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3 de janeiro de 2018by Assessoria de ComunicaçãoagronegóciocarneMilhosoja

Na Gazeta do Povo: É possível o Brasil exportar ainda mais soja, milho e carne em 2018?

Em 2017, o Brasil quebrou os recordes de exportações de soja e milho, com 68,15 milhões de toneladas e 29,2 milhões de toneladas embarcados ao exterior, respectivamente. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (2) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

No caso da soja, as vendas externas superaram com folga o melhor resultado que havia sido obtido até então: 54,3 milhões de toneladas em 2015; para o milho, embora com uma margem mais apertada, o número de 2017 também ficou acima do desempenho de 2015: 28,9 milhões de toneladas.

Diante de um quadro tão expressivo, é possível avançar ainda mais neste ano? Sim, mas depende. “O que precisamos para exportar mais é uma produção maior”, afirma o analista da Granoeste, Camilo Motter.

O ritmo inédito dos embarques se explica pela supersafra de grãos, que foi impulsionada pelo clima e é estimada pela Expedição Safra do Agronegócio Gazeta do Povo em 110,2 milhões de toneladas de soja e 93,69 milhões de toneladas de milho, aumentos, respectivamente, de 12,5% e 24,7% na comparação com os ciclos anteriores. Havia grão de sobra e demanda suficiente, deixando os preços internacionais em patamares vantajosos.

Leia a notícia na íntegra no site da Gazeta do Povo.

 

Fonte: Gazeta do Povo
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3 de janeiro de 2018by Assessoria de ComunicaçãoAgricultura

Retrospectiva: Ano excepcional na produção agrícola brasileira

Supersafra de 238 milhões de toneladas de grãos é um marco histórico

“A agricultura viveu um ano excepcional”, disse Neri Geller, Secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), ao analisar as ações e os resultados da política agrícola brasileira em 2017. Ele acredita que a conjunção de fatores positivos ajudou a consolidar o País como um dos mais importantes players do agronegócio no mercado global.

“As condições climáticas favoráveis, aliadas à competência do agricultor brasileiro, resultaram na safra superior a 238 milhões de toneladas de grãos, uma supersafra. E tivemos a presença firme do Governo Federal, por meio do Plano Agrícola e Pecuário, que propiciou os instrumentos necessários para o produtor trabalhar com tranquilidade e segurança”, disse ainda o Secretário. “Mais uma vez, o setor agrícola desempenhou papel fundamental na redução da inflação, além de contribuir para a retomada do crescimento econômico.”

Crédito
Na safra 2017/18 foram disponibilizados R$188,3 bilhões para o crédito rural em  operações de plantio, comercialização e custeio. Para o Seguro Rural foram destinados R$ 550 milhões e R$ 1,4 bilhão no apoio à comercialização da Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM).  Para acompanhar o crescimento contínuo da produção agrícola também estão garantidos recursos de investimentos em armazenagem de R$ 1,6 bilhão. Nessa temporada, os cerealistas foram beneficiados pelo Pronamp (Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural), com juros de 7,5% ao ano, e que conta com 12% a mais de recursos – total de R$ 21,7 bilhões, sendo R$ 18 bilhões para custeio, e R$ 3,7 bilhões para investimentos.

O programa de Inovação Tecnológica (Inovagro) disponibilizou linha de crédito para conectividade no campo, o que contribuiu para melhorar ainda mais a gestão das propriedades rurais, por meio da informatização e acesso à internet. A inovação tecnológica é um dos principais fatores para alavancar a produtividade agrícola. O Inovagro conta com R$ 1,26 bilhão, com limite de R$ 1,1 milhão por produtor. Esse programa financia equipamentos de agricultura de precisão.

Moderfrota
O Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota) passou a contar com R$ 9,2 bilhões, incremento de 82,2%. Máquinas e implementos agrícolas são financiadas em até 90% com prazo de pagamento de 7 anos. O limite de financiamento de custeio é de R$ 3 milhões por produtor, por ano-agrícola. Para o médio produtor o limite é de R$ 1,5 milhão. O prazo de pagamento é de 14 meses para produtores de grãos.

Comercialização
A grande produção de milho em 2017 – próxima de 100 milhões de toneladas, somando-se a primeira e a segunda safras –, resultou em queda acentuada dos preços. Para evitar prejuízos, e garantir o preço mínimo ao produtor, principalmente do Centro-Oeste, onde o plantio do cereal é maior, o Mapa recorreu a leilões de contratos de opção por meio da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Com os leilões, o produtor poderia vender o milho das safras 2016/17 para o Governo, em 15 de setembro, ao preço de R$ 17,87 a saca de 60 kg.  Foram realizados cinco leilões de contratos de opção em maio e junho deste ano, nos quais o Governo sinalizou com a compra de 999 mil toneladas de milho e recursos de R$ 297,5 milhões. Todos os contratos foram comercializados. Em setembro, data do exercício, os adquirentes optaram por vender 859.572 toneladas para a Conab.

