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Brasil pode ter a maior safra da história em 2019, afirma Roberto Rodrigues
Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV espera que o próximo ano traga mais de 1 bilhão de toneladas em produtos agrícolas.
As perspectivas para o agronegócio no Brasil em 2019 são muito boas. É o que afirma Roberto Rodrigues, Coordenador do Centro de Agronegócio da FGV e ex-ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
Segundo ele, se não tivermos empecilhos com o clima devemos colher a maior safra da história. Serão cerca de 240 milhões de toneladas de grãos e 640 milhões de toneladas de cana. O ex-ministro espera mais de 1 bilhão de toneladas em produtos agrícolas no próximo ano.
Apesar disso, Rodrigues acredita que alguns problemas devem persistir. A logística não foi resolvido, o frete ficou mais caro — principalmente com a instituição da tabela de frete, após a greve dos caminhoneiros em maio de 2018 — e os fertilizantes ficaram mais caros. Esses empecilhos devem diminuir as margens do produtor.
Leia a notícia na íntegra no site do Globo Rural.
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Valor da Produção Agropecuária de 2019 deverá superar o deste ano
Soja e cana representaram 35,8 % do total, de acordo com dados disponíveis até novembro
Apesar de informações ainda preliminares sobre a próxima safra, os dados disponíveis apontam para valor bruto da produção( VBP ) de R$ 584,6 bilhões para as principais lavouras e pecuária. Esse montante supera em 1,9 % em termos reais o de 2018, que deve fechar o ano próximo de R$ 573,87 bilhões. Soja e cana de açúcar, continuam liderando a relação de produtos analisados no acompanhamento do período em vigor.
Neste ano, entre janeiro e novembro, as lavouras apresentaram retração de 1,9 % no VBP em relação ao ano passado. Deve haver ainda alguma mudança, mas a safra está praticamente encerrada, adverte o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, José Garcia Gasques. As informações fechadas deste ano serão conhecidas no próximo mês de janeiro.
Um grupo relativamente pequeno de produtos sustentou o VBP do período em curso. Foi o caso do algodão, com aumento de 47 % no VBP, cacau (34,9 %), café (10,2%), soja (12,5%) e trigo (73 %). Esse grupo beneficiou-se de preços mais elevados ano e também por extraordinário aumento de produção, revela Gasques.
Os produtos que lideram a produção, são soja, cana-de-açúcar, milho, algodão herbáceo e café geraram 80% do valor das lavouras. Nesse grupo, a soja se destaca com o maior valor gerado, de R$ 143,5 bilhões em 2018.
Outro grupo relativamente grande teve desempenho menor. “E isso deve, em geral à queda na produção e a preços mais baixos”, explica o coordenador. “Como se sabe, a produtividade e os preços têm forte influência no valor da produção. E, por essa razão, esse grupo de produtos teve desempenho inferior”.
Destacam-se no grupo amendoim, arroz, banana, café (arábica e conilon), cana-de-açúcar, feijão, mandioca, laranja e uva. Todos esses tiveram VBP inferior ao do ano passado. Os produtos da pecuária, como em relatórios anteriores, têm apresentado resultados negativos do VBP, destacando-se carne suína e ovos, com as maiores reduções.
Entre os estados pesquisados, a liderança do VBP é do Mato Grosso, seguida por São Paulo, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, que produziram 59,7 % do valor total da agropecuária.
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Café brasileiro é o mais bem pontuado em ranking mundial do Cup of Excellence
O leilão dos campeões do Cup of Excellence – Brazil 2018 foi realizado no dia 29 de novembro. Na ocasião, os grãos vencedores da categoria “Pulped Naturals” (via úmida), cultivados na Fazenda Primavera, em Angelândia, região da Chapada de Minas, foram vendidos por US$ 143,00 por libra peso, o equivalente a R$ 73 mil, uma vez que a cotação do dólar no dia estava a R$ 3,8575.
Além de ter alcançado um novo recorde no valor ofertado, o Brasil também conquistou o primeiro lugar no ranking mundial de cafés mais pontuados do concurso. Os grãos da Fazenda Primavera ganharam incríveis 93,89 pontos, superando países como Bolívia, Colômbia, Costa Rica e El Salvador.

