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20 de abril de 2020by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Produção agrícola deve garantir alento para a economia brasileira em 2020

O campo deve produzir 250 milhões de toneladas de produtos, e a maior parte já está vendida.

Por Jornal Nacional

17/04/2020 23h03  Atualizado há 2 dias

 
 
Produção agrícola deve garantir alento para a economia brasileira em 2020

Produção agrícola deve garantir alento para a economia brasileira em 2020

A produção agrícola deve garantir um alento para a economia brasileira em 2020 e evitar uma queda ainda maior do produto interno bruto por causa da pandemia do novo coronavírus. O campo deve produzir 250 milhões de toneladas.

O milho plantado pelo agricultor Luiz Carlos Nardi, em Mato Grosso, só vai começar a ser colhido em maio. Mesmo assim, mais da metade da produção já foi vendida. “Eu tenho em torno de 60% já comercializado dessa safra que eu vou colher. Já tem alguma coisa comprometida para 2021 em termos de troca de produto. Eu entrego milhos, para receber fertilizante, para plantar a próxima safra”, contou.

A venda antecipada deu segurança ao setor, que projeta altas para 2020 mesmo com a pandemia do novo coronavírus. Segundo o último levantamento da Conab, a Companhia Nacional de Abastecimento, a produção de milho deve subir, chegando a quase 102 milhões de toneladas.

O volume de soja deve ficar praticamente estável, com 122 milhões de toneladas. Já a expectativa para o algodão é de produção recorde, estimada em 2,88 milhões toneladas da pluma. A previsão da Conab é que o Brasil exporte 113 milhões toneladas de grãos em 2020.

Daniel Latorraca, especialista de mercado e superintendente do Instituto Mato-grossense de Agropecuária, explica que os estoques de alimento no mundo já estavam baixos e que a situação ficou pior com o avanço da pandemia.

 

“A prioridade dos governos nacionais, no mundo todo, é saúde e alimentação. Então, como é um bem essencial, é basicamente uma busca incessante dos alimentos que tem. A gente tem poucos estoques, então o que vai acontecer é que o preço sobe um pouco mais”, explicou.

João Birkhan, consultor de grãos, afirma que o aumento da venda de grãos vai ajudar a manter os empregos em outros setores da economia num momento tão difícil.

“Esse pessoal todo que atende com exclusividade o campo também terá a sua atividade preservada, seus empregos, sem problema nenhum. Já aqueles que atendem parcialmente o campo já vai ajudar, porque não vai haver o desemprego total. Vamos pegar assim um exemplo de uma fábrica que produz caminhões: ela não produz caminhões só para o agro, produz para todas as atividades brasileiras. Mas essa atividade do agro vai garantir uma boa parte dos empregos nesse segmento”, avaliou.

Um dos desafios dos produtores é manter o vírus longe. Por isso, a rotina em muitos lugares já mudou. Todos que chegam às fazendas têm que passar por barreiras. É preciso higienizar as mãos. Também é feita a medição da temperatura, sempre mantendo a distância de segurança e depois disso, se tudo estiver ok, aí sim, é permitido entrar. Tudo isso é para garantir a segurança dos funcionários que estão trabalhando.

Na região, são feitos dez carregamentos por dia. Cinco carretas entram na fazenda para embarcar a soja e a outra metade aguarda do lado de fora. “Nós estamos carregando dez caminhões por dia, sendo que, no ano passado, nós carregávamos 30 por dia. Então caiu para dez”, explicou Fernando Souza, gerente da fazenda.

Veja matéria completa com vídeo na página do G1.

Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2020/04/17/producao-agricola-deve-garantir-alento-para-a-economia-brasileira-em-2020.ghtml

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5 de março de 2020by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Pela primeira vez em 100 anos, Sociedade Rural Brasileira tem presidente mulher

Teresa Vendramini, 60 anos, é a nova presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB). Essa é a primeira vez que uma mulher ocupa o cargo na entidade em sua história centenária.

