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Irã e o dilema: ser parceiro do agro ou recusar o contágio do fanatismo?
Estadão diz que não se pode prescindir de “bilhões de dólares”; Leitor do NA alerta para fanatismo
Editorial do Estadão: Alinhamento e agronegócio
Irã é o 5.o maior importador de alimentos do Brasil. Bilhões de dólares e milhares de empregos perderam importância?, pergunta o editorialista.
Mais uma grande safra de dólares será colhida em 2020 pelo agronegócio, setor de maior sucesso no comércio exterior, se nenhum desastre natural ou político atrapalhar as exportações. O risco político, o mais temível neste momento, está situado em Brasília, mais precisamente, na Presidência da República e nos Ministérios de Relações Exteriores e do Meio Ambiente. Nomes conhecidos e respeitados nas áreas da política agrícola, da pesquisa agropecuária e do agronegócio, incluído o ex-ministro Alysson Paulinelli, pedem ao governo muito cuidado em relação à crise até agora protagonizada pelos governos dos Estados Unidos e do Irã. O Oriente Médio é um grande parceiro do Brasil no comércio de alimentos, lembrou Paulinelli. “Temos muitos interesses lá.” Advertências como essa foram publicadas ontem pelo Estado. No mesmo dia o governo anunciou a expectativa de um novo recorde na produção de grãos e oleaginosas – itens como soja, milho, algodão, arroz, feijão e trigo.
A safra poderá chegar a 248 milhões de toneladas, se os fatos confirmarem as projeções da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura. Nesse caso, o total colhido será 2,5% maior que o da temporada anterior. A área plantada terá crescido 1,5%. Mais uma vez, como ocorre há décadas, o aumento da produção será bem maior que o da terra usada no cultivo. Essa é uma das características mais notáveis da agropecuária brasileira: amplia-se o volume produzido poupando terra e contribuindo, portanto, para a preservação do ambiente.
No Brasil, o agronegócio – o verdadeiro, com presença em todo o mundo – combina produtividade, competitividade e respeito à natureza. Essa característica foi reconhecida internacionalmente por muito tempo. A imagem brasileira começou a mudar quando o presidente Jair Bolsonaro e alguns ministros passaram a renegar os padrões internacionais do conservacionismo, a negar dados produzidos cientificamente e a rejeitar as ações tradicionais de preservação ambiental. Com esse comportamento, presidente e ministros comprometeram a imagem dos produtores brasileiros e deram argumentos a defensores do protecionismo comercial na Europa e em outras áreas.
Igualmente contrária ao agronegócio brasileiro e aos interesses nacionais tem sido a ação ideológica da diplomacia. O presidente Bolsonaro assumiu o governo criando problemas com a China e vários países muçulmanos, grandes compradores de produtos agropecuários brasileiros.
Uma das tolices mais notórias foi a promessa de mudar a embaixada do Brasil em Israel de Tel-Aviv para Jerusalém. Esse erro foi corrigido, mas o governo insistiu em continuar exibindo um ingênuo e custoso alinhamento às políticas do presidente Donald Trump. O governo voltou a tropeçar com a publicação, pelo Itamaraty, de uma nota de apoio à ação americana depois do assassinato do general iraniano Qassim Suleimani. Potências europeias, com peso geopolítico, econômico e militar muito maior, manifestaram-se de forma cautelosa e conciliadora, evitando alinhar-se a qualquer lado. Alertado por pessoas mais sensatas, especialmente militares, o presidente Bolsonaro decidiu ser cauteloso e evitar comentários.
Até aqui, ele tem agido como se desconhecesse alguns fatos de enorme importância para o Brasil. De janeiro a novembro o agronegócio exportou produtos no valor de US$ 89,33 bilhões, soma equivalente a 43,4% de toda a receita comercial do País. Graças ao superávit do setor, de US$ 76,8 bilhões, o Brasil conseguiu no período um saldo comercial positivo de US$ 41,1 bilhões. O superávit comercial, embora em declínio, tem sido e continua a ser um importantíssimo fator de segurança para a economia brasileira. Além desses dados, alguém deveria mostrar ao presidente o peso comercial do Irã, comprador de bens no valor de US$ 2,1 bilhões até novembro e quinto maior importador de alimentos do Brasil. Como a Presidência, a atual diplomacia parece desconhecer esses fatos. Ou bilhões de dólares e milhares de empregos perderam importância?
Contágio perigoso com os fanáticos do islamismo, lembra leitor do NA
“o Islã usa o medo como ferramenta para se manter nos corações de seus fiéis.”, por Dalton Catunda Rocha
Os islâmicos formam o último grupo de religiosos absolutamente crédulos reais, no mundo. Afora o Islamismo, todas as demais religiões transcendentes (hinduísmo, catolicismo, confuncionismo, etc.) viraram meros assuntos de cunho pessoal. A última fogueira da Santa Inquisição se apagou ainda no século XVlll. No Japão, o imperador não é um deus desde 1945. Na hinduísta Índia há liberdade religiosa e democracia.
O finado século XX viu as religiões seculares e totalitárias do tipo de nazismo, comunismo, leninismo e maoísmo, surgirem e caírem. Destas tantas religiões seculares, só valas comuns e fracassos totalitários restaram. O nazismo e o fascismo morreram, em 1945. O socialismo dos bolcheviques russos de 1917, após décadas de decadência, deu seu último suspiro em 1991. Na vizinha Venezuela, o tal socialismo do século XXl está cada dia, mais podre, corrupto e fracassado. Sim, o socialismo ainda existe, por exemplo, na Coreia do Norte, mas ele é um doente terminal da história.
Uma boa parte da humanidade sempre amou a verdade absoluta. A suposta verdade em nome da qual se deve matar ou mesmo morrer. E para os maometanos esta verdade absoluta é simplesmente o Islamismo. No século passado, divindades totalitárias e seculares tais como: raça, socialismo e coisas deste gênero mataram mais de 150 milhões de pessoas. Hoje em dia Raça e Socialismo são deuses tão mortos quanto Baal e Ozires. Já Alá, que é um deus vivo desde o século Vll, está com uma enorme sede de sangue. O século XX foi o século de Marx. O século XXl já é e continuará sendo o século de Maomé ou Muhammad.
Não é que o Islã de hoje seja pior ou melhor que o Islã da idade das Trevas ou do Império Otomano. A questão é que o Islã é o mesmo sempre. Não é por acaso. Dizer que qualquer coisa no Islã seja errada é crime, sempre punido com a morte. Isto vale tanto para islâmicos, como não islâmicos.
Uma vez conquistada a posição de poder global, algo que o Islã teve já no século VII, restou ao resto do mundo, duas opções:
1- Conter o Islã, algo que católicos da Espanha fizeram, vários séculos atrás. E mais recentemente os judeus de Israel também fizeram.
