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China desbanca EUA e se torna principal país de importações ao Brasil
Maior destino dos produtos brasileiros, a China também se tornou a maior vendedora de produtos para o Brasil, desbancando a posição tradicionalmente ocupada pelos Estados Unidos. No âmbito do comércio exterior, os chineses já figuram como o principal parceiro do País, com um saldo comercial que já soma US$ 18,9 bilhões em 2017.
Dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), mostram que, de janeiro a agosto, as importações chinesas totalizaram US$ 17,5 bilhões, enquanto as compras de produtos norte-americanos somaram US$ 16,8 bilhões. As importações com origem na China correspondem a 17,9% das importações totais brasileiras. Ao mesmo tempo, os embarques de produtos brasileiros para a China representam 25% do total das exportações brasileiras.
De acordo com a pasta, as importações chinesas aumentaram 13,3% de janeiro a agosto, com destaque de maior volume de compras de aparelhos transmissores e receptores, semicondutores, laminados planos, circuitos integrados, autopeças, circuitos impressos, aparelhos eletromecânicos, pneumáticos e bombas e compressores.
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PIB da agropecuária cresce 14,9% no 2ª trimestre em relação ao mesmo período do ano passado
O presidente da CNA, João Martins, destaca que produtores contribuem para gerar desenvolvimento, renda e emprego no país
Os elevados investimentos dos produtores rurais na safra 2016/2017 garantiram um crescimento de 14,9% do Produto Interno Bruto (PIB) da agropecuária no segundo trimestre de 2017 em comparação com igual período do ano passado, segundo dados divulgados na sexta (1) pelo IBGE.
“Os dados do PIB mostram que o produtor rural contribui com a missão de gerar desenvolvimento, renda e emprego em todas as regiões do Brasil. Os investimentos realizados pelos produtores resultaram no aumento da produtividade e em uma safra recorde, que colaborou para o crescimento da economia”, afirmou o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins.
Esse crescimento foi o maior da história do agro na comparação entre segundo trimestres, de acordo com o Comunicado Técnico do Núcleo Econômico da CNA.
A agropecuária foi o segmento que mais contribuiu para o crescimento de 0,3% PIB do país no segundo trimestre de 2017 quando comparado com o mesmo período de 2016, segundo os números do IBGE. Este desempenho da atividade rural, aliado ao crescimento de outros setores da economia, permitiu o início da retomada da economia brasileira.
“Esse excelente resultado do setor foi favorecido não apenas pelo clima, mas também pelo elevado investimento dos produtores rurais na safra 2016/2017 focado em um pacote tecnológico como sementes, adubos e defensivos de elevado padrão de produtividade”, diz o Comunicado Técnico da CNA.
Para a safra 2016/2017, a estimativa é que o setor produza 238 milhões de toneladas de grãos, 28% acima do colhido em 2015/2016.
Os destaques da agropecuária, de acordo com o Comunicado Técnico, foram para o aumento da produção de milho (56,1%), da soja (19,7%) e do arroz (16,3%) nesta safra em relação a anterior.
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Café: Desfolha de lavouras preocupa produtores e terá reflexos na produção da safra 2018/19, aponta Procafé
A intensa desfolha das lavouras tem preocupado os produtores de café do Brasil e deve ter reflexos consideráveis na produção da safra 2018/19, que é de bienalidade positiva e poderia, segundo analistas internacionais, chegar a um recorde de 60 milhões de sacas de 60 kg entre arábica e conilon. No entanto, diante das condições climáticas atuais, esse volume poderá ser menor, segundo a Fundação Procafé.
“Essa desfolha é uma proteção natural das plantas que, pensando em diminuir a evapotranspiração, perde as folhas. Com essa condição, as plantas vão acabar tendo maior dificuldade para o pegamento das floradas e, consequentemente, impactos na produção do próximo ano”, afirma o engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, em Franca (SP), Marcelo Jordão Filho. O pesquisador salienta que já são quase 60 dias sem chuvas na região da Alta Mogiana.
