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24 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Brasil exporta café para 113 países nos sete primeiros meses de 2017

Vendas ao exterior totalizaram 16,7 milhões de sacas de 60kg com preço médio de US$ 172,25 e receita cambial de US$ 2,9 bilhões

As exportações dos Cafés do Brasil, nos sete primeiros meses de 2017, foram realizadas para 113 países, totalizando 16,787 milhões de sacas de 60kg e receita cambial de US$ 2,891 bilhões, o que representa aumento no faturamento de 7,2% em comparação com o mesmo período de 2016. O preço médio por saca exportada foi de US$ 172,25, o que também significou incremento, em relação ao mesmo período citado, de 16,5%. No entanto, o volume exportado de café de janeiro a julho de 2017 foi 8% inferior ao mesmo período de 2016, que contabilizou 18,255 milhões de sacas.

Especificamente no mês de julho de 2017, as exportações brasileiras de café totalizaram 1,751 milhões de sacas e geraram receita cambial de US$ 283,4 milhões, com preço médio de US$ 161,78 por saca, cujo valor representa aumento de 4,1% em comparação com o mesmo período do ano passado, que foi de US$ 155,46 por saca. Do volume exportado em julho, 1,498 milhões de sacas de 60kg foram de café arábica e 16,346 mil de café robusta. Esses destaques e análises do desempenho das exportações do café brasileiro constam do Relatório mensal julho de 2017, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café.

Com base no Relatório do Cecafé, o ranking dos cinco principais destinos das exportações do Cafés do Brasil, de janeiro a julho deste ano de 2017, é o seguinte: Estados Unidos, na liderança, com um volume de 3,361 milhões de sacas, que correspondem a 20% do café exportado; Alemanha, em segundo lugar, com 2,930 milhões de sacas (17,5%); Itália, em terceiro, com 1,511 (9%); Japão, quarto, com 1,198 (7,1%); e Bélgica com 1,006 milhões de sacas (6%). Assim, nesse período, conforme mencionado, o Brasil exportou um volume de 16,787 milhões de sacas para 113 países.

Ressaltando o comparativo descrito no Relatório do Cecafé com relação à evolução do volume de sacas de 60kg exportadas e receita cambial obtida em dólar norte-americano, no período de 2012 a 2016, verifica-se que: no ano de 2012 foram exportadas 28,550 milhões de sacas de café e receita cambial de US$ 6,4 bilhões; em 2013 – 31,661 milhões de sacas e receita de US$ 5,22 bilhões; 2014 – 36,427 milhões de sacas e receita de US$ 6,6 bilhões; 2015 – 37,019 milhões de sacas e US$ 6,15 bilhões; e, em 2016, foram obtidos US$ 5,45 bilhões com a exportação de 34,268 milhões de sacas. Essas oscilações verificadas, tanto nos totais dos volumes de café exportados como na receita cambial, podem ser atribuídas à variação da safra, cotação do café, câmbio, entre outros fatores que influenciam o mercado.

Outro dado interessante em destaque no Relatório mensal julho de 2017, do Cecafé, é sobre a participação percentual por qualidade nas exportações brasileiras de café. Neste caso, somente no período de janeiro a julho de 2017, o café arábica liderou as vendas ao exterior com 88,0% do volume, solúvel com 11,1%, robusta com 0,8% e torrado e moído com 0,1%.

O Relatório também destaca que as exportações dos cafés diferenciados, os quais têm qualidade superior ou algum tipo de certificado de práticas sustentáveis, e incluem os cafés especiais, totalizaram 2,560 milhões de sacas nesse mesmo período (janeiro/julho) e geraram receita cambial de US$ 520,798 milhões, com o preço médio de US$ 203,36 por saca, que representa um acréscimo de 24,5% em relação aos cafés commodities (naturais/médios). Os Estados Unidos também seguem como o país que mais importou cafés diferenciados do Brasil, com 483,191 mil sacas, volume que representa 19% dos cafés com essas características.

Esta edição do Relatório mensal do Cecafé, assim como as anteriores, que também estão disponíveis na íntegra no Observatório do Café, traz ainda vários dados, informações e análises sobre as exportações brasileiras de café, tais como a participação percentual por qualidade nas exportações, exportações de cafés diferenciados, exportações de café por continente, grupo e bloco econômico, principais destinos e portos de embarque das exportações, perfil e perspectivas do consumo mundial de café, entre várias outras análises que merecem ser conferidas pelos diversos segmentos do setor cafeeiro.

