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2 de janeiro de 2018by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Inteligência artificial no manejo integrado de pragas

O valor das perdas anuais causadas por pragas e doenças na agricultura brasileira é de R$ 55 bilhões, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Agrosmart, empresa de agricultura digital sediada em Campinas, no interior de São Paulo, pretende mudar esse cenário utilizando a tecnologia da Internet das Coisas (IoT). A empresa está desenvolvendo um aplicativo que, conectado a uma armadilha de pragas, ajudará o produtor a aplicar o defensivo agrícola no momento certo e na quantidade exata, para obter maior eficiência no combate às pragas com menor custo e impacto ao meio ambiente.

O projeto foi um dos oito selecionados, em dezembro de 2017, em chamada do Programa PIPE/PAPPE Subvenção, resultado de acordo entre a FAPESP e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para o financiamento de pesquisa inovativa em pequenas empresas.

Coordenado pelo engenheiro agrônomo Marcus Vinicius Sato, o projeto da Agrosmart baseia-se em técnicas do Manejo Integrado de Pragas (MIP). O MIP surgiu na década de 1960 para tornar mais eficiente o controle de pragas agrícolas integrando diferentes ferramentas de controle, como defensivos químicos, agentes biológicos (predadores e bactérias, por exemplo), armadilhas luminosas e feromônios sintéticos (substâncias químicas que, à semelhança das naturais, podem atrair ou repelir os insetos).

“Vamos realizar o manejo integrado de pragas contando com inteligência artificial para qualificar e quantificar os insetos”, diz Sato. Serão usados feromônios para atrair insetos a armadilhas dotadas de sensores, estrategicamente espalhadas pela plantação. Os sensores, conectados a sistemas eletrônicos embarcados, farão a coleta de dados, enviando-os para a internet, onde será feito o processamento das imagens, contagem e identificação dos insetos. Conforme a quantidade de insetos encontrados por metro quadrado, será recomendada, ou não, a aplicação de defensivos agrícolas. A análise desses dados chegará pronta ao agricultor, por meio de um smartphone ou tablet.

O pesquisador garante que a conexão com a internet será possível mesmo nas regiões mais distantes dos grandes centros – um dos principais desafios do projeto. “O acesso à internet em região de lavoura é muito difícil. Em certos locais o 3G não funciona nem no centro da cidade. Mas a Agrosmart transpôs essa barreira de conectividade: temos soluções customizadas para cada região. Onde não pega o 3G recorremos à tecnologia via satélite”, explicou ele.

Mestre em Ciências do Solo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), Sato tem um bom diálogo com a equipe especializada em tecnologia da informação: antes de cursar Agronomia na Esalq, fez o curso Técnico em Mecatrônica no Colégio Técnico de Campinas (Cotuca), vinculado à Unicamp. “Essa formação está sendo útil: ajudou-me a ter uma noção básica do desenvolvimento do hardware”, afirma.

O engenheiro agrônomo, que atua na área de Pesquisa & Desenvolvimento da Agrosmart desde 2015, diz que a empresa já tinha planos de buscar apoio da FAPESP para um de seus projetos. “Escolhemos um produto para o qual ainda não existe um correspondente nacional.” Segundo ele, no exterior já existem armadilhas inteligentes que usam tecnologia de aprendizado de máquina para identificação de insetos. Porém, elas são pouco acessíveis ao agricultor. “Pretendemos desenvolver um produto que seja viável economicamente”, afirma Sato.

A Agrosmart já tem alguns protótipos em teste e o agrônomo afirma que é alto o grau de confiabilidade do sistema, sobretudo quando são usados feromônios já estabelecidos para o inseto-alvo. “O erro máximo que registramos até agora foi de 5%”, diz Sato. O pesquisador conta que serão feitos, também, testes com outros tipos de isca. “Parte do orçamento do projeto é para viagens. Vamos testar o sistema em propriedades de agricultores com os quais já temos relacionamento, em São Paulo, no sul de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.”

Ao longo dos próximos 18 meses, os pesquisadores da Agrosmart esperam ter os dados validados e o aplicativo pronto para comercialização.