Para Vanusia Nogueira, diretora executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA), essa é uma demonstração de que o nosso País tem consistência para oferecer qualidade ao mundo. “O Brasil vai se apresentando cada vez mais como o maior fornecedor de cafés de altíssima qualidade, tanto em processamento de via úmida, quanto de via seca”.
Segundo o Alliance for Coffee Excellence, em 2005, os grãos por via úmida da Fazenda Santa Inês, localizada em Carmo de Minas (MG), de Francisco Isidoro Dias Pereira, alcançaram 95,85 pontos.
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Café: Exportações brasileiras deverão aumentar 30%
O país deve fechar o ano com exportações de 34,5 milhões de sacas de café, segundo estimativa do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). Se confirmado, o volume será quase 13% superior ao de 2017 (30,7 milhões).
Com esse desempenho, o país deve recuperar parte da participação perdida no mercado internacional no último ano, disse Marcos Matos, diretor-geral do Cecafé, em entrevista durante o Encafé – Encontro Nacional das Indústrias de Café, que acontece em Punta del Este, no Uruguai.
Leia a notícia na íntegra no site Valor Econômico
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Estamos à beira de uma epidemia de ferrugem, mas os produtores não acreditam
José Renato Farias – Diretor Geral Embrapa Soja – Londrina/PR
Podcast
Estamos à beira de uma epidemia de ferrugem mas os produtores não acreditam
O Notícias Agrícolas conversou com o diretor geral da Embrapa Soja, José Renato Farias, a respeito dos problemas que a cultura de soja vem enfrentando no Brasil na questão da ferrugem asiática.
Essa doença, extremamente agressiva, cria um cenário preocupante, já que o fungo muda de maneira rápida, se adapta e passa a ser resistente. Uma epidemia, contudo, está à beira de ocorrer, já que muitas formulações têm perdido a resistência.
Farias avalia que a antecipação da semeadura, que inicia em setembro em algumas regiões e se estende até dezembro, pode ser um problema capaz de disseminar a doença, já que a extensão de tempo de plantio pode aumentar a multiplicação do fungo e a seleção dos organismos mais resistentes.
A Embrapa orienta que a janela não seja tão extensa também por conta da ponte verde, que fica prolongada com esse tipo de plantio.
No Sudeste do Paraná, entretanto, os produtores estão realizando dois plantios de soja, alegando que o panorama climático mais frio não está ajudando na produtividade. Farias defende, porém, que a sustentabilidade do negócio da soja deve ser respeitada.
A Embrapa Soja vem realizando esforços desde 2001/02 para identificar linhas mais avançadas de controle biológico, com uma parte genética trabalhando da mesma forma. “O produtor precisa ganhar dinheiro, mas o sistema produtivo dele tem que continuar viável”, aponta o diretor “Tem que acreditar na ciência e no que está sendo comprovado”.

Atualização feita nesta terça-feira (20) com 169 pontos de coleta e 24 pontos com presença de esporos (Palotina, Nova Santa Rosa, Terra Roxa, Marechal Candido Rondon, Mercedes, Santa Helena, Guaira, Quatro Pontes, Toledo (3), São José das Palmeiras, Entre Rios do Oeste, Ouro Verde do Oeste, Renascença, Mariópolis, Pato Branco (2), Vitorino, Ibiporã, Primeiro de Maio e Alvorada do Sul (3)).
3 focos regionais bem definidos (oeste, sudoeste e norte).
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Especialistas debatem rentabilidade e gestão rural
O Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro, que acontece na próxima quarta (24), vai reunir especialistas do setor agropecuário e professores de universidades e centros de pesquisa para debater o panorama da rentabilidade no campo e propostas para a melhoria da gestão rural.
Este será um dos painéis do evento, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para apresentar os resultados dos levantamentos de informações sobre custos de produção das principais culturas contempladas pelo projeto em 2018.
Para o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Minas Gerais (Senar Minas), Christiano Nascif, há três vertentes para o desenvolvimento do setor rural: gestão dos custos de produção, estratégia de comercialização e sucessão familiar.
