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26 de setembro de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé especialespecial

Cafés especiais ganham mais consumidores

O consumo de café no Brasil tem passado por um processo de transição importante para toda a cadeia cafeeira. Os consumidores estão cada dia mais exigentes em relação à qualidade e ao modo de consumo, como por exemplo, as cápsulas. Um mercado que vem pagando preços mais elevados por bebidas diferenciadas.

Com a demanda em crescimento, as mudanças vêm acontecendo em todo o ciclo produtivo, desde a produção de cafés especiais no campo até as indústrias, que desenvolvem blends e investem nas certificações. O movimento é considerado importante para o setor, por agregar valor.

De acordo com o diretor executivo da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), Nathan Herszkowicz, os últimos anos têm sido marcados pelo aumento da oferta de café de melhor qualidade, tanto vindo do campo quanto da indústria para o consumidor.

Leia a notícia na íntegra no site Diário do Comércio.

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16 de setembro de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriadefensivos

Escolha de defensivos agrícolas é fundamental para a segurança

Um problema muito presente em todo mundo é a venda e o consequente uso de produtos falsificados e contrabandeados. Na agricultura essas práticas afetam a segurança dos agricultores e do meio ambiente. Assim como nos mercados de sementes e fertilizantes, alvos de frequentes operações de busca e apreensão pelo Ministério Público – como o ocorrido nesta semana no Rio Grande do Sul -, o segmento de agroquímicos também é visado pelos criminosos.

Segundo o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg), mais de 600 toneladas de produtos ilegais foram apreendidas nos últimos quinze anos em todo o País, por meio da campanha contra produtos ilegais. Apreensões estas que impediram que mais de 1,7 milhão de hectares recebesse defensivos irregulares, evitando assim a perda de produtividade e até a destruição de lavouras inteiras.

O preço, muitas vezes mais atrativo, costuma ser decisivo para o produtor que opta por esse tipo de compra. Porém, na maior parte das vezes, o desempenho do produto não é o prometido e, o que parecia mais barato, acaba saindo muito caro. “O agricultor deve ficar atento ao adquirir um defensivo agrícola, pois utilizando um produto ilegal ele poderá perder toda a sua lavoura”, alerta Silvia de Toledo Fagnani, diretora executiva do Sindiveg.

Verdadeiro ou falso?

Para identificar se um defensivo é verdadeiro ou não, o produtor deve verificar alguns aspectos visuais das embalagens, como os selos metálicos. O lacre deve estar intacto e preferencialmente conter a logomarca da fabricante. Outro ponto importante para verificar se o produto é legal, é observar se a marca da empresa está diretamente impressa na embalagem, e não apenas no rótulo, já que uma das falsificações mais comuns encontradas é a remoção do rótulo e a sua inserção em um recipiente falso.

A recomendação do Sindiveg é que os agricultores adquiram os defensivos agrícolas de revendedores, cooperativas e canais de distribuição credenciados pelas indústrias, sempre acompanhados dos documentos exigidos pela Lei, a nota fiscal e a receita agronômica, para evitarem o uso de produtos ilegais em suas lavouras.

Por fim, a escolha de uma marca de defensivos agrícolas que tenha todas as certificações legais garante ao agricultor a qualidade do insumo adquirido. “As empresas que possuem laboratórios acreditados pela CGCRE (Inmetro) trazem mais segurança ao agricultor, já que oferecem produtos dentro dos padrões de qualidade além dos exigidos por lei e das regras vigentes”, explica João Henrique Fernandes, coordenador de Controle de Qualidade do Laboratório da Adama (leia-se Adamá), em Londrina (PR), que neste ano, recebeu mais uma vez a acreditação pelo Inmetro.

Laboratório da Adama foi o primeiro agrícola a obter acreditação

O laboratório da Adama foi o primeiro do segmento agrícola a obter a acreditação ISO/IEC 17025, por parte da CGCRE (Inmetro), em 2003. Esta certificação é relacionada ao controle de qualidade dos processos laboratoriais, o que traz mais segurança e confiabilidade ao agricultor. A cada dois anos, o órgão audita os laboratórios acreditados e renova ou não a certificação do espaço, por conta das boas práticas laboratoriais e da qualidade dos equipamentos e dos produtos desenvolvidos.

