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3 de outubro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioeconomia

Maggi defende mais abertura do mercado brasileiro para impulsionar exportações

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Blairo Maggi, defendeu hoje (26), em São Paulo, a expansão das importações brasileiras no setor agrícola, mesmo em áreas exportadoras como meio de conquistar mais clientes no mercado globalizado. Essa estratégia é adotada pela China que, mesmo sendo o maior importador de alimentos do mundo, é o maior país agrícola, observou o ministro. Ele fez as declarações no fim da manhã, pouco antes de embarcar para o Peru onde vai discutir questões bilaterais.

Maggi citou a Polônia como exemplo de parcerias e disse que este país tem demonstrado interesse em vender carne suína para o Brasil. Se eles tiverem condições de atender as exigências, vamos liberar”, afirmou o ministro. A produção brasileira de suínos está em torno de 3,7 milhões de toneladas, mas, conforme o ministro, as exportações ainda enfrentam restrições fitossanitárias.

Segundo o ministro, as vendas externas de carne in natura poderão ter melhor desempenho a partir do próximo ano, pois está prevista para abril de 2018, a conquista da certificação livre de aftosa com vacinação para o produto.

As afirmações foram feitas em palestra a empresários e executivos da suinocultura, na 5ª Semana Nacional da Carne Suína, promovida pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), com o apoio do ministério e do Serviço Basileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae).

Economia deve crescer

Em sua fala, o ministro voltou a destacar a previsão de uma supersafra estimada em mais de 240 milhões de toneladas de grãos. Entre os benefícios da boa colheita, apontou o retorno aos investimentos dos criadores de suínos, lembrando que os preços de um dos principais itens de engorda destes animais, o milho, baixaram de preços em relação ao ano passado.

Na avaliação de Maggi, nada impedirá a economia brasileira de seguir adiante na retomada do crescimento, nem mesmo a nova denúncia contra o presidente Michel Temer encaminhada pela Procuradoria-Geral da República à Câmara dos Deputados por crime de obstrução à Justiça e organização criminosa. “Vamos decolar na economia brasileira”, disse o ministro, acreditando no descolamento das ações do mercado do andamento das questões políticas.

Os produtores de suínos estão em campanha para aumentar as vendas ao mercado interno e, para isso, iniciaram ações de esclarecimento aos consumidores quanto aos aspectos nutricionais, de qualidade e saudabilidade da carne suína como proteína, atingindo 589 pontos do comércio varejista 18 estados.

/Edição: Nádia Franco

Agência Brasil

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2 de outubro de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Exportações mundiais de café atingem 100 milhões de sacas

Em julho de 2017, os quatro principais países exportadores de café foram: Brasil – 1,75 milhão de sacas; Vietnã – 1,55 milhão; Indonésia – 1,24 milhão; e Colômbia – 1 milhão de sacas

As exportações mundiais de café, no período de outubro de 2016 a julho de 2017, foram de 100 milhões de sacas de 60kg, o que representou um acréscimo no volume de 5,7 milhões em relação ao mesmo período anterior, quando foram exportadas 96,3 milhões de sacas. Especificamente no mês de julho deste ano, as exportações de café se mantiveram elevadas, pois foram exportadas 9,4 milhões de sacas, número que representa um incremento de 11%, se comparado com julho de 2016. Contudo, uma análise detalhada do desempenho dos dados relativos às exportações dos principais países produtores revela particularidades em cada um deles.

Acesse o Relatório sobre o mercado de Café – Agosto 2017, e acompanhe as avaliações e análises da performance da cafeicultura em nível mundial e, no caso, especificamente as exportações dos quatro principais países exportadores de café em julho de 2017, quais sejam: Brasil (1,75 milhão de sacas), Vietnã (1,55 milhão), Indonésia (1,24 milhão), e Colômbia (1 milhão de sacas).