2- Ser derrotado pelo islã e depois passar a fazer parte dele. Como exemplo disto, temos: afegãos, indonésios, jordanianos, libaneses, líbios, senegaleses, paquistaneses, sírios, sudaneses, etc.
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Há inúmeros povos, que já foram cristãos e depois viram povos islâmicos: argelinos, egípcios, libaneses, líbios, marroquinos, sírios, etc.
Ao longo da história, jamais povo algum, uma vez convertido ao Islã, deixou esta religião. Um povo praticante do islamismo pode até ser obliterado, como foram os mouriscos do sul da Espanha, mas obliteração, não é apostasia.
Não há nenhum, repito nenhum povo islâmico, que tenha deixado o Islã. Veja o caso da Argélia, que esteve sob colonização francesa por mais de cem anos e, após esta colonização francesa, os argelinos seguiam cerca de 100% islâmicos.
Comparando, a ilha de Granada estava sob um regime comunista, em 1983. Ela foi invadida pelos americanos e, o comunismo sumiu das mentes dos granadinos, para sempre. Noutra comparação, existiu um regime comunista na Polônia, por mais de quarenta anos. Depois que o regime comunista polonês caiu de podre, em 1989, o comunismo sumiu da Polônia. Por que o comunismo morreu tão rápido na Hungria e Polônia, mas o islamismo, nem sequer se reduziu na Argélia, mesmo após mais de cem anos de governo francês?
Acima de tudo, o Islã é uma fé transcendente, que promete um paraíso eterno, com muita mulher nua, a quem segue a ele. Ao mesmo tempo, o Islã ameaça com um inferno de torturas e horrores eternos, a quem não é islâmico. A morte é um destino certo para todos e, o Islã usa o medo como ferramenta para se manter nos corações de seus fiéis.
Sim, havia medo do comunismo, na Hungria e Polônia, décadas atrás. Tão logo as polícias secretas comunistas sumiram de vista, acabou qualquer base social ou política, para o comunismo na Hungria e Polônia. A derrota militar varreu tanto o nazismo da Alemanha e o fascismo da Itália de 1945, como também varreria o comunismo da ilha de Granada, em 1983. Por outro lado, a derrota militar não acabou com o Islã da Argélia do século XIX, nem acabou com o Islã da Faixa de Gaza no século XX, nem acabou com o Islã do Afeganistão no século XXI. A diferença é simples. Religiões seculares, como comunismo, fascismo e nazismo podem ser varridas do mapa, com uma derrota militar. Com o Islã, a derrota militar, não significa sua dissolução; podendo nem sequer significar sua decadência.
Concluindo tudo, eu mostro aquilo que o famoso inglês Winston Churchill (1874 – 1965 ), no livro “The River War”, primeira edição, Volume II, páginas 248 a 250:
“Quão terríveis são as maldições que o maometismo dedica aos seus devotos!
Além do frenesim fanático, que é tão perigoso num homem como o é a hidrofobia num cão, não existe neles a apatia fatalista do medo.
Os efeitos são evidentes em muitos dos seus países: hábitos imprevisíveis, desleixados, inexistência de sistemas modernos para a agricultura, métodos lentos de comércio, e insegurança da propriedade são sempre características com que os seguidores do Profeta se defrontam, ou sob as quais vivem.
O sensualismo degradante priva as suas vidas de graça e de requinte, e afasta-os da dignidade e de qualquer santidade.
O facto de que, no direito muçulmano, cada mulher deve pertencer a um homem como sua propriedade absoluta, seja ela uma criança, uma mulher adulta, ou uma concubina, faz atrasar a extinção final da escravidão dos dogmas da fé do Islão e contribui para que o islamismo não consiga ser um grande poder entre os homens.
Os muçulmanos individualmente podem mostrar qualidades esplêndidas, mas a influência da sua religião paralisa o desenvolvimento social daqueles que o seguem. Não existe nenhuma força retrógrada mais forte no mundo.
Longe de ser moribundo, o islamismo é uma fé militante e proselitista.” >
http://parquedospoetas.blogspot.com/2017/05/islao-winston-churchill-e-religiao.html
Bolsonaro faz “live” para reforçar apoio a Trump e rebater Lula: “ele apoiou o Irã”
Brasília – Em meio ao conflito entre Irã e Estados Unidos, o presidente Jair Bolsonaro fez mais um gesto de apoio ao presidente norte-americano, Donald Trump. Na tarde desta quarta-feira, 8, Bolsonaro participou de uma transmissão ao vivo nas redes sociais na qual aparecia assistindo ao discurso de Trump na televisão.
Ao final do vídeo, Bolsonaro afirmou que “muitos acham que o Brasil deve se omitir aos acontecimentos” e fez diversas referências ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Nesta quarta, Lula criticou a atuação do governo Bolsonaro na crise entre Irã e EUA. Em entrevista ao site Diário do Centro do Mundo, o petista defendeu que “o momento não é adequado para o Brasil se meter em uma briga externa” e chamou Bolsonaro de “lambe botas do Trump”.
“Muitos acham que o Brasil deve se omitir nos tocantes aos conhecimentos… Só quero dizer uma coisa: o senhor Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto presidente da República, esteve no Irã e lá defendeu que aquele regime pudesse enriquecer urânio acima de 20%, que seria para fins pacíficos”, disse Bolsonaro na live.
Durante a transmissão ao vivo, que durou cerca de 10 minutos, Bolsonaro ficou o tempo todo sentado. Enquanto assistiu ao discurso de Trump, ele também segurou um exemplar da Constituição e marcou alguns trechos com marca-texto. Sobre um deles, citou que o Brasil tem como princípio das relações internacionais a “defesa da paz e o repúdio ao terrorismo”.
O presidente brasileiro também afirmou que “nós temos que seguir as nossas leis” e “não podemos extrapolar”. “Acredito que a verdade tem que fazer parte do nosso dia a dia, que nós queremos paz no mundo”, declarou.
“A nossa Constituição aqui diz no artigo 4 ‘A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios a defesa da paz e no repúdio ao terrorismo’. Uma boa tarde a todos e que Deus abençoe o nosso Brasil”, concluiu Bolsonaro.
Bolsonaro usa as redes sociais para driblar críticas: “quem paga o pato sou eu…”
Brasília e São Paulo – O presidente Jair Bolsonaro intensificou a estratégia da comunicação direta com os eleitores, após ser chamado até mesmo de “traidor” nas redes sociais por tomar medidas consideradas polêmicas por seus seguidores, destaca o jornal O Estado de S. Paulo. Nas últimas semanas, Bolsonaro praticamente aposentou a figura do porta-voz e ampliou as aparições em “lives”, como são chamadas as transmissões ao vivo no Facebook, na tentativa de dar o seu recado. Na sua avaliação, é preciso “preparar a opinião pública” e traduzir temas espinhosos, como o fundo eleitoral.