Parceria com a Nasa e com a Embrapa

Fundada em 2014 por três jovens empreendedores – Mariana Vasconcelos, Thales Nicoleti e Raphael Pizzi –, a Agrosmart já tem experiência no campo da agricultura digital, oferecendo serviços de monitoramento de áreas agrícolas com sensores capazes de avaliar mais de 10 variáveis ambientais.

Associada à EsalqTec desde 2015, a empresa foi acelerada pela Baita, em Campinas. Em 2016, venceu o concurso de soluções hídricas Call to Innovation, organizado no Brasil pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), e, no mesmo ano, foi convidada para um programa de transferência de tecnologia com a Nasa, agência espacial norte-americana, na área de imagem de satélites.

Em novembro de 2017, a Agrosmart estabeleceu uma parceria com a Embrapa, para automatizar o diagnóstico e monitoramento de doenças agrícolas. O projeto está sendo desenvolvido no âmbito do “sitIoT” (junção das palavras sítio e IoT, Internet das Coisas), um ambiente colaborativo criado pela Embrapa para fomentar a agricultura digital. A Agrosmart é a primeira startup a participar da iniciativa.

A empresa instalará sensores em pés de café do campo experimental da Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, interior de São Paulo, a fim de avaliar o efeito das mudanças dos níveis atmosféricos de CO2 sobre a cultura do café. O experimento é chamado de FACE (Free Air Co2 Enrichment). Pesquisadores da Embrapa já identificaram que o aumento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera tem efeitos deletérios sobre a cafeicultura – aumentando, por exemplo, a intensidade da ferrugem, uma das principais doenças que acometem os pés de café. O objetivo da parceria é colocar no mercado uma tecnologia capaz de oferecer um modelo de previsão e controle de doenças agrícolas.

  • Fonte: Agência Fapesp
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22 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agronegócio brasileiro: o modelo que deu certo

Há alguns dias, li um excelente artigo do economista José Roberto Mendonça de Barros: “Agronegócio e Indústria: por que trajetórias tão diferentes”. O trabalho analisa as razões do baixo crescimento da economia brasileira desde 1980, identificando a interligação desse fator com o fenômeno da queda ou estagnação dos níveis de produtividade da indústria e de alguns outros setores da economia brasileira nas últimas décadas. A agricultura, entretanto, se destaca com uma dinâmica contrária, de alto crescimento.

O Produto Interno Bruto (PIB) é criado pela interação entre os estoques de capital físico e de capital humano existentes. A produtividade indica a efetividade dessa interação e é o principal motor de crescimento econômico de longo prazo, já que os estoques de capital humano e físico são limitados.

Com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mendonça de Barros demonstra que, no período de 1995 a 2015, a produtividade do trabalho do Brasil como um todo cresceu 0,9% ao ano, um número, na opinião dele, bastante modesto.

No período de duas décadas, a produtividade no setor de serviços, que responde por 73,2% do PIB brasileiro, cresceu apenas 0,3% ao ano. A indústria brasileira, que representa 21,2% do PIB, teve resultado ainda pior, sendo responsável por uma queda de produtividade de 0,8% ao ano. Já a agropecuária, que representa 5,5% do PIB, viu sua produtividade crescer incríveis 5,4% ao ano.

Mendonça de Barros destaca o agronegócio como o único setor relevante da economia brasileira que tem o centro de seu modelo de negócios baseado no aumento da produtividade. A própria exposição significativa à concorrência internacional contribuiu com esse modelo, interligando ainda mais a agropecuária, a agroindústria, a pesquisa e os outros serviços relacionados à agricultura. Esse conjunto que compõe o agronegócio representa hoje cerca de 22% da economia brasileira.

Na contramão do agronegócio, a indústria de transformação, a construção civil, o comércio e a logística tiveram o pior desempenho em termos de produtividade nos últimos 20 anos. Em relação à indústria, o resultado negativo ainda é mais grave, se considerarmos os amplos estímulos governamentais, o crédito subsidiado e as desonerações tributárias, dirigidos a determinados segmentos.
Campeões?

Muitas vezes, as políticas governamentais tinham como foco a maior diversificação da indústria local e a criação de novos segmentos ou o fortalecimento de algumas empresas como “campeões nacionais” em áreas escolhidas pelo próprio governo e não pela lógica de mercado.

