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Agro sem tecnologia e gestão não é negócio
Como todo ramo de negócio, o agro trabalha com três pilares principais: redução dos custos de produção, maximização dos lucros e aumento da produtividade.
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Agronegócio 4.0, o “novo petróleo” do mundo, antecipa pesquisadora da Embrapa Informática
O agronegócio brasileiro vem intensificando a aplicação de tecnologia no campo. Segundo a Embrapa Informática Agropecuária, no Brasil, em 10 anos, o uso do celular e do smartphone cresceu 1.790% no campo.
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Brasil bate recorde na produção de grãos na safra 18/19, com 241,3 mi de t (alta de 6%)
Estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que os agricultores brasileiros irão colher 241,3 milhões de toneladas de grãos durante a safra 2018/2019
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Com investimentos em tecnologia, safra de grãos pode ter novo recorde
Com as previsões cada vez mais otimistas de produção recorde neste ano, o produtor rural deve continuar investindo em tecnologias na safra 2019/2020 e a expectativa é de que a colheita no ano que vem seja ainda maior e supere a projeção atual, avalia o assessor técnico da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Alan Malinski.
“Para a próxima safra, o produtor vai continuar investindo em tecnologia dentro da porteira. Por mais que o custo de produção tenha aumentado, o produtor continuará fazendo sua parte. Devemos ter rum leve crescimento na área de soja novamente e se não tivermos problemas climáticos, a tendência é que possamos bater um novo recorde de produção”, explica Malinski.
Segundo ele, o cenário externo também pode favorecer os produtores brasileiros, diante de fatos como a disputa comercial entre China e Estados Unidos. “Os preços das commodities estão reagindo no mercado interno. Quem ainda tem grãos vai poder ter uma renda maior na comercialização dos seus produtos e isso acaba trazendo um ânimo para o produtor continuar investindo e refletirá na próxima safra com melhores produtividades”.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulgou na quinta (8) mais uma estimativa da safra 2018/2019 de grãos e fibras, apontando para um recorde de 241,3 milhões de toneladas. De acordo com Malinski, o bom desempenho foi puxado pelo milho, que também terá a maior produção da história superando 99 milhões de toneladas, principalmente por causa do cereal segunda safra.
“Tivemos uma excelente safra de milho, com recorde no milho safrinha. Por mais que o mercado trabalhe acima dos 100 milhões, essa produção recorde contribuiu. A soja, apesar da redução em relação à safra passada, foi a segunda maior. Em alguns estados o desempenho não foi tão bom porque houve chuva em meados de janeiro e fevereiro, mas caso não tivesse ocorrido, certamente estaríamos falando em uma produção maior ainda”, ressaltou.
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Mitos e verdades sobre o uso do gesso agrícola na lavoura
Entenda por que a aplicação desse produto é vantajosa, estimula o crescimento das raízes e pode alavancar a produtividade.
O déficit de cálcio e de enxofre e a presença do alumínio tóxico são algumas das principais características dos solos brasileiros. Para repor esses nutrientes e combater o vilão do alumínio, um dos compostos minerais mais eficientes disponíveis hoje no mercado é o sulfato de cálcio, chamado também de gesso agrícola ou fosfogesso.
O produto é obtido durante a produção do ácido fosfórico, em que a rocha fosfática reage com o ácido sulfúrico, resultando no ácido fosfórico e gerando como co-produto o sulfato de cálcio (gesso).
De acordo com os especialistas, a aplicação de gesso agrícola no solo auxilia na reposição de cálcio e enxofre e, também, melhora o ambiente em subsuperfície. Para solos salinos e sódicos, o gesso é utilizado, também, como condicionador e corretivo. Atuando como um aliado do calcário agrícola, ainda que não corrija pH, o gesso é uma importante fonte de cálcio e enxofre solúveis, como lembra o doutor em Agronomia – Solos e Nutrição de Plantas e diretor técnico do Instituto de Ciências Agronômicas (INCIA), professor Elmar Floss.
“O gesso não modifica o pH, mas é uma fonte de cálcio e enxofre no solo. Além disso, o sulfato, que tem carga negativa, carrega cálcio e magnésio em profundidade. E o cálcio é o principal ativador de crescimento de raízes. A raiz cresce ao toque do cálcio e, ao mesmo tempo, vai haver uma redução da atividade do alumínio”, enfatiza Floss.
O gesso agrícola é estudado desde 1970, com ensaios em parcelas que receberam superfosfato simples (que contém cerca de 50% de sulfato de cálcio em sua composição). Os pesquisadores observaram que quanto maior o aprofundamento do sistema radicular, maior a absorção de água, menores os teores de alumínio e maiores os teores de cálcio. A conclusão desses estudos comprovou que esses benefícios foram oriundos do gesso.