“No Brasil, a Adama possui laboratórios de desenvolvimento de Síntese Orgânica, Analítico (BPL) e de Formulações, responsáveis por desenvolver os novos produtos e ensaios para o Brasil ou para outros países. Estamos sempre em contato com a equipe técnica, entendendo a necessidade do campo e recebendo ideias para a criação de novas formulações, com rapidez e qualidade. Dessa forma, o produtor terá sempre uma solução da Adama que atenda às demandas de sua lavoura, além da tranquilidade de possuir um defensivo com alto padrão de qualidade”, destaca Fernandes.

Nos últimos anos, a Adama vem investindo na modernização dos equipamentos do laboratório, sempre alinhada com as diretrizes legais dos órgãos regulatórios para os processos laboratoriais. “Nossa equipe atua constantemente para manter o padrão de produção exigido pelas normas, sendo altamente qualificada e eficiente, entregando um produto final com alto valor agregado e com segurança para o agricultor”, finaliza o coordenador.

O que um defensivo legal oferece

-Proteção das culturas contra pragas, doenças e plantas daninhas. Aplicado conforme orientação de rótulo, receita agronômica e uso de EPI, não representa riscos para os usuários e meio ambiente.
-Garantia de produto seguro, desde que aplicado conforme as boas práticas, pois tem a aprovação dos Ministérios da Agricultura, do Meio Ambiente, por meio do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), e da Saúde, através da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
-Tecnologia testada para as lavouras.

Disque-denúncia

A campanha nacional contra os defensivos ilegais, criada pelo Sindiveg em 2001, mantém um serviço Disque-denúncia, criado para dar suporte à ação das autoridades brasileiras. O número é 0800-940-7030 e a ligação, grátis. As denúncias são repassadas diretamente às autoridades policiais e fiscalização. O canal não utiliza identificadores de chamada ou “binas” e não solicita ao denunciante que se identifique – a denúncia é anônima.

Os delitos de produção, transporte, compra, venda e utilização de agroquímico contrabandeado ou falsificado são considerados crimes de sonegação, contrabando e descaminho e também enquadrados na Lei dos Crimes Ambientais (Lei nº 9605, de 12 de fevereiro de 1988); contrabando ou descaminho (art. 334 e 334-A do Código Penal) e na Lei dos Agrotóxicos (Lei 7.802/89).

Agrolink com informações de assessoria

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15 de setembro de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafécafé em cápsulacafé especial

Mercado de cápsulas reduz consumo de café nos Estados Unidos

Essa é a primeira queda registrada no país desde 2010

Os Estados Unidos vão comprar menos café neste ano. A estimativa é que o consumo passe de 24 milhões de sacas de 60 quilos para 23,7 milhões. Essa é a primeira queda registrada no país desde 2010. Isso não quer dizer que os norte-americanos estão deixando de consumir a bebida. Pelo contrário, o motivo é a popularização do mercado de cápsulas, que tem feito o consumidor abandonar o café torrado e moído, evitado o desperdício do grão. Com as cápsulas, o consumidor prepara a quantidade exata a ser consumida.

Tendência que tem custado mais no orçamento. Este ano, os norte-americanos devem gastar cerca de US$ 13,6 bilhões com o consumo de café, contra US$ 12,8 bilhões em 2015. Hoje, mais de 25% das residências norte-americanas possuem máquinas de café em cápsulas. O café extraído em casa custa cerca de 45 dólares ao ano, enquanto aquele comprado em cafeterias chega a atingir o patamar de 1.200 dólares anuais.

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13 de setembro de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaAgropecuáriaCuriosidades

Esse agricultor transformou 3 milhões de hectares de deserto em terras férteis

Enquanto alguns encontram desculpas, outros encontram soluções. Através de uma técnica de cultivo tradicional, o agricultor Yacouba Sawadogo conseguiu transformar grandes áreas desérticas em terras férteis. Sua missão começou em 1974, quando Sahel (zona da África Subsaariana, localizada entre o deserto do Saara a savana sudanesa) foi atingida pela seca.

Por conta da esterilidade do solo, grande parte dos moradores da região de Burkina Faso, onde Sawadogo nasceu, tiveram que se deslocar. O agricultor permaneceu ali e começou sua missão através da aplicação da “ZAi”, um antigo método que consiste em cavar o solo e preencher parcialmente os buracos com adubo, sementes e água, durante os períodos de chuva. O resultado do processo faz com que o solo se mantenha úmido e nutrido mesmo durante a seca. Ninguém acreditou que daria certo. Três anos depois, vieram as primeiras chuvas e a confirmação de que ele estava certo.