Além dos contratos de opção, também foram realizadas operações de subvenção por meio do Prêmio para o Escoamento (PEP), destinado à indústria, e do Prêmio Equalizador Pago ao Produtor Rural (Pepro), destravando negociações, fluindo a comercialização e garantindo rentabilidade ao produtor rural na região Centro-Oeste. Desde abril foram realizados 17 leilões de PEP e 17 de Pepro. O total ofertado para o PEP foi para 3,95 milhões de toneladas, dos quais foram negociadas 1,93 milhão de toneladas. Já para o Pepro, a quantidade total ofertada foi de 10 milhões de toneladas, com apoio negociado para 7,29 milhões de toneladas. No total, o Governo Federal destinou R$ 796,77 milhões para os mecanismos de sustentação de preços para o milho, correspondente a 10,7 milhões de toneladas.

“Na cultura do trigo”, informou o secretário Geller, “foram acionados os mecanismos de PEP e Pepro e destinando, respectivamente, R$ 3,38 milhões para 18 mil toneladas, e R$ 87 milhões para 453,1 mil toneladas. No total, foram aplicados R$ 90,46 milhões para 471,1 mil toneladas do cereal nos três estados da Região Sul.”

Seguro Rural
O Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR)  é prioridade estratégica, um dos pilares da política agrícola brasileira. Em 2017, foram publicados documentos contendo informações detalhadas sobre as indenizações pagas pelas seguradoras no período de 2006 a 2015. Foram atendidos cerca de 420 mil produtores rurais, o que possibilitou a proteção de mais de 52 milhões de hectares, principalmente em culturas de soja, trigo, milho, maçã e uva.

Ao longo da primeira década do Programa, as indenizações pagas em função de ocorrência de eventos climáticos adversos totalizaram R$ 3,9 bilhões, o equivalente a mais de 75 mil apólices de seguro rural. Os dados são apresentados na forma de indicadores relacionados aos pagamentos, tais como o índice de sinistralidade e taxa de risco observado.

Está sendo desenvolvido um sistema eletrônico que permitirá ao produtor solicitar a subvenção federal para aquisição de seguro rural diretamente ao Mapa. São estes os objetivos a alcançar com essa medida: 1) permitir acesso direto do produtor rural à subvenção federal; 2) possibilitar ao produtor conhecer as condições das apólices para fazer a melhor escolha; 3) permitir ao Mapa mensurar a demanda dos produtores por seguro rural e otimizar a alocação de recurso federal; 4) possibilitar a constituição de uma base de dados consistente sobre usuários de seguro rural, que permita a realização de estudos técnicos para o aprimoramento constante das políticas de gestão de risco rural.

Até fim deste ano foram aplicados aproximadamente R$ 371,4 milhões em subvenções federais, mais de 90% do orçamento previsto, mesmo diante de restrição orçamentária. Todos os pagamentos estão em dia, o que garante credibilidade ao programa.

Zoneamento Agrícola
Em 2017, houve avanços importantes no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). Foram publicadas 252 portarias de zoneamento, identificando municípios aptos ao plantio e seus respectivos períodos de semeadura, com menor risco climático para os cultivos. Aumentou-se a quantidade de estados zoneados, o que induz o desenvolvimento da cadeia do agronegócio. O Zarc tem por objetivo identificar e dimensionar os riscos climáticos inerentes à atividade, orientando o produtor rural não só quanto às datas mais adequadas para a semeadura de sua lavoura, mas também quanto a cultivares adaptadas e registradas para cada região.

Distribuídas pelas 26 unidades da Federação, os estudos de Zarc contemplam 45 culturas. Vinte são de  20 de ciclo anual: abacaxi, algodão, amendoim, arroz, aveia, canola, cevada, feijão phaseolus, feijão caupi, gergelim, girassol, mamona, mandioca, melancia, milheto, milho, consórcio entre milho e braquiária, soja, sorgo e trigo). Vinte são permanentes: açaí, ameixa, banana, cacau, café, caju, cana, citros, coco, dendê, goiaba, maçã, mamão, manga, maracujá, nectarina, oliva, palma forrageira, pêra, pêssego, pimenta-do-reino, pupunha, seringueira, sisal e uva.