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21 de fevereiro de 2020by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Valor bruto da produção agropecuária deve alcançar recorde em 2020, diz CNA

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O Valor Bruto da Produção (VBP) agropecuária, que mede o faturamento bruto da atividade “dentro da porteira”, deve registrar recorde, subindo 9,9% este ano, de R$ 638,8 milhões em 2019 para R$ 702,2 bilhões. A estimativa, de janeiro, é da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

Para o ramo agrícola, é esperado um crescimento de 10,7%, um aumento de R$ 42,2 bilhões frente a 2019, de R$ 394 bilhões para R$ 436,2 bilhões. As culturas de café, milho e soja devem ser as principais responsáveis pelo crescimento do ramo.

A bienalidade positiva deve elevar em 30% a produção de café arábica e reduzir os preços que, em janeiro, ainda estão em níveis elevados, típicos da entressafra.

Para o milho, a receita prevista é de R$ 84,2 bilhões, aumento de 25,6% na comparação com 2019. “Apesar da estabilidade no volume de produção do milho, a elevação dos preços justifica a variação e o impacto do produto no VBP agrícola”, informa a CNA, em comunicado.

Segundo a entidade, a soja deve ter um VBP de R$ 169,6 bilhões, alta de 11,1%.

Para o ramo pecuário o VBP de 2020 deve ter um incremento de 8,7%, o equivalente a um montante de R$ 21,2 bilhões, de R$ 244,8 bilhões para R$ 266 bilhões.

“O ano de 2020 deve ser bastante positivo, particularmente para carnes bovina e suína com aumento de produção e, principalmente, de preços”, diz a CNA.

A carne bovina terá aumento de 20,7% no VBP neste ano, somando R$ 138,8 bilhões. O segmento de suínos também deve crescer e ter elevação de 29,2%, ficando em R$ 24 bilhões.

Fonte: Estadão Conteúdo
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11 de fevereiro de 2020by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuáriachuvasclima

O clima no Brasil vai de chuvas torrenciais no Sudeste e Centro-Oeste à estiagem na produção no Rio Grande do Sul

RS terá mais uma semana seca, enquanto chuvas volumosas se concentram nas regiões Centro-Oeste e Sudeste do país

 
Naiane Araújo – Meteorologista do INMET

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As previsões continuam indicando muita chuva para o Centro-Leste do país e volumes expressivos continuam sendo aguardados para as próximas 24 horas em todo o estado de São Paulo, com destaque para a grande capital onde já foi mais do que esperado para todo o mês de fevereiro. Já na região sul do país o cenário é completamente diferente e a irregularidade das chuvas prejudicam as lavouras em desenvolvimento, apontando uma quebra de produtividade significativa na produção de soja de todo o estado. 

De acordo com Naiane Araújo, meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as chuvas acontecem devida à passagem de uma frente fria pelo Litoral Paulista. O Inmet emitiu um alerta vermelho para Capital e alerta laranja para as demais regiões do estado. 

O modelo Cosmo do Inmet indica precipitação entre 30 e 40 milímetros no Centro-Sul do estado, podendo a chegar a 60 milímetros em algumas regiões, porém pancadas de chuvas atingem toda a grande São Paulo desde o início da noite de domingo (9), em volumes maiores. Segundo a meteorologista, desde o final da noite de domingo e início da manhã desta segunda, estações meteorológicas do Inmet em Mirante de Santana/SP já registravam 114 mm – o número representa o segundo maior acumulado para o mês de fevereiro  já registrado pelo Inmet.

Sul continua sem chuvas

Um sistema de alta pressão em atuação na atmosfera está impedindo que novas chuvas possam chegar até o Rio Grande do Sul. De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a previsão não indica chuvas para a região até, pelo menos, o próximo final de semana. Ainda assim, a frente fria prevista para toda a região sul do país a partir do dia 15 deve acontecer de maneira muita rápida e sem volumes expressivos de chuvas. 

A irregularidade das chuvas que atingem o Rio Grande do Sul desde o início de janeiro ainda gera preocupação para o produtor de soja do estado gaúcho. O cenário é crítico porque a soja plantada no início do mês de outubro sofreu com as altas temperaturas e falta de água no solo, tendo uma quebra de produtividade para essa cultivar já calculada em aproximadamente 20%.

De acordo com Alencar, os dados ainda não foram divulgados mas já se fala em um déficit hídrico parecido com os problemas que o produtor enfrentou nos anos de 2004/2005 e 2011/2012 nas culturas de Verão.  