“Vocês arrebentam comigo”, disse o presidente, em recente conversa com jornalistas, ao afirmar que está no meio de um “massacre”. A aposta na comunicação sem intermediários não é nova, mas foi reforçada depois que Bolsonaro começou a receber críticas de seus mais fiéis apoiadores. A queda de popularidade do presidente também acendeu o sinal amarelo no Palácio do Planalto. Pesquisa CNI/Ibope mostrou que, em dezembro, 38% dos brasileiros reprovaram a gestão de Bolsonaro.
“No fim, quem paga o pato sou eu”, reclamou ele, nesta terça-feira, 7, ao criticar governadores que não apoiam a proposta de redução do ICMS sobre combustíveis para conter a alta dos preços. Antes, ele também já tinha se queixado da “incompreensão” dos outros com suas atitudes. “Cai tudo no meu colo. Parece que sou responsável por tudo”, afirmou.
O movimento é planejado, mas também há muito improviso. Se dependesse do vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), por exemplo, o presidente só investiria nas mídias sociais e ignoraria a imprensa tradicional. O filho zero dois do presidente já escreveu no Twitter que a comunicação do governo “sempre foi uma bela de uma porcaria”. No fim do ano passado, Bolsonaro cancelou as assinaturas de jornais e revistas no Palácio do Planalto.
Acostumado a responder pessoalmente a alguns comentários de seus seguidores nas redes, o presidente também recorre à prática de madrugada, quando não consegue dormir. Embora sua intenção seja se aproximar mais dos eleitores, às vezes ele também entra em discussões virtuais.
Amparo
Após manter a figura do juiz de garantias no pacote anticrime, logo após o Natal, Bolsonaro foi ao Facebook apresentar justificativas que amparassem sua decisão. Diante dos ataques recebidos de apoiadores, que criticavam o eventual aumento de custos causado pela medida, ele fez transmissões ao vivo e também reagiu a comentários. Em uma publicação, chegou a afirmar que a medida trazia “zero custo” para o Executivo. “Quando entrar em vigor e te prejudicar, você anuncia que não me apoia mais, tá ok?”, escreveu ele, dirigindo-se a um eleitor insatisfeito.
Nos bastidores, o diagnóstico de auxiliares de Bolsonaro é que o assunto só ganhou essa repercussão por causa das críticas feitas pelo ministro da Justiça, Sérgio Moro, ao juiz de garantias. Além dos custos extras, quem é contra a medida argumenta que ela pode atrapalhar investigações em curso. Os defensores da ideia, entre os quais seis ministros do Supremo, argumentam que o juiz de garantias trará mais segurança aos processos, pois o magistrado que dará a sentença não terá decidido nenhum pedido da investigação.
Em outra ocasião, o presidente também preparou o terreno para a possível sanção do fundo eleitoral de R$ 2 bilhões, que passou pelo crivo do Congresso e vai abastecer as campanhas. Foi o Planalto que negociou esse valor com os parlamentares, mas, após ser pressionado por seguidores nas redes, o presidente ameaçou vetar o trecho do projeto. Logo depois, porém, recuou. “Eu vou vetar isso? Com toda certeza, alguém vai entrar com um pedido de impeachment”, afirmou ele em uma live, no dia 2. Para a deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo, Bolsonaro usou de “má-fé” e cometeu “estelionato moral” ao associar impeachment a um possível veto do fundo. Em reportagem publicada pelo Estado, os autores do pedido de impeachment de Dilma Rousseff – o jurista Miguel Reale Júnior e a deputada estadual Janaína Paschoal – disseram não haver motivo para impedimento em eventual veto ao fundo, já que isso é uma prerrogativa do presidente.
Bolsonaro tem por hábito usar uma linguagem informal nas redes, mas, ao contrário de seu filho Carlos, nem sempre rebate postagens de desafetos políticos, como Joice. Tenta, porém, atrair eleitores virtualmente. Ainda na terça, o presidente recebeu um casal que se aproximou dele pelas redes sociais. Auder dos Santos pediu para tirar uma foto com a noiva no Planalto. “(…) Amanhã estarei na Presidência. Apresente essa postagem e diga para te levar na minha sala. Boa noite”, respondeu Bolsonaro. O encontro foi compartilhado por ele nas redes, em mais um capítulo da comunicação direta.
Corrupção
Eleito com a bandeira do combate à corrupção, o presidente Jair Bolsonaro tratou pouco do assunto em 2019 no seu principal canal de comunicação com a população: o Twitter. O tema aparece apenas no décimo oitavo lugar entre os assuntos mais falados pelo presidente na rede social. Economia, relações internacionais, segurança e infraestrutura foram os tópicos mais abordados pela conta oficial de Bolsonaro em seu primeiro ano de governo, segundo levantamento feito por meio da plataforma DataTora.
Os únicos ministros em cujas postagens no Twitter a corrupção aparece entre os cinco assuntos mais comentados em 2019 são os que cuidam de pastas diretamente ligadas ao tema: Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública, e Wágner Rosário, da Controladoria-Geral da União (CGU). Se considerarmos todas as postagens feitas pelos principais integrantes do governo – ministros e secretários – ativos na rede social, a corrupção aparece apenas no décimo sétimo lugar entre os assuntos mais abordados.
O assunto foi lembrado nessa semana por quem já esteve no núcleo duro do governo. O general Carlos Alberto dos Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo, afirmou na segunda-feira, 6, que o governo se afastou da bandeira do combate à corrupção e que essa preocupação não ficou “tão caracterizada”, o que, segundo ele, gerou “desilusão para muita gente”.
Pesquisa Ibope feita em dezembro mostra que a investigação sobre a suspeita de “rachadinha” – quando parte do salário do servidor é repassada ao político – no gabinete do hoje senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ), filho mais velho do presidente, é uma das notícias sobre o governo mais lembradas espontaneamente pelos entrevistados – 2% citaram o caso.
Além da suspeita de “rachadinha, o Ministério Público também investiga indícios de lavagem de dinheiro e peculato em movimentações financeiras de Flávio. Em dezembro, a Justiça autorizou operação de busca e apreensão em endereços ligados ao ex-assessor de Flávio, Fabrício Queiroz, do próprio senador – sua loja de chocolates – e a parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher de Bolsonaro.
Outro caso de suspeita de corrupção ronda o entorno do Planalto. O ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi indiciado pela Polícia Federal sob suspeita de comandar um esquema de candidaturas laranjas no PSL mineiro, presidido por ele durante a campanha do ano passado. Bolsonaro resiste em afastar o ministro e já chegou a dizer que apenas aqueles tornados réus pela Justiça serão afastados do governo.
