas e visões para o forte potencial de novos clientes consumidores como a África e a Índia, não somente a China”, disse, em um artigo, Erik Norland, economista chefe e diretor executivo do CME Group, grupo em que está inclusa, entre outras, a Bolsa de Chicago.

Embora a África conte com um território expressivo e de grande potencial, há três importantes desafios elencados por Norland para o continente, que conta com mais de 50 países: a dificuldade de geração de recursos agrícolas, a dificuldade na geração de capital e a fragmentação política.

A projeção indica que, em 25 anos, a população africana passe de 1,15 bilhão para 1,91 milhão de pessoas. “E para alimentá-las, será necessária a combinação de um aumento da produção local e de uma enorme compra de alimentos de fora”, explica o economista da CME.

Na Índia, o quadro é semelhante, apesar de uma dieta um tanto diferente. A população local atual também passa de 1 bilhão de pessoas e os recursos para um aumento da produção agrícola também são bastante limitados e um desafio para o país. Até 2040, essa população, ainda de acordo com números da CME e da FAO – o braço da ONU (Organização das Nações Unidas) para alimentação e agricultura, deve apresentar um incremento de mais de 30%.

No link a seguir, confira a entrevista de G. Chandrashekhar da Hindu Business Line a João Batista Olivi, no Fórum do Feijão, em Foz do Iguaçu:

>> Índia e Paquistão, com 1 bilhão e 800 milhões de pessoas, pedem a atenção dos agricultores brasileiros

“Não seria uma surpresa se a Índia importar quantidades cada vez maiores de alimento do mercado mundial, principalmente da Europa e das Américas. Além disso, há o potencial de um aumento da quantidade per capita de comida a ser consumida pelos indianos. Ou seja, como a África, a Índia pode ser mais um componente para a tempestade perfeita do aumento da demanda global por alimentos”, acredita Erik Norland.

Consumo de alimentos per capita na Índia - Fonte: FAO

Consumo de alimentos per capita na Índia – Fonte: FAO

Desde 1991, é possível observar um crescimento de consumo no país de cerca de 50% entre ovos e laticínios e 32% de óleos vegetais. Para os próximos 25 anos, a perspectiva aponta ainda para um consumo de grãos 30% maior, ou seja, em linha com o crescimento previsto para sua população. Atenção redobrada para suas necessidades de milho e arroz.

Consumo de grãos na Índia - Fonte: FAO

Consumo de grãos na Índia – Fonte: FAO

“A estagnação na alimentação só acontece em países desenvolvidos, e não naqueles em desenvolvimento. Nesses últimos, pela natureza de populações mais pobres agora tendo acesso a um maior e melhor volume de alimentos e pela industrialização tirando o homem do campo pra morar na cidade, a situação de aumento na demanda parece irreversível”, acredita Steve Cachia. “Por isso, acredito que o mundo de commodities agrícolas ainda está em um ciclo de demanda, apesar da oferta aparentemente abundante”, conclui.

Um levantamento feito em parceira com a FAO, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos e a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostra que, até 2050, o crescimento da oferta de alimentos necessário para atender à demanda mundial deverá vir 40% do Brasil. O assunto foi amplamente debatido por líderes de mais de cem países no Global Agribusiness Forum, em São Paulo, na última semana.

Crescimento da população mundial - Fonte: FAO

Crescimento da população mundial – Fonte: FAO

Petróleo

No quadro da demanda, Steve Cachia chama a atenção para o mercado do petróleo. Embora há algumas semanas os preços tenham testado uma recuperação e uma volta ao patamar dos US$ 50,00 por barril na Bolsa de Nova York, os movimentos de alta ainda são frágeis, dado o cenário de fundamentos que ainda pressionam as cotações. A oferta é grande e a demanda não acompanha. Apesar disso, em 2016, o WTI, em NY, acumula uma alta de 24,38% e o Brent, em Londres, de 28,30%.

“Se (o mercado) volta a derreter como alguns economistas estão prevendo, isso pode afetar o biodiesel e o etanol, produtos que também têm sua importância subestimada, mas que são hoje uma fatia importante da demanda global de soja e milho. Basta dizermos que, nos EUA, um terço da safra de milho é destinada á indústria de combustível ecologicamente correto”, explica o analista.