“Gestão rural e técnicas de negociação comercial são caminhos para a melhoria da rentabilidade e do profissionalismo do produtor. Muitas vezes ele sabe produzir, mas não entende de ferramentas de mercado e comercialização”.
Já o diretor do Pecege/Esalq/USP, Pedro Marques, acredita que a rentabilidade na agricultura possui dois fatores básicos: produção e preço. Segundo ele, para aumentar a produção e a produtividade agrícola, é necessário investir em tecnologia.
“O uso de máquinas, rede de internet, análise de dados e equipamentos tecnológicos pode contribuir para a evolução na gestão do negócio e na forma como se pratica a agricultura. Quanto mais produtividade no campo, mais alimento na mesa do consumidor”.
O coordenador do Cepea/Esalq/USP, Geraldo Sant’Ana Barros, afirmou que a agricultura brasileira evoluiu nos últimos anos graças ao avanço tecnológico, impulsionado pelo crescimento das exportações.
“Com a expansão da venda de produtos agropecuários brasileiros para o exterior, muitos produtores investiram em insumos, maquinário e equipamentos modernos, aumentando assim a produção na mesma área e melhorando a gestão rural”.
O coordenador do Centro de Inteligência em Mercados da Universidade Federal de Lavras (CIM/UFLA), Luiz Gonzaga de Castro, também participará dos debates.
Durante o Seminário, haverá apresentações sobre a atuação do Sistema CNA/SENAR para auxiliar os produtores rurais na tomada de decisão no campo e o comportamento das principais culturas analisadas pelo projeto.
O encontro é gratuito. Inscrições abertas: https://goo.gl/NychTx
Campo Futuro – É um projeto realizado pela CNA e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em parceria com universidades e centros de pesquisa para levantamento do custo de produção de diferentes atividades agropecuárias.
A iniciativa alia a capacitação do produtor rural à geração de informação para a administração de custos, de riscos de preços e gerenciamento da produção.
Serviço
Seminário Nacional do Projeto Campo Futuro
Data: 24 de outubro de 2018
Hora: 8h às 16h
Local: SGAN Quadra 601, Módulo K, Brasília – Sede da CNA
Fonte: CNA
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Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio reúne 1.500 participantes
“2030 – O Futuro agora, na Prática”. Esse é o tema que reuniu 1.500 produtoras rurais e empresas representantes do setor agropecuário brasileiro na terceira edição do Congresso Nacional das Mulheres do Agronegócio, que acontece até amanhã, em São Paulo.
Na manhã do primeiro dia de evento, o debate principal girou em torno do papel da pesquisa para fundamentar o futuro. “A agricultura do presente e do futuro está baseada em dígitos”, afirmou Cleber Oliveira Soares, Diretor-Executivo de Inovação e Tecnologia da Embrapa.
No estande do Sistema CNA/SENAR, no evento, o Instituto CNA realiza uma pesquisa sobre a expectativa dos produtores e produtoras com relação à atuação sindical. Segundo as produtoras que já responderam à pesquisa, a “abordagem está muito clara e é muito bom ser ouvida”.
Eleneide Torres Brilhante de Oliveira (foto acima), presidente do Sindicato Rural de Barreiras, no Ceará, acredita no sistema sindical e diz que trabalha muito para levar os produtores para os sindicatos rurais. “ Nós fazemos muitos eventos. Temos muita informação para transmitir. Sou produtora de caju e sem o sistema sindical eu não teria conseguido permanecer na atividade. O sindicato rural oferece vários cursos para que os produtores se capacitem e continuem produzindo”, explicou.
Árvore dos desejos
As mulheres que passam pelo estande do Sistema CNA/SENAR podem escrever sobre seus desejos para o futuro da agricultura brasileira. O papel com o desejo é colocado em uma árvore para que, simbolicamente, a árvore frutifique.