A situação é preocupante, porque segundo Alencar, apesar das chuvas deste final de semana em algumas regiões do estado. “É preciso de muito mais, e que sejam em bons volumes e bem distribuídas”, diz ele.

Veja a previsão de precipitação para as próximas 93 horas em todo o Brasil: 

93 horas - Inmet
Fonte: Inmet 

São Paulo tem segundo maior volume de chuva para o mês de fevereiro

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou hoje (10) 114 milímetros de precipitação na estação do Mirante de Santana, zona norte da capital paulista. É o segundo maior volume de chuva em São Paulo para um mês de fevereiro, em 24 horas, em 77 anos. O dado é do Instituto Nacional de Meteorologia e se refere a medição feita no Mirante de Santana. Diante dos transtornos causados pela forte chuva, a Defesa Civil recomendou que os paulistanos fiquem em casa.

Na capital paulista, a chuva mais forte começou no final da tarde do domingo (9) e permanece firme nesta segunda-feira. Considerando todos os meses do ano, este foi o oitavo maior acumulado em 24 horas de toda a história de medições do Inmet.

Na Grande São Paulo, foram registrados em Barueri 145,8 milímetros, maior volume de chuva desde 2013.

Previsão do tempo para S. Paulo

De acordo com o CGE, a previsão é que a chuva continue ao longo de todo o dia e, no final da manhã, já atinja o nível moderado. A temperatura pode variar entre 18º e 22ºC.

Confira abaixo os principais pontos de alagamento listados pelo CGE na tarde desta segunda-feira:

As 16h40, a cidade de São Paulo apresenta 79 pontos de alagamentos; São 23 transitáveis e 56 intransitáveis

Ainda não há como calcular prejuízos comércio em SP por chuvas

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) ainda vai fazer as contas dos prejuízos que as fortes chuvas que pararam a capital paulista causam ao comércio da região metropolitana. “Os prejuízos no comércio ainda não podem ser calculados, pois as ocorrências são recentes”, afirma em nota à imprensa na tarde desta segunda-feira, 10.

O economista da ACSP, Marcelo Solimeo, observa que as fortes chuvas trouxeram diversos danos para a capital e, especificamente, para o comércio: as compras por impulso “praticamente desaparecem” nesta segunda-feira, pois as pessoas só saem de casa para compras urgentes. Para ele, entre os mais afetados está o segmento de bares e restaurantes, que “fica bastante comprometido” numa situação como a de hoje.

Além do prejuízo da queda nas vendas, Solimeo ressalta que os comerciantes podem ter que contabilizar danos físicos nos estabelecimentos, pois muitos estão em regiões alagadas. “Vão ter que colocar na conta um dia perdido dentro de um mês que já é curto e que ainda conta com o feriado de Carnaval.”

 

Nível do Rio Pinheiros é o maior dos últimos 15 anos

A cidade de São Paulo registrou, por volta das 11h da manhã de hoje (10), 62 pontos de alagamento, sendo 13 deles na Marginal Tietê e sete na região da Marginal Pinheiros. A previsão do Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) é que a chuva intensa continue até o fim da tarde. As chuvas fizeram o Tribunal de Justiça do estado suspender o expediente desta segunda-feira e o Rio Pinheiros atingir o maior nível dos últimos 15 anos.

O Corpo de Bombeiros registrou 36 desabamentos e 320 pontos de enchente no município. Os principais rios da capital paulista transbordaram. O Pinheiros segue alagando a Marginal Pinheiros na altura da Ponte Cidade Universitária e da Ponte do Jaguaré. O ponto mais crítico do Rio Tietê é próximo à Ponte do Piqueri. Os córregos que ainda registram transbordamento são: Córrego Tremembé, Córrego Ipiranga, Córrego Pirajuçara e Córrego Perus.

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) suspendeu o Rodízio Municipal de Veículos para carros e caminhões, durante o dia todo. A Linhas 9 Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) opera parcialmente, devido ao alagamento nos trilhos.

Suspensão de expediente

O Tribunal de Justiça de São Paulo  (TJSP) suspendeu o expediente hoje em todas as unidades judiciais e administrativas das comarcas da Capital, Barueri, Botucatu, Cubatão, Franco da Rocha, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Jandira e Osasco.

