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BASF compartilha conhecimentos sobre Agricultura 4.0 durante a Digital Agro 2019
Programa AgroStart é a plataforma de inovação da BASF para América Latina
Inteligência artificial, sensores e coleta de dados fazem parte da Agricultura 4.0. O conceito é colocado em prática no Programa AgroStart, da BASF, que realiza aceleração de startups e promove um ecossistema de interação entre grandes empresas e empreendedores. Estas iniciativas serão apresentadas durante a Digital Agro 2019, de 11 a 13 de junho.
Pelo terceiro ano consecutivo, a BASF participa da Digital Agro promovida pela Frísia Cooperativa Agroindustrial em Carambeí, PR. Nesta edição, duas startups que participam do AgroStart estarão no estande da BASF: uma que atua com pulverização com drone e a outra de monitoramento digital das lavouras com inteligência artificial.
A BASF vai compartilhar as suas iniciativas de sucesso com o Programa AgroStart. Desde 2016, mais de 400 startups da América Latina já se inscreveram no programa e dez foram ou estão sendo aceleradas.
A Agricultura 4.0 traz o desafio de integrar as tecnologias disponíveis. “Nós queremos estar cada vez mais próximos dos empreendedores, incentivando aqueles que desejam investir na cadeia agrícola, oferecendo soluções inovadoras para todo o agronegócio”, afirma Eduardo Menezes, gerente de Produto Digital da BASF.
Uma das mais recentes iniciativas da área de Agricultura Digital da BASF é o Ecossistema AgroStart, com parcerias de grandes empresas de diversos segmentos, como a Bosch e a Samsung. As empresas contribuem com conhecimento técnico e infraestrutura para o desenvolvimento das startups.
“O objetivo é oferecer experiências, ferramentas e visibilidade aos empreendedores que buscam criar soluções que contribuem para a longevidade e a produtividade dos cultivos”, finaliza Menezes, que será um dos palestrantes do evento, com o tema: Agricultura 4.0 e inovações digitais no agro.
Sobre Digital Agro Frísia
Onde: Parque Histórico de Carambeí – PR
Data: 11 a 13 de junho de 2019
Site: www.digitalagro.com.br
Palestra BASF: Agricultura 4.0 e inovações digitais no agro
Dia: 12 de junho
Hora: 11h30
Local: Mini Auditório 1
Palestrante: Eduardo Menezes, gerente de Produto Digital da BASF
Fonte: BASF
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Dia do Trabalhador Rural é celebrado por brasileiros
Fundadora da primeira Edtech de inglês técnico para o agronegócio comenta
Comemorado no dia 25 de maio, a data é uma homenagem para pessoas que trabalham no campo e tem como marco a morte do deputado federal Fernando Ferrari, que sempre lutou pelo direito destes trabalhadores
O agronegócio está em constante crescimento no Brasil. Para se ter uma ideia, de acordo com pesquisa recente divulgada pelo Censo Agropecuário do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a área destinada para agricultura e pecuária no país cresceu 5% em 2018. Devido a importância desse segmento no país – que concentra um grande território para o plantio e criação de animais -, é celebrado no dia 25 de maio, o Dia do Trabalhador Rural, em referência a data de falecimento do deputado federal Fernando Ferrari, um político que lutava pelos direitos dos trabalhadores do campo.
Rízia Prado, fundadora da GreenGo Inglês, primeira Edtech que oferece um curso online de inglês voltado para o agronegócio, sabe da necessidade de dedicar uma data para estes profissionais. Rízia, após acumular mais de cinco anos de experiência ministrando aulas de inglês, desenvolveu o curso ISA (Inglês de Sucesso Agro), que é o único treinamento completo de inglês online para o agronegócio do Brasil e que se tornou referência no setor.