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Mofo Branco: Silencioso, mas feroz
Lidar com as doenças da soja já faz parte da programação dos produtores da oleaginosa. É uma preocupação permanente, sobretudo com inimigos mais comuns, que safra após safra tira o sono e o rendimento. Há alguns riscos, no entanto, que são mais traiçoeiros. Ficam invisíveis, às vezes durante anos, e quando aparecem provocam quebras severas na produção. Uma das doenças silenciosas que mais merece atenção é o mofo-branco. Causada pelo fungo Sclerotinia sclerotiorum, que se aloja no solo, e dependendo das condições climáticas pode passar despercebido por várias safras, podendo atacar também outras culturas importantes, como algodão e feijão, e tem potencial para causar perdas de até 70% nas lavouras.
O mofo-branco é uma patologia muito dependente do clima – e talvez por isso seu potencial de risco muitas vezes seja minimizado. Para que se manifeste, depende de condições ambientais específicas, em que os escleródios – estruturas de resistência do fungo – germinam. “A doença inicia seu desenvolvimento em temperaturas amenas [10°C a 24°C], alta umidade relativa e solo saturado, seja por chuva ou irrigação”, comenta Marcelo Rodacki, gerente de Desenvolvimento de Mercado da BASF. “Ela se instala no final da fase vegetativa e início da floração (R1), não permitindo que a soja se desenvolva”. O mofo-branco reduz o porte da planta, o número de vagens e de grãos na vagem, reduzindo a rentabilidade financeira do produtor.
O inimigo se espalha principalmente por meio maquinas e sementes contaminadas. Depois de alojado no solo, permanecerá ali para sempre. “Às vezes o produtor passa dois ou três anos sem ver o mofo-branco, sem o fungo atacar a soja. Mas quando aparece, dependendo do clima, pode vir com forte pressão e gerar grandes prejuízos”, informa Rodacki. Muitas vezes, ele pode ser invisível em um ciclo e devastador no seguinte. “De modo geral, a doença começa de maneira silenciosa, em reboleiras e áreas pequenas. Mas o processo de colheita, espalha o escleródio para uma área maior. Por isso, ela tem o potencial de aumentar muito de um ano para o outro”, enfatiza o especialista.
Segundo a campanha “Campo sem Escleródios” lançada pela BASF, em 2014 o mofo-branco já havia contaminado 6,8 milhões de hectares de lavouras de soja, 23% da área total da cultura naquele ano. Hoje, a incidência é estimada em 10 milhões de hectares, ou seja, 28,5% da área plantada. Como não é possível acabar com o fungo, a recomendação é que seja feito manejo preventivo, a começar com a escolha de sementes saudáveis, proveniente de produtores certificados. Elas devem ser tratadas, a fim de evitar possíveis transmissões do micélio dormente para plantas jovens. Em áreas onde a doença já foi detectada em safras anteriores, o ideal é fazer a rotação de cultura com espécies não hospedeiras, como gramíneas, e que preferencialmente tenham um alto teor de massa seca, para que ela trabalhe como uma barreira mecânica, inibindo a germinação do escleródio. Também é importante planejar a semeadura para não coincidir com períodos de alta umidade e temperaturas amenas, bem como prevenir o adensamento da cultura, utilizando espaçamentos maiores. Em lavouras sob pivô central, é recomendado evitar o excesso de irrigação durante a época que compreende a pré e pós florada.
O controle químico não pode faltar. Deve-se optar por produtos que tenham alta capacidade de contenção do mofo-branco e que consigam inibir a germinação do escleródio. A BASF disponibiliza ao sojicultor a solução Spot® SC, fungicida que combina dois mecanismos distintos de ação com os ingredientes ativos Boscalida e Dimoxistrobina. “Juntos, eles proporcionam a manutenção do potencial produtivo com a redução dos escleródios e o manejo da doença”, comenta Rodacki. “Mas aplicações tem de acontecer no início da floração, e intervalo de 10 dias para a segunda dose.”
Com base nos ensaios cooperativos de rede, realizado em 11 locais distribuídos nos estados do Paraná, Goiás, Bahia, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais, na safra 2017/2018, o Spot® SC foi o fungicida que mais se destacou entre os nove avaliados. Na pesquisa, ele obteve o melhor nível de controle químico no tratamento com duas aplicações, chegando a 81%. Também foi o que apresentou maior redução na produção de escleródios, 74%, e a maior média de produtividade, com 4.558 kg/hectare.