Para ler na íntegra o Relatório mensal julho 2017, do Cecafé, acesse:
http://www.sapc.embrapa.br/arquivos/consorcio/informe_estatistico/CECAFE_Relatorio_Mensal_JULHO_2017.pdf

Confira todas as análises e notícias divulgadas pelo Observatório do Café no link abaixo:

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/imprensa/noticias
Acesse Publicações sobre café e portfólio de tecnologias do Consórcio Pesquisa Café

http://www.consorciopesquisacafe.com.br/index.php/publicacoes/637

Embrapa

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22 de agosto de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriaFungicida

Fungicida para ferrugem asiática é lançado no Top Ciência

A BASF lança  oficiamente o fungicida Versatilis® na 11° edição do Top Ciência. O lançamento contribui para o manejo de resistência. Presente há 14 anos no Brasil, a ferrugem-asiática é uma das doenças mais severas da cultura da soja e pode gerar perdas de até 80% nas lavouras se não for corretamente controlada.

O registro do produto foi obtido neste ano e já está disponível para a próxima safra de soja. O fungicida Versatilis® possui ação curativa na fase de germinação e desenvolvimento do fungo echega ao mercado para ser utilizado associado aos fungicidas existentes, potencializando a performance desses produtos no controle da ferrugem-asiática e, consequentemente, auxiliando no manejo de resistência”, afirma Elias Guidini, gerente de Marketing da BASF para a cultura da soja no Brasil.

O Versatilis® oferece flexibilidade de aplicação nas diferentes fases da cultura da soja, além de proporcionar incremento de produtividade para as lavouras. Em mais de 25 mil hectares de áreas de confirmação de pesquisa, a utilização do Versatilis® em associação a outros produtos do portfolio BASF, gerou um incremento de produtividade de 2 sacas na safra 2016/2017, em relação às áreas padrão das fazendas onde foram realizados os testes.

Agrolink

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18 de agosto de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócio

HF BRASIL/CEPEA: Por que os preços no varejo são bem maiores que ao produtor?

A diferença expressiva entre o preço que o horticultor vende seus produtos e o que está exposto na gôndola do supermercado é algo que incomoda o produtor brasileiro de frutas e hortaliças. Assim, é quase uma convenção que os HFs são caros ao consumidor e a remuneração ao produtor é baixa. Mas isso é mito ou verdade? Esse e outros quatro fatos a respeito da comercialização de hortifrútis são “desvendados” na matéria de capa desta edição da Hortifruti Brasil, do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP.

Um deles é a interpretação de que altas margens de comercialização representam bons lucros ao varejo. O estudo ressalta que é importante não confundir margem com lucro. As margens de comercialização incluem, além do lucro/prejuízo, os custos de comercialização envolvidos na cadeia de frutas e hortaliças frescas. Assim, grandes margens de comercialização podem não ser um indicativo de bons lucros. Elas podem representar uma série de custos e de ineficiência que fazem o produtor receber menos do que o custo do produto, e o consumidor acaba pagando mais do que ele vale, de fato.

A margem de comercialização corretamente calculada é a diferença entre o preço de um quilo do produto no supermercado e o valor da quantidade correspondente comprada do produtor, já descontadas as perdas no processo de comercialização. Em se tratando delas, um ponto destacado pelo professor Geraldo Sant’Ana de Camargo Barros, entrevistado do Fórum desta edição, é o mito que as perdas no segmento de frutas e hortaliças tornam as margens de comercialização mais elevadas. No entanto, nem sempre o combate às perdas pode resultar em margem menor. Ao contrário, dependendo dos custos envolvidos nesse processo, a margem pode se ampliar ao invés de diminuir. Assim, o professor considera que o combate às perdas é uma decisão técnico-econômica.