A especialista comenta a importância da data dedicada aos profissionais do agro: “O Dia do Trabalhador Rural não homenageia apenas aqueles que trabalham no campo, mas também propõe um momento de reflexão sobre a dedicação desses profissionais que, por conta desse crescimento, buscam cada vez mais sua profissionalização na área, como um curso de inglês técnico e específico para o setor”, diz.
Ela ressalta, ainda, que há muitos motivos para comemorar o Dia do Trabalhador Rural. “Mesmo que hoje já existam muitas tecnologias que estão substituindo o trabalho desses profissionais, não devemos parar de divulgar a importância da mão de obra nas fazendas que, de qualquer forma, representam um trabalho essencial para a melhoria na qualidade dos alimentos”, ressalta Rízia Prado.
Rízia apoia muito essa data, pois sempre teve afinidade com o agronegócio, além de morar em uma das regiões do Brasil com o maior número de fazendas: o estado de Goiás. Após oito anos morando nos Estados Unidos – onde teve o primeiro contato com o mundo agro, já que se formou em gastronomia e passou a atuar na horta da universidade -, Rizia voltou ao Brasil e passou a dar aulas de inglês em escolas tradicionais e também a se dedicar a traduções de artigos técnicos do setor agro.
Nessa época, passou a atender também alunos particulares, sendo que muitos vinham atrás de mais conhecimento sobre termos e expressões do mundo do agronegócio. Foi justamente por isso que ela teve a ideia de criar um método para ensinar o inglês voltado especificamente para o agronegócio, que fugisse da metodologia aplicada nas tradicionais escolas de inglês – que, muitas vezes, não proporcionam o resultado esperado para os alunos.
Assim, o ISA foi criado, por meio de um método exclusivo e online, intitulado por Rizia como “raiz”, dentro do qual ela ensina formas práticas de utilizar a língua inglesa no mundo agro. “Qualquer pessoa pode se inscrever. Atualmente, com mais de 1.000 alunos, já posso perceber que diferentes perfis têm me procurado para aprender o inglês agro. Tenho desde estudantes até profissionais que já atuam no setor e precisam se aperfeiçoar”, salienta a empreendedora, que fechou 2018 com faturamento de R$ 500 mil.
A pessoa que se inscrever no ISA estará preparada para participar de reuniões no exterior, realizar vendas, entender o manual de instruções de maquinários modernos, além de aprender diversas expressões únicas do universo agro. “Acredito que a profissionalização seja uma forma de mantermos essa profissão, de uma maneira atualizada, em que os profissionais estarão com uma maior capacitação para ampliar ainda mais o setor no Brasil”, finaliza.
Sobre Rizia Prado – Com quase 10 anos de vivência internacional, é especializada em Gastronomia pela Guilford Tech, tendo trabalhado em fazendas da Carolina do Norte (EUA), e é formada em ESL (English as a Second Language) pela Oxford Seminars, de Nova York. Atuou durante anos no setor de agronegócio como tradutora de artigos técnicos, e desenvolveu o método inédito e exclusivo Raiz com o curso ISA (Inglês de Sucesso Agro), disponível na plataforma GreenGo Inglês, o único treinamento completo de inglês para o agronegócio do Brasil.
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Tereza Cristina: “Nossa agricultura precisa de mais tranquilidade, de mais segurança para produzir” (MAPA)
Ministra defende reformulação no programa de subvenção ao seguro rural para proporcionar mais proteção aos agricultores contra os riscos de perda da safra
A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) afirmou nesta terça-feira (23) que melhorar o programa de subvenção ao seguro rural será fundamental para dar mais segurança aos produtores rurais brasileiros, que correm muitos riscos de perda de safra devido a problemas climáticos. A ministra participou no fim da manhã do Seminário Internacional do Seguro Rural, na sede da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em Brasília.
O evento acontece num momento em que os ministérios da Agricultura e da Economia discutem elevação dos valores destinados à subvenção do seguro no Plano Safra 2019/2020. Tereza Cristina defende ampliar o valor destinado à subvenção do seguro dos R$ 440 milhões deste ano para R$ 1 bilhão na próxima safra, o que ajudaria a reduzir os riscos embutidos nos financiamentos agrícolas e, com isso, a diminuir também as taxas de juros cobradas pelos bancos.