Portanto, o uso do gesso agrícola não é moda. É objeto de pesquisa desde a década de 1970 e, cada vez mais, se torna uma alternativa viável agronômica e economicamente ao produtor, pelo seu custo-benefício.
Em comparação com outros produtos para reposição de cálcio e enxofre, a principal vantagem do gesso é a sua dissolução, que permite que ele chegue às camadas mais profundas do solo. A aplicação de gesso agrícola atinge uma profundidade de até 60 centímetros no solo, uma vez que o produto chega a ser 150 vezes mais solúvel que o calcário. Isso estimula o crescimento do sistema radicular das plantas e a absorção de nutrientes é maior, como explica o professor e pesquisador da Esalq/USP, Godofredo Cesar Vitti: “o gesso agrícola ou fosfogesso é um milagre! O produtor não precisa incorporá-lo, ele desce no perfil. Como qualquer fertilizante, o gesso agrícola se reparte em cálcio e enxofre. Uma parte vai para o subsolo arrastada pela água da chuva. Essa parte do gesso que ficou em cima eu uso como fertilizante, principalmente como fonte de enxofre, e a parte que desceu eu uso para melhorar subsolo”, destaca o professor.
Conheça agora alguns mitos e verdades sobre o produto, respondidos pelo engenheiro agrônomo e especialista em solos Eduardo Silva e Silva, diretor técnico da SulGesso SA:
– O sulfato de cálcio serve só para neutralizar alumínio em profundidade. Mito ou Verdade?
Mito. O Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) autoriza o registro de sulfato de cálcio como fertilizante. Logo, além de condicionar o solo, neutralizando o alumínio, ele atua como fornecedor dos nutrientes cálcio e enxofre.
– O gesso agrícola não é fornecedor de cálcio e enxofre. Mito ou Verdade?
Mito. O sulfato de cálcio fornece cálcio e enxofre, nas formas prontamente disponíveis a planta. Sua composição química é CaSO4.2H2O
– É verdade que o gesso só fornece cálcio e enxofre quando há alumínio no solo?
Mito. O sulfato de cálcio (gesso), seja na forma granulada, farelada ou pó, fornecerá cálcio e enxofre sempre que houver hidrogênio e/ou alumínio, ou seja, sempre que houver acidez trocável (Al + H) e acidez ativa (H). Como a maior parte dos solos brasileiros apresenta acidez, nas camadas superficiais e mais profundas, o sulfato de cálcio fornecerá cálcio e enxofre nessas duas camadas.
Para o produtor adepto ao Sistema de Plantio Direto (SPD) que aplica o calcário sobre a superfície: é verdade que a presença de calcário vai impedir que o gesso libere cálcio e enxofre à planta, nas camadas superficiais?
Mito – Seria verdade se o calcário fosse incorporado, bem homogeneizado e aplicado na dose precisamente correta. Acontece que o calcário aplicado sobre a superfície, por ser praticamente insolúvel, demora anos para descer de 0cm a 3cm no solo. Sendo assim, o gesso, por ser até 150 mais solúvel, atravessará essa camada de calcário na forma de CaSO4 e assim que encontrar hidrogênio e alumínio, de 3cm em diante, dará início a sua “quebra” e, portanto, na liberação de cálcio e enxofre à planta.
Existem vídeos na internet onde é afirmado que o gesso só serve para neutralizar alumínio. Isso é verdade?
Mito. O gesso agrícola tem múltiplas aplicações. Serve para neutralizar sódio; serve para flocular as argilas, “afrouxando o solo”; serve para aumentar cálcio em solução; serve para induzir enraizamento; serve para proteger o fósforo; serve para manter por mais tempo o nitrogênio na forma de NH4+; serve para induzir maior resistência da planta a veranicos; serve para nutrir a planta com cálcio e enxofre, nas formas prontamente solúveis e, por fim, serve ainda para fazer construção de perfil de solo.
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‘Há uma febre de consumo de café na Ásia, e isso é ótimo’, diz Nelson Carvalhaes, do Cecafé
Em 1 ano a exportação para a China aumentou 23% e o consumo chinês pode aumentar fortemente (afinal são 700 milhões de pessoas na classe média). Fora isso, acontece uma “febre do consumo” de café entre os jovens do sudoeste asiático. “O cafeicultor brasileiro tem de se preparar”, diz Nelson Carvalhaes – Presidente do Cecafé.