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Cepea/Esalq

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17 de agosto de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioGrãos

Produção mineira de grãos ultrapassa 14 milhões de toneladas

A produção mineira de grãos alcançou volume recorde de 14,1 milhões de toneladas na safra 2016/2017. Com o período de colheita encerrado no mês de junho, o volume confirmado é 19,8% superior à safra passada. A área plantada também registrou crescimento de 2,4%, alcançando 3,4 milhões de hectares. Os números fazem parte do 11º levantamento de safra da Conab e foram analisados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

Segundo o Superintendente de Abastecimento e Economia Agrícola João Ricardo Albanez, esse ganho na produção é resultado do aumento da produtividade das lavouras. “A utilização de tecnologia está presente não só em máquinas e implementos, mas também em sementes, nos sistemas de cultivo, além do uso da irrigação. As condições climáticas favoráveis nesta safra somadas à adoção de tecnologias também foram fundamentais para este resultado”, analisa.

A produção total de milho, no estado, foi de 7,6 milhões de toneladas, com crescimento de 28,1% em relação à safra anterior. A área plantada com o grão alcançou 1,3 milhão de hectares (+5,7%) e a produtividade deve ser de 6 mil quilos por hectare (+21,2%). A produção de soja alcançou 5 milhões de toneladas (+6,7%), numa área plantada de 1,5milhão de hectares e produtividade de 3,4 mil quilos por hectare (+7,6%).

“O milho contribui com 54% da safra de grãos no estado e a participação da soja é de 35,5%. Os dois produtos, somados, representam quase 90% da produção mineira de grãos. “Soja e milho têm uma importância estratégica para a pecuária mineira, com participação expressiva na formulação das rações. Resultados positivos na produção destes dois cereais asseguram fontes de proteínas (carnes, ovos, leite), além de serem matérias-primas para a produção de óleos vegetais”, explica o Superintendente.

Em relação à exportação dos grãos, soja e milho têm destinos diferentes. Enquanto mais de 95% do milho cultivado no estado são destinados ao consumo interno, cerca de 40% da soja são exportados. No período de janeiro a julho deste ano, os principais países importadores da soja mineira foram a China (72,5%), Tailândia (6,5%) e Holanda (4,3%).

Outros produtos, apesar de menor representatividade, contribuíram para a produção recorde de grãos, como o sorgo que registrou crescimento expressivo (+91,2%). De acordo com o Superintendente João Albanez, esse índice foi estimulado pelo crescimento do plantio do grão na segunda safra, que é realizada nos meses de fevereiro a março. “Como existe a possibilidade de veranicos neste período, as regiões do Triângulo Mineiro, Noroeste e Alto Paranaíba estão investindo no sorgo como alternativa ao milho por ser mais resistente à falta de chuva característica do período”, explica. Além da soja, milho e sorgo, vários outros itens que compõem a safra de grãos no estado também registraram crescimento.

Safra Grãos MG 2016/2017

Milho – 7,6 milhões de toneladas (+28,1%)
Soja – 5 milhões de toneladas (+6,7%)
Sorgo – 666 mil toneladas (+91,2%)
Feijão – 544 mil toneladas (+4,7%)
Trigo – 230 mil toneladas (+5,2%)
Girassol – 13 mil toneladas (+94%)
Amendoim – 9,4 mil toneladas (+23,7%)
Arroz – 15 mil toneladas (Mesma produção da safra anterior)

Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento de Minas Gerais

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17 de agosto de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

Condições climáticas favorecem desenvolvimento vegetativo das lavouras de inverno

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, a área semeada com trigo no Estado se encontra com 95% das lavouras em desenvolvimento vegetativo e 5% em floração. No geral, o aspecto das lavouras melhorou com a recente ocorrência de chuvas, o que possibilitou um melhor crescimento vegetativo e viabilizou os trabalhos de adubação nitrogenada em cobertura, que estava atrasada. Em termos sanitários, as lavouras estão com bom aspecto, sem presença significativa de doenças e pragas.

Entretanto, as lavouras de trigo deverão ter redução de produtividade em relação à expectativa inicial, devido ao longo período sem chuvas mais abundantes durante o perfilhamento e emborrachamento das plantas. Algumas regiões, como Fronteira Noroeste e Missões, estimam diminuição entre 5% e 15%, respectivamente. Porém, neste momento, estes percentuais deverão ser melhor apurados no período da plena floração e espigamento das lavouras, daqui a 20 dias. A pouca comercialização de trigo só ocorre para troca de insumos para as lavouras de verão, ao preço médio de R$ 32,32 para a saca de 60 kg.