Agrolink com inf. de assessoria

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29 de setembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Produção brasileira de café deve alcançar 44,77 milhões de sacas

Conab

A safra 2017 de café deverá ficar em 44,77 milhões de sacas de 60 kg. A área total cultivada no país deve alcançar 2,21 milhões de hectares, sendo 345,19 mil hectares em formação e 1,86 milhão de hectares em produção. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (21) pela Conab (Companhia Nacional de Abastecimento). A produção brasileira de arábica deve chegar a 34,07 milhões de sacas.

A bienalidade negativa na maior parte dos estados produtores acarreta uma produtividade média menor do que a da safra anterior. A área relativa a esta cultura será de 1,78 milhão de hectares, sendo 299,83 mil hectares em formação (16,8%) e 1,48 milhão de hectares em produção (83,2%). A produção brasileira prevista de conilon é de 10,71 milhões de sacas.

A estimativa é de que a produtividade se recupere frente à forte escassez de chuvas dos últimos anos. A área destinada a essa cultura será de 427 mil hectares, sendo 45,35 mil hectares em formação (10,6%) e 381,62 mil hectares em produção (89,4%).

Em Minas Gerais, a produção de café deverá ser 20,7% menor do que na safra 2016, também devido à bienalidade negativa. O estado deverá colher 24,04 milhões de sacas de arábica e 334,1 mil sacas de conilon, totalizando 24,38 milhões de sacas. No Espírito Santo, a queda na produção total deve ser de 1,5%. Entre as razões estão as condições climáticas desfavoráveis atravessadas pelas lavouras de conilon em 2016 e a falta de mudas para plantio. Há também o ciclo de bienalidade negativa no arábica.

A estimativa é de que o estado produza 5,9 milhões de sacas de conilon e 2,9 milhões de sacas de arábica, o que dá um total de 8,8 milhões de sacas. Em São Paulo deverão ser colhidas 4,37 milhões de sacas devido ao ciclo de bienalidade negativa e ao alto índice de podas. A produção deverá chegar a 3,36 milhões de sacas na Bahia, 1,94 milhão de sacas em Rondônia, 1,21 milhão de sacas no Paraná, 349,1 mil sacas no Rio de Janeiro, 180,1 mil sacas em Goiás, 84,5 mil sacas no Mato Grosso e 7,5 mil sacas no Amazonas.

O relatório está disponível (clique aqui).

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28 de setembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoclima

Como uma crise climática pode fazer faltar comida no prato, da noite pro dia

No verão de 2010, a Rússia enfrentou uma seca prolongada, ondas de calor e incêndios catastróficos que destruíram um terço da colheita de trigo do país. Seis meses depois, começou a onda revolucionária de manifestações e protestos da Primavera Árabe. As duas coisas estão interligadas: o Oriente Médio e o Norte da África, regiões de enorme insegurança alimentar, dependem fortemente da importação de grãos do Mar Negro, em especial da Rússia, um dos maiores exportadores de trigo do mundo.

Diante de colheitas minguadas, o governo russo baniu as exportações de grãos, buscando garantir seu próprio abastecimento. Desassistidos pelo maior fornecedor, os países das duas regiões viram disparar os preços do pão. Ainda que vários fatores tenham contribuído para as agitações políticas que caracterizaram a Primavera Árabe, o elevado preço da comida inflamou o descontentamento popular manifesto em diversas tentativas de derrubar regimes fechados – algumas com sucesso, outras violentamente reprimidas. O episódio ilustra a frágil natureza do sistema utilizado pelo planeta para alimentar cerca de sete bilhões de pessoas. Agora, um relatório da Chatam House, um centro de estudos estratégicos de Londres, revela que os eventos climáticos podem ameaçar ainda mais este sistema, à medida que se tornam cada vez mais comuns situações extremas como a que destruiu as colheitas na Rússia.