Sawadogo percorreu o país de moto com o objetivo de ensinar sua técnica a todos os agricultores possíveis. 40 anos depois, mais de três milhões de hectares de solo desértico foram convertidos, gratificando oito países do Sahel com terras férteis.

Assista abaixo ao documentário What Yacouba did next… e saiba mais sobre a jornada desse herói, que acredita que o resultado de seu trabalho se ampliará ainda mais através da disseminação da técnica ZAi:

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8 de setembro de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuáriaalimentos

Ferramenta ajuda produtor a decidir o melhor momento de plantio e aponta como o clima influencia o desenvolvimento das lavouras

Simulações com base no cruzamento de dados pode ajudar a potencializar produtividade das lavouras

A poucos dias do início do plantio da safra de verão no Brasil, muitas dúvidas ainda pairam sobre o produtor. As chuvas que estão sendo registradas nesse momento em várias regiões produtoras são suficientes para iniciar o plantio? O solo tem reserva hídrica em caso de interrupção das chuvas? Qual é o melhor momento de plantio para que a semente encontre condições para expressar seu máximo potencial produtivo? Respostas que podem ser encontradas com o apoio da tecnologia a partir do cruzamento de várias informações (solo, previsões climáticas, ciclo da semente, etc) .

A ferramenta disponibilizada pelo site www.cropview.com.br auxilia na tomada de decisão dos produtores e na definição do melhor momento do plantio e colheita. O  Cropview, permite que o usuário faça o monitoramento em tempo real da lavoura, acompanhando dados climatológicos e de produtividade.

A sócia fundadora da Rural Tecnologia, Cristina Queiroz, explica que o programa utiliza “um modelo matemático que calcula as necessidades hídricas e de temperatura, a partir da fenologia de cada cultivar”.

Dessa forma, é possível determinar [por meio de coordenada geográfica] o balanço hídrico especifico de cada propriedade, avaliando como futuras chuvas irão se comportar no solo, e o melhor período para realizar a semeadura e até mesmo a colheita.

Além disso, Queiroz afirma que o programa permite fazer um comparativo de produção e clima em diversas regiões, através de uma base de dados históricos.

A ferramenta poderá orientar os agricultores nas tomadas de decisão no campo. O plantio da safra 2016/17, por exemplo, está autorizado a partir do dia 15 de setembro nas principais regiões produtoras, mas fazer a escolha de qual o momento de iniciar os trabalhos de campo ainda é uma dúvida dos produtores em todo o país.

O produto passou por 10 anos de testes a campo, sendo alimentado com dados meteorológicos e o resultado de produção, que permitem avaliar [com antecedência] o melhor momento para cultivar culturas como café, soja, milho, cana-de-açúcar entre outras culturas, nas principais localidades produtoras do Brasil.

O engenheiro agrônomo, Paulo Murray, destaca ainda que o modelo também possui alertas de colheita “que começam a aparecer de 15 a 20 dias antes, para que o produtor consiga se programar para a janela ideal de colheita.” Além disso, é possível receber notificações de geadas, e condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento de doenças.

No entanto, Queiroz ressalta aos produtores que as previsões climáticas são constantemente atualizadas. “Por isso é importante acompanhar o histórico de produtividade da região ao longo dos anos”, acrescenta e fazer o monitoramento sistemático no site.

Em simulações feitas para os internautas do Notícias Agrícolas, duas realidades diferentes. Em Maringá-PR , produtores já encontram condições ideais para o plantio e com resultados promissores para quem plantar até início de outubro. Já para os produtores de Primavera do Leste-MT, as condições não são favoráveis e um plantio ideal só a partir de final de outubro.

São simulações específicas e apenas municipios muito próximos e com mesma altitude tendem a ter condições parecidas.

Para saber mais, acompanhe no vídeo a simulação realizada pela equipe do Cropview.

Por: Aleksander Horta e Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas
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5 de setembro de 2016by Assessoria de ComunicaçãoCuriosidadessoja

De tinta a remédio: cinco usos da soja que você provavelmente não sabia

Na última safra de grãos 2015/16, o Brasil produziu mais de 95 milhões de toneladas de soja. Do total produzido, de acordo com a Associação dos Produtores de Soja do Brasil (Aprosoja), 44% do grão é exportado in natura, 40% é processado e 7% é estocado. Do volume processado, 79% vira farelo de soja e o restante, 21%, transformado em óleo. Praticamente metade do farelo é usado no consumo doméstico como ração animal. E a maior parte do óleo de soja tem com destino a alimentação humana e biodiesel.