“O seguro é uma das ferramentas que podem levar mais tranquilidade para aqueles que estão no campo produzindo. Nossa agricultura precisa de mais tranquilidade, de mais segurança para produzir”, afirmou Tereza Cristina. “A gente viu esse ano vários acontecimentos: no Brasil tivemos seca no início do ciclo, depois nos Estados Unidos ocorreram as inundações pós-colheita e antes da safra, causando prejuízos, e depois, na Austrália, os problemas na pecuária. Construindo juntos uma boa política de seguro, avançando ano a ano, acho que a gente pode levar a tranquilidade para o campo que os produtores brasileiros tanto precisam”.
O seminário foi organizado pelo Ministério da Agricultura e pela CNA e teve dois painéis, um nacional e outro internacional, em que foram debatidas as políticas de seguro rural de países como Espanha, Estados Unidos, México e Índia, além de um panorama sobre o modelo brasileiro e os desafios do país.
A ministra destacou a importância do evento para a agricultura brasileira na construção de um seguro que garanta não só o pagamento dos financiamentos bancários quando o produtor estiver com problemas, mas que garanta renda para ele sobreviver durante o ano.
“É muito bom quando a gente tem aqui pessoas de vários países contando as suas experiências, dizendo onde já se chegou, há quantos anos eles estudam essa política pública. A gente precisa ver que temos muito a andar, muito a fazer pela agricultura brasileira. Tenho certeza de que as experiências são muito importantes para que, a cada ano, se dê um passo maior, aperfeiçoe mais essa política. (É preciso) que todos agricultores brasileiros tenham interesse, principalmente, no seguro de renda, não só no seguro para se pagar ao banco. Quando ele tiver um problema realmente, que tenha tranquilidade de saber que vai sobreviver àquele acidente naquele ano, e vai continuar a produzir no próximo”.
Em entrevista, o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Eduardo Sampaio, destacou a experiência de outros países, nos quais os governos promoveram outros serviços (além da subvenção) que atraíram seguradoras privadas.“O Estado pode prover outros serviços que são tão importantes quanto a subvenção, como o zoneamento agrícola. O seguro é uma coisa complexa para o produtor, então existem outros serviços e outras coisas para acontecer que dependem do Estado, e coisas que não dependem e que são muito importantes para o seguro, tão importantes quanto a subvenção”.
Fonte: Mapa
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Entidades do agro lançam plataforma de discussão sobre agrotóxicos com objetivo de debater o tema com a sociedade
“Plataforma AgroSaber: a pior praga é a desinformação” – Objetivo é disponibilizar informações de forma simples e clara sobre defensivos agrícolas e discutir a importância desses produtos para a agricultura. O AgroSaber pode ser acessado pelo endereço www.agrosaber.com.br e nas redes sociais.
O AgroSaber é uma plataforma que busca debater temas relevantes para a alimentação e saúde com embasamento técnico. O objetivo é combater a desinformação e fake news sobre os assuntos que envolvem a produção de alimento e levar à população informação técnica e plural sobre a agricultura.
A primeira missão do AgroSaber e tratar dos defensivos agrícolas e o PL 6299/02, projeto de lei que vai garantir mais modernidade, segurança e transparência na aprovação de novos defensivos.
A plataforma é fruto de uma iniciativa conjunta entre a Associação Brasileira de Produtores de Algodão (Abrapa), a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), a Associação Brasileira dos Produtores de Sementes de Soja (ABRASS), Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), a Companhia das Cooperativas Agrícolas do Brasil (CCAB Agro) e o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg).