Infraestrutura e logística
O escoamento de toda a produção agrícola, principalmente a da região Centro-Oeste, foi objeto de atenção especial. A inversão do rumo logístico de boa parte da exportação brasileira de soja e milho, e a expansão da capacidade dos corredores de exportação do Arco Norte, constituído pelos portos das regiões Norte e Nordeste, resultaram de empreendimentos privados, implantados com o apoio do Governo Federal.

A exportação por esses portos deverá totalizar 26 milhões de toneladas embarcadas para o exterior, representando 24% da exportação nacional. O Arco Norte já tem capacidade de embarque de 40 milhões de toneladas/ano de granéis agrícolas, número que deverá ser ampliado, de acordo com as demandas do setor produtivo.

“Por esse vetor logístico’, explica Neri Geller, “os custos de movimentação se situam bem abaixo daqueles registrados pelos portos do Sul/Sudeste, considerando-se o município mato-grossense de Sorriso como ponto de referência. Isso confere ao produtor rural a oportunidade de ampliar sua receita, pela economia obtida na cadeia logística, com reflexos positivos no desenvolvimento regional, na ampliação das áreas produtivas e na geração de emprego e renda”.

O custo médio da logística de movimentação para os portos do Pará e Amapá poderá ter redução de US$ 50 por tonelada transportada da fazenda ao porto, o que resulta em maior apropriação de receita pelos produtores e, consequentemente, maior desenvolvimento regional e geração de emprego e renda.

A equalização da matriz brasileira de transportes deve ser alcançada com o incremento do modal ferroviário e o aproveitamento dos rios potencialmente navegáveis, como já ocorre nos rios Madeira e Tapajós, e a médio prazo, com o rio Tocantins. Em consequência, deverá ser menor a dependência pelo modal rodoviário – com o incremento dos que apresentarem melhor performance para grandes volumes e maiores distâncias –, o que resulta em perspectivas promissoras para o transporte de cargas nos próximos anos.

“A melhoria das condições de logística e infraestrutura – após a conclusão das obras da BR 163 – é condição imprescindível para o escoamento da produção, o que contribuirá para a ampliação das exportações”, concluiu o Secretário de Política Agrícola. “Já foram atingidos recordes, uma vez que de janeiro a novembro houve aumento em 13% das vendas ao exterior, quando comparado a 2016. Exportamos 65,8 milhões de toneladas de soja e 25,2 milhões de toneladas de milho”.

 

Fonte: Mapa
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2 de janeiro de 2018by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Inteligência artificial no manejo integrado de pragas

O valor das perdas anuais causadas por pragas e doenças na agricultura brasileira é de R$ 55 bilhões, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A Agrosmart, empresa de agricultura digital sediada em Campinas, no interior de São Paulo, pretende mudar esse cenário utilizando a tecnologia da Internet das Coisas (IoT). A empresa está desenvolvendo um aplicativo que, conectado a uma armadilha de pragas, ajudará o produtor a aplicar o defensivo agrícola no momento certo e na quantidade exata, para obter maior eficiência no combate às pragas com menor custo e impacto ao meio ambiente.

O projeto foi um dos oito selecionados, em dezembro de 2017, em chamada do Programa PIPE/PAPPE Subvenção, resultado de acordo entre a FAPESP e Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) para o financiamento de pesquisa inovativa em pequenas empresas.

Coordenado pelo engenheiro agrônomo Marcus Vinicius Sato, o projeto da Agrosmart baseia-se em técnicas do Manejo Integrado de Pragas (MIP). O MIP surgiu na década de 1960 para tornar mais eficiente o controle de pragas agrícolas integrando diferentes ferramentas de controle, como defensivos químicos, agentes biológicos (predadores e bactérias, por exemplo), armadilhas luminosas e feromônios sintéticos (substâncias químicas que, à semelhança das naturais, podem atrair ou repelir os insetos).

“Vamos realizar o manejo integrado de pragas contando com inteligência artificial para qualificar e quantificar os insetos”, diz Sato. Serão usados feromônios para atrair insetos a armadilhas dotadas de sensores, estrategicamente espalhadas pela plantação. Os sensores, conectados a sistemas eletrônicos embarcados, farão a coleta de dados, enviando-os para a internet, onde será feito o processamento das imagens, contagem e identificação dos insetos. Conforme a quantidade de insetos encontrados por metro quadrado, será recomendada, ou não, a aplicação de defensivos agrícolas. A análise desses dados chegará pronta ao agricultor, por meio de um smartphone ou tablet.