“A medida é necessária em razão do caos que chuvas intensas e alagamentos estão causando nas cidades. A Presidência do TJSP também informa que, aos funcionários que chegarem a suas unidades até as 11 horas e quiserem, espontaneamente, permanecer até 17 horas, quando todos serão dispensados, serão concedidas horas credoras”, informa a nota.

A Polícia Federal também cancelou o atendimento ao público na Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo. “Os requerentes de passaporte e estrangeiros com agendamento programado para a data de hoje poderão retornar até o dia 28 de fevereiro, sem necessidade de reagendar o seu atendimento.”

S. Paulo deve esperar mais chuva, aponta meteorologia

Áreas de instabilidade permanecem sobre o Estado de São Paulo e provocam mais chuva, de moderada a forte intensidade, no decorrer desta segunda-feira, 10, e também nos próximos dias. Segundo o Governo do Estado, a forte chuva que caiu em alguns pontos da capital atingiu 100 milímetros em três horas – praticamente a metade da média prevista para todo o mês de fevereiro.

Segundo a meteorologista da Climatempo, Ana Clara Marques, a frente fria que se formou no sul da América do Sul e subiu para costa paulista, segue em direção ao Rio de Janeiro podendo chegar ao Espírito Santo entre terça e quarta-feira, 12. “A chuva pode voltar forte várias vezes ao longo desta segunda-feira e também nesta terça-feira. A partir de quarta-feira diminui a intensidade mas ainda tem previsão de chuva forte para São Paulo”, disse Ana Clara.
Por: Aleksander Horta e Virgínia Alves
Fonte: Notícias Agrícolas/AgenciaBrasil
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10 de janeiro de 2020by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Crescimento da produção agrícola deve baixar o preço dos alimentos na próxima década, mas muitas incertezas estão à frente

A demanda global por produtos agrícolas deverá crescer 15% na próxima década, enquanto o crescimento da produtividade agrícola deverá aumentar um pouco mais rápido, fazendo com que os preços ajustados pelas inflação das principais commodities agrícolas permaneçam iguais ou inferiores aos níveis atuais, de acordo com um relatório anual da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação.

A edição deste ano do Panorama da Agricultura da OCDE-FAO, apresentada nesta quarta-feira (8) em Roma, fornece uma avaliação consensual das perspectivas de 10 anos para os mercados de commodities agrícolas e de peixes nos níveis nacional, regional e global.

“A agricultura global evoluiu para um setor altamente diversificado, com operações que vão de pequenas fazendas de subsistência a grandes participações multinacionais”, escrevem o Diretor-Geral da FAO, José Graziano da Silva, e o Secretário-Geral da OCDE, Angel Gurría, no Prefácio do relatório. Juntamente com o fornecimento de alimentos, eles acrescentaram, os agricultores de hoje “são guardiões importantes do ambiente natural e se tornaram produtores de energia renovável”.

Os projetos que produzem melhorias e maior intensidade de produção, impulsionados pela inovação tecnológica, resultarão em maior produção, mesmo quando o uso global da terra agrícola permanecer amplamente constante. Enquanto isso, as emissões diretas de gases de efeito estufa da agricultura devem crescer cerca de 0,5% ao ano na próxima década, abaixo da taxa de 0,7% dos últimos 10 anos e abaixo da taxa de crescimento projetada da produção – indicando uma intensidade de carbono em declínio.

Ao mesmo tempo, novas incertezas estão surgindo, além dos riscos usuais que a agricultura enfrenta. Isso inclui interrupções de tensões comerciais, disseminação de doenças de culturas e animais, crescente resistência a substâncias antimicrobianas, respostas regulatórias a novas técnicas de melhoramento de plantas e eventos climáticos cada vez mais extremos. As incertezas também incluem a evolução das preferências alimentares à luz de questões de saúde e sustentabilidade e respostas políticas a alarmantes tendências mundiais da obesidade.

Crescimento populacional, urbanização e estilos de vida

Em todo o mundo, o uso de cereais para alimentos deverá crescer cerca de 150 milhões de toneladas durante o período de previsão – representando um aumento de 13% – com arroz e trigo representando a maior parte da expansão. O fator mais significativo por trás do crescimento projetado no uso de alimentos básicos é o crescimento da população, que deverá aumentar mais rapidamente na África Subsaariana e no sul da Ásia.