O primeiro objetivo da plataforma é discutir, tecnicamente, a relevância dos defensivos agrícolas para a produção de alimento e seus reais riscos. “Os defensivos para soja já estão ficando defasados. Mas o que muitos não entendem é que a nova lei vai agilizar a entrada de novos produtos, mais modernos e eficientes, no mercado, e vamos poder usar menos doses e aplicações nas nossas lavouras”, afirma o presidente da Aprosoja Brasil, Bartolomeu Braz Pereira.
“Um assunto tão relevante para a qualidade da alimentação das pessoas não pode ser transformado em discurso ideológico nem ser debatido a partir de fake news. Por isso, sentimos necessidade de criar um espaço de conhecimento, onde os defensivos agrícolas possam a ser discutidos de forma técnica e científica”, acrescenta o presidente da Associação Mato-grossense do Algodão (AMPA), vice-presidente da Abrapa e um dos porta-vozes do campanha, Alexandre Schenkel.
Campanha multiplataforma
O tema teve grande destaque durante a primeira votação no Congresso no ano passado. A plataforma de conhecimento AgroSaber terá também forte atuação nas redes sociais e mídias tradicionais. Um dos conteúdos que certamente terá grande compartilhamento nas redes é a série de posts Verdades e Mentiras sobre os agrotóxicos.
Acesse o AgroSaber e confira! www.agrosaber.com.br.
Fonte: Aprosoja Brasil
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Cepea: PIB do agronegócio mineiro cresce 1,57%
O Produto Interno Bruto (PIB) do Agronegócio de Minas Gerais, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, apresentou alta de 1,57% na renda anual de 2018, com base em dados disponíveis até julho/18. Segundo pesquisadores do Cepea, esse resultado foi motivado principalmente pelo ramo agrícola, que teve alta de 4,92%, enquanto o pecuário apresentou baixa de 2,12%.
Tabela: Taxas de variação anuais do PIB do Agronegócio (2018/2017, valores em %), de janeiro a julho/18
| Insumos | Primário | Indústria | Serviços | Agronegócio | |
| Agropecuária | 0,12 | 0,12 | 6,42 | -0,46 | 1,57 |
| Ramo Agrícola | 1,21 | 3,46 | 9,07 | 1,19 | 4,92 |
| Ramo pecuário | -0,71 | -1,39 | -6,43 | -2,42 | -2,12 |
Resultados por Segmentos
INSUMOS
O segmento de insumos do agronegócio apresentou ligeiro crescimento de 0,12% no período de análise (até julho). Houve comportamento distinto entre os segmentos, com alta de 1,21% para o agrícola, motivado pela valorização dos fertilizantes e combustíveis, e queda de 0,71% no pecuário, influenciada pela baixa na atividade de alimentação para animais.
PRIMÁRIO
O segmento primário agrícola teve alta de 3,46% no estado, devido ao crescimento verificado em atividades agrícolas importantes em Minas Gerais, como café, soja e milho. Já quanto ao segmento primário pecuário, recuou 1,39% no estado mineiro. Apenas as atividades relacionadas à bovinocultura de corte apresentaram alta no período, motivada principalmente pelo aumento na quantidade produzida. Para as demais atividades acompanhadas, foram verificadas baixas, com destaque para suínos, leite e ovos, devido às acentuadas quedas de preços).
AGROINDÚSTRIA
A agroindústria de base agrícola teve alta de 9,07% em 2018 (até julho), motivado pelo crescimento em atividades de grande peso no estado, como etanóis e café. Já entre atividades que apresentaram baixa, destacam-se açúcar e óleo de soja refinado. A agroindústria de base pecuária, por outro lado, recuou 6,43%. Foram verificadas quedas em quase todas atividades industriais pecuária acompanhadas, com exceção de carne de vacas. A principal motivação para a baixa no valor das atividades pecuárias foi a queda de preços, com destaque para a carne de suínos e leites em pó e pasteurizado.