A segurança alimentar global depende do comércio de apenas quatro commodities: milho, trigo, arroz e soja. As três primeiras respondem por 60% do consumo mundial de energia alimentar. O quarto item, a soja, é a maior fonte de proteína para alimentação animal, com participação de 65%. A produção se concentra em meia dúzia de países exportadores, incluindo Estados Unidos, Brasil e a região do Mar Negro, de onde flui em volumes cada vez maiores. Entre 2000 e 2015, o comércio mundial de alimentos cresceu 127%, chegando a 2,2 bilhões de toneladas – e a projeção é de que os índices continuarão subindo. Mas o escoamento das safras passa por apenas 14 rotas de transporte, verdadeiros gargalos para um volume formidável de comércio. Tais gargalos têm sido desconsiderados perigosamente, alerta Rob Bailey, um dos autores do relatório, diretor de pesquisas sobre Energia, Meio Ambiente e Recursos da Chatam House.
Risco de uma coincidência

Imagine o seguinte cenário, assustador, mas plausível: E se da próxima vez em que a colheita de trigo da Rússia for devastada por uma estiagem, acontecer também de outros grandes produtores mundiais estiverem enfrentando péssimas condições climáticas e safras frustradas? Nos Estados Unidos, poderia ser uma temporada de enchentes que inundasse os canais de navegação ou sobrecarregasse os portos. O Brasil, outro pesado-pesado mundial, responde por 17% das exportações de trigo, milho, arroz e soja. Mas sua estrutura rodoviária está em cacos. Chuvas torrenciais poderiam bloquear uma importante rota de transporte. Se isso acontecesse, simultaneamente a uma enchente nos Estados Unidos e uma estiagem na Rússia, haveria escassez mundial de alimentos, revoltas e instabilidade política, fome nas regiões dependentes de importações, recessão por toda parte.

O Canal do Panamá, que liga o Ocidente aos mercados asiáticos, é um dos gargalos marítimos mais críticos: 36% das exportações de milho e 49% das exportações de soja dos Estados Unidos passam por lá a cada ano. Outro estrangulamento logístico está no Estreito de Bósforo, que conecta os produtores do Mar Negro aos mercados globais e, de forma crítica, ao Oriente Médio. Das exportações de trigo da Rússia, Ucrânia e Cazaquistão, 77% passam por essas águas. Vias fluviais, rodovias e estradas de ferro também são cruciais. Um total de 60% dos produtos agrícolas americanos vai das fazendas aos portos em cima de barcaças, num sistema de navegação fluvial de19 mil quilômetros. De modo similar, 60% das exportações de trigo da Rússia e da Ucrânia dependem da rede de ferrovias do Mar Negro – que representa, segundo o relatório, o mais volátil dos 14 gargalos logísticos, em função do conflito na Crimeia, das tensões diplomáticas entre Síria e Iêmen, e das relações comerciais instáveis com a Europa.

Uma ruptura em qualquer desses gargalos é problema certo, mas, se vários sofrerem interferências de uma só vez, o resultado pode ser desastroso. Com o aquecimento do planeta, tal cenário é mais provável. Ainda que seja difícil atribuir uma relação direta de causa e efeito, os modelos de estudo sugerem que o aquecimento global torna cada vez mais comuns os eventos climáticos extremos. Para os Estados Unidos, isso pode significar mais situações como a de agosto de 2012, quando o furacão Isaac fechou portos e suspendeu o tráfego de barcaças em trechos do Rio Mississipi. A instabilidade política também pode provocar o rompimento desses gargalos. Em 2015 e 2016 as tensões entre a Rússia e a Turquia levaram a demonstrações de força no Estreito de Bósforo, onde, por fim, uma tentativa de golpe resultou no fechamento temporário da passagem.