Avaliando como fracasso as caras políticas setoriais, o economista Marcos Lisboa afirma que ao invés de “tentar fazer quase tudo”, o Brasil poderia ter se especializado em alguns setores da indústria e da agricultura. O economista estima que apenas o subsídio concedido nos empréstimos do BNDES entre 2009 e 2014 custou mais de R$ 320 bilhões à economia brasileira. Os elevados dispêndios dirigidos só a alguns segmentos ou empresas empobreceram o País e aprofundaram a recessão econômica.

Ao invés de estímulos setoriais, o governo poderia ter concentrado investimentos públicos em infraestrutura e logística, desburocratização e melhoria do ambiente de negócios, reduzindo o “custo Brasil”. A economia como um todo se beneficiaria desses investimentos.

O agronegócio cresceu por conta da sua competência e não em função de apoio governamental. É o setor que menos recebeu subsídios se comparado aos seus pares no exterior (europeus, norte-americanos, chineses etc.) e em comparação com a indústria brasileira.

Como definiu a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), “a impressionante reversão de um estado de dependência externa para a vice-liderança da produção mundial de alimentos em apenas 50 anos se deu por uma série de fatores, merecendo destaque a vasta porção de terra cultivável no País, as condições climáticas favoráveis à produção diversificada, o rápido desenvolvimento da capacidade de nossas cadeias produtivas, o desenvolvimento de tecnologia agropecuária e o aumento natural da demanda.”

Esse modelo de crescimento baseado em aumento de produtividade foi estimulado, principalmente pela política governamental de investimento em pesquisa e desenvolvimento agropecuário e pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em 1973.
Potencial

O agronegócio brasileiro continuou crescendo nos últimos anos, mesmo em condições desfavoráveis, como preços internacionais baixos, real desvalorizado e elevado protecionismo por parte de seus concorrentes internacionais. Deu um show de desempenho aqui no Brasil e no exterior. E mais, os especialistas estimam que o nosso País vai se tornar o maior exportador mundial em poucos anos.

E a indústria? A produtividade decorre da capacidade de inovar e criar novos conhecimentos. A estagnação da produtividade é um problema no âmbito mundial. Conforme os cálculos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, a produtividade da economia mundial caiu 0,3% no ano passado e está estagnada desde 2007. A estagnação da produtividade provoca o baixo crescimento do PIB mundial que, por sua vez, se traduz em padrões de vida permanentemente mais baixos, o que pode afetar as próximas gerações.

O atual modelo da indústria manufatureira, que funciona com base na extração de matérias primas, transformando-as em produtos e depois descartando resíduos, não tem sustentação. Esse padrão extrativo está sendo substituído pela chamada “economia circular”, que busca usar insumos renováveis e soluções que restauram e regeneram resíduos, reintroduzindo-os novamente na economia para gerar energia e criar novos usos e novo valor, evitando desperdícios. Essa transformação pode dar um grande impulso ao incremento da produtividade da indústria brasileira.

A agricultura, que é a fonte da bioeconomia, terá um papel fundamental nesse novo grande complexo da economia circular. Uma maior interligação entre a agricultura e a indústria criará estímulos à agregação de valor, à inovação e à produtividade. O Brasil tem um enorme potencial na nova economia circular que está transformando o mundo de hoje.

(*) Tatiana Palermo foi Secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2015-2016).

Gazeta do Povo

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14 de dezembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioTecnologia

Drones abrem novas vagas enquanto acabam com velhas carreiras

O mercado de drones ainda está decolando no Brasil e há um setor que está voando lado a lado com esses equipamentos: o agronegócio. “A agricultura é responsável pela metade do mercado de drones atualmente no Brasil. O restante está distribuída em infraestrutura, inspeção, torres de transmissão, entretenimento, fotografia”, exemplifica Emerson Granemann, CEO da empresa Mundo Geo.

Os drones permitem mapear propriedades, verificar o estágio de plantio, identificar pragas e até mesmo pulverizar pontos específicos que estejam com ervas daninhas. “Também podem ser utilizados para tarefas como contagem de cabeças de gado”, reforça Granemann.