Para o professor da pós-graduação em marketing político da ECA/USP, Kléber Carrilho, o discurso anticorrupção normalmente é adotado por quem está fora do governo. “Quem está no governo sempre é vidraça.” Para Carrilho, a imagem de Moro como personagem político “é muito mais ligada ao combate à corrupção do que a do presidente”.
Para o procurador de Justiça e presidente do instituto Não Aceito Corrupção, Roberto Livianu, não há uma postura de Bolsonaro, que coloque o combate à corrupção como prioridade. “Não podemos dizer que estamos diante de um governo que prioriza de maneira absoluta o combate à corrupção”, disse. Ele destaca a escolha de Augusto Aras para a Procuradoria-Geral da República como um elemento que gerou ruído. “Ainda que não seja obrigado a indicar alguém da lista do MPF, é recomendável. Ao escolher alguém por encomenda, em cada atitude do PGR, o presidente ele poderá ser cobrado.”
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Agronegócio quer Brasil fora de conflito
O apoio do Brasil ao ataque americano que matou na semana passada no Iraque o general Qassim Suleimani, principal militar iraniano, preocupa líderes setor agropecuário brasileiro. Eles pregam uma maior cautela no campo diplomático para não atrapalhar os negócios entre o País e seus parceiros comerciais. Hoje, o Brasil é o maior exportador de produtos agropecuários para o Oriente Médio, gerando uma receita de cerca de US$ 9 bilhões por ano.
“O Oriente Médio é um grande parceiro do Brasil em termos de alimentação. Temos muitos interesses lá”, alertou o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho), Alysson Paolinelli. Ele disse que o embargo dos EUA ao Irã que já existe prejudica os negócios, mas uma radicalização do conflito vai piorar ainda mais o cenário.
“Devemos ter cautela, não temos de chamar essa briga para nós, não precisamos nos envolver. O que queremos com isso?”, questionou o deputado federal Neri Geller (PP-MT), ex-ministro da Agricultura. Para ele, o Brasil deve trabalhar pela pacificação e pela construção de mais relações comerciais no exterior lembrando que o Irã é um comprador importante de produtos como milho, soja e carne bovina do Brasil.
Exportações
De acordo com dados do Insper Agro Global, o Brasil é o maior fornecedor de alimentos para o Oriente Médio, seguido por Índia e Estados Unidos. O setor de agronegócio representa 97% das exportações brasileiras ao Irã.
Em 2018, o Irã foi o quinto maior destino das exportações brasileiras do setor agrícola, após China, União Europeia, EUA e Hong Kong. O Brasil exportou US$ 2,258 bilhões em produtos agrícolas ao Irã e importou US$ 39,92 milhões. Isso gerou um superávit de US$ 2,218 bilhões no ano. Ainda em 2018, o Brasil exportou US$ 550 milhões em produtos agrícolas para o Iraque.
“O Irã comprou, no ano passado, US$ 2,258 bilhões do Brasil. Basicamente, milho, soja e carne bovina”, afirmou Marcos Jank, professor de agronegócio global do Insper e conselheiro do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri). O dado coloca o país como o principal destino dos produtos brasileiros na região.
“Não deveríamos tomar partido neste momento de radicalização e conflitos. Temos de preservar nossos grandes interesses no Oriente Médio, que compra quase duas vezes mais produtos agropecuários do Brasil do que os Estados Unidos”, disse o professor do Insper.
O Irã também é o maior mercado para o milho brasileiro e o quinto maior destino da carne bovina e da soja exportadas pelo Brasil, segundo dados do Ministério de Relações Exteriores.
Governo
Na sexta-feira, 3, um dia depois da morte de Suleimani, o Itamaraty divulgou uma nota em que apoiava a “luta contra o flagelo do terrorismo”, condenando o ataque à Embaixada dos EUA no Iraque, que havia ocorrido dias antes e acabou por desencadear a ação que matou o general iraniano. O texto, porém, evitou criticar o ataque que matou Suleimani.
Em reação, a chancelaria do Irã convocou a encarregada de negócios do Brasil, Maria Cristina Lopes, para uma consulta, um sinal diplomático de reprovação ao texto do Itamaraty.
O conteúdo da conversa desta terça-feira, 7, não foi divulgado, mas o órgão diplomático brasileiro descreveu o encontro como “cordial”.
A reação inicial do presidente Jair Bolsonaro também foi de apoio aos EUA. Na segunda-feira, ele disse que Suleimani “não era general”. Segundo uma fonte da ala militar do governo, após a declaração, o presidente foi orientado por auxiliares a agir com cautela em razão da sensibilidade do tema e das implicações comerciais. E parece ter entendido a mensagem. Nesta terça, após uma reunião com militares no Ministério da Defesa, o presidente disse que não responderia a perguntas. Questionado na terça sobre o que quis dizer com a declaração do dia anterior, ele respondeu simplesmente: “Não, não, isso aí não. Próxima pergunta”.
Para Bartolomeu Braz, presidente da Aprosoja Brasil, a principal preocupação com a tensão entre EUA e Irã é o aumento dos custos de produção com a alta do petróleo – e não a exportação de alimentos. Braz disse não temer retaliações e afirmou que o País acerta em condenar o terrorismo.
“O Brasil exporta alimentos para mais de 200 países, pela qualidade e pela competitividade. Então, esses fatores vão sobressair a uma palavra dita ou não. Acho que isso tende a esfriar”, minimizou.
A tensão entre EUA e Irã aumentou desde a morte de Suleimani, que foi enterrado nesta terça como herói nacional. O general era uma das principais referências militares e políticas do Irã e comandante da Força Quds, um grupo de elite dentro da Guarda Revolucionária iraniana.
Navios barrados
Os cargueiros iranianos Bavand e Termeh, que trouxeram ureia ao Brasil, ficaram quase 50 dias parados no Porto de Paranaguá, no Paraná, em meados do ano passado, pois a Petrobras havia se negado a vender combustível para os navios, afirmando que a proprietária deles constava na lista de empresas sob sanções dos EUA.
Eles só conseguiram zarpar depois que o Supremo Tribunal Federal (STF) ordenou que a Petrobras fornecesse combustível às embarcações. O Irã havia ameaçado cortar as importações do Brasil se os navios não fossem abastecidos e liberados. Dias depois, outros dois cargueiros iranianos, o Delruba e o Ganj, descarregaram ureia no Porto de Imbituba, em Santa Catarina, e partiram em seguida.
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Inmet: verão 2019/2020 não deve ter influência de El Niño e La Niña no país
Sem os fenômenos, as chuvas devem ficam dentro da normalidade na estação. Devido às suas características climáticas, o verão é especialmente importante para atividades econômicas como a agropecuária
O verão no Hemisfério Sul começa no próximo domingo (22) à 1h19 e termina no dia 20 de março de 2020 às 3h50 (Horário de Brasília). De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), não deverá haver influência do fenômeno El Niño ou La Niña no período, o que indica que as chuvas ficarão dentro da normalidade no período.
