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10 de maio de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Vendas de café solúvel no mundo devem atingir US$ 42,5 bilhões em 2025

Mercado global de café solúvel faturou US$ 28,12 bilhões em 2016 e apresenta taxas de crescimento por volta de 4,8% ao ano

O Relatório Internacional de Tendências do Café de abril deste ano, com base em estudo de uma empresa de pesquisa americana, apontou que as vendas no mercado global de café solúvel foram de US$ 28,12 bilhões em 2016 e que esse mercado mostra uma tendência crescente de aproximadamente 4,8% ao ano e deve atingir US$ 42,5 bilhões em 2025. De acordo com o Bureau, mudanças de hábitos e estilo de vida dos consumidores, que buscam praticidade e conveniência no preparo da bebida, com baixo custo, são os principais fatores responsáveis pelo aumento da demanda de café solúvel, o qual paulatinamente tem substituído o chá na preferência de consumidores nessas regiões.

Nesta edição do Relatório, além do café solúvel, o Bureau de Inteligência Competitiva do Café, da Universidade Federal de Lavras, também analisa a melhoria da percepção da qualidade dos Cafés do Brasil na mídia internacional, o aumento do consumo de café nos Estados Unidos em 2017 e outros temas relevantes do setor cafeeiro em nível mundial.

Agrolink com inf. de assessoria

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6 de maio de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriaTecnologia

Empresa apresenta o “uber” das máquinas agrícolas para transformar o agronegócio

Novidade já está em uso e foi apresentada durante seminário da StartAgro em Ribeirão Preto

A economia colaborativa também começa a ganhar terreno no agronegócio. Uma das atrações do seminário da StartAgro, realizado na Agrishow, que foi até esta sexta-feira (05/05/17), em Ribeirão Preto (SP), foi a apresentação do Uller, aplicativo de compartilhamento de máquinas agrícolas.

Por hora ainda restrita a fornecedores do sul de Minas Gerais, a ferramenta tem como princípio funcionar como uma plataforma digital onde o produtor rural pode alugar sua máquina para quem necessita do equipamento, mas não deseja adquiri-lo ou locá-lo em prestadores de serviços tradicionais.

Segundo Danielle Fonseca, executiva do Uller, o aplicativo tem como uma de suas funcionalidades a geolocalização, que identifica a máquina agrícola mais próxima de quem deseja alugá-la. De acordo com Danielle, a ferramenta conta com uma espécie de ranking, que classifica as máquinas, conforme a avaliação de quem as utilizou. “Na prática é um selo de qualidade para quem fornece a máquina e um indicativo de confiança para quem pretende alugar.”

Danielle revela que a ferramenta, lançada no final do ano passado, já conta com 67 produtores-fornecedores cadastrados. “Nosso modelo de negócios é corretagem, no qual recebemos um determinado percentual por operação realizada.” Presente ao evento, o empresário Maurílio Biagi Filho, uma das principais lideranças do setor sucroenergético e do agronegócio brasileiro, disse que a economia colaborativa faz todo o sentido no mundo moderno, e o setor rural não pode ficar fora disso. “Todavia, o compartilhamento só fará sentido se houver benefício econômico para todos os envolvidos.”

Paulo Beraldi, diretor de vendas da fabricante de máquinas agrícolas Valtra, avalia o modelo de compartilhamento como uma tendência inexorável na agricultura, independentemente de ser por meio de plataformas online ou operações offline.

Fonte: Infomoney

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4 de maio de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Casal de agricultores supera desafios de produção na Paraíba

O casal de agricultores familiares José Ferreira de Souza, 58 anos, e Margarida Ferreira de Lima, 56, produz hortaliças e legumes, como coentro, beringela, alface, beterraba e mandioca, em meio a caatinga. Mas isso só foi possível pela força de vontade, experiência e insistência de seu José. O agricultor escavou manualmente uma cacimba até encontrar a água. A atitude de José superou a dificuldade de recursos da região e rendeu ao casal a produção de novas culturas, um incentivo para continuarem firmes na produção.

José e Margarida moram desde 2004 pertinho do município paraibano Cuité, na microrregião do Curimataú. Lá começaram as dificuldades, mas logo acessaram o Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF), o que deu um gás no trabalho do casal. No início, seu José buscava água no vizinho para manter o cultivo de milho, feijão e fava. Mas desde 2015, quando resolveu escavar a cacimba, deu início a outros tipos de plantação. “A água ainda é pouca, mas é apropriada e dá para manter a produção. Lá na frente, se Deus quiser, vamos conseguir mais”, afirma o agricultor.