Ao mesmo tempo em que o drone reforça a agricultura de precisão, ele supre serviços manuais. “É inevitável a substituição de mão de obra para profissões como a aplicação convencional [de defensivos agrícolas]. No Japão, 90% da pulverização é feita com drones”, diz explica Francisco Nogara Netto, instrutor do curso de agricultura do Dronegócios Meeting, organizado pela Mundo Geo em Curitiba dias 6 e 7. Nogara conta que, como o drone permite o mapeamento exato do terreno, é possível automatizar tratores para as operações agrícolas.

Por outro lado, essas aeronaves abrem portas para analistas, engenheiros e profissionais das áreas de cartografia, agronomia e florestas, que devem ser contratados para analisar as imagens geradas pelos drones. Também há espaço, claro, para pilotos. “O mercado traz espaço para quem encara como hobby ou de maneira profissional”, explica Luciano Cardoso Fucci, autor do livro Piloto de Drone, uma Profissão de Futuro.

Também é possível reduzir custos: fundador da startup Agropixel, Nogara conta que recentemente fez um trabalho em uma propriedade no estado de Goiás que, após o mapeamento, foram identificados pontos específicos que necessitavam de pulverização, reduzindo o custo em 70% com defensivos agrícolas.

Essas inovações vêm chamando a atenção das cooperativas. “Estamos buscando soluções para os cooperados, aprimorando nossa agricultura de precisão”, afirma Jomário Américo, engenheiro agrônomo da Castrolanda, e um dos participantes do curso de Nogara.

Drone para agricultura: como funciona e quanto custa?

Diversos drones pousaram na capital paranaense durante o Dronegócios Meeting. Apesar de alguns modelos passarem de US$ 40 mil, as versões mais baratas podem custam a partir de R$ 8 mil, como no caso da empresa Gdrones, de São Paulo. Mas há também a oportunidade de contratar o serviço sem comprar um drone.

“Para a agricultura, o mais importante é o tipo de câmera utilizada [para mapeamento no voo]”, afirma o CEO da empresa, George Alfredo Longhitano.

Luciano Fucci trouxe para Curitiba um pré-lançamento da Tecnodrone, com uma versão 100% Brasileira. O aparelho tem um software que apresenta um mapa de calor aéreo, identificando em tons de verde plantas em processo saudável de fotossíntese, em amarelo indicadores de estresse ou em tom vermelho áreas de plantas mortas ou sem vegetação. Isso permite a ação direta do agricultor sobre o terreno.

Os modelos de Fucci e Longhitano são parecidos com a versão da empresa Santiago e Cintra: aviões com asas ao invés de hélices e que fazem o trabalho de forma automática, retornando ao local de lançamento. O controle remoto é apenas para intervenção de segurança. “O drone é lançado e faz o levantamento rápido de 2 a 3 mil hectares para mapear a topografia da área”, explica Paulo Henrique Amorim Silva, gerente de novos negócios da Santiago e Cintra, que apresenta uma aeronave de R$ 75 mil.

Os fornecedores de drones recomendam também que, mesmo que o proprietário rural tenha seu drone próprio, contrate especialistas na análise dos resultados apresentados pelos softwares dos aparelhos, para aprimorar os resultados da agricultura de precisão.

Legislação aérea para drones na agricultura

Tão ou mais importante que contar com drones é respeitar a legislação área. O CEO da Mundo Geo, Emerson Granemann, destaca que a regulamentação já existe e é feita pela ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil. Nogara Netto reforça: “O proprietário é responsável pelo uso do drone e precisa de autorização da ANAC para sobrevoar suas áreas”. A navegação aérea não é permitida perto de aeroportos e, em aglomerados rurais, deve operar no máximo a 60 metros de altura. Em áreas urbanas, só podem operar em até 120 metros de altura. Também é preciso manter distância mínima de 30 metros de aglomerações de pessoas.

Gazeta do Povo

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4 de dezembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

Pesquisadores traçam cenário favorável para o agronegócio brasileiro

A agricultura nacional poderá experimentar um forte crescimento nas próximas décadas, desde que sejam feitos os investimentos necessários em ciência e tecnologia. Essa foi uma das principais conclusões a que chegaram representantes da comunidade científica em audiência pública da Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA), realizada nesta terça-feira (28).