Clique na foto para ampliar:
De acordo com o cafeicultor Gustavo Emídio de Bom Jesus da Penha (MG), no Sul do estado, principal região produtora de café do país, a situação das lavouras é delicada, apesar de parte de suas plantações já terem recebido a primeira florada. “Tenho 99% de certeza que essa florada não vinga. O clima está muito seco para os cafezais. As lavouras dos meus amigos estão morrendo por falta de água e isso está presente em 60% a 70% das plantações da região”, diz.
Dados do Sismet (Sistema de monitoramento Meteorológico da Cooxupé) evidenciam a situação. Em todo o mês de agosto, Guaxupé (MG) teve déficit hídrico de 24,1%, Nova Resende (MG) registrou 28,3%, Carmo do Rio Claro teve 39,6% e Coromandel (MG) anotou 70%. O portal fornece informações meteorológicas atualizadas de cada região cooperada, desde o Sul de Minas até o Cerrado.
Emídio salienta que a previsão inicial era de que a colheita em 2018 seria bem maior do que a da safra atual, que está praticamente finalizada, mas já existe o temor de produção menor com as lavouras sendo prejudicadas pelo clima.
Analistas internacionais chegaram a apontar nas últimas semanas que a próxima safra do Brasil poderia chegar a 60 milhões de sacas de 60 kg de arábica e também conilon, um recorde, já que será de bienalidade positiva e as condições climáticas eram benéficas. A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) estima a produção do país em 2017 em 45,56 milhões de sacas.
A condição dessas lavouras contrasta com outras que já floresceram, mas que fatalmente terão pegamento sem melhores condições climáticas. Mapas climáticos apontam que o clima deve permanecer seco pelo menos pelos próximos sete dias no cinturão de café do Brasil. Apenas o Norte do Espírito Santo e Bahia podem receber chuvas entre quinta-feira e sábado.
Por: Jhonatas Simião
Fonte: Notícias Agrícolas
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Cafés especiais de Minas derrubam fronteiras
Matéria do Estado de Minas
Produtores da região de Guaxupé investem no produto diferenciado, que permite ganhos acima do valor médio em países como Japão e Reino Unido. Exportações devem crescer
Guaxupé – Um lote de 30 mil sacas de 60 quilos de cafés especiais está sendo preparado para embarque neste mês em Guaxupé, no Sul de Minas Gerais, com destino ao Japão e ao Reino Unido, entre outros mercados conquistados pelos grãos de alta qualidade produzidos na região. A venda é resultado de uma nova cultura implantada nas lavouras, que envolve desde o conhecimento técnico ao investimento no aperfeiçoamento dos tratos da terra e do beneficiamento do fruto do tipo arábica. Ingressar nesse mercado significa desfrutar de preços mais de 20% superiores à remuneração média oferecida no setor e de taxas de produtividade por hectare maiores que as 27 sacas registradas no país, além de aproveitar as possibilidades que a exigente demanda abre às fazendas.
As sacas que vão seguir por rodovia até o porto de Santos (SP) mostram, ainda, o avanço das metas de exportação dos cafés especiais, comparadas ao escoamento do primeiro lote, em julho, de 10 mil sacas, conta satisfeito o cafeicultor Osvaldo Bachiao, representante do conselho administrativo da Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé), maior exportador individual de café do mundo. “É um resultado excepcional do trabalho de assistência aos cooperados, para dar oportunidade a todos eles de ter acesso a esse mercado”, afirma.
O esforço de produção dos chamados cafés diferenciados motivou a Cooxupé a criar em 2009 uma empresa dedicada ao segmento, a SMC Comercial Exportadora de Café S/A, para comercializar e fornecer cafés finos, especiais e certificados. Se o universo dos lotes preparados neste ano parece modesto ante as 3,8 milhões de sacas que os cooperados deverão entregar, para os cafeicultores se trata de ganho importante. Segundo Osvaldo Bachiao, o desafio é embarcar 120 mil sacas em 2017, todas elas com classificação acima dos 82 pontos preconizados pela metodologia da Associação Americana de Cafés Especiais (SCAA, na grafia original em inglês – Specialty Coffee Association of America).