Fonte: Cepea
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Faesc alerta para novas regras da previdência rural a partir de janeiro
O empregador rural poderá decidir se vai querer recolher a contribuição previdenciária calculada sobre a folha de pagamento dos funcionários a seu serviço (23%) ou se vai continuar recolhendo sobre o valor da comercialização rural (1,3%).
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Brasil pode ter a maior safra da história em 2019, afirma Roberto Rodrigues
Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV espera que o próximo ano traga mais de 1 bilhão de toneladas em produtos agrícolas.
As perspectivas para o agronegócio no Brasil em 2019 são muito boas. É o que afirma Roberto Rodrigues, Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Segundo ele, se não tivermos empecilhos com o clima devemos colher a maior safra da história. Serão cerca de 240 milhões de toneladas de grãos e 640 milhões de toneladas de cana. O ex-ministro espera mais de 1 bilhão de toneladas em produtos agrícolas no próximo ano.
Apesar disso, Rodrigues acredita que alguns problemas devem persistir. A logística não foi resolvido, o frete ficou mais caro — principalmente com a instituição da tabela de frete, após a greve dos caminhoneiros em maio de 2018 — e os fertilizantes ficaram mais caros. Esses empecilhos devem diminuir as margens do produtor.
Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural.
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Valor da Produção Agropecuária de 2019 deverá superar o deste ano
Soja e cana representaram 35,8 % do total, de acordo com dados disponíveis até novembro
Apesar de informações ainda preliminares sobre a próxima safra, os dados disponíveis apontam para valor bruto da produção( VBP ) de R$ 584,6 bilhões para as principais lavouras e pecuária. Esse montante supera em 1,9 % em termos reais o de 2018, que deve fechar o ano próximo de R$ 573,87 bilhões. Soja e cana de açúcar, continuam liderando a relação de produtos analisados no acompanhamento do período em vigor.
Neste ano, entre janeiro e novembro, as lavouras apresentaram retração de 1,9 % no VBP em relação ao ano passado. Deve haver ainda alguma mudança, mas a safra está praticamente encerrada, adverte o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, José Garcia Gasques. As informações fechadas deste ano serão conhecidas no próximo mês de janeiro.
Um grupo relativamente pequeno de produtos sustentou o VBP do período em curso. Foi o caso do algodão, com aumento de 47 % no VBP, cacau (34,9 %), café (10,2%), soja (12,5%) e trigo (73 %). Esse grupo beneficiou-se de preços mais elevados ano e também por extraordinário aumento de produção, revela Gasques.
Os produtos que lideram a produção, são soja, cana-de-açúcar, milho, algodão herbáceo e café geraram 80% do valor das lavouras. Nesse grupo, a soja se destaca com o maior valor gerado, de R$ 143,5 bilhões em 2018.
Outro grupo relativamente grande teve desempenho menor. “E isso deve, em geral à queda na produção e a preços mais baixos”, explica o coordenador. “Como se sabe, a produtividade e os preços têm forte influência no valor da produção. E, por essa razão, esse grupo de produtos teve desempenho inferior”.
Destacam-se no grupo amendoim, arroz, banana, café (arábica e conilon), cana-de-açúcar, feijão, mandioca, laranja e uva. Todos esses tiveram VBP inferior ao do ano passado. Os produtos da pecuária, como em relatórios anteriores, têm apresentado resultados negativos do VBP, destacando-se carne suína e ovos, com as maiores reduções.
Entre os estados pesquisados, a liderança do VBP é do Mato Grosso, seguida por São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que produziram 59,7 % do valor total da agropecuária.
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Especialistas debatem rentabilidade e gestão rural
O Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro, que acontece na próxima quarta (24), vai reunir especialistas do setor agropecuário e professores de universidades e centros de pesquisa para debater o panorama da rentabilidade no campo e propostas para a melhoria da gestão rural.
Este será um dos painéis do evento, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para apresentar os resultados dos levantamentos de informações sobre custos de produção das principais culturas contempladas pelo projeto em 2018.