O pesquisador garante que a conexão com a internet será possível mesmo nas regiões mais distantes dos grandes centros – um dos principais desafios do projeto. “O acesso à internet em região de lavoura é muito difícil. Em certos locais o 3G não funciona nem no centro da cidade. Mas a Agrosmart transpôs essa barreira de conectividade: temos soluções customizadas para cada região. Onde não pega o 3G recorremos à tecnologia via satélite”, explicou ele.

Mestre em Ciências do Solo pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), Sato tem um bom diálogo com a equipe especializada em tecnologia da informação: antes de cursar Agronomia na Esalq, fez o curso Técnico em Mecatrônica no Colégio Técnico de Campinas (Cotuca), vinculado à Unicamp. “Essa formação está sendo útil: ajudou-me a ter uma noção básica do desenvolvimento do hardware”, afirma.

O engenheiro agrônomo, que atua na área de Pesquisa & Desenvolvimento da Agrosmart desde 2015, diz que a empresa já tinha planos de buscar apoio da FAPESP para um de seus projetos. “Escolhemos um produto para o qual ainda não existe um correspondente nacional.” Segundo ele, no exterior já existem armadilhas inteligentes que usam tecnologia de aprendizado de máquina para identificação de insetos. Porém, elas são pouco acessíveis ao agricultor. “Pretendemos desenvolver um produto que seja viável economicamente”, afirma Sato.

A Agrosmart já tem alguns protótipos em teste e o agrônomo afirma que é alto o grau de confiabilidade do sistema, sobretudo quando são usados feromônios já estabelecidos para o inseto-alvo. “O erro máximo que registramos até agora foi de 5%”, diz Sato. O pesquisador conta que serão feitos, também, testes com outros tipos de isca. “Parte do orçamento do projeto é para viagens. Vamos testar o sistema em propriedades de agricultores com os quais já temos relacionamento, em São Paulo, no sul de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.”

Ao longo dos próximos 18 meses, os pesquisadores da Agrosmart esperam ter os dados validados e o aplicativo pronto para comercialização.

Parceria com a Nasa e com a Embrapa

Fundada em 2014 por três jovens empreendedores – Mariana Vasconcelos, Thales Nicoleti e Raphael Pizzi –, a Agrosmart já tem experiência no campo da agricultura digital, oferecendo serviços de monitoramento de áreas agrícolas com sensores capazes de avaliar mais de 10 variáveis ambientais.

Associada à EsalqTec desde 2015, a empresa foi acelerada pela Baita, em Campinas. Em 2016, venceu o concurso de soluções hídricas Call to Innovation, organizado no Brasil pela Faculdade de Informática e Administração Paulista (Fiap), e, no mesmo ano, foi convidada para um programa de transferência de tecnologia com a Nasa, agência espacial norte-americana, na área de imagem de satélites.

Em novembro de 2017, a Agrosmart estabeleceu uma parceria com a Embrapa, para automatizar o diagnóstico e monitoramento de doenças agrícolas. O projeto está sendo desenvolvido no âmbito do “sitIoT” (junção das palavras sítio e IoT, Internet das Coisas), um ambiente colaborativo criado pela Embrapa para fomentar a agricultura digital. A Agrosmart é a primeira startup a participar da iniciativa.

A empresa instalará sensores em pés de café do campo experimental da Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, interior de São Paulo, a fim de avaliar o efeito das mudanças dos níveis atmosféricos de CO2 sobre a cultura do café. O experimento é chamado de FACE (Free Air Co2 Enrichment). Pesquisadores da Embrapa já identificaram que o aumento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera tem efeitos deletérios sobre a cafeicultura – aumentando, por exemplo, a intensidade da ferrugem, uma das principais doenças que acometem os pés de café. O objetivo da parceria é colocar no mercado uma tecnologia capaz de oferecer um modelo de previsão e controle de doenças agrícolas.

  • Fonte: Agência Fapesp
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28 de dezembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgropecuária

Programas estimulam a participação dos jovens no setor agropecuário

As ações voltadas para as novas gerações da agropecuária foram intensificadas pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), em 2017. Um exemplo é a Comissão Famasul Jovem, que estimula a participação da juventude nas instituições do setor, a formação de novas lideranças e a inserção profissional no segmento.

Quatro edições do “Encontro Jovens da Agropecuária” foram promovidas no último ano. Cerca de 1200 jovens participaram nas cidades de Campo Grande, Maracaju, Dourados e Três Lagoas.

No segundo semestre de 2017, foi realizado o projeto “Grupo Troca de Experiências” (GTE) Temático. Os encontros reuniram cerca de 100 pessoas.

A presidente do Famasul Jovem, Roberta Maia, explica que o trabalho tem que ser diário e persistente. “A cada ação que realizamos, notamos um envolvimento maior do público, tanto em participar diretamente das ações, como em contribuir com ideias e na organização dos eventos”, comenta.

O presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito, destaca que estimular uma maior participação da juventude no setor é fundamental para a instituição. “Temos trabalhando cada vez mais com a finalidade de abrir novos espaços para que os jovens atuem na representação rural. Essa é uma forma de renovar e oxigenar o setor para que o sistema acompanhe as mudanças sociais e tenha iniciativas atualizadas frente à sociedade”.

O trabalho da comissão já começa a dar frutos. Em Três Lagoas, foi criado o Sindicato Rural Jovem. Em Dourados, os jovens estão organizando cursos em parceria com o Senar/MS. Eles também estão se destacando em suas atividades acadêmicas, por meio de parcerias com o Sindicato Rural e o Sistema Famasul.

Inserção profissional

O Sistema Famasul, por meio do Senar/MS, também concentrou esforços em 2017 para auxiliar o jovem a entrar no mercado de trabalho. Uma das ferramentas utilizadas foi o programa Senar Jovem Rural. A iniciativa possibilitou que uma turma com 13 adolescentes do município de Brasilândia iniciasse, em maio deste ano, o curso de Administração Rural em nível de qualificação profissional básica.

O curso tem duração de um ano, distribuído em aulas teóricas, específicas e prática profissional no monitoramento administrativo dos sistemas de produção de agricultura, bovinocultura de corte e suinocultura.

Outra ação nesta área foi o programa Senar Jovem Aprendiz Rural (SEJA). Através de uma parceria com empresas do setor, promove a formação técnica profissional de jovens em ocupações relacionadas ao meio rural. O participante é inserido em uma programação de aprendizado especial, mantendo o ritmo de estudos e trabalho adequados a sua idade.

“Mato Grosso do Sul tem, conforme dados do IBGE, mais de 800 mil habitantes com menos de 20 anos, o que representa 34,2% da população do estado. Nos sentimos responsáveis por essa grande força de trabalho jovem prestes a adentrar no mercado e, por isso, lançamos a capacitação com a proposta de auxiliar a juventude a consolidar o seu processo de desenvolvimento profissional e alcançar uma boa ocupação no cenário econômico estadual nos próximos anos”, destaca o presidente do Sistema Famasul.

Capital News.

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26 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãocafé

Melhora no clima renova expectativa de boa produção na safra de café 2018/2019

As chuvas ocorridas em dezembro vêm favorecendo o desenvolvimento do café arábica da temporada 2018/19 em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.

A melhora do clima renovou a expectativa de boa produção na próxima temporada, animando cafeicultores, que seguem com os tratos recomendados, como as adubações de coberturas.

Quanto aos preços, a retração de agentes consultados pelo Cepea segue muito forte, limitando as negociações no físico. O Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, fechou a terça-feira, 19, a R$ 445,94/saca de 60 kg, alta de 1,15% em relação à terça anterior, 12.

Para o robusta, o Indicador CEPEA/ESALQ do tipo 6, fechou a R$ 357,00/sc de 60 kg, recuo de 0,63% no mesmo período de comparação.

Cepea/Esalq

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23 de dezembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriaalimentos

Perspectivas dos preços dos alimentos em 2018

De uma forma geral, o setor agropecuário tem mantido um padrão evolutivo do lado da oferta (volume) em torno de 4% ao ano – um número médio que vale tanto para lavouras quanto para pecuária -, com oscilações que podem ser expressivas por razões climáticas e ocorrências de pragas e doenças. O produtor agropecuário chega à safra 2017/18 razoavelmente capitalizado. A safra 2015/16 foi marcada por forte quebra de produção que foi mais do que compensada pelo aumento de preços; na safra 2016/17 ocorreu mais ou menos o inverso: o grande aumento de volume compensou a grande queda de preço havida. Na média, não houve perda de renda nos dois períodos, permanecendo ela num patamar bem posicionado historicamente.

Com isso, as projeções hoje disponíveis para o volume agregado da agropecuária em 2018 baseiam-se numa volta à normalidade da produtividade depois de uma oscilação de volume nos dois anos anteriores. É claro que isso implica algumas quedas importantes em relação à safra imediatamente anterior, como algo perto de 5% para grãos, incluindo soja, milho e arroz, todos nessa faixa. Alguma queda, mais moderada, é também esperada para cana e café por razões climáticas principalmente. Para milho e feijão de primeira safra são projetadas reduções mais importantes, podendo ocorrer desajustes sazonais, enquanto as demais safras do mesmo ano não se disponibilizem. No caso do milho, acredita-se que a disponibilidade de estoques de passagem ajudará a superar os desajustes, que poderiam ter reflexos sobre os produtos de origem animal, como aves, ovos e suínos. Para o boi, preocupam os efeitos sobre a produção de algum desinvestimento de parte dos pecuaristas desestimulados diante da crise havida no corrente ano. Para o leite também a falta de investimento pode influenciar a produção.