“Lamentavelmente, espera-se que as regiões mais carentes tenham um crescimento lento da renda e, portanto, apenas pequenas melhorias em seu estado nutricional”, alertou o Diretor Geral Assistente da FAO para o Desenvolvimento Econômico e Social, Máximo Torero. “As descobertas apontam para um declínio geral na desnutrição; no entanto, nas atuais taxas de melhoria, permaneceríamos muito longe de atingir a meta de Fome Zero até 2030”.

“O relatório deixa bastante claro que o comércio é fundamental para a segurança alimentar global”, disse o diretor de comércio e agricultura da OCDE, Ken Ash. “As regiões que estão passando por um rápido crescimento populacional não são necessariamente aquelas em que a produção de alimentos pode ser aumentada de forma sustentável, por isso é essencial que todos os governos apóiem ​​mercados agro-alimentares abertos, transparentes e previsíveis”.

O relatório conclui que os níveis de consumo de açúcar e óleo vegetal devem aumentar, refletindo a tendência atual de alimentos preparados e mais processados, principalmente em muitos países de baixa e média renda urbanizados rapidamente. As preocupações com a saúde e o bem-estar, enquanto isso, provavelmente levarão numerosos países de alta renda a um menor consumo de carne vermelha e uma mudança dos óleos vegetais para a manteiga.

Além disso, a demanda por culturas para alimentação animal é projetada para superar o crescimento da produção animal em países onde o setor pecuário está evoluindo dos sistemas tradicionais para os comercializados, enquanto o uso de commodities agrícolas como matéria-prima na produção de biocombustíveis deve crescer principalmente nos países em desenvolvimento .  

O comércio de commodities agrícolas e pesqueiras deve expandir-se na próxima década em cerca de 1,3% ao ano, mais lentamente que na década passada (3,3% em média), pois espera-se que o crescimento da demanda global por importações diminua. Do lado das exportações, a América Latina e a Europa devem aumentar suas vendas para o mercado externo.

Foco especial na América Latina

A publicação deste ano apresenta um capítulo especial sobre a América Latina e o Caribe, uma região que responde por 14% da produção global e 23% das exportações mundiais de produtos agrícolas e pesqueiros – parcela que deverá aumentar para 25% até 2028.

Apesar do crescimento impressionante, a região enfrenta desafios persistentes em termos de segurança alimentar, já que muitas famílias não conseguem comprar os alimentos de que precisam. A região também enfrenta crescentes desafios em recursos naturais. Garantir um caminho mais sustentável e inclusivo para o futuro crescimento agrícola dependerá de desenvolvimentos nas áreas de nutrição, proteção social e ambiental e apoio aos meios de subsistência.

Existem “fortes oportunidades de crescimento” na região para produzir frutas e vegetais de alto valor, que oferecem melhores oportunidades para pequenos agricultores e dietas mais saudáveis ​​para a população. Políticas direcionadas podem ajudar agricultores e consumidores a aproveitar essas oportunidades, enquanto protegem a base de recursos naturais da região, observa o relatório.

Fonte: FAO
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8 de outubro de 2019by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Produtividade da agropecuária cresce 3,36% ao ano, aponta estudo do Mapa

A taxa, que engloba período de 1975 a 2018, é superior à de países como Argentina, Austrália e China

A produtividade é o principal fator de estímulo ao crescimento da agropecuária brasileira nos últimos 43 anos. No período de 1975 a 2018, o setor cresceu, em média, 3,36% ao ano. Essa taxa é superior à de países como Argentina, Austrália e China. A média histórica dos Estados Unidos (1948-2015), por exemplo, é de 1,38%.

O estudo da Produtividade da Agricultura Brasileira, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, mostra que o produto da agropecuária teve incremento de 3,81% e o de insumos, 0,44%, no período analisado.

Os ganhos de produtividade vieram, principalmente, dos investimentos em pesquisa, da adoção de novos sistemas de produção, das melhorias em infraestrutura, incluindo estradas e escoamento da produção para o exterior por portos do Norte do país e aumento da capacidade portuária de Paranaguá (PR) e Santos (SP), e instrumentos adequados de política agrícola.