“Para vender café a R$ 420 a saca, é preciso produzir mais de 30 sacas por hectare. O desafio é que o produtor ainda não tem tanta informação sobre a diferenciação do café. Ele investe conforme a capacidade dele e só dá para investir se a família estiver vivendo bem”, afirma Osvaldo Bachiao. O cafeicultor que alcança esse grupo de fazendas de elite, certamente, otimizou processos e absorveu conhecimento, segundo o presidente do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Nelson Carvalhaes. A instituição estima que os embarques de cafés diferenciados devem alcançar 5,2 milhões de sacas em 2017.
Os grãos especiais, de fato, despontam nesse volume, representando 80%, com perspectiva de chegar a 3 milhões de sacas neste ano, em lugar da média obtida nos últimos períodos, de 2,5 milhões de sacas. “Qualidade é difícil de definir, mas o café brasileiro é reconhecido internacionalmente como fornecedor que consegue produção organizada, devidamente certificada, e faz embarques com absoluto rigor”, afirma.
EXPANSÃO O primeiro contêiner com 320 sacas da nova safra de café despachado no fim de agosto pela Fazenda Planalto, em Nova Resende, vizinha de Guaxupé, confirma a boa expectativa com as exportações deste ano. Administrador da propriedade, Sebastião de Castro Ferreira conta que a produção vem indicando bom rendimento, embora seja esperada uma pequena quebra em razão da seca de janeiro que atrapalhou a floração das plantas. O objetivo é obter 16 mil sacas de café arábica, quase 30% mais frente ao volume produzido em 2016. O desempenho da lavoura reflete a extensão do plantio com a renovação de áreas e uma produtividade que vem aumentando e já alcança 35 a 40 sacas por hectare.
“Temos trabalhado muito pela qualidade do café, uma produção refinada. Tudo indica que 2017 será um bom ano, apesar de o preço (R$ 435 por saca, em média, no mercado interno) não estar ajudando”, diz Sebastião Ferreira. Há estimativas de que a remuneração ao produtor caiu ao redor de 20% neste ano. A colheita mecanizada na fazenda começou em julho e deve se estender até dia 15. Avaliadas em R$ 850 mil, as máquinas operam por oito a nove horas, substituindo o trabalho de 200 homens. O próximo contêiner dirigido ao mercado internacional deverá sair da propriedade ainda em setembro. As vendas externas têm representado 40% da produção e abastecem principalmente clientes no Canadá e Japão.
Leia a notícia completa na íntegra no site: Estado de Minas
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Apesar da retração produtora, cotações da soja caem com força
Expectativas de oferta superior à demanda no final da temporada 2017/18 vêm pressionando os valores da soja. Produtores, no entanto, estão retraídos das vendas que envolvem grandes lotes, à espera de valorizações nos próximos meses. Segundo pesquisadores do Cepea, o recuo vendedor está atrelado às previsões de tempestades nos Estados Unidos, que podem interromper a colheita no centro-oeste daquele país e favorecer as vendas brasileiras (as atividades nos EUA têm previsão de início para os próximos 15 dias).
Além disso, com a possibilidade de atraso de semeio no Brasil, por causa das previsões de baixo nível pluviométrico no início de setembro em Cascavel (PR) e Sorriso (MT), produtores esperam melhores oportunidades de vendas. Entre julho e agosto, a média do Indicador da soja ESALQ/BM&FBovespa Paranaguá registrou forte queda de 3,3%, fechando a R$ 69,83/sc de 60 kg no mês passado. O Indicador CEPEA/ESALQ Paraná cedeu 3,6% na mesma comparação, com média de R$ 63,86/sc de 60 kg em agosto.
Fonte: Cepea/Esalq
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Com início do plantio próximo no Brasil, produtor atento à chegada das chuvas
Há poucos dias do fim do vazio sanitário no Brasil, os produtores de soja já estão com todos os seus preparativos concluídos para o início do plantio da safra 2017/18. No entanto, a atenção ao cenário climático foi redobrada nas últimas semanas com previsões mostrando a possibilidade maior de um La Niña nos próximos meses.