Fluxo Monetário

A volatilidade entre ativos mais sensíveis, como as commodities agrícolas, se intensifica ainda mais dado um maior fluxo de dinheiro no mundo, o qual vem crescendo após a crise financeira registrada em 2008. E essa movimentação mais intensa de maiores volumes de dinheiro se dão frente a uma corrida dos fundos investidores por alternativas, quase que diariamente. Hoje, a palavra-chave no financeiro evoluiu de bilhões para trilhões.

“Por isso que a indústria de serviços financeiros de Londres, por exemplo, é um dos setores que mais pode ser atingido por ações como essa do Brexit. Há uma correria para alternativas, como por exemplo ter uma base em Malta, que é um novo centro financeiro, parte da União Europeia, e ainda parte da Commonwealth, o grupo dos países ingleses e ex-colônias da Inlgaterra”, afirma Cachia.

Taxas de Juros

As atuais taxas de juros do mundo são negativas. E, do ponto de vista macroeconômico, a tendência é de que muitas economias mantenham suas referências mais baixas como medida de estímulo diante de tudo o que está acontecendo e também pelo temor de um não crescimento.

“E isso é totalmente ao contrário do que o Brasil faz em momentos de crise econômica. O pavor do Brasil com a inflação faz com que na verdade não se tome medidas de estímulo à economia”, diz. “Se o Brasil baixar os juros haverá uma retomada na economia, que hoje é mais aberta e com uma população mais consciente, o que não necessariamente vai se traduzir em inflação”, completa.

Sobre os juros nos Estados Unidos, as expectativas são de que novas altas que vinham sendo sinalizadas pelo Federal Reserve – o Banco Central norte-americano – e nunca concretizadas, continuem a ser adiadas, de modo a contribuir para o crescimento da economia. Atualmente, a taxa norte-americana de juros é de 0,5% ao ano.

Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas
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12 de julho de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Aumentou a participação do agronegócio nas exportações

11/07/16 – 11:17

As exportações do agronegócio de Minas Gerais somaram US$ 3,49 bilhões no primeiro semestre de 2016, resultando em uma queda de 4,8% no período. Em volume, foi verificada alta de 28,9%, com o embarque de 4,79 milhões de toneladas de produto oriundo da atividade agropecuária.

Apesar da redução no faturamento, a participação do agronegócio nas exportações totais do Estado cresceu, passando de uma representatividade de 33,3%, no primeiro semestre de 2015, para 34,8%. O setor também é responsável por 48,76% do saldo da balança comercial de Minas. Os dados são da Seapa (Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

Entre janeiro e junho, as importações do setor agropecuário cresceram 2,14% em faturamento e 14,29% em volume, que ficaram em US$ 234,4 milhões e 196,4 mil toneladas, respectivamente. Com o resultado, a balança comercial do agronegócio de Minas Gerais gerou um superávit de US$ 3,2 bilhões, valor 5,24% inferior ao obtido em igual período do ano anterior. O saldo em volume foi de 4,57 milhões de toneladas, alta de 26,63%.

O superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa, João Ricardo Albanez, destaca que o saldo gerado pelo agronegócio é significativo para o Estado, respondendo por 48,76% do superávit total, que ficou em US$ 6,67 bilhões.

“O que podemos destacar de positivo é o aumento da participação dos produtos do agronegócio na pauta exportadora do Estado, que atingiu 34,8% das exportações totais. Outro fator é que estamos com um saldo positivo na balança do setor de US$ 3,2 bilhões. Se olharmos o saldo total das exportações de Minas, metade do valor é proveniente do agronegócio. Isto mostrando a importância do setor no atual momento econômico”.

De acordo com o levantamento da Seapa, as exportações de café, principal produto da pauta exportadora do agronegócio, recuaram expressivos 19% no faturamento, encerrando o primeiro semestre com US$ 1,5 bilhão, ante o valor de US$ 1,86 bilhão.

A retração no faturamento ocorreu devido ao menor preço pago pela tonelada do grão. Enquanto o preço médio praticado ao longo dos primeiros seis meses de 2015 foi de US$ 3,32 mil, neste ano, o valor recuou para US$ 2,49, valor 25% menor. Em volume, as exportações de café cresceram 6,9%, com a destinação de 604 mil toneladas do produto ao mercado internacional.