A ruptura de artérias-chave devido a instabilidades políticas pode resultar num ciclo vicioso, em que a escassez de alimentos inflama novos distúrbios, sucessivamente. No Oriente Médio e no Norte da África, as estatísticas mostram que a segurança alimentar é um indicador fundamental para a estabilidade política.
Déficit bilionário

Mais de um terço das importações de grãos daquelas regiões passam por um gargalo marítimo para o qual não há alternativa. Mas o problema tem ramificações por toda parte. A crise global de alimentos entre 2007 e 2008 veio acompanhada por protestos em 61 países e rebeliões em outros 23. Para piorar, a crônica ausência de investimentos em infraestrutura enfraquece pontos vitais do sistema. Condições climáticas extremas e fluxos comerciais crescentes aumentam o risco de colapso. O McKinsey Global Institute avalia que cobrir o déficit mundial de investimentos em infraestrutura – a diferença entre o valor disponível e o necessário – demandaria US$ 250 bilhões extras por ano, até 2040 (Os Estados Unidos possuem um dos maiores déficits entre os países do G20, segundo a Chatam House).

Mesmo onde há investimentos de infraestrutura, os governos com frequência desconsideram os riscos associados ao clima. Uma pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, em 2016, descobriu que esses riscos são grandemente ignorados, mesmo nos países ricos. “É receita certa para tormenta”, diz Rob Bailey. De fato, segundo o relatório, 13 dos 14 gargalos de infraestrutura registraram alguma paralisação ou fechamento nos últimos 15 anos (a única exceção foi o Estreito de Gibraltar, que agora poderá experimentar tensões nas negociações do Brexit). Isso deveria levar os estrategistas a se prepararem para os piores cenários. Mas, como Bailey apontou, “não somos muito bons em conceitualizar riscos que ainda não experimentamos”.

A mentalidade é bem diferente quando se trata da indústria petrolífera, cuja experiência com embargos comerciais no passado ajuda a tornar mais tangível a ideia do que seja um choque de oferta e demanda. “As petrolíferas são obcecadas em relação aos gargalos logísticos”, diz Bailey. Uma solução seria os países investirem em estoques reguladores emergenciais. O risco, no entanto, é acabar criando um “jogo internacional da fome”, uma corrida maluca por acumulação diante das crises que seria a espiral da morte da confiabilidade dos mercados.

“O que precisamos é de uma abordagem internacional coordenada, como acontece nos mercados energéticos”, diz Bailey. Em 1974, a Agência Internacional de Energia estabeleceu mecanismos de respostas emergenciais para minimizar o risco de interrupções no fornecimento de gás e petróleo. Os governos e instituições internacionais, como a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos da ONU, deveriam, de maneira similar, tentar criar normas para a coordenação de situações em que haja ruptura da segurança alimentar. Isso incluiria planos emergenciais para distribuir comida e estratégias mais inteligentes de armazenamento – em que os gargalos logísticos não mais possam interromper a chegada de ajuda. Mas também são necessárias medidas preventivas, como a diversificação da produção, para que o mundo não fique tão dependente de meia dúzia de megaprodutores e exportadores de comida. O crédito deveria ser dirigido para apoiar fontes e rotas de suprimentos alternativos, assim como infraestruturas resistentes às mudanças de clima. Tudo isso requer planejamento de longo prazo. E precisa começar agora, antes que as situações climáticas extremas se tornem ainda mais frequentes.

The Washington Post
Tradução de Marcos Tosi

Gazeta do Povo

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22 de setembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Abic lança aplicativo para consumidor verificar qualidade de café em tempo real

Consumidores brasileiros de café poderão verificar em tempo real a qualidade do produto por meio de um aplicativo lançado pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), informou a entidade em nota nesta sexta-feira.

O aplicativo “De Olho no Café”, que será lançado na próxima terça-feira, permitirá ao consumidor verificar as certificações conferidas pela entidade.

Além disso, o consumidor poderá avaliar o café pelo aplicativo e enviar comentários sobre o produto.

O Brasil, além de ser o maior produtor e exportador global de café, é o segundo maior consumidor, atrás dos Estados Unidos.

O “De Olho no Café” será oferecido gratuitamente para consumidores pelo Google Play e App Store.