Do lado da demanda, a economia, ou seja, a renda e o emprego no País, deverá prosseguir num crescimento algo mais rápido, o que aparecerá na forma de um consumo relativamente maior, dando sustentação para um possível crescimento mais expressivo, mas ainda moderado, também da agroindústria e seus produtos. Isso poderá criar espaço para uma recuperação de margens nos produtos para mercado interno.

No front externo, a atenção deve voltar-se para o ritmo das exportações e sua distribuição ao longo do ano, que acabam por afetar o comportamento sazonal dos preços mais relevantes no mercado interno. O crescimento econômico mundial e, logo, da demanda, segue moderado, mas firme; porém, a oferta tanto do Brasil como de seus concorrentes está sujeita a eventos climáticos extremos com maior frequência. Até agora, lá fora os preços em dólares para soja e derivados apontam para estabilidade e para o milho, uma leva alta, em boa parte de 2018. O que predomina é a expectativa de preços internacionais de produtos agrícolas (grãos, oleaginosas, açúcar e café) relativamente estáveis a menos que eventos climáticos não previsíveis ocorram. Resta, portanto, observar de perto o comportamento da taxa de câmbio, algo relativamente difícil de projetar para o ano eleitoral que se avizinha. Uma desvalorização mais forte poderá impactar o custo de vida pelo aumento de preços dos produtos exportados (e dos insumos agropecuários importados) e seus derivados.

Em síntese, o cenário para 2018 é o seguinte. Do lado da oferta de alimentos, a expectativa, por enquanto é uma volta à normalidade. Mesmo assim, pode-se esperar alguma alta moderada nos preços em relação aos baixos níveis de 2017 em razão de uma demanda interna pouco mais firme. O ritmo das exportações irá graduar a evolução dos preços, condicionada ao comportamento do câmbio.

Investing.com

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22 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agronegócio brasileiro: o modelo que deu certo

Há alguns dias, li um excelente artigo do economista José Roberto Mendonça de Barros: “Agronegócio e Indústria: por que trajetórias tão diferentes”. O trabalho analisa as razões do baixo crescimento da economia brasileira desde 1980, identificando a interligação desse fator com o fenômeno da queda ou estagnação dos níveis de produtividade da indústria e de alguns outros setores da economia brasileira nas últimas décadas. A agricultura, entretanto, se destaca com uma dinâmica contrária, de alto crescimento.

O Produto Interno Bruto (PIB) é criado pela interação entre os estoques de capital físico e de capital humano existentes. A produtividade indica a efetividade dessa interação e é o principal motor de crescimento econômico de longo prazo, já que os estoques de capital humano e físico são limitados.

Com dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mendonça de Barros demonstra que, no período de 1995 a 2015, a produtividade do trabalho do Brasil como um todo cresceu 0,9% ao ano, um número, na opinião dele, bastante modesto.

No período de duas décadas, a produtividade no setor de serviços, que responde por 73,2% do PIB brasileiro, cresceu apenas 0,3% ao ano. A indústria brasileira, que representa 21,2% do PIB, teve resultado ainda pior, sendo responsável por uma queda de produtividade de 0,8% ao ano. Já a agropecuária, que representa 5,5% do PIB, viu sua produtividade crescer incríveis 5,4% ao ano.

Mendonça de Barros destaca o agronegócio como o único setor relevante da economia brasileira que tem o centro de seu modelo de negócios baseado no aumento da produtividade. A própria exposição significativa à concorrência internacional contribuiu com esse modelo, interligando ainda mais a agropecuária, a agroindústria, a pesquisa e os outros serviços relacionados à agricultura. Esse conjunto que compõe o agronegócio representa hoje cerca de 22% da economia brasileira.

Na contramão do agronegócio, a indústria de transformação, a construção civil, o comércio e a logística tiveram o pior desempenho em termos de produtividade nos últimos 20 anos. Em relação à indústria, o resultado negativo ainda é mais grave, se considerarmos os amplos estímulos governamentais, o crédito subsidiado e as desonerações tributárias, dirigidos a determinados segmentos.
Campeões?

Muitas vezes, as políticas governamentais tinham como foco a maior diversificação da indústria local e a criação de novos segmentos ou o fortalecimento de algumas empresas como “campeões nacionais” em áreas escolhidas pelo próprio governo e não pela lógica de mercado.