O debate, sugerido pelo presidente do colegiado, senador Ivo Cassol (PP-RO), faz parte da avaliação da Política de Pesquisa Agropecuária, escolhida para ser analisada pela comissão em 2017.
Biocombustíveis

O representante da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Gonçalo Amarante Guimarães Pereira, considerou o setor de produção de biocombustíveis como um dos mais promissores a serem desenvolvidos.

Caso o Brasil utilize metade dos 200 milhões de hectares destinados atualmente a pastagens, em sua maioria degradadas, na avaliação de Gonçalo Amarante, poderá expandir sua produção de etanol a ponto de ter condições de substituir o consumo mundial de gasolina.

— Se em vez de produzirmos etanol de 1ª geração produzirmos etanol de 2ª geração com cana-de-açúcar, uma conta simples mostra que se dedicarmos a metade desta área de pastagem para esta produção, conseguiremos substituir o consumo global de gasolina — disse o representante da SBPC.
Mecanização

Gonçalo Amarante citou a mecanização do cultivo de cana-de-açúcar como uma área que deverá demandar importantes desenvolvimentos tecnológicos nos próximos anos. Segundo ele, devido ao fato de a mecanização desta lavoura não ter sido adaptada às nossas condições, a produtividade da cana-de-açúcar caiu mais de 10% após o abandono das técnicas tradicionais de cultivo.
Macaúba e biomassa

O desenvolvimento da produção de óleo da palmeira macaúba, da geração de eletricidade a partir de etanol e de biomassa foram outros nichos do agronegócio que na opinião de Gonçalo Amarante devem receber prioridade.

No mesmo sentido, Elibio Leopoldo Rech Filho, diretor da Academia Brasileira de Ciências (ABC), destacou o potencial de desenvolvimento da produção agrícola brasileira em áreas de pastagens degradadas, ocupadas por agricultores das classes de renda D e E.
Áreas degradadas

De acordo com o pesquisador, os agricultores das classes D e E, ocupam mais de 109 milhões de hectares em 3,6 milhões de estabelecimentos, mas são responsáveis apenas por 7,6% do valor bruto da produção. Já os agricultores das classes A, B e C, que utilizam 190 milhões de hectares, obtém 92,4% do valor da produção nacional. Essa situação tornaria possível a elevação da produção a partir de investimentos adequados nas áreas de menor renda do país.

Citando os enormes ganhos de produtividade obtidos na cultura da soja a partir da década de 1990, devido em parte ao trabalho da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Elibio Leopoldo Rech Filho, reconheceu também a importância da biodiversidade existente no Brasil para esse resultado.

— Essa nossa agricultura desenvolvida existe não somente em função do uso de ciência e tecnologia, mas também por causa da biodiversidade. Ela que fornece e dá o equilíbrio para todos os recursos aquíferos, proteção do solo, estabilidade climática, reciclagem do solo e nutrientes, biomas e ecosistemas — observou.

Fernando Ribeiro, assessor da presidência da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), salientou a importância do investimento em ciência para a elevação da produtividade do agronegócio brasileiro. Citando estudo da União Europeia, ele observou que o valor total gerado pela pesquisa pública é entre 3 a 8 vezes o valor do investimento.

— A taxa de retorno da maior parte dos projetos é entre 20% e 50%. Entre 20% e 75% das inovações não poderiam ter sido desenvolvidas sem a contribuição da pesquisa publica, desenvolvida até 7 anos antes — afirmou Fernando Ribeiro.

O diretor-executivo, no exercício da presidência, do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), Márcio de Miranda Santos, alertou para a necessidade de articulação de atores relevantes dentro da cadeia de valor da produção de alimentos e da produção agropecuária como um todo.

Segundo ele, atualmente se observa ao longo dos investimentos no setor agrícola um aumento considerável da complexidade dos temas que precisam ser tratados, sendo que o sistema brasileiro de produção agropecuária estaria, em sua avaliação, desarticulado.

— O nosso sistema esta muito desarticulado. Ele precisa de soluções no que diz respeito ao apoio do Legislativo, absolutamente fundamental para iniciativas que articulem esse sistema entre todos os seus principais atores, governo, empresa academia, sociedade civil organizada e sociedade civil que se auto-organiza — avaliou.