Da área semeada na safra da canola (52,5 mil ha), 28% ainda estão em desenvolvimento vegetativo uma vez que foi plantado no final do período recomendado, ao passo que 47% estão em floração e 25% já se encontram em enchimento do grão, que são as lavouras plantadas mais cedo. Em termos gerais, a produtividade da cultura está comprometida pelas geadas ocorridas no início de julho e pela falta de chuva regular por um longo período. Com as recentes precipitações, parte das lavouras do tarde poderão se beneficiar. Dependendo da região, estimativas preliminares preveem redução em relação à produtividade, mas uma melhor avaliação deverá ser realizada no decorrer de agosto, pois há diversas solicitações de Proagro em todas as regiões produtoras.

Outra cultura de inverno, a aveia branca, que tem lavouras em floração e formação de grãos, apresenta aspecto geral considerado ruim, inclusive com incidência de doenças foliares, espigas pequenas e grãos chochos, devido ao longo período com baixa umidade do solo. A expectativa de produtividade terá redução de 20% a 30% sobre a inicial, dependendo da região, necessitando ainda de avaliação final das equipes municipais. Há solicitação de Proagro de algumas lavouras devido à péssima expectativa de produção.

SAFRA DE VERÃO
O plantio das lavouras de milho do cedo no RS já iniciou e se intensificou na última semana após as chuvas. Na região de Santa Rosa, por exemplo, já atinge 18% da área prevista de 140 mil hectares da área de milho destinado à colheita de grão (englobando a primeira e a safrinha), com uma expectativa de produtividade ao redor dos 6 mil kg/ha. Tal estimativa preliminar é válida apenas para esta região.

Normalmente nesta época do ano, uma grande quantidade de lavouras a ser implantadas com milho já estaria semeada, mas com a falta de umidade do solo em julho o plantio atrasou.

OLERÍCOLAS
A chuva da semana foi benéfica para as hortas e as temperaturas beneficiam o desenvolvimento das hortaliças, ainda assim é necessário continuar a irrigação para suprir o déficit hídrico. Enquanto isso, os cultivos hidropônico e semi-hidropônico em ambientes protegidos têm mantido a oferta de produtos, porém em volumes menores e com preços mais elevados.

Na cultura do alho, as condições climáticas são benéficas para a emergência das últimas lavouras plantadas e para o desenvolvimento vegetativo das demais áreas. Plantas com boa sanidade, crescimento e uniformidade, mantendo, para a Serra, a perspectiva de aumento de 12% na área cultivada, totalizando 1.700 ha na região.

FRUTÍCOLAS
O retorno das chuvas e as baixas temperaturas beneficiam os macieirais e abrandam os ânimos dos maleicultores. Na Serra, segue forte a prática cultural da poda seca, que atinge 80% da área, além da retirada de ramos contaminados e eliminação (queima) de restos de poda. Durante a semana foram aplicados tratamentos com calda sulfocálcica para reduzir a presença de pragas e incidência de fitomoléstias nas fases vegetativas e reprodutivas.

Na região Ijuí, o pêssego encontra-se em final de floração, com formação inicial de frutos. Produtores realizam a poda em atraso na maioria dos pomares. Videiras em dormência, embora os produtores estejam realizando a poda para antecipar a produção.

PISCICULTURA
A queda da temperatura da água dificultou a piscicultura e os piscicultores aguardam melhores condições ambientais para voltar a alimentar os peixes e adubar os açudes, evitando transtornos alimentares e por consequência a morte de peixes. O piscicultor deve aproveitar esse período para adubar e corrigir a qualidade da água para o próximo ciclo de crescimento.

Na Lagoa Mirim a safra de pesca está em andamento e há captura de espécies como Viola (comercializado a R$ 3,00/kg), Cascudo (comercializado a R$ 2,00/kg) e Trairão (comercializado a R$ 5,50/kg). Já em Santa Vitória do Palmar, os pescadores destacam a forte escassez de peixes nas lagoas, o que impacta de forma negativa na renda do pescador.

Apicultura – Na região de Bagé, as temperaturas mais elevadas em pleno julho estão antecipando em um mês os trabalhos de manutenção das colmeias e de organização dos favos e dos ninhos para a postura da rainha. A floração também foi antecipada nos bosques de eucalipto e nativas, aumentando a atividade dos enxames. O período é de realização do manejo de inverno, fazendo limpeza de favos velhos e alimentando as colmeias mais fracas. Apicultores constroem e reformam as caixas.