Mas você sabia que os derivados da soja podem ter muito mais utilidades do que a gente imagina?

1) Tintas a base de soja

A tinta a base de soja pode ser usada na impressão de jornais e revistas no processo offset. Segundo especialistas, ela é mais fácil de ser removida do papel no processo de reciclagem e possue cores mais vivas.

2) Cosméticos

A lecitina (composto orgânico formado por um ou mais ácidos graxo), encontrada naturalmente na soja, pode ser utilizada na composição de cosméticos, como pomadas e cremes, e ajuda a evitar o ressecamento da pele.

3) Indústria farmacêutica

O grão de soja contém grandes quantidades de isoflavonas, substância que reduz a degradação do tecido e do colágeno na pele pois combate os radicais livres e ajuda na prevenção do envelhecimento. Cápsulas contendo extrato de soja podem ajudar. Além disso, algumas proteínas da soja tem comprovadamente benefícios na diminuição dos sintomas da menopausa.

4) Espumas

No Brasil ainda é muito pouco utilizado, mas os norte-americanos já produzem espumas a base de soja há pelo menos 10 anos. O material tem como destino o setor de móveis, além de ser utilizado por fábricas de colchões e até pela indústria automobilística.

5) Broto de soja e soja verde

A Empresa Brasileiro de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem se dedicado há vários anos no melhoramento genético da soja voltado para o consumo humano. De acordo com a pesquisadora, Mercedes Panizzi, a equipe trabalha no desenvolvimento de alternativas de consumo como o broto de soja e a soja verde. “Temos linhagens avançadas em avaliação, que apresentam sementes pequenas para produção de brotos, sementes grandes para usos como soja verde ou “edamame”, e soja preta, que pelas suas propriedades antioxidantes pode ser ingrediente de alimentos funcionais. A soja verde, antes de amadurecer, pode ser consumida como um amendoim”, explica Mercedes.

Gazeta do Povo

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31 de agosto de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Conheça os cinco grandes desafios do agronegócio na era digital

Em dois dias de evento, o 4º Fórum de Agricultura da América do Sul trouxe a Curitiba especialistas e instituições de 13 países diferentes, para debater o futuro do agronegócio a partir da realidade sul-americana; alguns pontos se mostraram fundamentais durante as discussões, para que o campo possa ser ao mesmo tempo rentável para quem trabalha, sustentável para o planeta e produtivo para que a humanidade possa se alimentar.

Novas lideranças

A busca pelos ganhos em produção e produtividade tem ditado o ritmo da agropecuária nas últimas décadas. Os avanços são inegáveis, mas, para o futuro, um dos principais desafios que o campo tem pela frente vai além do que se planta e do que se colhe, do que se cria e do que produz. A atenção deve se concentrar não só no que o agronegócio faz, mas em quem faz o agronegócio. Essa foi uma das conclusões a que chegaram os especialistas durante o fórum e que dará inclusive a toada da próxima edição do evento, em 2017: a necessidade de se formar novos líderes rurais, jovens que permaneçam no campo e pensem a atividade de forma consciente, corajosa e inovadora, capazes de entender que as propriedades não devem ser pontas soltas na cadeia produtiva, mas parte de um conjunto coeso, altamente produtivo e sustentável.

Mudanças no Mercosul

Que o Mercosul trouxe vantagens à região, poucos estudiosos contestam, sobretudo para os membros fundadores – Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai -, que conseguiram aumentar consideravelmente suas exportações. Mas é também praticamente um consenso que, em 25 anos de existência, o bloco entregou menos do que prometia quando foi criado. A possibilidade de o Brasil abandonar o Mercosul parece pouco viável, como foi debatido durante o Fórum de Agricultura, mas o atual modelo não tem se sustentado. Uma das possibilidades é que, em vez de união aduaneira, o bloco se tornasse uma área de livre comércio, o que eliminaria algumas das amarras às quais os membros estão atrelados e possibilitaria, por exemplo, o fechamento de mais acordos bilaterais.