Spot® SC
Benefícios
Controle eficiente de mofo-branco;
Redução de escleródios no solo;
Manutenção do potencial produtivo;
Mecanismo de ação diferenciado favorecendo o manejo anti-resistência do fungo.
Aplicação
Dose mL p.c./ha: 800 – 1000
Volume de calda (L/ha): 150 a 200
Máximo de aplicações: 2, em intervalos de 10 dias
Conheça as soluções BASF para o manejo eficiente na cultura da soja (https://agriculture.basf.com/br/pt/Protec%CC%A7a%CC%83o-de-Cultivos/Soja.html)


Foto: Agmar Assis
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Valor da produção agropecuária é de R$ 565,6 bilhões
Soja representa 24,7 % do total apurado em agosto. O trigo contribuiu com alta de aproximadamente 80% e o algodão com 44%
A estimativa do Valor Bruto da Produção Agropecuária ( VBP ) de 2018, apurada em agosto, é de R$ 565,6 bilhões, 2,5 % abaixo da obtida em 2017, que foi de R$ 579,8 bilhões. As lavouras apresentam faturamento bruto de R$ 384,2 bilhões e a pecuária, de R$ 181,3 bilhões. A redução do valor real das lavouras em relação ao ano passado é de 1,2 % e da pecuária, de 5,1 %.
A queda de valor na pecuária foi decisiva na redução do VBP. Em valores absolutos, representa R$ 10 bilhões, sendo o maior impacto registrado na carne suína. Todos os produtos estão em queda de valor, mas as maiores ocorrem, além da carne suína, no frango, leite e ovos, observou o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, José Garcia Gasques.
A redução de produtividade no campo, juntamente com preços menores do que no ano passado, foi o principal fator responsável pelo menor VBP. Preços menores para produtos importantes na formação do VBP como café, cana-de-açúcar, laranja, uva, mandioca, feijão, e arroz, afetam os resultados. Além disso, contribuiu a perda de produtividade desta safra que segundo a Conab é de 5,2 %.
Os melhores resultados são observados em seis produtos da relação estudada, algodão, com alta real de 44,4 %, cacau, alta de 27,6 %, café (7,9%), soja (10,6%), tomate (10,9%) e trigo (79,2%).
Uma relação maior de produtos vem obtendo resultados abaixo do que no ano passado. Os mais afetados são: amendoim, – 14,1 %; arroz, -18 %; banana, -8,7 %; batata-inglesa, -5,4 %; cana-de-açúcar, -10,7 %; feijão, -30,2 %; laranja, – 19,4%; mandioca, -17,8 %; milho, – 10,8 %; uva, – 26,8 %.
Os resultados do VBP regional mostram que seis estados, Mato Grosso, São Paulo, Paraná, Minas Gerais, e Rio Grande do Sul, geram 59,3 % do Valor. Entre os estados do Nordeste, e Norte, a Bahia e Pará, lideram, respectivamente, a geração do valor da produção.
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Artigo sobre reserva em propriedade rural pode ser regulamentado até fim do ano
Depois de reunião de representantes da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura com Blairo Maggi, diretor do Ipam disse apostar nessa data para concluir último pleito feito ao ministro.
Representantes da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura se reuniram nesta quinta-feira (27) com o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para tratar da regulamentação do artigo 41 do Código Florestal Brasileiro, aprovado em 2012. André Guimarães, diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) espera que até o fim deste ano o decreto com a regulamentação do artigo seja publicado.
O artigo 41 do Código Florestal estabelece que as reservas florestais e áreas naturais das propriedades rurais possuem valores, sejam eles de biodiversidade, de carbono, ou outros atributos de conservação de água. No entanto, o artigo não determina quem paga, de que forma o produtor poderá ser ressarcido, que tipo de contrato pode ser feito com base na reserva florestal.