De acordo José Garcia Gasques, coordenador-geral de Avaliação de Políticas e Informação, da Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Mapa, a melhoria da produtividade no campo está associada, em especial, à mão de obra mais qualificada e à eficiência no uso de máquinas e implementos, com ganhos de qualidade e treinamento para a realização das operações. A produtividade nos anos recentes, principalmente, no período 2000-2009, teve um desempenho considerado favorável, de 3,8% ao ano e o produto, 5,18% a.a.

No entanto, nos últimos cinco anos (2014-2018), o crescimento desacelerou devido a fatores climáticos, como secas que afetaram principalmente a produção de grãos. Destacam-se os anos de 2016 e 2018, quando as safras de arroz, milho e algodão foram fortemente afetadas. O desempenho econômico foi outro fator que forçou o baixo crescimento.

“É possível que a produtividade desse período também foi afetada pela complexidade associada a uma escolha ótima de insumos. Isto também pode ser aceito sabendo que esse período [2014-2018] foi um período difícil de uma maneira geral, inclusive pelo baixo crescimento da economia brasileira nesses anos”, explica Gasques.

O estudo foi atualizado e incorpora informações preliminares do Censo Agropecuário 2017, informações das pesquisas anuais do IBGE – Produção Agrícola Municipal e Pesquisa da Pecuária Municipal, o que permite maior precisão das estimativas.

O coordenador ainda destaca que as estimativas são feitas com base na Produtividade Total dos Fatores (PTF), que é a relação entre o produto da agropecuária (lavouras perenes e temporárias, a produção animal, leite, mel, seda e casulo, além dos abates de animais bovinos, suínos e de aves) e os insumos (mão de obra, terra de lavoura e de pastagem, fertilizantes, defensivos, máquinas e implementos). O índice é abrangente e permite a comparação dos índices de produtividade entre países.

O estudo teve a participação da Secretária de Política Agrícola do Mapa, da Embrapa, do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/USP) e uso de dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).

Fonte: Mapa
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21 de agosto de 2019by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Agro sem tecnologia e gestão não é negócio

Como todo ramo de negócio, o agro trabalha com três pilares principais: redução dos custos de produção, maximização dos lucros e aumento da produtividade.

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23 de julho de 2019by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

‘Há uma febre de consumo de café na Ásia, e isso é ótimo’, diz Nelson Carvalhaes, do Cecafé

Em 1 ano a exportação para a China aumentou 23% e o consumo chinês pode aumentar fortemente (afinal são 700 milhões de pessoas na classe média). Fora isso, acontece uma “febre do consumo” de café entre os jovens do sudoeste asiático. “O cafeicultor brasileiro tem de se preparar”, diz Nelson Carvalhaes – Presidente do Cecafé.

 

LOGO nalogo

Nos cinco primeiros meses de 2019 as exportações de café do Brasil para a China aumentaram 23,1% e as perspectivas são de ampliar ainda mais a participação brasileira neste mercado, uma vez que existem cerca de 700 mil chineses na classe média do país asiático e o consumo de café tem se tornando uma verdadeira moda na nação, especialmente dentre os jovens.

Diante deste cenário, o Notícias Agrícolas conversou com Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) que acredita que o Brasil pode se beneficiar deste novo mercado que surge em países asiáticos como China, Japão, Coréia do Sul, Indonésia e Índia.

Segundo Carvalhaes, hoje o Brasil é responsável por fornecer 38% de todo o café consumido no mundo e deve ampliar essa participação com a possibilidade de demanda mundial crescente e, mesmo que mantenha a mesma porcentagem de participação, o volume deve aumentar, uma vez que, segundo levantamento do Cecafé, a demanda mundial por café pode subir até 2% até 2030, chegando à 208,80 milhões de sacas.

Para a liderança, o cenário que se desenha no futuro do mercado de café é positivo e o produtor deve continuar cuidando de sua lavoura e colhendo com quantidade e qualidade. Carvalhaes ainda afirma que acredita que o pior momento para os preços do grão já passou e enxerga a tendência de termos os próximos meses sem situações difíceis.

Confira a íntegra da entrevista com o presidente do Cecafé no vídeo.