Pequenos Produtores

Alimentar o mundo é um desafio gigantesco: em números, significa dizer que, até 2050, a humanidade terá que dar de comer – três vezes ao dia – a mais de 9 bilhões de pessoas. Essa é a previsão das Nações Unidas, que enxergam no Brasil uma das principais apostas do planeta. Com um território capaz de suprir a maior demanda por alimentos, o país possui também recursos naturais que tornam a atividade possível. No entanto, é preciso se adaptar desde já num processo que passa por todas as propriedades, das mais extensas às que abrigam os pequenos agricultores, gente que mora e vive do campo. No segundo caso, em especial, está a chave para diversificar a produção de comida, sem esquecer a necessidade de apoio, para que se possa trabalhar de maneira produtiva e sustentável.

Agricultura digital

A expressão “ter o controle de algo na palma da mão” nunca fez tanto sentido como nos dias de hoje. E o agronegócio também está inserido na era dos aplicativos, smartphones, robôs, inteligência artificial e por aí vai. A tecnologia, que permitiu um salto de produtividade nas últimas décadas, já está e deve ficar cada vez mais presente no dia a dia do produtor rural. Seja auxiliando na coleta e análise dos dados da propriedade e, consequentemente, no processo de tomada de decisões, o fórum mostrou que tecnologia não é mais opção, mas condição ao desenvolvimento. Sensores, imagens de satélite, realidade virtual, big data: são “gigatoneladas” de informação, tudo em tempo real, para tornar o negócio mais competitivo.

Entrave na logística

A produção e o mercado consumidor de bilhões de pessoas vão aumentar ainda mais nas próximas décadas. Uma das grandes interrogações do agronegócio é como otimizar o que liga estes dois pontos: a logística. O processo de escoamento interfere tanto nos custos para o produtor quanto no preço pago pelo comprador final, ou seja, é determinante para a viabilidade do negócio. Para o futuro, os desafios são imensos: investir mais de R$ 600 bilhões em hidrovias, ferrovias, estradas e portos, conforme debateram líderes do setor no Fórum de Agricultura. Mas só assim a logística conseguirá ser uma ponte sólida e acompanhar o ritmo de crescimento das lavouras e do consumo.

Gazeta do Povo

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26 de agosto de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Exportações brasileiras caminham para novo recorde em 2016

Nos últimos 17 anos, o volume exportado pelo agronegócio cresceu 318%

As exportações brasileiras do agronegócio seguem em expansão, sinalizando novo recorde em termos de volume para 2016. Cálculos do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostram que, no primeiro semestre deste ano, a quantidade embarcada (medida pelo IVE-Agro/Cepea) cresceu 25% em relação ao mesmo período de 2015. O faturamento obtido com as vendas externas atingiu US$ 45 bilhões, aumento de 4% em igual comparativo. Em Reais, a alta foi de 8%.

Segundo o Cepea, grande parte dos produtos acompanhados teve as vendas externas ampliadas, com destaque para as de milho e etanol, que subiram expressivos 131,1% e 100,9%, respectivamente. Também tiveram incremento no volume exportado a carne suína (55,78%), algodão em pluma (42,9%), açúcar (21,17%), soja em grão (19,6%), madeira (18,54%), carne bovina (16,82%), farelo de soja (15,11%), suco de laranja (14,35%), carne de aves (13,79%), celulose (5,06%) e óleo de soja (1,96%). Apenas café e frutas apresentaram queda nos embarques, de 8,99% e 6,67%, nessa ordem.

O bom desempenho é observado mesmo com a queda dos preços em dólar e com a valorização do Real frente às moedas dos principais parceiros comerciais do Brasil. A atratividade das exportações brasileiras do agronegócio (IAT-Agro/Cepea), preços em reais, caiu quase 12% no comparativo dos semestres.

O câmbio real do agronegócio (IC-Agro/Cepea, calculado com base numa cesta de 10 moedas) teve alta de 0,4% na comparação da média do primeiro semestre de 2016 com a dos seis primeiros meses do ano passado, enquanto os preços em dólares (IPE-Agro/Cepea) caíram pouco mais de 12%. Dos produtos analisados pelo Cepea, o grupo de frutas foi o único que não apresentou redução nas cotações em dólares.