Segundo Albanez, com a queda no faturamento, a participação do café na pauta exportadora do agronegócio ficou abaixo de 50%. Entre janeiro e junho o produto foi responsável por 43,2% dos embarques do setor.

“Observamos a redução da participação do café ao longo do primeiro semestre. Em contrapartida, houve crescimento do complexo soja”, disse Albanez.

As exportações do complexo soja responderam por 20,1% dos embarques totais do agronegócio mineiro. Antes a representatividade ficava em torno de 15%. O faturamento, US$ 703 milhões, cresceu 22,6%. O volume destinado ao mercado internacional foi ampliado em 36,2%, somando 1,9 milhão de toneladas comercializadas.

“A valorização do dólar fez com que os embarques ficassem mais atraentes. Além disso, houve queda na produção americana e argentina de soja, fazendo com que a China entrasse no mercado, abrindo oportunidade de ampliação das exportações de Minas Gerais”, comentou o representante da Seapa.

Somente a soja em grão movimentou US$ 663 milhões com a exportação de 1,85 milhão de toneladas, variação positiva de 29,2% e 41%, respectivamente.

Carnes

As exportações do grupo das carnes cresceram 6,7% em valor e 16,1% em volume, movimentando US$ 407,9 milhões com a exportação de 192,5 mil toneladas.

O volume de carne bovina exportada aumentou 18,6% sendo destinadas ao mercado internacional 52,6 mil toneladas. O faturamento ficou em US$ 198,8, alta de 11,5%.

O desempenho da carne suína também foi positivo. Foram exportadas 11 mil toneladas do produto, o que gerou receita de US$ 18,8 milhões, alta de 73,5% e 36,2%, respectivamente.

Destaque também para as negociações de carne de peru. Os dados mostram um avanço de 4,3% em faturamento, US$ 22,6 milhões, e de 1,3% em volume, 9 mil toneladas.

Já o faturamento dos embarques de carne de frango recuaram 0,9% com a movimentação de US$ 158,3 milhões. Ao todo foram 115,8 mil toneladas de carne de frango exportada, variação positiva de 12,7%.

Preço das hortaliças caiu 9,1% e, das frutas, 12,4%

O preço médio das hortaliças (legumes e verduras) caiu 9,1% em junho no comparativo com maio, no atacado do entreposto de Contagem da CeasaMinas. Já a redução do preço das frutas foi de 12,4%. Os preços menores foram influenciados, em geral, pela queda na demanda de alguns produtos, em razão de temperaturas mais baixas. Na trajetória inversa, o preço de ovos ficou 13,2% maior, como resultado, entre outros fatores, do consumo mais elevado.

Os produtos que mais contribuíram para a redução do preço médio do grupo das hortaliças foram a cebola, com queda de 40,8%; cenoura (-34,9%); moranga (-22,6%); couve-flor (-22%) e repolho (-4,6%). A queda expressiva do preço da cebola foi influencia pela menor participação da variedade importada, principalmente da Argentina, o que foi acompanhado pelo aumento da oferta nacional.

Entre as hortaliças com altas de preços, estão a abobrinha italiana (36,8%); pepino (10,6%); milho verde (8,2%); berinjela (7,1%) e chuchu (3,1%). Os aumentos, de forma geral, estão ligados ao desenvolvimento mais lento desses produtos na lavoura, por causa das temperaturas mais baixas, o que acabou reduzindo a oferta no entreposto. A maior procura de compradores de estados como São Paulo e os da Região Sul do País também acabou pressionando o preço dessas hortaliças.

Frutas

Entre as frutas, os produtos que mais contribuíram para a redução geral do grupo foram os mamões formosa, que ficou 43,2% mais barato, e o havaí (-42,7%). Também caíram de preço a banana prata (-28,8%); a tangerina ponkan (-16,3%); o melão (-15,3%); e a  melancia (-3,8%).

Das frutas que apresentam altas de preços, os destaques foram o abacate (24,8%); banana nanica (22,6%); goiaba (14,1%) e maçã (6,2%).