Na opinião de Guimarães, a regulamentação desse projeto será essencial não apenas para gerar mais renda ao produtor, mas para harmonizar melhor a paisagem rural brasileira. “A partir do momento em que este artigo for regulamentado, o produtor passará a ter a possibilidade de produzir serviços ambientais e ser remunerado por isso, permitindo que o produtor comercialize o excedente de reserva legal”.
Na reunião, os representantes da Coalizão lembraram que, em 2016, apresentaram uma pauta de reivindicações ao ministro Blairo Maggi com três itens fundamentais: a regulamentação do artigo 41 do CF; a decretação do Plano Nacional de Revegetação e a instalação da plataforma do Plano ABC.
“Esses três pleitos avançaram. O Plano de Revegetação foi decretado (Decreto Nº 8.972, de 23 de janeiro de 2017); a plataforma do Plano ABC foi lançada e o artigo 41 está sendo objeto de diálogo entre as equipes dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente. A nossa expectativa é de que até o fim do ano seja decretado”, afirmou André Guimarães.
Os representantes da Coalizão entregaram ao ministro Blairo Maggi as propostas apresentadas aos candidatos à presidência da República com 28 temas que tratam do ordenamento territorial; dinamização dos mecanismos de mercado; agropecuária de baixo carbono e uso sustentável dos recursos naturais.
A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura é um movimento multissetorial, formado por representantes de entidades do agronegócio no Brasil, de organizações civis da área de meio ambiente e clima, do meio acadêmico, de associações setoriais e companhias nas áreas de madeira, cosméticos, siderurgia, papel, celulose. O objetivo é tratar das questões decorrentes das mudanças climáticas sob a ótica de uma nova economia, baseada na baixa emissão de gases do efeito estufa (GEE).Representantes da Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura se reuniram nesta quinta-feira (27) com o ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) para tratar da regulamentação do artigo 41 do Código Florestal Brasileiro, aprovado em 2012. André Guimarães, diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM) espera que até o fim deste ano o decreto com a regulamentação do artigo seja publicado.
O artigo 41 do Código Florestal estabelece que as reservas florestais e áreas naturais das propriedades rurais possuem valores, sejam eles de biodiversidade, de carbono, ou outros atributos de conservação de água. No entanto, o artigo não determina quem paga, de que forma o produtor poderá ser ressarcido, que tipo de contrato pode ser feito com base na reserva florestal.
Na opinião de Guimarães, a regulamentação desse projeto será essencial não apenas para gerar mais renda ao produtor, mas para harmonizar melhor a paisagem rural brasileira. “A partir do momento em que este artigo for regulamentado, o produtor passará a ter a possibilidade de produzir serviços ambientais e ser remunerado por isso, permitindo que o produtor comercialize o excedente de reserva legal”.
Na reunião, os representantes da Coalizão lembraram que, em 2016, apresentaram uma pauta de reivindicações ao ministro Blairo Maggi com três itens fundamentais: a regulamentação do artigo 41 do CF; a decretação do Plano Nacional de Revegetação e a instalação da plataforma do Plano ABC.
“Esses três pleitos avançaram. O Plano de Revegetação foi decretado (Decreto Nº 8.972, de 23 de janeiro de 2017); a plataforma do Plano ABC foi lançada e o artigo 41 está sendo objeto de diálogo entre as equipes dos ministérios da Agricultura e Meio Ambiente. A nossa expectativa é de que até o fim do ano seja decretado”, afirmou André Guimarães.
Os representantes da Coalizão entregaram ao ministro Blairo Maggi as propostas apresentadas aos candidatos à presidência da República com 28 temas que tratam do ordenamento territorial; dinamização dos mecanismos de mercado; agropecuária de baixo carbono e uso sustentável dos recursos naturais.
A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura é um movimento multissetorial, formado por representantes de entidades do agronegócio no Brasil, de organizações civis da área de meio ambiente e clima, do meio acadêmico, de associações setoriais e companhias nas áreas de madeira, cosméticos, siderurgia, papel, celulose. O objetivo é tratar das questões decorrentes das mudanças climáticas sob a ótica de uma nova economia, baseada na baixa emissão de gases do efeito estufa (GEE).