Nos cinco primeiros meses de 2019 as exportações de café do Brasil para a China aumentaram 23,1% e as perspectivas são de ampliar ainda mais a participação brasileira neste mercado, uma vez que existem cerca de 700 mil chineses na classe média do país asiático e o consumo de café tem se tornando uma verdadeira moda na nação, especialmente dentre os jovens.
Diante deste cenário, o Notícias Agrícolas conversou com Nelson Carvalhaes, presidente do Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) que acredita que o Brasil pode se beneficiar deste novo mercado que surge em países asiáticos como China, Japão, Coréia do Sul, Indonésia e Índia.
Segundo Carvalhaes, hoje o Brasil é responsável por fornecer 38% de todo o café consumido no mundo e deve ampliar essa participação com a possibilidade de demanda mundial crescente e, mesmo que mantenha a mesma porcentagem de participação, o volume deve aumentar, uma vez que, segundo levantamento do Cecafé, a demanda mundial por café pode subir até 2% até 2030, chegando à 208,80 milhões de sacas.
Para a liderança, o cenário que se desenha no futuro do mercado de café é positivo e o produtor deve continuar cuidando de sua lavoura e colhendo com quantidade e qualidade. Carvalhaes ainda afirma que acredita que o pior momento para os preços do grão já passou e enxerga a tendência de termos os próximos meses sem situações difíceis.
Confira a íntegra da entrevista com o presidente do Cecafé no vídeo.
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PIB do agronegócio cresce 0,04% em Abril, diz Cepea/CNA
Alta dos preços dos fertilizantes, corretivos e rações favoreceu segmento de insumos, mas prejudicou renda do setor primário. No acumulado do ano, queda é de 0,05%.
O Produto Interno Bruto (PIB) do agronegócio cresceu 0,04% em abril deste ano em relação ao mesmo mês do ano passado, segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
No acumulado de janeiro a abril, o PIB do agronegócio teve queda de 0,05%. O resultado tanto de abril quanto do 1º quadrimestre foi puxado principalmente pela alta de 19,9% nos preços dos fertilizantes e corretivos de solo e pela elevação de 11% no valor das rações para animais.
Esta alta contribuiu para o bom desempenho do segmento de insumos, que cresceu 1,64% no mês e 5,26% no quadrimestre.
Por outro lado, o aumento dos custos de produção provocado pela subida dos preços dos insumos comprometeu a renda do segmento primário, com queda de 0,86% em abril e de 1,62% no acumulado.
A agroindústria teve crescimento de 0,29% em abril e de 0,34% nos quatro primeiros meses de 2019. O PIB do segmento de serviços subiu 0,17% no mês e caiu 0,12% no 1º quadrimestre.
A alta dos custos foi sentida principalmente na agricultura, cujo PIB caiu 0,33% em abril e 0,47% no acumulado de quatro meses. Já a pecuária teve variação positiva mensal de 1,07% e de 1,11% no quadrimestre.
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Inmet monitora nova massa de ar frio no final do mês que pode ser tão intensa quanto a que provocou geadas generalizadas no país
Francisco de Assis Diniz – Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet

Os meteorologistas estão monitorando a massa de ar frio que está prevista para o final do mês. As condições climáticas apontam que a queda nas temperaturas vai ser tão intensa como já observados na semana passada em que as geadas atingiram as lavouras de café no sul de Minas Gerais.
De acordo com o Chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet, Francisco de Assis Diniz, as previsões climáticas indicam uma nova frente fria para o sul do país que está causando chuvas na região de Santa Catarina e parte do Paraná. “Essa frente deve avançar aos poucos a partir de amanhã e deve causar chuvas na parte litoral sudeste de São Paulo”, afirma.
A frente fria não vai avançar para as outras localidades em função da os ventos que vão empurrar para o oceano. “A massa de ar frio que está atrás dela também vai correr para o oceano, e assim, vai evitar ter contraste de maior temperatura do continente. No entanto, essa massa de ar frio tem um risco de geadas para o sul do estado de São Paulo, em que as temperaturas devem chegar aos 12 graus”, comenta.
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Secretaria de Agricultura e Abastecimento orienta sobre como prevenir incêndios em plantações
Para prevenir o fogo nesta época seca, é fundamental que o agricultor não jogue bitucas de cigarros na palhada, não deposite lixo em local inadequado, não queime lixo e nem solte balões,
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Tempo: Previsão de geada e até neve em áreas do Centro-Sul do BR nos próximos dias pode impactar agricultura
Por: Notícias Agrícolas
Imagem de satélite nesta quarta-feira (03) em todo o Brasil – Fonte: Inmet

A onda de frio segue derrubando as temperaturas sobre o Sul do Brasil e avança para outras regiões nos próximos dias. A previsão do tempo aponta que, com o avanço da massa de ar frio de origem polar no decorrer da semana, as chances de geada são altas em áreas do Sul, Centro-Oeste e Sudeste com possíveis danos para a agricultura.