Avaliando como fracasso as caras políticas setoriais, o economista Marcos Lisboa afirma que ao invés de “tentar fazer quase tudo”, o Brasil poderia ter se especializado em alguns setores da indústria e da agricultura. O economista estima que apenas o subsídio concedido nos empréstimos do BNDES entre 2009 e 2014 custou mais de R$ 320 bilhões à economia brasileira. Os elevados dispêndios dirigidos só a alguns segmentos ou empresas empobreceram o País e aprofundaram a recessão econômica.

Ao invés de estímulos setoriais, o governo poderia ter concentrado investimentos públicos em infraestrutura e logística, desburocratização e melhoria do ambiente de negócios, reduzindo o “custo Brasil”. A economia como um todo se beneficiaria desses investimentos.

O agronegócio cresceu por conta da sua competência e não em função de apoio governamental. É o setor que menos recebeu subsídios se comparado aos seus pares no exterior (europeus, norte-americanos, chineses etc.) e em comparação com a indústria brasileira.

Como definiu a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), “a impressionante reversão de um estado de dependência externa para a vice-liderança da produção mundial de alimentos em apenas 50 anos se deu por uma série de fatores, merecendo destaque a vasta porção de terra cultivável no País, as condições climáticas favoráveis à produção diversificada, o rápido desenvolvimento da capacidade de nossas cadeias produtivas, o desenvolvimento de tecnologia agropecuária e o aumento natural da demanda.”

Esse modelo de crescimento baseado em aumento de produtividade foi estimulado, principalmente pela política governamental de investimento em pesquisa e desenvolvimento agropecuário e pela criação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em 1973.
Potencial

O agronegócio brasileiro continuou crescendo nos últimos anos, mesmo em condições desfavoráveis, como preços internacionais baixos, real desvalorizado e elevado protecionismo por parte de seus concorrentes internacionais. Deu um show de desempenho aqui no Brasil e no exterior. E mais, os especialistas estimam que o nosso País vai se tornar o maior exportador mundial em poucos anos.

E a indústria? A produtividade decorre da capacidade de inovar e criar novos conhecimentos. A estagnação da produtividade é um problema no âmbito mundial. Conforme os cálculos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico – OCDE, a produtividade da economia mundial caiu 0,3% no ano passado e está estagnada desde 2007. A estagnação da produtividade provoca o baixo crescimento do PIB mundial que, por sua vez, se traduz em padrões de vida permanentemente mais baixos, o que pode afetar as próximas gerações.

O atual modelo da indústria manufatureira, que funciona com base na extração de matérias primas, transformando-as em produtos e depois descartando resíduos, não tem sustentação. Esse padrão extrativo está sendo substituído pela chamada “economia circular”, que busca usar insumos renováveis e soluções que restauram e regeneram resíduos, reintroduzindo-os novamente na economia para gerar energia e criar novos usos e novo valor, evitando desperdícios. Essa transformação pode dar um grande impulso ao incremento da produtividade da indústria brasileira.

A agricultura, que é a fonte da bioeconomia, terá um papel fundamental nesse novo grande complexo da economia circular. Uma maior interligação entre a agricultura e a indústria criará estímulos à agregação de valor, à inovação e à produtividade. O Brasil tem um enorme potencial na nova economia circular que está transformando o mundo de hoje.

(*) Tatiana Palermo foi Secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (2015-2016).

Gazeta do Povo

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20 de dezembro de 2017by Assessoria de ComunicaçãoAgropecuária

Recadastramento de criadores vai até dia 29 de Dezembro de 2017

Quem deverá se recadastrar

Criadores de bovinos, bubalinos, caprinos, ovinos e equídeos de todo o estado.

O recadastramento é obrigatório e deverá ser feito de 18 de setembro a 29 de dezembro de 2017.

Como proceder

Comparecer a um dos escritórios seccionais do IMA e apresentar:

  •  cópia acompanhada de original, de documento de identidade do produtor rural;
  •  cópia acompanhada de original, do CPF do produtor rural;
  •  cópia acompanhada de original, de comprovante de endereço, de correspondência do produtor rural, com data anterior a no máximo 60 (sessenta) dias da data do recadastramento;
  • caso o produtor resida em propriedade rural, necessário apresentar a cópia da conta de energia elétrica da propriedade rural para comprovar o endereço de correspondência.

Clique aqui para consultar o endereços de nossos escritórios

Penalidades

O criador que não fizer o recadastramento estará impedido de transitar com seus animais dentro e fora do estado.