Confirmado, o fenômeno poderia reduzir as chuvas nos meses em que é feita a semeadura no país, principalmente na região Sul, podendo prejudicar o início dos trabalhos de campo. Já nas regiões Norte e Nordeste, os volumes podem aumentar, segundo explicam meteorologistas da Climatempo.
“Apesar de estar previsto o atraso do período chuvoso para a região Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, a tendência é de estabilização do período chuvoso a partir do final de outubro, influenciando de forma positiva no processo de plantio”, orienta a Climatempo.
Em sua última entrevista ao Notícias Agrícolas, o meteorologista do Inmet, Expedito Rebello, traz previsões mostrando que para o Sul, as chuvas podem ser melhores somente no fim de outubro, com a possibilidade de serem ainda mais expressivas em novembro. “Isso gera um dilema para aqueles produtores que desejam plantar mais cedo, como no estado do Paraná, cujo plantio estará liberado a partir de 10 de setembro, ou para aqueles que desejam fugir da ferrugem asiática”.
Anomalia de chuvas prevista para setembro a outubro – Fonte: Inmet
Alguns modelos climáticos de mais longo prazo, segundo explicam especialistas do canal norte-americano The Weather Channel, mostram que as condições já começam a mudar a indicar a possibildade de um La Niña após setembro.
As previsões para outubro já indicam um padrão misto de condições, típico de um período de transição. As últimas informações do Instituto Australiano de Meteorologia, do último dia 29 de agosto, mostram que as condições de neutralidade permanecem, porém, chamam a atenção para um resfriamento das águas da superfície do Pacífico em uma área extensa, movimento característico do La Niña.
“No entanto, as temperaturas ainda se mantêm na faixa da neutralidade. Além disso, outros indicadores como os índices de oscilação, a nebulosidade e o movimento dos ventos também permaneceram neutros”, diz a agência da Austrália. A próxima atualização das informações do instituto chegam no dia 12 de setembro.
Os últimos dados apurados pelo NOAA – o departamento oficial de clima do governo norte-americano – também mostraram condições ainda de neutralidade, porém, uma chance maior de ocorrência do La Niña, agora entre 25% e 30%. As chances de neutralidade, entre dezembro e fevereiro já se mostram em 55%, contra os 85% que deve se estender ainda por este mês de setembro. No caso do NOAA, as atualizações chegam no dia 14 de setembro.
O período, portanto, é de transição climática e este é o momento mais crítico não só para o produtor rural, mas para a meteorologia em si também, segundo a chefe do Centro de Análise e Previsão do Tempo do Inmet, Morgana Almeida. “A palavra de ordem é cautela”, diz em entrevista ao Notícias Agrícolas nesta segunda-feira (4).
Ainda de acordo com a especialista, neste primeiro momento o La Niña não deve ter grande impacto sobre o início da nova safra brasileira, uma vez que ainda não foi completamente configurado. Caso esses impactos venham efetivamente, deverão ser notados somente no início de 2018, previsão que converge com a dos institutos americano e australiano.
“Um fator positivo para essa safra é a não presença do El Niño. Ainda estamos em uma condição de neutralidade”, diz Morgana.
“O padrão climático ideal verificado na safra anterior não deve se repetir. Em anos de neutralidade, há uma grande variabilidade no regime de chuvas, sendo que em determinados momentos as frentes frias poderão ficar mais posicionadas numa determinada região do país e, com isso, abrir margens para quebras pontuais de produtividade”, acreditam os especialistas da INTL FCStone.
Dessa forma, a consultoria acredita que, apesar da velocidade esperada para o plantio não seja também a mesma observada na temporada anterior, a média deste ano poderá ficar bem próxima da registrada no ano safra 2016/17.