Agência Senado

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29 de novembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócioeconomia

Agronegócio ajuda no controle da inflação

Em seu último boletim mensal, divulgado nesta sexta-feira (24.11), o Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada) afirma que o agronegócio está ajudando no controle da inflação. De acordo com a entidade, isso ocorre em função do movimento de queda dos preços relativos à atividade, que apesar de provocar perda de rentabilidade da produção do setor frente à média da economia, tem impacto positivo sobre a economia e a sociedade.

“Produzindo mais a preços menores, o setor contribuiu com o maior abastecimento, com a geração de divisas e o controle da inflação. A queda mais acentuada nos preços relativos, de 11,6%, foi observada no ramo agrícola, com reduções relevantes nas cotações de grãos e também de hortifrutícolas”, afirma o Cepea, que é vinculado à Esalq/USP.

Segundo a entidade, esse cenário reflete principalmente a grande oferta em volume de produção do segmento. No caso dos grãos, por exemplo, segundo pesquisadores do Cepea, o mercado vem apresentando elevada disponibilidade ao longo do ano, diante da boa produtividade de produtos como soja e milho. No ramo pecuário, as quedas nos preços relativos foram mais amenas, com a pressão vinda especialmente da bovinocultura de corte.

O crescimento do PIB-volume do agronegócio está estimado em 6,3% neste ano, considerando-se informações disponíveis até agosto/17, segundo indica pesquisa do Cepea, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil). O impulso vem do ramo agrícola, que deve registrar aumento de 9,2% em 2017, visto que, para o ramo pecuário, a estimativa é de retração, de 0,4%.

“Apesar do expressivo crescimento em volume, 2017 foi marcado por fortes quedas de preços para os produtos do agronegócio, o que, por sua vez, pressiona a renda do setor. Na comparação de janeiro a agosto de 2017 com o mesmo período de 2016, o decréscimo nos preços médios do agronegócio é de 9,5% em relação aos da economia como um todo. Então, considerando-se as informações disponíveis até agosto/17, estima-se retração interanual de 3,8% no PIB-renda do agronegócio brasileiro”, conclui.

Agrolink

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19 de setembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

Estudo aponta recuperação do setor agrícola na Safra 2017/18

Na próxima safra agrícola, a soja continuará sendo o produto com maior rentabilidade ao produtor e liquidez de mercado. Por outro lado, o milho, devido à produção recorde registrada na safra 2016/2017, encontra-se em um momento de necessidade de ajuste na relação entre oferta e demanda. É o que revela o estudo “Perspectivas para a Agropecuária, Safra 2017/2018”, divulgado nesta quarta-feira (6) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O trabalho, realizado pela Superintendência de Gestão da Oferta da Conab, apresenta ainda o cenário para algodão, arroz, carnes, feijão e lácteos. A conclusão é de que a agropecuária se manterá como um dos motores da economia brasileira, seguindo tendência – já registrada em 2017 – de recuperação na participação do Produto Interno Bruto (PIB).

Para o algodão, os técnicos da Companhia apresentam um cenário que estimula o aumento da área a ser plantada. No caso do arroz, apesar da atual desvalorização dos preços locais, espera-se um aquecimento das cotações neste segundo semestre e na entrada da próxima safra, em março de 2018.

Já a expectativa para os lácteos é de recuperação da produção, conforme já apontado em documento conjunto da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), o qual prevê crescimento de 20,5% na produção de derivados lácteos no Brasil para o período de 2017 a 2026.

As perspectivas, feitas anualmente, são elaboradas a partir de ferramentas estatísticas, observando aspectos econômicos, tecnológicos e produtivos, além dos cenários interno e externo, preços e condições da oferta e demanda. O objetivo do estudo é oferecer ao setor produtivo um panorama do que se espera para a próxima safra, em termos de mercado nacional e internacional, e auxiliar o produtor nas decisões sobre seu negócio.

Acesse aqui o estudo.