Segundo análise do Inmet, as condições da temperatura da superfície do mar no Oceano Pacífico Equatorial estão dentro das suas características normais, sem significativos desvios em relação à média, indicando que a área do fenômeno El Niño está em sua fase neutra, portanto sem atuação de El Niño ou La Niña. Os modelos de previsão indicam probabilidade elevada de que a condição de neutralidade se mantenha ao longo de todo o verão.
Devido às suas características climáticas, o verão é especialmente importante para atividades econômicas como a agropecuária, a geração de energia, por meio das hidrelétricas, e para a reposição hídrica e manutenção dos reservatórios de abastecimento de água em níveis satisfatórios.
>> Confira a nota do Inmet sobre o Prognóstico para o Verão
Na Região Norte, a previsão climática para o trimestre indica um predomínio de áreas com probabilidade de chuvas dentro da faixa normal ou abaixo. No Nordeste, haverá o predomínio de áreas com maior probabilidade de chuvas acima da média nos estados da Bahia, Alagoas e Pernambuco, assim como no sul dos estados do Maranhão e do Piauí. Nas demais áreas, há um risco das chuvas ficarem abaixo da média do período.
Para o Centro-Oeste, o Sul e o Sudeste, a previsão para o verão indica maior probabilidade de que o acumulado de chuvas seja dentro da faixa normal ou acima em grande parte das três regiões.
Verão
A estação é caracterizada pela elevação da temperatura em todo país, em função da posição relativa do sol mais ao sul, tornando os dias mais longos que as noites e com mudanças rápidas nas condições de tempo, ou seja: chuvas fortes; queda de granizo; ventos com intensidade variando de moderada à forte e descargas elétricas, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.
Nessa estação, as chuvas são frequentes em praticamente todo o país, com volumes acumulados que variam, predominantemente, entre 500 e 900 mm; com exceção do extremo sul do Rio Grande do Sul, nordeste de Roraima e leste do Nordeste, onde os acumulados de chuvas no período são inferiores a 400 mm.
Nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, as chuvas neste período são ocasionadas principalmente pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto que no norte das regiões Norte e Nordeste, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é o principal sistema responsável pela ocorrência de chuvas. Os maiores volumes de precipitação podem ser observados sobre o sudeste do Amazonas e norte do Mato Grosso, podendo alcançar totais de chuvas superiores a 900 mm, entre os meses de dezembro a fevereiro.
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Retrospectiva Milho: Cinco pontos para analisar em 2019
Guilherme Dorigatti – Jornalista

JANEIRO
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a segunda semana de janeiro.
Os trabalhos com a segunda safra de milho já se iniciaram em diversas localidades do Brasil. Com a antecipação do plantio de soja, as colheitas também começaram mais cedo e propiciaram o aparecimento de áreas já plantadas do milho safrinha, em especial no dois maiores estados produtores do país, Mato Grosso e Paraná.
FEVEREIRO
O clima registrado durante a safra brasileira de grãos no ciclo 2018/19 acarretou perdas para a soja, enquanto safra de verão de milho apresenta bom andamento no Rio Grande do Sul. Segundo levantamento da consultoria INTL FCStone, é esperado um novo recuo na produção da oleaginosa, para 112,2 milhões de toneladas, volume que representaria queda de 5,9% em relação a 2017/18.
>> INTL FCStone: Brasil produz menos soja, mas deve recuperar ‘safrinha’ de milho
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a segunda semana de fevereiro.
MARÇO
A safra de grãos 2018/2019 deve alcançar a marca de 233,3 milhões de toneladas, mantendo-se como a segunda maior registrada na série histórica do país. O bom desempenho é impulsionado pela melhora da produção do milho na segunda safra do grão. Os dados estão no 6º levantamento realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), divulgado nesta terça-feira (12).
>> Conab prevê recuperação do milho e estima safra em 233,3 milhões de toneladas
O IMEA (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) divulgou relatório apontando que a comercialização da safra 2017/18 de milho no estado alcançou 99,27% da produção, um aumento de 0,91%. A demanda do mercado interno continua pautando os negócios, como o principal consumidor neste período de entressafra, exibindo um preço médio comercializado de R$ 22,64/sc.
>> Safra de milho 2017/18 já está 99,27% vendida no Mato Grosso; vedas de 2018/19 chegam em 52,90%
A safra de soja 2018/19 do Brasil deve alcançar 116,41 milhões de toneladas, projetou nesta sexta-feira a Safras & Mercado, em um aumento de quase 1 por cento frente a previsão anterior, conforme uma “melhora climática” após a estiagem de dezembro e janeiro não só estancou as perdas como também impulsionou os rendimentos em certas áreas.
>> Safras cita clima e eleva previsões para soja e safrinha de milho do Brasil
ABRIL
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a primeira semana de abril.
>> Média diária de exportações brasileiras de milho em março é mais de 400% maior do que ano passado
As vendas de milho da safra 2018/19 do Brasil até a semana passada superavam o total comprometido há um ano para o ciclo anterior, enquanto a comercialização de soja perdeu ritmo e agora está atrás do observado em igual momento de 2017/18, informou nesta segunda-feira a Datagro.
>> Vendas de milho 18/19 do Brasil superam às do ano passado; soja tem atraso, diz Datagro
A Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho) apontou que as expectativas para a safrinha do cereal eram altas com a possibilidade de grandes produtividades nas lavouras que ainda estavam em desenvolvimento.
>> ABRAMILHO espera grande produção para safrinha e aconselha produtor buscar vendas antecipadas
MAIO
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até a segunda semana de maio.
>> Média diária de exportações brasileiras de milho em maio é 1235% maior do que ano passado
Relatório da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO), publicado esta quinta-feira (9), em Roma, aponta que o Brasil consolidou sua rápida ascensão na produção de milho, tornando-se o segundo maior exportador mundial do cereal. Há 10 anos, o país detinha apenas 1% do mercado global e agora já é responsável por 25% do total mundial das vendas do produto.
>> Brasil já é o segundo maior exportador mundial de milho
O Conselho Internacional de Grãos (IGC) reduziu nesta quinta-feira sua previsão para a produção mundial de milho na temporada 2019/2020, impulsionada por uma perspectiva menor para a safra norte-americana.
>> IGC corta previsão para produção mundial de milho em 2019/20
JUNHO
A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou seu relatório mensal apontando as estimativas de safras. Segundo os dados apresentados, o milho safrinha 2019 deve ter produção de 70,677 milhões de toneladas.