Mesmo com a estiagem, o casal consegue vender a produção para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), junto as prefeituras de Cuité-PB e Japi-RN, graças ao suporte oferecido pela Organização Social para o Desenvolvimento Sustentável e Capacitação (Odesc). O grupo desenvolve Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), orienta e realiza planejamentos para a participação dos produtores rurais em programas governamentais.

De acordo com o técnico de Ater da Odesc Rogaciano Souto Medeiros, o seu José e a dona Margarida são exemplos para a região, pois mesmo com todas as dificuldades, inclusive, os seis anos de estiagem, eles não pararam de produzir. “Eles têm um oásis no meio do deserto”, comentou o técnico.

Os próximos passos, segundo seu José, serão para finalizar o atual financiamento feito por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e usar os recursos para a construção de um poço artesiano na propriedade. Os dois ainda querem acessar neste ano o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Mariana Guedes
Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário
Assessoria de Comunicação
Contatos: (61) 2020-0128 / 0122 e imprensa@mda.gov.br

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27 de abril de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Exportações brasileiras crescem 24,4% neste primeiro trimestre

As exportações brasileiras cresceram 24,4% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período de 2016. Ao mesmo tempo, as importações aumentaram 12%. A balança comercial registrou superávit de US$ 14,4 bilhões. Os dados são do Indicador Mensal da Balança Comercial, da Fundação Getulio Vargas (FGV), e foram divulgados hoje (26/4) no Rio de Janeiro.

Com o resultado da balança comercial, estima-se que o comércio externo brasileiro encerre o ano com um saldo positivo de US$ 50 bilhões.

Em relação ao volume, as exportações cresceram menos (11%) do que as importações (17%) no primeiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2016. A maior alta nas exportações foi observada no setor da indústria extrativa (38%), seguido pela indústria da transformação (9%). A agropecuária teve uma queda de 7%. As exportações de não commodities aumentaram 16% e as de commodities, 6%.

O maior crescimento no volume importado ocorreu na indústria de transformação (23%), seguido pela extrativa (11%). A agropecuária teve queda de 4%.

Preços dos produtos negociados

Os termos de troca penderam a favor da balança comercial brasileira, com uma melhora de 19% na comparação com o primeiro trimestre de 2016, devido ao aumento de 15% do preço das exportações e da queda de 3% do preço das importações.

Isso pode ser explicado principalmente pelo comportamento das commodities. Enquanto o preço de importação desses produtos recuou 11%, o preço da exportação avançou 29%. Entre as não commodities, o preço das exportações não variou, enquanto o valor das importações caiu 6,5%.

Entre os setores econômicos, os preços das exportações da indústria extrativa cresceram 75%, enquanto o preço das importações caiu 9%. Na indústria da transformação, o preço das exportações cresceu 5%, enquanto o das importações caiu 7%. Na agropecuária, os preços dos exportados cresceram menos (9%) do que os dos importados (17%).

“Os preços das commodities estavam deprimidos até o final do ano passado e, neste início de ano, tiveram uma recuperação. No caso do Brasil, por exemplo, os preços de minério de ferro e petróleo melhoraram. Também temos uma demanda internacional mais favorável [para as exportações brasileiras]”, disse a pesquisadora da FGV, Lia Valls.

Fonte: Agência Brasil

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18 de abril de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegóciopolítica

Agronegócio sofre efeito colateral da lista da Odebrecht

A lista fruto da delação premiada da Odebrecht – que aponta o pagamento de caixa 2 e de propina a políticos, partidos e outros segmentos da sociedade “desorganizada” – não poupou nem mesmo o agronegócio. Ou melhor, os representantes do agronegócio, a começar pelo atual ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi (PP-MT).

Ele também é senador licenciado, foi governador do Mato Grosso e produtor rural e é um dos maiores empresários do agronegócio do Brasil e do mundo. Blairo Maggi teria recebido R$ 12 milhões na campanha de reeleição ao governo do Mato Grosso em 2006. Kátia Abreu (PMDB-TO), a titular que lhe antecedeu na pasta, também não escapou. A ex-ministra é acusada de receber R$ 500 mil em dinheiro ilícito na campanha de 2014.

É o agro mais uma vez sofrendo o efeito colateral de problemas de natureza política, que insistem em perseguir o setor. Demandas de gabinete, desvios de colarinho branco que colocam o Brasil e o agronegócio sob suspeita no ambiente internacional. Nos últimos meses, aliás, foram inúmeros os episódios que jogaram luz sobre questões negativas envolvendo o país. Primeiro, a Operação Carne Fraca, que provocou um estrago na imagem do Brasil como fornecedor mundial de proteína animal. Em seguida veio o contingenciamento pelo governo federal dos recursos do Ministério da Agricultura. E, agora, em mais uma exposição, ministros, ex-ministros, senadores e deputados e ex-parlamentares da bancada ruralista envolvidos nos casos de caixa 2.