Fonte: Terra

ABIC desenvolve app para consulta do consumidor aos cafés certificados

A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) está lançando um aplicativo de celular que permite ao consumidor verificar, em tempo real, se os produtos disponíveis nas gôndolas dos supermercados são certificados no Selo de Purezae/ou no Selo de Qualidade, bem como sua categoria (Tradicional, Superior ou Gourmet), além de diferenciá-los dos Não Associados.

Para usar o aplicativo, disponível gratuitamente aos usuários de Android e Iphone, é fácil: basta o consumidor abrir o programa e “scanear” o código de barras da embalagem de café. Há duas opções para isso: usando o leitor da câmera ou digitando o código de barras da embalagem no teclado do celular. A partir daí, o cliente receberá uma mensagem na tela do telefone informando se o produto é certificado ou não pela ABIC, com o aviso adicional “Café certificado sempre vai bem”, em linha com a campanha de marketing da empresa.

Além de verificar se o produto é certificado ou não, o consumidor também poderá avaliar os cafés (em uma escala de até 5 estrelas), podendo enviar comentários e opiniões sobre o produto. Os dados serão compilados e informados às empresas associadas por meio de relatórios periódicos.

Com o aplicativo, os usuários também poderão informar sobre os produtos não certificados que estejam estampando Selo de forma indevida. Ou seja, se o consumidor scaneia um produto e recebe a mensagem de que ele não é certificado, e observa que ainda assim possui algum Selo na embalagem, poderá enviar essa informação à Associação Brasileira da Indústria de Café, que investigará o uso indevido do Selo.

Segundo a Abic, o app ainda está em desenvolvimento e será lançado em breve.

Fonte: Café Point

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22 de setembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoclima

Neutralidade climática marcará a primavera

Estação inicia sem influência dos fenômenos El Niño e nem La Niña

Por: AGROLINK –Aline Merladete

Após um inverno seco, a primavera, que começa às 17h02 nesta sexta-feira (22.09), deve trazer temperaturas mais altas e um pouco mais de umidade em seu final, embora ainda nos primeiros dias o clima permaneça seco. A estação inicia sem influência dos fenômenos El Niño e nem La Niña, sendo marcada pela neutralidade climática.

A tendência é que ao longo da primavera o fenômeno La Niña ocorra durante a estação e verão de 2017 e 2018. Diferentemente do El Niño, o fenômeno consiste na diminuição da temperatura das águas do Pacífico. Conforme o meteorologista do INMET – Instituto Nacional de Meteorologia, Luiz Renato Lazinski, o fenômeno deverá influenciar o clima ao longo de toda safra de verão.

A primavera deste ano também deve terminar com o fenômeno da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que proporciona chuva volumosa para várias regiões do país.

O aumento do calor e da umidade da estação provocam pancadas de chuva no final da tarde ou da noite nas regiões Centro-Oeste e Sudeste. A estação também traz poucas alterações nos números mensais de chuva na região Sul. Já nas regiões Norte e Nordeste, costuma haver pouca variação de temperatura.

Para o centro-sul do Brasil, as chuvas deverão continuar apresentando irregularidade na distribuição, intercalando períodos de muita precipitação e alguns com pouco volume ou até mesmo sem nenhuma.

As temperaturas na primavera ainda continuam apresentando grandes variações, ainda sem frio tardio que possa prejudicar a agricultura. Durante o verão as temperaturas voltam ao padrão normal, sem grandes variações.

Para as áreas ao norte da região centro-oeste e áreas produtoras de grãos do nordeste do Brasil, as chuvas que estão atrasadas, deverão ser mais regulares e abundantes.

Para a primavera de 2017, não há expectativa de massas polares fortes. Assim, não devemos ter eventos de frio atípico como no ano passado.

Fonte: Agrolink

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22 de setembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãocaféCuriosidades

Cientistas descobrem porque café provoca felicidade

O café reanima, faz acordar e todos sabem o motivo: a cafeína.

Agora cientistas da Universidade de Ruhr, na Alemanha, pesquisaram por que a bebida também provoca felicidade nas pessoas.