>> Conab eleva estimativa do milho safrinha para mais de 70 milhões de toneladas
O Brasil havia colhido até esta semana 12,5% de sua área de milho segunda safra, em ritmo acelerado que supera os 3,9% registrados na mesma época em 2018, informou nesta quarta-feira a consultoria Arc Mercosul.
>> Adiantada, colheita de milho do Brasil atinge 12,5% da área, diz Arc Mercosul
O Brasil, segundo exportador global de milho, exportará um volume recorde de 38 milhões de toneladas do cereal em 2019, com o produto nacional mais competitivo que o dos Estados Unidos, em um ano em que os brasileiros estão colhendo uma safra gigantesca e os norte-americanos enfrentam atrasos históricos no plantio, avaliou nesta segunda-feira a Agroconsult.
>> Brasil exportará recorde de 38 mi t de milho no ano, com vendas até aos EUA, diz Agroconsult
Com essa perspectiva de quebra da safra americana, o Brasil despontava como grande beneficiado desta situação.
>> Brasil ganha no preço do milho com quebra da safra dos EUA, mas perderá competitividade nas carnes
JULHO
Uma audiência pública para discutir a cobrança do Fethab (Fundo Estadual de Transporte e Habitação) sobre a produção do milho está marcada para acontecer na Assembleia Legislativa do Estado do Mato Grosso no dia 16 de julho.
>> Audiência pública na Assembleia Legislativa do MT vai discutir cobrança do Fethab do milho
A produção total de milho do Brasil na temporada 2018/19 deverá somar 99,7 milhões de toneladas, disse nesta terça-feira a consultoria INTL FCStone, elevando sua estimativa frente aos 98,2 milhões projetados no mês anterior.
>> FCStone eleva projeção de safra total de milho do Brasil em 2018/19 para 99,7 mi t
A produtividade da safrinha também registrou elevação impulsionada pelo clima favorável e manejos corretos dos produtores.
Ao mesmo tempo, a possibilidade de quebra na safra americana refletia nas cotações da Bolsa de Chicago (CBOT), o que impactava também os preços aqui no Brasil.
AGOSTO
O Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços divulgou, por meio da Secretaria de Comércio Exterior, seu relatório semanal que aponta as exportações acumuladas de diversos produtos agrícolas até o final de julho.
>> Exportações brasileiras de milho batem recorde histórico em julho
A expectativa de um cenário de preços favoráveis para o milho na nova temporada deverá favorecer um aumento de 3,46% no plantio do cereal no Brasil, diante de perspectivas de que o país feche 2019 com exportações recordes da commodity em meio a uma quebra de safra nos Estados Unidos.
>> Plantio de milho do Brasil crescerá 3,46% em 2019/20, terá novo recorde, apontam analistas
SETEMBRO
As exportações de milho do Brasil dispararam em agosto, para um novo recorde mensal de 7,65 milhões de toneladas, elevando o total exportado no ano para 23 milhões de toneladas, mais que o dobro do visto nos oito primeiros meses de 2018 (9,19 milhões de toneladas), de acordo com dados divulgados pelo governo nesta segunda-feira.
>> Exportação de milho do Brasil mais que dobra no ano; a de soja cai mais de 10%
Junto com com essa elevação, os preços do milho brasileiro também aumentavam com cerca de 70% da safrinha já negociada à esta altura do ano.
A exportação de milho do Brasil nas três primeiras semanas de setembro somaram 4,76 milhões de toneladas, acumulando no ano 27,46 milhões de toneladas, um volume que já supera com folga o total exportado em todo o ano passado, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira pelo governo.
>> Exportação de milho do Brasil no acumulado do ano supera embarques de 2018 completo
As projeções para o restante do ano também eram animadoras no que diz respeito as exportações brasileiras de milho, elevando a expectativa do volume final de embarques.
OUTUBRO
As exportações de milho alcançaram recorde histórico para os meses de setembro em quantidade e valor. Foram exportadas 6,5 milhões de toneladas (+93,4%), equivalente a US$ 1,1 bilhão (+85,5%).
>> Exportação de milho continua em alta e soma US$ 1,1 bi em setembro
Em setembro último, o Brasil embarcou diariamente 75,0% mais milho em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo informações da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).
>> Exportações brasileiras de milho seguem firmes
Esse números elevados atuaram diretamente para impulsionar as cotações do milho também no mercado interno, que começavam a se aproximar dos praticados nos portos.
>> Milho deve seguir valorizado no Brasil, mas altas podem estar próximas do limite
Outro componente nesta alta de preços do cereal brasileiro foi o aumento da demanda para a produção de etanol de milho. A produção deste tipo de bicombustível cresceu 66% em Mato Grosso neste ano e hoje já corresponde à 1,4 bilhão de litros no país.
NOVEMBRO
Os exportadores de milho do Brasil estão desfrutando de um ótimo ano graças a uma grande safra e a melhorias logísticas, ampliando o status do país como um importante fornecedor global do produto e ameaçando o tradicional domínio dos Estados Unidos no setor.
>> Milho brasileiro ganha força e ameaça domínio dos EUA em exportações
A demanda por milho brasileiro nunca cresceu tanto no país, com as indústrias de carne aumentando o consumo do principal ingrediente da ração para aves e suínos, ao mesmo tempo em que o Brasil tem agora uma crescente produção de etanol a partir do cereal, disse o diretor-presidente da SLC Agrícola, uma das maiores companhias do setor no país, nesta quinta-feira.
>> Nunca a demanda por milho do Brasil cresceu tanto, diz SLC Agrícola
Esse boom na demanda começou a acender um sinal de alerta para uma possível crise de abastecimento do milho no Brasil para o ano de 2020 e a manutenção das cotações estáveis e altas, pelo menos até o início da colheita da safra verão.
>> Vai faltar milho no início de 2020? Analistas divergem e preços seguem fortes
>> Possível falta de milho em 2020 já preocupa setores do agronegócio, diz Enori (Faesc)
>> Preço do milho deve permanecer estável até chegada do cereal da safra verão
DEZEMBRO
As exportações de milho do Brasil atingiram históricas 40,6 milhões de toneladas de janeiro até a primeira semana de dezembro, de acordo com dados do governo publicados nesta segunda-feira.
>> Exportação de milho do Brasil já supera 40 mi t no acumulado do ano
A manutenção destes fatores de altas exportações com a demanda mais aquecida levou analistas a projetarem novas valorizações para o milho em 2020 com a saca do cereal podendo até os R$ 60,00 em algumas localidades e registro de falta de produto disponível para o consumo interno.
>> Milho aponta para preço de R$ 52/saca na virada do ano com a crise argentina
>> Anderson Galvão, da Céleres, prevê R$ 60/saca se houver escassez de milho na safrinha
Em um balanço do ano 2019, a Abramilho (Associação Brasileira dos Produtores de Milho) apontou que o ano foi positivo para o produtor de milho brasileiro. Os destaques foram o índice de produção, o recorde de exportação, o aumento da demanda e a alta nos preços.