Emater – RS

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15 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Polícia apreende mais de 20 caminhões usados para roubo de café no Sul de MG

Já chega a 29 o número de caminhões e máquinas apreendidas pela polícia que seriam usadas para roubo de café no Sul de Minas. Eles pertenceriam a uma quadrilha especializada que oferecia o serviço de beneficiamento de café para produtores da região. A suspeita é que mais de R$ 100 mil em café fossem desviados diariamente.

“Os criminosos envolveram uma estrutura nessas máquinas de beneficiamento de café, criando um compartimento secreto, fraudulento, para, na hora do beneficiamento de café, eles pudessem separar parte da produção dos produtores rurais e ficar para si. Então a gente já fez uma estimativa aqui que hoje eles conseguiam desviar por dia de 10 a 15 sacas de café já beneficiados. Uma média de R$ 4 a 6 mil”, diz o delegado Thiago Henrique do Nascimento Moreira.

Leia a notícia na íntegra no site G1

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15 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Cafés diferenciados ganham espaço e representam 15% das exportações totais do produto

Os embarques de cafés diferenciados – considerados de melhor qualidade e/ou com algum tipo de certificação, como, por exemplo, de sustentabilidade – atingiram 2,5 milhões de sacas no acumulado de janeiro a julho, informou nesta quarta-feira (09) o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé).

Com o resultado, os cafés diferenciados passaram a representar 15,3% dos embarques totais do produto. No que diz respeito à receita cambial, as exportações de cafés diferenciados corresponderam a 18% [US$ 520,7 milhões] do faturamento total das vendas do produto ao exterior.

Leia a notícia na íntegra no site InfoMoney

 

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10 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegóciocafé

Café tem pior infestação de broca dos últimos anos

A cultura cafeeira enfrenta em 2017 o pior nível de infestação por broca-do-café registrada nos últimos anos. De acordo com Júlio Souza, entomologista da Epamig (Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais), a praga já atinge áreas responsáveis por 50% da safra, e os danos podem chegar a 30% dos grãos de café verde.

“Já estamos buscando reverter essa situação por meio de pesquisa”, adiantou o Souza ao Portal da SNA (Sociedade Nacional de Agricultura). Ele conta que não é comum haver infestações na região sul de Minas, onde está localizada a maior concentração da produção cafeeira: a última incidência da praga havia sido registrada há sete anos.

Na visão do diretor executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café), Nathan Herszkowicz, o problema está ligado à proibição do uso do inseticida endosulfan no ano de 2013. “Após essa proibição, as lavouras foram muito afetadas por essa praga, principalmente na região do Cerrado e Sul de Minas Gerais, maior produtor de café do Brasil, com cerca de 50% do parque cafeeiro e do volume total da produção nacional do grão”, alerta.

“Como a broca diminui o valor de venda dos grãos, se nossa produção ficar conhecida como vítima de uma infestação dessa praga, vamos ter problemas sérios de vendas, até para a exportação, diminuindo o valor do café brasileiro e reduzindo a oferta de grãos de melhor qualidade que o mercado mundial precisa e paga”, ressalta.

A Abic recomenda que as indústrias só aceitem lotes de café com, no máximo, 5% de broca: “Hoje, o mercado traz lotes com níveis de broca muito superiores a isso, mas o uso de café nessas condições submete a indústria a ficar irregular em relação a norma RDC14 da Anvisa”.

Confira no Sistema AgrolinkFito mais informações sobre o problema e os controles químicos registrados para o combate da praga.

Agrolink

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8 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Exportação mundial de café cresce 5,7%

A exportação mundial de café registrou aumento de 5,7% em junho passado, em comparação com o mesmo mês de 2016. Foram embarcadas 10,437 milhões de sacas de 60 kg em comparação com 9,877 milhões de sacas em junho do ano passado. A informação é da Organização Internacional do Café (OIC), divulgada nesta segunda-feira, 31.

Do total embarcado em junho, 6,547 milhões de sacas foram de café arábica (mais 11,7% ante 2016, quando foram exportadas 5,863 milhões de sacas). A exportação de robusta no mês passado foi de 3,890 milhões de sacas (queda de 3,1%), pois em junho de 2016 foram embarcadas 4,014 milhões de sacas.