Um estudo feito pela Universidade de Ruhr, na Alemanha, mostra que a bebida ajuda o cérebro no reconhecimento mais rápido de palavras ou expressões positivas, como amor e feliz, em comparação com as negativas, como raiva ou tédio.

Liderada pelos psicólogos Lars Kuchinke e Vanessa Lux, a pesquisa mostra que a cafeína acelera o processamento verbal do cérebro.

Palavras positivas

O estudo publicado na revista científica Plos One sugere que 200 mg de cafeína – o equivalente a duas xícaras de café – podem ajudar o cérebro a identificar as palavras com mais rapidez e precisão.

Na pesquisa adultos jovens saudáveis que ingeriram um comprimido de 200 mg de cafeína aumentaram velocidade e percepção ao completarem uma tarefa de reconhecimento de palavra.

A tarefa envolveu olhar para uma seqüência de letras, apresentadas uma por vez por 150 milissegundos cada, e decidir o mais rápido possível se eles constituíam uma palavra real ou uma palavra composta.

Quando comparado com um grupo que consumiu placebo, aqueles que tomaram a pílula de cafeína decidiram mais rapidamente para as palavras que foram consideradas como tendo uma associação emocional positiva.

Por que só para palavras positivas?

Os pesquisadores usaram a droga para responder a uma questão existente sobre a estrutura do cérebro.

Ao completar as tarefas de processamento de texto, as pessoas demonstram consistentemente um tempo de resposta mais rápido para as palavras com uma valência emocional positiva – como “amor” ou “feliz” –  do que aquelas com conotação negativa – entediado ou zangado.

Kuckinke e Lux, reconhecendo que a cafeína estimula a liberação do neurotransmissor dopamina, decidiu usar a droga para testar e ver se os participantes do estudo de dosagem aumentariam ainda mais sua velocidade e precisão para palavras positivas.

A cafeína fez mais: com que completassem a tarefa de palavras positivas. Isso levou os pesquisadores a concluir o envolvimento do sistema de dopamina que é, pelo menos, parte da explicação para o fenômeno.

Além disso, os pesquisadores descobriram que ao responderem sobre as letras do estudos, os participantes  demonstravam maior atividade do lado direito do cérebro, em conexão com o hemisfério esquerdo dominado pela linguagem.

Agora é hora de tomar um café pra testar a sua agilidade com as palavras.

Vai um cafézinho aí?

Com informações Smithsonianmag Science Nature

Fonte: http://www.sonoticiaboa.com.br/2017/05/24/ciencia-comprova-porque-cafe-provoca-felicidade/

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21 de setembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoCuriosidades

21 de setembro – Dia da árvore lembra importância da natureza

No Brasil, o dia da árvore é comemorado em 21 de setembro, às vésperas da entrada da primavera. No Norte e Nordeste do país as árvores costumam ser homenageadas também na última semana de março, época do início do período das chuvas naquela região.

A árvore é o símbolo maior da natureza. Plantar, cuidar, proteger e defender as árvores significa valorizar todo o verde que ainda existe no planeta. A defesa de florestas como a da Amazônia, por exemplo, está se tornando uma questão de sobrevivência para nossa espécie, devido aos inúmeros problemas ambientais que nós mesmos criamos na Terra.

Além de sua própria beleza, as árvores têm funções importantes para o meio ambiente. Elas refrescam o ambiente, dão sombra, são barreiras contra o vento, ajudam a manter a umidade do ar, diminuem a poluição, mantêm o solo firme e servem de abrigo para pássaros e outros animais.

Além disso, para o ser humano, as árvores oferecem a madeira, o carvão, os frutos, as flores e as matérias-primas para a fabricação de papel, remédios e uma infinidade de produtos. Por isso, ao derrubá-las, devemos ter em mente a necessidade de replantá-las. O reflorestamento, felizmente, tem se tornado mais comum.