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A saída para o Brasil está no porto
Em 2017, a balança comercial teve o melhor 1º semestre em 29 anos com superávit de US$ 36 bilhões. Deste volume, o agronegócio respondeu por 46%. No entanto, mesmo com esse resultado surpreende, é preciso exportar mais. Atualmente, o país é responsável por apenas 1% das relações comerciais, mesmo ocupando a sétima colocação entre as maiores economias do mundo.
Segundo a consultora em Negócios Internacionais, Tatiana Palermo, o campo é um dos setores mais competitivos da economia brasileira. “O Brasil atravessa uma séria recessão econômica. Atualmente, há em andamento uma ambiciosa agenda de recuperação, com foco no equilíbrio fiscal e na ampliação da participação da iniciativa privada. No entanto, é preciso investir em uma política de comércio exterior séria para um crescimento sólido”, afirma. Palermo participou do painel “Mercado Internacional: Desafios e Oportunidades à Exportação”, no 5º Foro de Agricultura da America del Sur.
Segundo Tatiana, o protecionismo cresce no mundo e as tarifas praticadas pelo Brasil não são nada competitivas. Para pior a situação, o país ainda enfrenta sérias restrições por causa de barreiras sanitárias e fitossanitárias. “O Brasil apostou todas suas fichas na OMC. O País não tem nenhum acordo bilateral com um mercado relevante”, diz.
A especialista ressaltou a importância do país se abrir. “É muito comum ouvir exportador afirmando que o consumo interno dá conta se os mercados se fecharem. Isso não é verdade. Atualmente, 95% do suco de laranja são exportados, 80% da soja, 71% do café. O Brasil depende do mercado exterior. Por isso é importante baixar as tarifas, investir em novos acordos. E, principalmente, não esquecer que o comércio internacional é uma via de mão dupla. Temos que exportar e importar. É assim que se faz comércio”, defende.
Professor de Relações Internacionais da Universidade Positivo, Gustavo Iamin, que também participou do painel, concorda com Tatiana Palermo. “O protecionismo não é novidade. Já tivemos em séculos passados em diferentes momentos. O comércio exterior evoluiu a partir da Segunda Guerra Mundial, com surgimento da ONU, FMI e OMC. E os países da Europa e do Sudeste asiático foram os que mais apostaram nisso e se recuperaram com força, mostrando que o modelo econômico é bem sucedido”.
Iamin diz que o discurso protecionista está em alta, mas na prática, grandes mercados ainda não se fecharam. “Apesar do Trump e, mais recentemente o Partido Democrata adotarem o mesmo discurso, França, Reino Unidos, Alemanha, continuam abertos. É preciso continuar neste caminho, ficarmos atentos e cobrar das áreas e ministérios responsáveis”.
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Café especial: Inscrições no Cup of Excellence Brazil 2017 vão até setembro
A Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) informa que estão abertas as inscrições para o “Cup of Excellence – Brazil 2017”, principal concurso de qualidade do País, que é realizado dentro do projeto setorial “Brazil. The Coffee Nation”, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e a Alliance for Coffee Excellence (ACE).
Os produtores brasileiros de café arábica cultivado por via úmida (cerejas descascados/despolpados) podem encaminhar suas amostras para a categoria “Pulped Naturals” até o dia 6 de setembro. Já os cafés arábicas produzidos pela via natural (colhidos e secos com casca) devem enviar seus lotes para a categoria “Naturals” até o dia 12.
Desde o ano passado, a BSCA unificou o processo de avaliação dos cafés naturais e produzidos por via úmida na mesma edição e criou duas modalidades de vencedores: Cup of Excellence Winners e National Winners. “Essas alterações confirmaram a expectativa que tínhamos. Em 2016, foi possível antecipar a chegada dos cafés naturais ao mercado, que vinham mais tardiamente em função de o leilão ocorrer muito depois, e também permitiu o reconhecimento da qualidade dos cafés especiais que se enquadram em uma escala de pontuação reconhecida mundialmente, mas que, no Brasil, devido à elevação do nível de corte para 86 pontos na escala de zero a 100 do concurso, não participavam do leilão dos vencedores”, comenta Vanusia Nogueira, diretora da BSCA.