Para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar Minas), Christiano Nascif, há três vertentes para o desenvolvimento do setor rural: gestão dos custos de produção, estratégia de comercialização e sucessão familiar.
“Gestão rural e técnicas de negociação comercial são caminhos para a melhoria da rentabilidade e do profissionalismo do produtor. Muitas vezes ele sabe produzir, mas não entende de ferramentas de mercado e comercialização”.
Já o diretor do Pecege/Esalq/USP, Pedro Marques, acredita que a rentabilidade na agricultura possui dois fatores básicos: produção e preço. Segundo ele, para aumentar a produção e a produtividade agrícola, é necessário investir em tecnologia.
“O uso de máquinas, rede de internet, análise de dados e equipamentos tecnológicos pode contribuir para a evolução na gestão do negócio e na forma como se pratica a agricultura. Quanto mais produtividade no campo, mais alimento na mesa do consumidor”.
O coordenador do Cepea/Esalq/USP, Geraldo Sant’Ana Barros, afirmou que a agricultura brasileira evoluiu nos últimos anos graças ao avanço tecnológico, impulsionado pelo crescimento das exportações.
“Com a expansão da venda de produtos agropecuários brasileiros para o exterior, muitos produtores investiram em insumos, maquinário e equipamentos modernos, aumentando assim a produção na mesma área e melhorando a gestão rural”.
O coordenador do Centro de Inteligência em Mercados da Universidade Federal de Lavras (CIM/UFLA), Luiz Gonzaga de Castro, também participará dos debates.
Durante o Seminário, haverá apresentações sobre a atuação do Sistema CNA/SENAR para auxiliar os produtores rurais na tomada de decisão no campo e o comportamento das principais culturas analisadas pelo projeto.
O encontro é gratuito. Inscrições abertas: https://goo.gl/NychTx
Campo Futuro – É um projeto realizado pela CNA e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em parceria com universidades e centros de pesquisa para levantamento do custo de produção de diferentes atividades agropecuárias.
A iniciativa alia a capacitação do produtor rural à geração de informação para a administração de custos, de riscos de preços e gerenciamento da produção.
Serviço
Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro
Data: 24 de outubro de 2018
Hora: 8h às 16h
Local: SGAN Quadra 601, Módulo K, Brasília – Sede da CNA
Fonte: CNA
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Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio reúne 1.500 participantes
“2030 – O Futuro agora, na Prática”. Esse é o tema que reuniu 1.500 produtoras rurais e empresas representantes do setor agropecuário brasileiro na terceira edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que acontece até amanhã, em São Paulo.
Na manhã do primeiro dia de evento, o debate principal girou em torno do papel da pesquisa para fundamentar o futuro. “A agricultura do presente e do futuro está baseada em dígitos”, afirmou Cleber Oliveira Soares, Diretor-Executivo de Inovação e Tecnologia da Embrapa.
No estande do Sistema CNA/SENAR, no evento, o Instituto CNA realiza uma pesquisa sobre a expectativa dos produtores e produtoras com relação à atuação sindical. Segundo as produtoras que já responderam à pesquisa, a “abordagem está muito clara e é muito bom ser ouvida”.
Eleneide Torres Brilhante de Oliveira (foto acima), presidente do Sindicato Rural de Barreiras, no Ceará, acredita no sistema sindical e diz que trabalha muito para levar os produtores para os sindicatos rurais. “ Nós fazemos muitos eventos. Temos muita informação para transmitir. Sou produtora de caju e sem o sistema sindical eu não teria conseguido permanecer na atividade. O sindicato rural oferece vários cursos para que os produtores se capacitem e continuem produzindo”, explicou.
Árvore dos desejos
As mulheres que passam pelo estande do Sistema CNA/SENAR podem escrever sobre seus desejos para o futuro da agricultura brasileira. O papel com o desejo é colocado em uma árvore para que, simbolicamente, a árvore frutifique.