Há árvores que podem durar centenas de anos ou mais de um milênio. É o caso da sequoia, uma arvore típica da América do Norte que, além da vida longa, também pode atingir os 100 metros de altura. Mas uma das árvores características da mata Atlântica brasileira, o jequitibá, também pode atingir os 60 metros: a altura de um edifício de 20 andares. Jequitibá, em tupi, quer dizer, por sinal, “gigante da floresta”.

No Brasil, cada região escolheu uma árvore típica como seu símbolo. A região Norte, a castanheira; a região Nordeste, a carnaúba; a Centro-oeste, o ipê-amarelo, a Sudeste, o pau-brasil e a região Sul, o pinheiro-do-paraná. Nunca é demais lembrar, também, que o pau-brasil deu o nome ao nosso país.

Na semana da árvore você pode contribuir com o meio ambiente plantando ou adotando uma árvore. No site da ONG Iniciativa Verde (veja abaixo) você descobrirá quantas árvores deve plantar de acordo com a quantidade de gás carbônico que a sua rotina produz. A natureza (da qual também fazemos parte) agradece.

Fonte: Uol

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19 de setembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

Estudo aponta recuperação do setor agrícola na Safra 2017/18

Na próxima safra agrícola, a soja continuará sendo o produto com maior rentabilidade ao produtor e liquidez de mercado. Por outro lado, o milho, devido à produção recorde registrada na safra 2016/2017, encontra-se em um momento de necessidade de ajuste na relação entre oferta e demanda. É o que revela o estudo “Perspectivas para a Agropecuária, Safra 2017/2018”, divulgado nesta quarta-feira (6) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O trabalho, realizado pela Superintendência de Gestão da Oferta da Conab, apresenta ainda o cenário para algodão, arroz, carnes, feijão e lácteos. A conclusão é de que a agropecuária se manterá como um dos motores da economia brasileira, seguindo tendência – já registrada em 2017 – de recuperação na participação do Produto Interno Bruto (PIB).

Para o algodão, os técnicos da Companhia apresentam um cenário que estimula o aumento da área a ser plantada. No caso do arroz, apesar da atual desvalorização dos preços locais, espera-se um aquecimento das cotações neste segundo semestre e na entrada da próxima safra, em março de 2018.

Já a expectativa para os lácteos é de recuperação da produção, conforme já apontado em documento conjunto da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o qual prevê crescimento de 20,5% na produção de derivados lácteos no Brasil para o período de 2017 a 2026.

As perspectivas, feitas anualmente, são elaboradas a partir de ferramentas estatísticas, observando aspectos econômicos, tecnológicos e produtivos, além dos cenários interno e externo, preços e condições da oferta e demanda. O objetivo do estudo é oferecer ao setor produtivo um panorama do que se espera para a próxima safra, em termos de mercado nacional e internacional, e auxiliar o produtor nas decisões sobre seu negócio.

Acesse aqui o estudo.

Fonte: Conab
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18 de setembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoMilho

Preços do milho mais firmes no segundo semestre

O preço do milho ficou firme no mercado interno em função da exportação e das chuvas em meados de agosto, que atrapalharam a colheita da segunda safra em algumas regiões. A exportação foi de 3,30 milhões de toneladas em agosto, até a terceira semana, o equivalente a 235,86 mil toneladas por dia (MDIC). A média diária foi de 235,86 mil toneladas, 113,2% maior que a média embarcada por dia em julho. Na comparação com agosto de 2016, o volume exportado diariamente aumentou 111,5%.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP, a saca de 60 quilos fechou agosto cotada em R$26,50, para a entrega imediata, sem o frete. Em relação à média de julho a cotação subiu 2,0%. Entretanto, esse preço é 41,9% menor na comparação com igual período de 2016. A expectativa é de cotação firme neste semestre e começo de 2018, em função da exportação, que deverá continuar aquecida nos próximos meses. De qualquer maneira, as cotações deverão ficar abaixo do patamar verificado no mesmo período do ano passado.

Scot Consultoria

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