O consumidor pode ficar atento à situação da banana nanica, pois, apesar de a fruta ter ficado com o preço maior que em maio, sendo cotada a R$ 1,14/kg no atacado, ainda é uma boa alternativa à variedade prata (R$ 1,66/kg).

Também servem como dicas de consumo com bons preços para o consumidor em julho as verduras em geral, além de beterraba, mandioca, tomate, abacaxi, laranja e limão tahiti.

Receita do setor de milho cresceu 1.141%

O milho foi outro produto que manteve o desempenho favorável no semestre.O cereal acumula alta de 1.141% em faturamento, US$ 21,48 milhões, e de 1.242% em volume, com a exportação de 120,21 mil toneladas.

Segundo Albanez, com a quebra de safra e os preços atraentes no mercado interno, as exportações de milho perderam ritmo em maio e junho, o que favorece os produtores de proteína animal que dependem do cereal para manter a produção e estavam trabalhando a custos muito elevados em função da escassez do cereal.

“O milho apresentou um crescimento expressivo de volume até abril, mas em maio e junho as exportações ocorreram de forma pouco significativa em Minas Gerais. O interessante é que o País também não exportou em maio e junho. Isto devido aos preços no mercado interno, que estão mais atrativos, e à demanda aquecida”.

De acordo com os dados do Mdic (Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), em junho, Minas Gerais não exportou milho. O último mês que registrou negócios com o mercado internacional foi maio, quando foram embarcados 120 quilos do produto. Em abril foram feitas as últimas exportações de volumes significativos. No mês foram movimentados US$ 1,4 milhão, com o embarque de 4,23 mil toneladas do cereal.

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/aumentou-a-participacao-do-agronegocio-nas-exportacoes_357899.html

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8 de julho de 2016by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuáriaprodutor rural

Dia do Produtor Rural Mineiro

Ontem foi comemorado o dia do Produtor Rural Mineiro. Esta data que já existe há 18 anos foi instituída para homenagear os produtores de Minas Gerais, estado que é uma verdadeira potência agropecuária e maior produtor nacional de café, leite e batata, além de deter o maior rebanho equino do país.

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Nesta quinta-feira, 7 de julho, é comemorado o dia do Produtor Rural Mineiro. A data foi instituída pela ALMG em 1998, a pedido da FAEMG, para homenagear aqueles que garantem a alimentação e o desenvolvimento econômico do nosso estado.

Minas Gerais é uma verdadeira potência agropecuária. É o maior produtor nacional de café, leite e batata, e detém o maior rebanho equino do país. É segundo na produção de cana-de-açúcar, feijão e sorgo, e concentra o segundo maior rebanho bovino. Destaca-se também na produção nacional de milho, ovos, tomate, frutas e hortaliças. Além disso, é o principal estado reflorestador do Brasil.

Os produtores rurais cultivam o campo e a história. Nos momentos mais importantes de Minas, o homem do campo sempre foi fundamental: a agricultura e a pecuária sustentaram o crescimento e a modernização do estado. Ao longo do tempo, o dinamismo de agricultores e pecuaristas levou o estado a novas conquistas.  Graças a sucessivos recordes de produção, atualmente o agronegócio representa 42% da riqueza estadual, 27% das exportações e 20% dos empregos.

Muito distante da literária imagem do caipira de enxada nas costas, o produtor rural mineiro é atualizado com a tecnologia, com os meios de comunicação, as pesquisas e a inovação. Busca informações, capacita-se, faz cursos, investe em georreferenciamento, usa aplicativos online para gerenciar sua propriedade. Com o crescimento das cidades e redução de terras produtivas disponíveis, soube comandar uma revolução tecnológica que tem garantido crescente produtividade por área, com menor impacto ambiental – afinal, preservar os recursos naturais é a garantia para seu futuro. Tudo isso mostra que o produtor rural tem tradição em tornar Minas cada vez mais forte.

Medalha do Mérito Rural 2016

Em reconhecimento desse importante trabalho, a FAEMG comemora o Dia do Produtor Rural Mineiro com a entrega da Medalha do Mérito Rural a produtores, instituições e pesquisadores, que se destacaram em relevantes atividades no campo. A data marca também os 65 anos de fundação da Federação. A solenidade será nesta quinta-feira (7/7), no Espaço The One, em BH, às 20h.