Fonte: Conab
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18 de setembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoMilho

Preços do milho mais firmes no segundo semestre

O preço do milho ficou firme no mercado interno em função da exportação e das chuvas em meados de agosto, que atrapalharam a colheita da segunda safra em algumas regiões. A exportação foi de 3,30 milhões de toneladas em agosto, até a terceira semana, o equivalente a 235,86 mil toneladas por dia (MDIC). A média diária foi de 235,86 mil toneladas, 113,2% maior que a média embarcada por dia em julho. Na comparação com agosto de 2016, o volume exportado diariamente aumentou 111,5%.

Segundo levantamento da Scot Consultoria, na região de Campinas-SP, a saca de 60 quilos fechou agosto cotada em R$26,50, para a entrega imediata, sem o frete. Em relação à média de julho a cotação subiu 2,0%. Entretanto, esse preço é 41,9% menor na comparação com igual período de 2016. A expectativa é de cotação firme neste semestre e começo de 2018, em função da exportação, que deverá continuar aquecida nos próximos meses. De qualquer maneira, as cotações deverão ficar abaixo do patamar verificado no mesmo período do ano passado.

Scot Consultoria

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4 de agosto de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Ásia é o mercado com maior potencial para expandir exportações do agro brasileiro

O agronegócio brasileiro vai continuar, nos próximos anos, com a responsabilidade de sustentar os superávits comerciais brasileiros, pautado na exportação de commodities para mais de 200 países. No entanto, o governo precisará se preocupar cada vez mais com o mercado internacional, porque existe risco grande de redução de exportação dos produtos brasileiros no Ocidente. A saída estará na Ásia, que detém 61% do mercado mundial, com destaque para China, Índia, Indonésia, Japão e Coréia do Sul, que já se consolidam como grandes consumidores do futuro. O Brasil precisa se inserir urgentemente nesses mercados mais dinâmicos.

Esse foi o principal recado passado por dois dos melhores especialistas brasileiros em questões globais do agronegócio: Marcos Sawaya Jank, consultor da Agência para o Programa de Acesso a Mercados do Agronegócio e Alimentos (PAM-Agro); e Augusto Castro, gerente executivo da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil). Ambos participaram de uma videoconferência com a diretoria da Embrapa no último dia 19 de julho, com transmissão para todas as unidades descentralizadas, e falaram sobre como agregar valor à parceria comercial com os países asiáticos. Destacaram a importância da presença naquele mercado, onde a Embrapa tem papel estratégico, e a busca por melhoria na qualidade dos produtos exportados.

“Esse tema muito nos interessa, porque o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento conta com a Embrapa para ajudar a Apex-Brasil em sua missão”, afirmou o presidente Maurício Lopes no início do encontro. “O continente asiático é também mercado para nossas tecnologias, mas acima de tudo temos o compromisso de auxiliar políticas públicas com estudos e dados qualificados, que possam embasar a criação de uma imagem positiva dos produtos brasileiros nesses mercados e a defesa dos interesses brasileiros”, completou.

Jank apresentou pontos da estratégia delineada pela Apex para os próximos meses e anos para aumentar a exportação de produtos brasileiros, relatou os problemas que o país vem atravessando no mercado internacional de carnes por conta dos desdobramentos da operação Carne Fraca e das denúncias envolvendo dirigentes da JBS e da preocupação com o baixo valor agregado dos nossos produtos exportados. “Temos que exportar menos commodities e cada vez mais produtos com valor agregado.”

Informação de qualidade

O consultor pediu maior colaboração da Embrapa na geração de informação qualificada sobre os produtos brasileiros. Sugeriu até a criação de um site ou página especial para ser utilizada em eventos internacionais, que possam mostrar que os produtos nacionais exportados têm qualidade, são produzidos sem gerar desmatamentos ou trabalho escravo e são fruto do conhecimento tropical gerado por cientistas reconhecidos no mundo inteiro. Apontou ainda cinco desafios internacionais para o país: competitividade, acesso a mercados, valor adicionado, melhoria da imagem e internacionalização.

Elísio Contini, chefe da Secretaria de Inteligência e Macroestratégia (SIM) da Embrapa, considerou o evento positivo e importante para consolidar uma parceria mais estreita com a Apex. “A pedido do presidente, vamos coordenar a partir do segundo semestre deste ano esses estudos qualificados sobre os produtos brasileiros voltados para a exportação, mobilizando observatórios, unidades, portfólios e arranjos”, adiantou.