Algumas pessoas intimamente ligadas ao setor tentam colocar panos quentes. Como que para aliviar a responsabilidade deste ou daquele sujeito, consideram o fato de mais de 170 políticos, de vários partidos e que representam vários segmentos estarem na lista do ministro Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). Mas isso só piora as coisas. Não dá para generalizar ou institucionalizar a situação. Que cada um olhe para o seu quadrado, que cada um fiscalize e cobre dos seus, daqueles que estão mais próximos de você, do segmento que você atua e da parte da sociedade organizada de que você participa.

Leia a notícia na íntegra no site Gazeta do Povo.

Fonte: Gazeta do Povo
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18 de abril de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Tecnologia já é usada em cerca de 67% das propriedades rurais do país

Cerca de 67% das propriedades agrícolas do país usam algum tipo de tecnologia, seja na área de gestão dos negócios ou nas atividades de cultivo e colheita da produção. A estimativa é do coordenador da Secretaria Executiva da Comissão Brasileira de Agricultura de Precisão (CBAP), Fabrício Juntolli, reconduzido ao cargo por mais dois anos, nesta quinta-feira (13), por meio de portaria assinada pelo ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento).

“Nossa meta para os próximos dois anos é fazer um levantamento sobre o panorama de agricultura de precisão no Brasil”, diz Juntolli. A tecnologia, acrescenta, contribui para a melhoria da gestão da propriedade e para a tomada de decisão dos produtores. “Ela ajuda os agricultores a plantar na hora certa e com a utilização de insumos na quantidade exata.” Segundo ele, a agricultura de precisão está em crescimento no país, principalmente nos estados do Centro-Sul (RS, SC, PR, SP, MG, GO, MS, MT) e em Roraima e Tocantins, no Norte.

A portaria assinada por Blairo Maggi traz ainda os nomes dos demais membros da CBAP. Representantes da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário da Casa Civil e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicação também fazem parte da comissão. Neste ano, destaca Juntolli, duas novas entidades passaram a fazer parte da CBAP: a Associação Brasileira dos Prestadores de Serviços em Agricultura de Precisão e a Associação Brasileira de Agricultura de Precisão.

Ainda integram a CBAP a Associação Brasileira de Engenheiros Agrícolas, Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, Associação Brasileira das Entidades Estaduais de Assistência Técnica e Extensão Rural,  Associação Brasileira de Engenharia Agrícola, Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Fórum de Pró-Reitores de Pós-Graduação, Organização das Cooperativas Brasileiras, Associação Brasileira de Sementes e Mudas, Sociedade dos Técnicos Açucareiros e Alcooleiros do Brasil e a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica.

Fonte: Mapa

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13 de abril de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

CEO da Monsanto fala sobre futuro da agricultura: próxima revolução está no uso de dados

Desafio do setor passa por dobrar a produção com aumento de eficiência e tecnologia

O agronegócio precisará aumentar consideravelmente a produção nos próximos anos para lidar com o crescimento populacional. Para Hugh Grant, um dos empresários mais importantes do agronegócio global, a grande pergunta a ser respondida é como dobrar a produção de alimentos no mundo no médio ao longo prazo mantendo o espaço limitado disponível para agricultura. “Acredito que o futuro é brilhante, sou um otimista”, afirma. “A ciência dos dados vai mudar a agricultura nos próximos 20 anos do mesmo modo que a biotecnologia mudou o setor nos últimos 20 anos”, complementa o CEO da Monsanto.

Grant acrescenta que as decisões dos produtores serão cada vez mais direcionadas via gestão de dados. “Isso nos permitirá usar menos produtos químicos e com mais precisão, antes que doenças e insetos se tornem um problema”, afirma. No entanto, o CEO da Monsanto alerta que é preciso acelerar o ritmo de inovação no setor.

Em palestra no GAF Talks, evento organizado pela DATAGRO, o empresário chama atenção para o fato de que o setor não tem se transformado rápido o suficiente para acompanhar as mudanças. “A pesquisa hoje é muito fragmentada e muito pouco financiada, nós não gastamos muito para resolver os problemas do futuro.”