>> Abramilho avalia 2019 como positivo para o produtor de milho e vê boas perspectivas para 2020
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Produtores têm até 30 de dezembro para aderir aos descontos em operações de crédito
Os produtores rurais têm até o dia 30 de dezembro de 2019 para aderir ao programa de descontos para pagamento de dívidas do crédito rural que foram transferidas para a União, não foram inscritas na dívida ativa (DAU) e estão sendo executadas pela Procuradoria-Geral da União.
Em setembro, a Advocacia-Geral da União (AGU) regulamentou, por meio da Portaria nº 471/19, o procedimento para que mutuários sob execução obtenham os descontos previstos na Lei nº 13.606/18 para liquidação.
“A obtenção dos descontos para liquidação das dívidas depende de expresso pedido de adesão por parte do mutuário ou seu representante legal, podendo também, excepcionalmente, ser apresentado por terceiro – hipótese que será analisada caso a caso pelos órgãos de execução da PGU”, informa a Advocacia-Geral da União.
Com o aval do Tesouro Nacional e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, a regulamentação permite tratamento isonômico da União para as dívidas de mesma natureza que foram inscritas na Dívida Ativa da União (DAU), que há tinham acesso à aplicação dos descontos legais.
A portaria também regulamenta o recálculo do saldo devedor das operações de crédito rural contratadas com o extinto Banco Nacional de Crédito Cooperativo (BNCC), cujos débitos, não inscritos na DAU, também estejam sendo executados pela AGU. Nestes casos, o recálculo, por ser determinado pela própria lei, independentemente de qualquer pedido do devedor.
Confira a tabela de descontos aplicados sobre o valor consolidado de cada operação, nos termos do Artigo 20 da Lei nº 13.606/2018:
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Café: chuvas de dezembro animam cafeicultores
O mês de dezembro tem sido muito positivo para cafeicultores brasileiros consultados pelo Cepea. As chuvas constantes registradas ao longo das últimas semanas vêm auxiliando na recuperação das lavouras, que estavam debilitadas após o tempo seco e quente até outubro.
Ainda que grande parte dos agentes consultados pelo Cepea não acredite em produção superior à da temporada 2018/19 – devido às quedas de flores e de chumbinhos ao longo dos últimos meses –, o cenário atual deve permitir produção volumosa em 2020/21. Além do clima favorável, os preços externos e, consequentemente, internos do café arábica ainda seguem firmes, animando produtores brasileiros.
Apenas na parcial de dezembro (até o dia 17), a média o Indicador CEPEA/ESALQ do café tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, foi de R$ 545,98/saca de 60 kg, alta de 14,9% frente à novembro (valores deflacionados pelo IGP-DI de nov/19). Para produtores de robusta consultados pelo Cepea, as últimas semanas também têm sido animadoras. Ainda que a variedade não tenha se valorizado tanto quanto o arábica, na parcial de dezembro (até o dia 17), o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6 peneira 13 teve média de R$ 314,81/sc, elevação de 3% frente a novembro.
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Café: Mercado avança, recupera perdas da manhã e opera com altas em NY

O mercado futuro do café arábica operava em alta no início da tarde desta terça-feira (3) na Bolsa de Nova York (ICE Future US). Às 12h05 (horário de Brasília), os principais contratos registravam altas de até 150 pontos.
Dezembro/19 subia 75 pontos, cotado a 122,25 cents/lbp, março/20 tinha elevação de 175 pontos, cotado a 123,65 cents/lbp, maio/20 tinha alta de 135 pontos, cotado a 125,60 cents/lbp e julho/20 também subia 135 pontos, cotado a 127,50 cents/lbp.
O mercado reage após iniciar o dia com movimentações técnicas em Nova York. Na segunda-feira, os contratos registraram altas de até 300 pontos nos principais vencimentos. “Confirmou ontem (segunda-feira) uma sub onda 5 de topo, de uma onda 3 principal nos 123 e portanto a tendência é de fazermos uma onda 4 entre 116 e 112 e depois fazermos uma nova pernada de alta para 125 , 135 e 145”, afirma João Grafista sobre o março 2020.
No Brasil, o mercado interno acompanhou Nova York e também registrou algumas variações.
O tipo 6 duro teve a maior variação registrada em Guaxupé/MG, com alta de 2,94% e precificado por R$ 525,80 cents/lbp. Poços de Caldas/MG manteve a estabilidade por R$ 500,00. Em Patrocínio/MG o aumento foi de 1,96%, estabelecendo os valores por R$ 520,00.
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Exportações de café brasileiro atingem 3,4 milhões de sacas em outubro
No mês passado, o Brasil exportou 3,4 milhões de sacas de café – considerando a soma de café verde, solúvel e torrado & moído. O volume representa queda de 13,1% em relação a outubro do ano passado, quando o País bateu recorde em exportações do produto para o mês. Os dados são do Cecafé – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil.
A receita cambial gerada pelos embarques em outubro deste ano foi de US$ 441,1 milhões, decréscimo de 14,7% em relação ao mesmo mês do ano passado. Já o preço médio da saca de café foi de US$ 128,9/saca, 1,8% inferior a outubro de 2018.
Com relação as variedades embarcadas no mês, o café arábica representou 82,6% do volume total exportado, equivalente a 2,8 milhões de sacas. O café conilon (robusta) atingiu a participação de 8%, com o embarque de 274 mil sacas e o café solúvel representou 9,4% das exportações, com 321 mil sacas exportadas.
“O agronegócio café brasileiro, em especial o setor exportador, tem investido e trabalhado intensamente para atender e dar suporte a alta demanda do mercado consumidor interno e global. Isto significa um consumo mundial de 168 milhões de sacas de café, aproximadamente, até o final de 2019, mantendo firmemente sua participação de mercado. Os resultados do mês de outubro confirmam esses bons indicadores. Os volumes exportados para a Europa, bem como para a Ásia, América do Norte, América do Sul, África apresentaram um significativo crescimento, comprovando mais uma vez a capacidade do país em atender aos mais diversos e exigentes mercados de alta qualidade e sustentabilidade” afirma Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé.
Ano civil
As exportações de café brasileiro no ano civil (janeiro a outubro de 2019) permanecem sendo as maiores dos últimos cinco anos para o período, com o embarque de 34 milhões de sacas, volume 22,8% maior com relação a mesma base comparativa de 2018.
De janeiro a outubro deste ano as exportações de café conilon se destacaram com o incremento de 58,3% (equivalente a 3,3 milhões de sacas) na comparação com o período do ano passado. O café arábica também registrou crescimento no período, de 21,3% (27,4 milhões de sacas), enquanto que o solúvel apresentou aumento de 9,4% nas exportações (3,3 milhões de sacas).