Por: João Batista Olivi e Guilherme Dorigatti
Fonte: Notícias Agrícolas
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5 de julho de 2019by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriacaféMilho

Tempo: Previsão de geada e até neve em áreas do Centro-Sul do BR nos próximos dias pode impactar agricultura

Por: Notícias Agrícolas

Imagem de satélite nesta quarta-feira (03) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Imagem de satélite nesta quarta-feira (03) em todo o Brasil – Fonte: Inmet

LOGO nalogo

A onda de frio segue derrubando as temperaturas sobre o Sul do Brasil e avança para outras regiões nos próximos dias. A previsão do tempo aponta que, com o avanço da massa de ar frio de origem polar no decorrer da semana, as chances de geada são altas em áreas do Sul, Centro-Oeste e Sudeste com possíveis danos para a agricultura.

Em áreas do Sudeste e Centro-Oeste do país, as geadas devem ser de fraca a moderada intensidade no final de semana, segundo os principais institutos meteorológicos, com impactos para o café. Já no Sul do país, a condição deve ser de até elevada intensidade, com reflexos nas culturas de inverno.

O pico do frio no Centro-Sul do Brasil será no sábado (06), quando a massa chega no Norte do estado do Paraná, Oeste e Sul de São Paulo, Centro-sul de Mato Grosso do Sul e no Sul de Minas Gerais. “As geadas serão fortes, avisa a meteorologista”, ressalta a Climatempo.

“Há grande possibilidade de danos para a agricultura, especialmente para os campos de cevada e trigo que se encontram em fase de florescimento em algumas regiões. No, Paraná,  as lavouras de milho safrinha, encontram-se com 25%, em estágio de florescimento em algumas áreas do estado”, complementa a empresa.

Veja o mapa com a previsão de temperatura mínima para até 93 horas (02/07 a 05/07) em todo o Brasil:

Mapa com a previsão de temperatura mínima para até 93 horas (02/07 a 05/07) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

Jorge Luis Moreira, meteorologista do Inmet em Belo Horizonte (MG), destaca que nas novas atualizações dos mapas meteorológicos áreas produtoras de café de Minas Gerais podem ser afetadas por geadas de moderada intensidade, mas com curta duração.

“Por enquanto, as chances de geadas em áreas de café em Minas são para sábado (06) e domingo (07). No final da semana e início da próxima, essa massa já começa a perder forças. Se elas vão causar danos, depende de muita coisa”, destaca o meteorologista.

Além das chances de geadas em várias áreas do Centro-Sul do país, também há possibilidade de nevar no Sul do Brasil. A maior probabilidade de nevar e/ou ocorrer precipitações de inverno será no dia 5 de julho, próxima sexta-feira.

Veja o mapa das áreas com alerta de geada na quinta-feira (04) em todo o Brasil:

Mapa das áreas com alerta de geada na quinta-feira (04) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

Veja o mapa das áreas com alerta de geada na sexta-feira (05) em todo o Brasil:

Mapa das áreas com alerta de geada na sexta-feira (05) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

Veja o mapa das áreas com alerta de geada no sábado (06) em todo o Brasil:

Mapa das áreas com alerta de geada no sábado (06) em todo o Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

“As condições de umidade, pressão e temperatura do ar que possibilitam a formação da neve, e de outros tipos de precipitação de inverno como chuva congelada, chuva congelante, e fenômenos belíssimos como o sincelo, estão sendo cada vez mais confirmadas”, disse a Climatempo.

Baixas temperaturas já estão sendo registradas em estações do Inmet no Sul e Sudeste do Brasil. As cinco mínimas recordes na terça-feira (02) foram em Itatiaia (RJ): -1,9°C, Quaraí (RS): -0,8°C, Alegrete (RS): 1°C, Dom Pedrito (RS): 1,1°C e São Gabriel (RS): 1,5°C.

O Inmet emitiu alerta de onda de frio nesta quarta-feira em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde também deve ter chuva intensa. No Leste de São Paulo, há aviso de vendaval e em localidades de Minas Gerais há baixa umidade.