Em áreas do Sudeste e Centro-Oeste do país, as geadas devem ser de fraca a moderada intensidade no final de semana, segundo os principais institutos meteorológicos, com impactos para o café. Já no Sul do país, a condição deve ser de até elevada intensidade, com reflexos nas culturas de inverno.
O pico do frio no Centro-Sul do Brasil será no sábado (06), quando a massa chega no Norte do estado do Paraná, Oeste e Sul de São Paulo, Centro-sul de Mato Grosso do Sul e no Sul de Minas Gerais. “As geadas serão fortes, avisa a meteorologista”, ressalta a Climatempo.
“Há grande possibilidade de danos para a agricultura, especialmente para os campos de cevada e trigo que se encontram em fase de florescimento em algumas regiões. No, Paraná, as lavouras de milho safrinha, encontram-se com 25%, em estágio de florescimento em algumas áreas do estado”, complementa a empresa.
Veja o mapa com a previsão de temperatura mínima para até 93 horas (02/07 a 05/07) em todo o Brasil:

Fonte: Inmet
Jorge Luis Moreira, meteorologista do Inmet em Belo Horizonte (MG), destaca que nas novas atualizações dos mapas meteorológicos áreas produtoras de café de Minas Gerais podem ser afetadas por geadas de moderada intensidade, mas com curta duração.
“Por enquanto, as chances de geadas em áreas de café em Minas são para sábado (06) e domingo (07). No final da semana e início da próxima, essa massa já começa a perder forças. Se elas vão causar danos, depende de muita coisa”, destaca o meteorologista.
Além das chances de geadas em várias áreas do Centro-Sul do país, também há possibilidade de nevar no Sul do Brasil. A maior probabilidade de nevar e/ou ocorrer precipitações de inverno será no dia 5 de julho, próxima sexta-feira.
Veja o mapa das áreas com alerta de geada na quinta-feira (04) em todo o Brasil:
Fonte: Inmet
Veja o mapa das áreas com alerta de geada na sexta-feira (05) em todo o Brasil:
Fonte: Inmet
Veja o mapa das áreas com alerta de geada no sábado (06) em todo o Brasil:
Fonte: Inmet
“As condições de umidade, pressão e temperatura do ar que possibilitam a formação da neve, e de outros tipos de precipitação de inverno como chuva congelada, chuva congelante, e fenômenos belíssimos como o sincelo, estão sendo cada vez mais confirmadas”, disse a Climatempo.
Baixas temperaturas já estão sendo registradas em estações do Inmet no Sul e Sudeste do Brasil. As cinco mínimas recordes na terça-feira (02) foram em Itatiaia (RJ): -1,9°C, Quaraí (RS): -0,8°C, Alegrete (RS): 1°C, Dom Pedrito (RS): 1,1°C e São Gabriel (RS): 1,5°C.
O Inmet emitiu alerta de onda de frio nesta quarta-feira em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, onde também deve ter chuva intensa. No Leste de São Paulo, há aviso de vendaval e em localidades de Minas Gerais há baixa umidade.
Veja o mapa das áreas com alerta nesta 4ª feira no Brasil:
Fonte: Inmet
Previsão estendida de chuvas para o Brasil
De acordo com o mapa de previsão estendida do centro de previsão da Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês), no período de 03 até 11 de julho, as chuvas mais volumosas caem sobre áreas da faixa Norte do país, mas também voltam de leve a moderada intensidade ao Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
De 11 de julho até 19 de julho, as precipitações mais volumosas voltam a se concentrar sobre áreas ao extremo Norte do Brasil, praticamente cessam na maior parte do Sudeste e Centro-Oeste, mas seguem e se elevam em áreas da região Sul. A maior parte da região central do país terá tempo firme.
Veja o mapa com a tendência de precipitação acumulada para o período de 03 até 19 de julho:
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Fonte: National Centers for Environmental Prediction/NOAA
Após dias de sol se inicia a semeadura de trigo no oeste de Santa Catarina. Envio de Ednilson Angonese Eng. Agrônomo
Foto na região noroeste do Rio Grande do Sul. Envio de Dirley Mangini
Foto em Rio Verde (GO). Envio de Alex Zamonaro
Foto em Rio Verde (GO). Envio de Alex Zamonaro
Foto em Caarapó (MS). Envio de Osmar Franco