Outro destaque no ano civil foi o crescimento das exportações de café brasileiro por continente. Os embarques para a Europa apresentaram, no período, aumento de 18,3% (equivalente a 17,8 milhões de sacas); na América do Norte, o aumento foi de 39% (8 milhões de sacas); na Ásia, de 18% (5,9 milhões de sacas); América do Sul, 15% (1,3 milhão de sacas); África, 64,2% (556,8 mil sacas); e Oceania, 11,4% (328,6 mil sacas).
Também se destaca no período o crescimento das exportações de café brasileiro para os países produtores, que foi de 65,4% (1,7 milhão de sacas).
Já nos últimos 12 meses (de novembro de 2018 a outubro de 2019) o Brasil exportou 41,9 milhões de sacas, sinalizando um recorde histórico de exportações de café para este ano.
Esses resultados positivos demonstram a capacidade do país em atender o crescimento do consumo mundial que, segundo dados da OIC (Organização Internacional do Café), apresentou o incremento de 1,5% na comparação entre 2019 e 2018.
Principais destinos
No ano civil, os principais destinos de café brasileiro apresentaram um acréscimo de 22,8% no consumo do produto em relação ao mesmo período do ano passado. Os dez principais importadores foram, respectivamente: Estados Unidos, importaram 6,5 milhões de sacas de café (19,1% do total embarcado no período); Alemanha, com 5,7 milhões de sacas importadas (16,7%); Itália, com 3,2 milhões de sacas (9,5%); Japão, com 2,2 milhões de sacas (6,5%); Bélgica, com 2,1 milhões de sacas (6,3%), Turquia, com 982,1 mil sacas (2,9%); Federação Russa, com 869,4 mil sacas (2,6%); Reino Unido, com 818,2 mil sacas (2,4%); Canadá, com 760,3 mil sacas (2,2%); e México, com 734,1 mil sacas (2,2%).
Todos os principais países consumidores de café brasileiro, exceto Reino Unido, registraram, no ano civil, aumento na importação do produto brasileiro, comparando com o mesmo período do ano passado. O México foi o que apresentou o maior destaque no período, com aumento de 205,3% nas importações. Outros destinos que mais registraram crescimento no consumo de café brasileiro foram os EUA (crescimento de 34,2%), Alemanha (31,9%), Itália (23,6%), Turquia (21,8%) e Japão (20,4%).
Diferenciados
O Brasil exportou, no ano civil, 6,4 milhões de sacas de cafés diferenciados (que são os cafés que têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis). O volume representa 18,7% de participação do total de café exportado neste ano até agora e um crescimento de 28,4% comparado ao período de janeiro a outubro de 2018. Já a receita cambial gerada com a exportação de cafés diferenciados do Brasil foi de US$ 1 bilhão no período, representando 23,6% do total de receita gerada pelo Brasil com as exportações no ano civil de 2019.
Os principais destinos de cafés diferenciados foram, respectivamente: EUA, que importaram 1,6 milhão de sacas (24,4% do volume total embarcado no ano civil); Alemanha, com 801,5 mil sacas (12,6% de participação); Japão, com 692,3 mil sacas (10,9%); Itália, com 669,5 mil sacas (10,5%); Bélgica, com 571 mil sacas (9%); Canadá, com 254,2 mil sacas (4%); Reino Unido, com 193,8 mil sacas (3%); Suécia, com 176,2 mil sacas (2,8%); Finlândia, com 125,8 mil sacas (2%); e Espanha, com 125,5 mil sacas (2%).
Ano-Safra 2019/20
Nos quatro primeiros meses do Ano-Safra 2019/20 (jul-out), assim como no ano civil, o Brasil registrou a melhor performance dos últimos cinco anos em termos de volume de café exportado. No período, foram embarcados 13,6 milhões de sacas de café, crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado. As exportações de café arábica de julho a outubro foram de 10,6 milhões de sacas (crescimento de 4,6% em relação a mesma base comparativo de 2018). Já os embarques de café conilon foram de 1,6 milhão (aumento de 4,9% em relação ao ano passado)
Portos
O Porto de Santos segue na liderança da maior parte das exportações no ano civil de 2019, com 77,9% do volume total exportado a partir dele (equivalente a 26,5 milhões de sacas). Em segundo lugar estão os portos do Rio de Janeiro, com 12,3% dos embarques (4,2 milhões de sacas).
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Clima: Centro-Sul do país tem alerta para temporais neste sábado
Chuva forte é esperada no Mato Grosso do Sul, sul de Goiás, norte do Paraná, São Paulo, sul de Minas Gerais e sul do Espírito Santo, além de área entre Pará e Mato Grosso.
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Puxadas pelo milho, exportações do agro atingem US$ 8,4 bilhões em outubro
As exportações de milho tiveram alta de 91,3% e a quantidade exportada do grão também foi recorde, com alta de 97,6%
As vendas externas do milho registraram valor e quantidade recorde exportada para o mês de outubro. As exportações de milho foram de US$ 1 bilhão (+91,3%). A quantidade exportada do grão foi também recorde, de 3,1 milhões para 6,14 milhões toneladas exportadas (+97,6%).
Segundo a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a safra recorde de milho de quase 100 milhões de toneladas, segundo levantamento da Conab (setembro/2019), foi o principal fator que possibilitou o incremento das vendas externas do cereal.
Outro produto que mereceu destaque nas exportações de outubro foi o algodão. As exportações do algodão (não cardado nem penteado) alcançaram US$ 440,73 milhões (+43,7%), correspondendo a 273,4 mil toneladas.
Foram exportados US$ 1,53 bilhão em carnes em outubro. Destacaram-se as exportações de carne bovina, com registros recordes de valor e quantidade, US$ 806,61 milhões (+30,4%) e 185,4 mil toneladas (+14,9%). As vendas de carne suína também subiram, atingindo US$ 148,51 milhões (+38,5%) e 67,1 mil toneladas. Por outro lado, as vendas externas de carne de frango caíram 7,8%, atingindo US$ 529,13 milhões ou 326,9 mil toneladas (-8,3%).
Exportações totais
As exportações do agronegócio foram de US$ 8,41 bilhões em outubro deste ano, crescimento de 0,8% em relação aos US$ 8,35 bilhões no mês do ano anterior. O aumento das exportações ocorreu em função do crescimento da quantidade exportadas (+6,8%). Por outro lado, o índice de preço das exportações teve redução de 5,7% na comparação com outubro de 2018.
As importações dos produtos do agronegócio também cresceram, passando de US$ 1,19 bilhão em outubro de 2018 para US$ 1,21 bilhão em outubro de 2019 (+1,3%).
A participação do agronegócio na balança comercial de outubro ficou em 46% do total exportado.