Veja o mapa das áreas com alerta nesta 4ª feira no Brasil:

Mapa das áreas com alerta nesta 4ª feira no Brasil - Fonte: Inmet
Fonte: Inmet

Previsão estendida de chuvas para o Brasil

De acordo com o mapa de previsão estendida do centro de previsão da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), no período de 03 até 11 de julho, as chuvas mais volumosas caem sobre áreas da faixa Norte do país, mas também voltam de leve a moderada intensidade ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

De 11 de julho até 19 de julho, as precipitações mais volumosas voltam a se concentrar sobre áreas ao extremo Norte do Brasil, praticamente cessam na maior parte do Sudeste e Centro-Oeste, mas seguem e se elevam em áreas da região Sul. A maior parte da região central do país terá tempo firme.

Veja o mapa com a tendência de precipitação acumulada para o período de 03 até 19 de julho:

Mapa com a tendência de precipitação acumulada para o período de 03 até 19 de julho - Fonte: National Centers for Environmental Prediction/NOAA
Fonte: National Centers for Environmental Prediction/NOAA

Após dias de sol se inicia a semeadura de trigo no oeste de Santa Catarina. Envio de Ednilson Angonese Eng. Agrônomo
Após dias de sol se inicia a semeadura de trigo no oeste de Santa Catarina. Envio de Ednilson Angonese Eng. Agrônomo

Foto na região noroeste do Rio Grande do Sul. Envio de Dirley Mangini
Foto na região noroeste do Rio Grande do Sul. Envio de Dirley Mangini

Foto em Rio Verde (GO). Envio de Alex Zamonaro
Foto em Rio Verde (GO). Envio de Alex Zamonaro

Foto em Rio Verde (GO). Envio de Alex Zamonaro
Foto em Rio Verde (GO). Envio de Alex Zamonaro

Foto em Caarapó (MS). Envio de Osmar Franco
Foto em Caarapó (MS). Envio de Osmar Franco

 

Por: Jhonatas Simião | Instagram @jornalistadotempo
Fonte: Notícias Agrícolas
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14 de junho de 2019by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

BASF compartilha conhecimentos sobre Agricultura 4.0 durante a Digital Agro 2019

Programa AgroStart é a plataforma de inovação da BASF para América Latina

Inteligência artificial, sensores e coleta de dados fazem parte da Agricultura 4.0. O conceito é colocado em prática no Programa AgroStart, da BASF, que realiza aceleração de startups e promove um ecossistema de interação entre grandes empresas e empreendedores. Estas iniciativas serão apresentadas durante a Digital Agro 2019, de 11 a 13 de junho.

Pelo terceiro ano consecutivo, a BASF participa da Digital Agro promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial em Carambeí, PR. Nesta edição, duas startups que participam do AgroStart estarão no estande da BASF: uma que atua com pulverização com drone e a outra de monitoramento digital das lavouras com inteligência artificial.

A BASF vai compartilhar as suas iniciativas de sucesso com o Programa AgroStart. Desde 2016, mais de 400 startups da América Latina já se inscreveram no programa e dez foram ou estão sendo aceleradas.

A Agricultura 4.0 traz o desafio de integrar as tecnologias disponíveis. “Nós queremos estar cada vez mais próximos dos empreendedores, incentivando aqueles que desejam investir na cadeia agrícola, oferecendo soluções inovadoras para todo o agronegócio”, afirma Eduardo Menezes, gerente de Produto Digital da BASF.

Uma das mais recentes iniciativas da área de Agricultura Digital da BASF é o Ecossistema AgroStart, com parcerias de grandes empresas de diversos segmentos, como a Bosch e a Samsung. As empresas contribuem com conhecimento técnico e infraestrutura para o desenvolvimento das startups.

“O objetivo é oferecer experiências, ferramentas e visibilidade aos empreendedores que buscam criar soluções que contribuem para a longevidade e a produtividade dos cultivos”, finaliza Menezes, que será um dos palestrantes do evento, com o tema: Agricultura 4.0 e inovações digitais no agro.

Sobre Digital Agro Frísia

Onde: Parque Histórico de Carambeí – PR

Data: 11 a 13 de junho de 2019

Site: www.digitalagro.com.br

Palestra BASF: Agricultura 4.0 e inovações digitais no agro

Dia: 12 de junho

Hora: 11h30

Local: Mini Auditório 1

Palestrante: Eduardo Menezes, gerente de Produto Digital da BASF

Fonte: BASF

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