Portal do Produtor

Ao fazer o recadastramento o criador receberá sua senha de acesso ao Portal de Serviços do Produtor Rural no site www.ima.mg.gov.br, onde  poderá emitir diversos documentos, sem precisar ir pessoalmente a uma unidade do IMA.

Acesse aqui a Portaria nº 1758 que regulamenta o recadastramento obrigatório.

Fonte: http://www.ima.mg.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2222

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15 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãosoja

Novos caminhos em busca da alta produtividade de soja

A produção brasileira de soja na Safra 2016/2017 foi de mais de 113 milhões de toneladas, segundo a CONAB, com uma produtividade média de mais de 3.300 kg/ha. Apenas atrás dos Estados Unidos, o Brasil avança em tecnologias para ser o maior produtor mundial do grão, posição de destaque que foi conquistada e reforçada nos últimos anos com avanços e tecnologias.

A Campanha da Fertiláqua “Somos Solo, Somos Sementes, Somos Mais Produtividade” visa conscientizar o setor agrícola sobre dois dos fatores primordiais para uma agricultura mais equilibrada, responsável e produtiva.

Por isso, o cuidado com o solo, por meio do processo de revitalização do solo, que consiga disponibilizar os nutrientes para as plantas de maneira mais eficiente e o uso de sementes de alta qualidade, para que possa expressar todo potencial genético dos materiais, se tornam importantes para aumento da eficiência.

Os avanços tecnológicos são fundamentais no campo. É nesse contexto que surgiu o Programa Construindo Plantas – PCP 360 da Fertiláqua, que reúne em um só conceito solo, sementes e serviços, atento ao ciclo da lavoura, do plantio à colheita, promovendo qualidade, sustentabilidade e rentabilidade.

O desenvolvimento da cultura da soja é um processo contínuo e interligado, em que cada uma de suas fases cumpre papel importante na produtividade final. Para que a planta se desenvolva de maneira uniforme é preciso estar atento para as fases mais importantes e adotar as práticas de manejo adequadas.

O fato mais importante de tudo isso é que cada um desses componentes é determinado em diferentes fases de desenvolvimento da planta, minimizando fatores que impactam negativamente na produtividade.

A Fertiláqua considera todas as práticas de manejo, a partir do cuidado com o solo, da germinação à emergência das plantas na lavoura, incluindo as etapas de desenvolvimento vegetativo, reprodutivo até o enchimento de grãos, importantes para alcançar a alta produtividade.

O PCP 360 apresenta a tecnologia certa para cada etapa, desde o solo, passando por sementes, desenvolvendo lavouras com alto potencial produtivo, e assim construindo plantas mais eficientes.

Agrolink com inf. de assessoria

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15 de dezembro de 2017by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

Agronegócio tem recorde de exportação em novembro

As exportações ligadas ao agronegócio atingiram recorde no mês de novembro. Os dados são do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e revelam que as exportações do setor atingiram uma marca de R$ 7 bilhões, com a soja em grãos, milho, algodão e carne bovina in natura como os principais produtos. No caso da soja, resultado recorde para o mês de outubro, com mais de dois milhões de toneladas exportadas.

Ainda de acordo com o levantamento da pasta, de janeiro a novembro as exportações somaram mais de US$ 89 bilhões. A venda de soja em grão aumentou 29%, o milho 21,2% e aumento de 3,2% em celulose. Segundo os dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, CNA, no balanço do desempenho do setor durante 2017, as exportações ligadas à agropecuária somaram 45% de todas as exportações do Brasil.

Mesmo com o resultado expressivo, a intenção da CNA é ampliar a rede de mercados internacionais e obter resultados melhores neste quesito. Lígia Dutra é superintendente de Relações Internacionais da CNA e comenta que firmar acordos internacionais com países como Coréia do Sul, Japão e México são uma das prioridades da CNA para o ano que vem. “Apesar de sermos o quarto maior exportador mundial de alimentos, nós ainda temos pouco acesso a mercados estrangeiros. Se tivéssemos melhores condições de acesso, isso significa acordos com redução tarifária ou redução de barreiras sanitárias e outras, nós teríamos um potencial de exportação muito maior”, destacou Lígia.

Ainda de acordo com a avaliação da Confederação, o setor foi um dos principais pilares para a recuperação econômica do país em 2017, responsável por 23,56% do PIB do país. Além disso, de acordo com o levantamento apresentado pela CNA, o agronegócio gerou, no acumulado até outubro, cerca de 93 mil postos de emprego.

Portal Nacional de Seguros

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Somos uma empresa comprometida com o agronegócio brasileiro, que atua há mais de 30 anos ao lado do homem do campo!

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