Para Grant, apesar dos avanços nos últimos anos, o setor ainda demanda novos produtos e que eles sejam cada vez mais integrados. “Nós precisamos entender como produzir mais com menos água, menos fertilizantes, menos produtos químicos”, diz, embora demonstre otimismo de que a comunidade agrícola conseguirá alcançar esses objetivos.

Parte da solução passa pelo esforço colaborativo entre as diferentes empresas e representantes do setor, acrescenta Grant, incluindo entidades como a Embrapa. A própria Monsanto criou uma iniciativa chamada The Climate Corporation, em que reuniu informações públicas, privadas e dos produtores. A rede criada pela companhia conta com 640 laboratórios conectados.

O braço da Monsanto também está se preparando para lançar um programa envolvendo a ciência de dados no Brasil no próximo ano, reforçando a ideia de ampliar seu escopo de atuação, que hoje em dia é focado no desenvolvimento de sementes transgênicas. A ideia é coletar dados de campo para soja e milho com agricultores de diferentes estados do Brasil e oferecer soluções integradas para incrementar a eficiência e a sustentabilidade. “O beta testing é muito encorajador”, afirmou, sem oferecer mais detalhes.

Alan Jorge Bojanic, representante do Brasil na FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), compartilha da importância do uso de dados para o setor. “Não podemos falar de agricultura de precisão sem falar de Big Data”, disse, também em palestra no GAF Talks.

Os cálculos da FAO mostram que será preciso produzir 70% mais alimentos até 2050, com a maior parte desse avanço proveniente de ganhos de produtividade. “O Big Data está sendo implementado aos poucos na agricultura, o importante é que ele não só vincula informação ao produtor como também mostra o que está acontecendo no mercado, como os consumidores e os produtores estão se comportando”, afirma.

Algumas iniciativas estão sendo implementadas no setor, como o uso de robôs, drones, mapeamento das áreas plantadas e sensores remotos, este usado há mais tempo, inclusive pela FAO, para estimar safras e projetar a produção futura. “O essencial para o Big Data é a colaboração para complementar a informação que você não tem, a troca de informação entre os distintos atores é fundamental”, complementa Bojanic.

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12 de abril de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Na contramão da crise, agronegócio deve puxar PIB brasileiro

Com a divulgação do novo Boletim Focus, do Banco Central, na última segunda-feira (10), fica a dúvida: quem irá puxar o crescimento do PIB, previsto em 0,4% pelas instituições financeiras participantes do relatório semanal do BC?

Com previsão de safra em 217 milhões de toneladas na temporada 2016/17 contra 186 milhões no período anterior, conforme o índice Indicador Brasil, da Expedição Safra, tudo indica que vai sobrar para o campo salvar a lavoura.

A estimativa do crescimento PIB do agronegócio é de 2%, conforme a Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). O setor representa quase 23% do total produto interno nacional.
Por outro lado, a produção industrial apresenta recuo de 4,8% nos últimos 12 meses, conforme o último relatório pelo IBGE, atualizado ontem (11) e que leva em conta dados de fevereiro. As vendas do comércio varejista também não animam: queda de 7%, com a 22ª taxa negativa seguida, pela última análise do IBGE.

Salvador da pátria

Vários fatores estão sendo determinantes para que o setor agro seja o “queridinho” da economia no momento. Camilo Motter, economista e analista de mercado da Granoeste Corretora, lembra que o segmento responde por 33% da produção nacional – incluindo a produção, cultivo, frigoríficos e outros elementos do agronegócios.

  •  Leia notícia na íntegra em Gazeta do Povo.
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10 de abril de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriaMulher no campo

Força feminina: Mulheres na busca de alternativa de renda familiar

Entre o campo e trabalhos artesanais, mulheres encontram o seu empoderamento

A mulher carimbou o protagonismo no meio rural. O papel de quem só era responsável pelas atividades cotidianas da casa, como os afazeres domésticos e o cuidado dos filhos, ficou para trás. Melhor dizendo, bem para trás. De salto alto ou não, lá estão elas na lida do campo, acompanhando a produção de perto, e mais, tomando frente na gestão do negócio, planejando, executando e tomando decisões.

“Temos mulheres com perfil para pecuária, outras para agricultura, e até mesmo mulheres envolvidas no setor florestal. Muitas empresas, inclusive, dão preferência para a mão de obra feminina, pois as máquinas são altamente tecnológicas e sensíveis e a mulher tem um zelo maior com a ferramenta de trabalho. Elas resolveram abraçar a causa e sair da zona de conforto”, destaca a diretora-secretária do Sistema Famasul e coordenadora educacional do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar/MS, Terezinha Cândido.