A exportação mundial nos nove primeiros meses do ano agrícola 2016/2017 (outubro a junho) registrou crescimento de 5,6% em comparação com o mesmo período anterior, de 87,366 milhões para 92,293 milhões de sacas. Desse total, 58,215 milhões de sacas foram de arábica (mais 7,3%) e 34,079 milhões de sacas de robusta (mais 2,9%).

Portal DBO

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4 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Ásia é o mercado com maior potencial para expandir exportações do agro brasileiro

O agronegócio brasileiro vai continuar, nos próximos anos, com a responsabilidade de sustentar os superávits comerciais brasileiros, pautado na exportação de commodities para mais de 200 países. No entanto, o governo precisará se preocupar cada vez mais com o mercado internacional, porque existe risco grande de redução de exportação dos produtos brasileiros no Ocidente. A saída estará na Ásia, que detém 61% do mercado mundial, com destaque para China, Índia, Indonésia, Japão e Coréia do Sul, que já se consolidam como grandes consumidores do futuro. O Brasil precisa se inserir urgentemente nesses mercados mais dinâmicos.

Esse foi o principal recado passado por dois dos melhores especialistas brasileiros em questões globais do agronegócio: Marcos Sawaya Jank, consultor da Agência para o Programa de Acesso a Mercados do Agronegócio e Alimentos (PAM-Agro); e Augusto Castro, gerente executivo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Ambos participaram de uma videoconferência com a diretoria da Embrapa no último dia 19 de julho, com transmissão para todas as unidades descentralizadas, e falaram sobre como agregar valor à parceria comercial com os países asiáticos. Destacaram a importância da presença naquele mercado, onde a Embrapa tem papel estratégico, e a busca por melhoria na qualidade dos produtos exportados.

“Esse tema muito nos interessa, porque o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento conta com a Embrapa para ajudar a Apex-Brasil em sua missão”, afirmou o presidente Maurício Lopes no início do encontro. “O continente asiático é também mercado para nossas tecnologias, mas acima de tudo temos o compromisso de auxiliar políticas públicas com estudos e dados qualificados, que possam embasar a criação de uma imagem positiva dos produtos brasileiros nesses mercados e a defesa dos interesses brasileiros”, completou.

Jank apresentou pontos da estratégia delineada pela Apex para os próximos meses e anos para aumentar a exportação de produtos brasileiros, relatou os problemas que o país vem atravessando no mercado internacional de carnes por conta dos desdobramentos da operação Carne Fraca e das denúncias envolvendo dirigentes da JBS e da preocupação com o baixo valor agregado dos nossos produtos exportados. “Temos que exportar menos commodities e cada vez mais produtos com valor agregado.”

Informação de qualidade

O consultor pediu maior colaboração da Embrapa na geração de informação qualificada sobre os produtos brasileiros. Sugeriu até a criação de um site ou página especial para ser utilizada em eventos internacionais, que possam mostrar que os produtos nacionais exportados têm qualidade, são produzidos sem gerar desmatamentos ou trabalho escravo e são fruto do conhecimento tropical gerado por cientistas reconhecidos no mundo inteiro. Apontou ainda cinco desafios internacionais para o país: competitividade, acesso a mercados, valor adicionado, melhoria da imagem e internacionalização.

Elísio Contini, chefe da Secretaria de Inteligência e Macroestratégia (SIM) da Embrapa, considerou o evento positivo e importante para consolidar uma parceria mais estreita com a Apex. “A pedido do presidente, vamos coordenar a partir do segundo semestre deste ano esses estudos qualificados sobre os produtos brasileiros voltados para a exportação, mobilizando observatórios, unidades, portfólios e arranjos”, adiantou.

Participaram da videoconferência representantes de todas as UDs e dos observatórios do Agropensa e também gestores e técnicos das principais UCs envolvidas com o tema.

Apex-Brasil

A Apex-Brasil é uma instituição jurídica de direito privado, sem   fins   lucrativos,   de   interesse   coletivo   e   de   utilidade   pública, criada em 2003 com a responsabilidade de executar políticas de promoção de exportações de produtos brasileiros em cooperação com o poder público, inclusive ações para promoção de investimentos. Atua também de forma coordenada com atores públicos e privados para atrair investimentos estrangeiros diretos para setores estratégicos da economia brasileira, com foco no desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

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