Os cafés naturais e cerejas descascados que forem avaliados, na fase internacional do concurso, com notas entre 84 e 85,99 pontos serão eleitos “National Winners”, possibilitando que tenham uma remuneração condizente com a qualidade que possuem no leilão da modalidade. Já os “Cup of Excellence Winners” serão os cafés campeões do concurso, que serão os que obtiverem notas iguais ou superiores a 86 pontos e serão ofertados no pregão dos vencedores. O regulamento do concurso pode ser acessado no site da BSCA: http://bsca.com.br/assets/CoE2017RegComp.pdf.
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Exportações de milho cresceram 113,2% em agosto, frente a julho deste ano
Em agosto, até a terceira semana, o Brasil exportou 3,30 milhões de toneladas de milho, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.
A média diária foi de 235,86 mil toneladas, 113,2% a mais que a média embarcada por dia em julho deste ano. Na comparação com agosto de 2016, o volume exportado diariamente aumentou 111,5%.
Se este ritmo continuar, a estimativa é de que as exportações brasileiras superem as 5,40 milhões de toneladas no acumulado de agosto. Para uma comparação, em agosto do ano passado foram embarcadas 2,56 milhões de toneladas do cereal.
A boa disponibilidade de milho e as quedas de preços no mercado interno, que aumentaram a competitividade do milho brasileiro no mercado internacional, são os principais fatores de alta das exportações desde julho.
Em agosto, o preço médio do milho exportado pelo Brasil foi de US$155,55 por tonelada, frente ao patamar acima de US$175,00 por tonelada no começo deste ano.
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Receita bruta da cafeicultura de R$ 21,6 bilhões corresponde a 6% das lavouras em 2017
Faturamento dos cinco maiores estados produtores de café – MG, ES, SP, BA e RO – corresponde a 95% da receita
O faturamento da cafeicultura brasileira em 2017, expresso no Valor Bruto da Produção, foi estimado em R$ 21,632 bilhões, que correspondem a aproximadamente 6% do montante total de R$ 367,978 bilhões, o qual foi calculado com base no faturamento das 21 principais lavouras cultivadas no País. O valor da receita bruta do café de 2017 representa queda de 11,4% em relação ao faturamento de 2016, que foi de R$ 24,404 bilhões.
A Secretaria de Política Agrícola – SPA, do Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento – Mapa, calcula mensalmente o Valor Bruto da Produção – VBP com base no faturamento de 21 produtos agrícolas e cinco produtos da pecuária. O VBP de julho de 2017, no contexto global da produção agropecuária, incluindo os dois setores, foi de R$ 535,435 bilhões, sendo os mencionados R$ 367,978 bilhões da lavoura e R$ 167.456 bilhões da pecuária. Essas análises e dados do VBP estão disponíveis no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.
O ranking dos cinco estados brasileiros que mais se destacaram em relação ao faturamento bruto do café, em nível nacional, é o seguinte: Minas Gerais, com R$ 12,141 bilhões, corresponde a 56,12%; Espírito Santo, com R$ 3,959 bilhões (18,3%); São Paulo, com R$ 2,068 bilhões (9,6%); Bahia, com R$ 1,509 bilhões (7%); e Rondônia, com R$ 984 milhões (4,5%). Com base nesses dados, verifica-se que os cinco maiores estados produtores de café são responsáveis por 95,5%, que representam R$ 20,661 bilhões do faturamento. Demais estados produtores de café correspondem a R$ 969 milhões da receita bruta, ou seja, 4,5% do VBP café.
No contexto global do VBP, incluindo todos os produtos da lavoura e da pecuária, contata-se que os valores da produção regional estimados pela SPA/Mapa mostram hegemonia da Região Sul do País, cujo VBP é de R$ 141,3 bilhões, seguida pelo Centro-Oeste (R$ 138,6 bilhões), Sudeste (R$ 137,5 bilhões), Nordeste (R$ 50,1 bilhões) e Norte (R$ 32,5 bilhões). Os estados de São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás e Bahia, representam conjuntamente 70,5% do VBP neste ano.