Muitas mulheres utilizam também seus dons na produção de alimentos artesanais, como queijos, doces e pães, e também nos trabalhos artísticos e manuais, como crochê, bordado e tecelagem. Seja no campo ou fora dele, a perspectiva delas é uma só: a geração de renda.

No Mato Grosso do Sul a força da mulher está bem evidente nas estatísticas. De acordo com o censo populacional do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – de 2000, 5.782 lares na zona rural eram chefiados por mulheres. Uma década depois esse número mais que triplicou. No censo de 2010, 19.648 mulheres do campo eram responsáveis por suas famílias, o que corresponde a um crescimento de quase 240%.

Fonte: Famasul

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6 de abril de 2017by Assessoria de Comunicaçãosoja

Com perda de eficiência das carboxamidas, como produtores de soja podem se proteger da ferrugem asiática

Principais pesquisadores do país se reuniram em Campinas-SP para discutir a resistência da ferrugem asiática na soja

Os principais fitopatologistas do país estiveram reunidos em Campinas-SP, nestes dias 3 e 4 de abril, para discutir a resistência da ferrugem asiática. Esses pesquisadores fazem parte do Eagle Team, grupo que analisa as consequências do aumento da resistência e que busca conscientizar os produtores sobre a prevenção de doenças no campo. No dia 8 de março passado, o FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas) noticiou que o mais novo grupo químico utilizado para o controle da ferrugem asiática – as carboxamidas ou SDHIs – foi vencido pela ferrugem. Portanto, hoje, os patógenos já estão resistentes aos principais produtos sistêmicos.

A ferrugem asiática da soja é a doença que mais impacta a cultura atualmente, devido ao grande potencial de perdas de produtividade.

João Batista Olivi participou deste evento em Campinas e entrevistou alguns desses pesquisadores, além de ouvir empresários do setor de defensivos. Na primeira entrevista da série, a pesquisadora da Embrapa Soja, engenheira agrônoma, doutora em Fitopatologia pela Universidade de São Paulo, Cláudia Godoy faz um relato sobre os impactos da perda de eficiência das carboxamidas e como o produtor deve se adequar ao novo manejo para aprimorar o controle do fungo.

Nesta quarta -feira (05) é a vez do professor Erlei Reis , engenheiro agrônomo , Mestre em Fitopatologia , Ph.D. em Fitopatologia (Washington State University) e professor da UPF explicar como anda a eficiência dos produtos disponíveis atualmente no mercado e como o produtor pode evitar gastos com fungicidas que não terão efeito efetivo sobre a doença.

E na quinta-feira (06) , Carlos Pellicer , presidente da UPL Brasil conversa com João Batista Olivi sobre o mercado de fungicidas e faz uma crítica às empresas que insistem em manter produtos que já não funcionam mais.

Confira a seguir a primeira entrevista com Cláudia Godoy da Embrapa :

A pesquisadora Cláudia Vieira Godoy, da Embrapa Soja, aponta que o rompimento da resistência das carboxamidas para a ferrugem asiática na soja, o que ocorreu em algumas áreas já na última safra, é bastante preocupante. Segundo Godoy, não era esperado que isso acontecesse tão rapidamente.

Essa resistência ocorreu em algumas regiões no Brasil e ainda não foi generalizado – a Região Sul contou com a maior incidência. Por isso, a pesquisadora lembra que o país continua tendo carboxamidas que estão “funcionando muito bem”.

Para a safra seguinte, há uma grande dúvida. A frequência dessas mutações pode aumentar e, como o fungo se espalha fácil, isso poderá subir para a Região Central.

Ela lembra, portanto, que nem todas as carboxamidas vão ter a mesma resposta. Isso depende também do manejo realizado por cada produtor. Para isso, ela recomenda que o plantio de soja safrinha seja evitado, além do excesso de aplicações. Somado a isso, é preciso ainda a adoção de fungicidas multissítios e de rotação de fungicidas.

A informação, portanto, será um insumo fundamental para a próxima safra. Os produtores devem se informar e evitar comprar produtos com baixa eficiência e conhecer sua situação para realizar o melhor manejo. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) não pode evitar a safrinha, mas as Secretarias de Agricultura locais poderão entrar com uma conscientização para com os produtores.

Veja também a entrevista com o engenheiro agrônomo e pesquisador Erlei Reis, no link abaixo:

Produtos com eficiência abaixo de 80% no controle da ferrugem na soja expõe lavouras ao risco

veja mais erlei soja ferrugem

Por: João Batista Olivi e Izadora Pimenta
Fonte: Notícias Agrícolas
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