Participaram da videoconferência representantes de todas as UDs e dos observatórios do Agropensa e também gestores e técnicos das principais UCs envolvidas com o tema.

Apex-Brasil

A Apex-Brasil é uma instituição jurídica de direito privado, sem   fins   lucrativos,   de   interesse   coletivo   e   de   utilidade   pública, criada em 2003 com a responsabilidade de executar políticas de promoção de exportações de produtos brasileiros em cooperação com o poder público, inclusive ações para promoção de investimentos. Atua também de forma coordenada com atores públicos e privados para atrair investimentos estrangeiros diretos para setores estratégicos da economia brasileira, com foco no desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país.

Para alcançar esses objetivos, a Apex-Brasil realiza ações diversificadas, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

Mapa

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31 de julho de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agronegócio já se descolou da crise

“O agronegócio já se descolou da crise e do que acontece em outras áreas, e tem sido importante para induzir crescimento em setores como o de máquinas, por exemplo”. A afirmação é do economista Cláudio Contador, diretor executivo da Silcon Estudos Econômicos e do Centro de Pesquisa e Economia do Seguro (CPES) da Escola Nacional de Seguros.

Segundo ele, a economia brasileira apresenta baixo crescimento, mas já saiu da área negativa do PIB (Produto Interno Bruto) em queda. O economista destaca ainda que “toda a renda advinda do agro vai para o comércio e a indústria e que o setor assume atualmente posição de liderança”.

Participando de reunião do Conselho de Economia da Sociedade Nacional de Agricultura (SNA), Contador lamentou que “as notícias de corrupção e de envolvimento de políticos e de grandes empresas em irregularidades derrubaram as esperanças de recuperação econômica e esvaziaram o apoio às reformas”, bem como “as incertezas cresceram e esvaziaram a confiança dos consumidores e empresários”.

No entanto, o especialista ressaltou que “os indicadores antecedentes ainda garantem no curto prazo a melhoria das atividades dos setores examinados, que irá ocorrer com intensidade mais branda”. Um relatório apresentado por ele aponta que as contas nacionais para o primeiro trimestre de 2017 “mostraram alívio e sugerem que a parte mais severa da recessão terminou”.

Segundo a Silcon, na ótica da oferta, a agropecuária tem destaque especial, com expansão de 13,4% contra o trimestre anterior, aumento de 15,2% sobre o mesmo período de 2016 e de 0,3% no acumulado em quatro trimestres. Nos demais setores, a indústria cresceu apenas 0,9 % e os serviços ficaram estagnados.

Agrolink

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13 de junho de 2017by Assessoria de ComunicaçãoagronegócioAgropecuária

Agronegócio emprega 1/3 dos brasileiros

Um em cada três brasileiros possui trabalho graças ao agronegócio, o que equivale a cerca de 30 milhões de pessoas. É o que aponta estudo do Instituto CNA em conjunto com o Núcleo Econômico da Superintendência Técnica (SUT/CNA) com base nos dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada pelo IBGE.

“Esse resultado (32,7% das ocupações brasileiras estão no setor do agronegócio) demonstra o papel catalisador do setor na economia nacional, na produtividade total dos fatores da economia e na geração de renda dos setores público e privado”, afirmou a CNA em seu relatório.

De acordo com o levantamento, o ótimo desempenho do agronegócio brasileiro nos últimos anos baseou-se principalmente no aumento da produtividade dos produtos agropecuários. No entanto, os fatores negativos apontados são a escassez de mão de obra qualificada e seu alto custo.

A modernização da atividade agropecuária no Brasil, com o aumento do uso de tecnologias, máquinas e equipamentos, entre outros fatores, resultou na redução do número de pessoas ocupadas no setor. Na última década (2006 a 2016), houve redução de aproximadamente 50% do número de pessoas trabalhando na agropecuária.

Nesse mesmo período analisado, porém, o valor bruto da produção agropecuária (VBP) teve aumento da ordem de 70%. Confira no gráfico abaixo:

Agrolink

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Somos uma empresa comprometida com o agronegócio brasileiro, que atua há mais de 30 anos ao lado do homem do campo!

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