Maior honraria da noite, a Grande Medalha deste ano será entregue ao presidente da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins da Silva Junior. Formado em Administração de Empresas, tem trajetória profissional ligada à atividade pecuária há mais de 50 anos. Foi fundador e 1º tesoureiro da CCLB (Central de Cooperativas de Leite da Bahia) e presidente interino da Associação Baiana de Criadores (ABAC). Na década de 1980, foi diretor e 1º vice-presidente da FAEB (Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia). Depois de um afastamento por cinco anos, retornou em 2000 para assumir a presidência da FAEB, cargo que ocupa até hoje. Desde 2012, vinha exercendo a 1ª vice-presidência da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), cargo que antecedeu à atual posição de presidente.

Além da Grande Medalha, a Medalha do Mérito premia as categorias de Produtor Rural, Sindicato Rural, Técnico-Científica, Comunicação e Política. São 19 agraciados a cada ano. Assim, a Federação pretende dignificar todo o meio de produtores rurais e de representação classista, mostrando que o campo também tem os seus heróis.

FAEMG – Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Minas Gerais

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7 de julho de 2016by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Agropecuária acumula 94% de vagas e impulsiona empregos no Sul de MG

Setor foi responsável por 18,7 mil dos postos de trabalho abertos na região.
Construção civil e comércio enfrentam déficit desde o começo de 2016.

06/07/2016 19h26 – Atualizado em 06/07/2016 20h20

Do G1 Sul de Minas

A agropecuária impulsionou a geração de empregos no Sul de Minas nos primeiros cinco meses do ano. Dos 19,9 mil postos de criados em 2016, 94% foram no campo. Outro setor no azul é a indústria. Já a construção civil e o comércio enfrentam déficit de vagas neste período.

Ao todo, foram pouco mais de 18,7 mil postos de trabalho gerados pela atividade rural. Mais da metade dessas vagas está concentrada em 15 municípios (Santo Antônio do Amparo,Guaxupé, Conceição do Rio Verde, Boa Esperança, Monte Belo, Machado, São Sebastião do Paraíso, Carmo da Cachoeira, Cabo Verde, Três Corações, Varginha, Botelhos, Carmo de Minas, Alfenas e Três Pontas). Alfenas se destaca ainda mais, com quase 1,5 mil vagas.

As vagas dos chamados safristas são temporárias e duram até o fim da colheita. Mas tem ajudado quem precisa de trabalho. “Sempre o que gira mais emprego nessa região nossa deTrês Pontas é ac colheita de café mesmo”, diz o trabalhador rural Francisco de Paula Victor da Silva, que era pedreiro, ficou desempregado e resolveu voltar para a roça.

Outras áreas

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), de janeiro a maio, 2176 vagas foram cortadas no comércio. Poços de Caldas, com menos 374 vagas, e Extrema, que perdeu 274, tiveram o pior saldo.

“O comércio, por conta de ser composto em sua maioria por empresas pequenas, de pequeno porte, a alternativa que o empresário tem é de realmente buscar a adequação de seus custos, a realidade de vendas”, afirma o empresário Christiano Villas Boas.

A construção civil também passa por problemas e acumula uma baixa de 187 postos de trabalho. Os números só não foram piores porque algumas cidades continuaram com a mão na massa. Ijaci (MG) abriu 117 vagas e Três Pontas (MG) outras 109 vagas, sendo os municípios que mais geraram emprego nessa área, ainda conforme o Caged.

“Nós vamos perceber as famílias, os pais de família, seja pedreiro, seja servente, até mesmo no fluxo de serviço de um arquiteto, de um engenheiro, essa movimentação começa a cair. Aí você vai sentir no final dessa conta, que é a hora que chega no consumo”, explica Ísis Maiolini, consultora de recursos humanos.

Quem também ajudou a deixar a conta no azul foi a indústria. O setor surpreendeu e fechou o mês de maio com  mais de 1,2 mil vagas de emprego. Santa Rita do Sapucaí (MG) foi a cidade que mais criou oportunidades na área, com 404 novos postos de trabalho.

Fonte: http://g1.globo.com/mg/sul-de-minas/noticia/2016/07/agropecuaria-acumula-94-de-vagas-e-impulsiona-empregos-no-sul-de-mg.html

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