Nos últimos 17 anos (comparando-se a média do primeiro semestre de 2016 com a de todo o ano de 2000), o volume exportado pelo agronegócio cresceu expressivos 318% e o preço em dólar dos produtos embarcados subiu 52%. A taxa de câmbio efetiva real do agronegócio se valorizou 44% na comparação da média do primeiro semestre de 2016 com a de 2000. A moeda nacional se manteve mais estável em termos reais de 2011 a 2014, com tendência a maior desvalorização em 2015, voltando a subir no primeiro semestre de 2016. Os preços internalizados (em Reais) das exportações recuaram aproximadamente 16%, permanecendo abaixo da média de 2015.

Segundo o Cepea, o ambiente econômico interno mais favorável à retomada da confiança deve manter o Real valorizado, limitando a atratividade das vendas externas brasileiras. No segundo semestre, as atenções se voltam ao desenvolvimento das safras nos Estados Unidos e aos possíveis impactos do clima sobre a oferta dos produtos agrícolas.

Agronotícias MT

 

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24 de agosto de 2016by Assessoria de ComunicaçãoAgriculturaagronegócioAgropecuária

Governo lança Plano Agro Mais nesta quarta (24) no Palácio do Planalto

O ministro Blairo Maggi (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) lança às 11h desta quarta-feira (24), em solenidade com o presidente em exercício, Michel Temer, no Palácio do Planalto, o Plano Agro Mais. Trata-se de um conjunto de medidas voltado à redução da burocracia nas normas e processos do Ministério da Agricultura, buscando maior eficiência para impulsionar ainda mais a competitividade do setor do agronegócio.

Serviço:
Lançamento do Plano Agro Mais
Data: 24/08/2016 (quarta-feira)
Horário: 11h
Local: Salão Nobre do Palácio do Planalto – Brasília (DF)

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

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23 de agosto de 2016by Assessoria de Comunicaçãoagronegócio

PIB do agronegócio em Minas tem alta de 0,7%

O PIB (Produto Interno Bruto) do agronegócio de Minas Gerais encerrou maio com alta de 0,7% – nono crescimento consecutivo –, acumulando aumento de 3,7% na estimativa para o ano. Com o resultado, a renda do setor no Estado, estimada para 2016, é de R$ 193,57 bilhões. Do valor total, a previsão é que R$ 100,07 bilhões ou 51,7% sejam oriundos da agricultura e o restante, R$ 93,5 bilhões (48,3%), da atividade pecuária.

Todos os segmentos que compõem o PIB apresentaram elevação no mês: insumos (1,58%), básico (0,75%), indústria (0,6%) e distribuição (0,56%). No ano, todos também mantiveram o ritmo de crescimento, com desempenhos de 2,88%, 2,15%, 6,37% e 3,66%, respectivamente.

De acordo com o superintendente de Política e Economia Agrícola da Seapa (Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento), João Ricardo Albanez, o segmento da agricultura contribuiu de forma positiva para o resultando mensal do PIB do agronegócio de Minas Gerais, enquanto a pecuária continuou apresentando números inferiores. “Como, proporcionalmente, os ganhos na agricultura foram maiores que as perdas da pecuária, o resultado total foi positivo”, analisa.

O PIB da produção agrícola formado pelo conjunto das cadeias produtivas da agricultura apresentou aumento de 1,4% em maio de 2016. Este resultado é reflexo do crescimento observado em todos os segmentos: primário (2,6%), de insumos (2,2%), serviços (1,3%) e indústria (0,9%). Os insumos, que em abril apresentaram queda, em maio tiveram resultado positivo devido ao aumento da quantidade utilizada pelo produtor.

Para a pecuária observou-se movimento oposto: queda de 0,8% no mês, com alta apenas no segmento de insumos (1,1%). O primário teve resultado praticamente estável (-0,01%) e os demais registraram reduções de 0,9% na indústria e de 0,3% em serviços.

Considerando os dados até maio, as participações dos segmentos na geração da renda do agronegócio de Minas Gerais tiveram participação de 38,5% do setor primário, 30,8% do segmento de serviços, 25% do setor industrial e 5,8% insumos. Assim, o PIB do agronegócio de Minas passa a ter uma participação de 13,8% no PIB do agronegócio brasileiro.

Itens

Em relação ao segmento primário da agricultura, Albanez cita que dos 13 itens analisados, apenas três apresentaram resultados negativos. No caso dos insumos com crescimento, ele destaca o café, produto de maior representatividade no PIB do segmento primário da agricultura mineira.

Neste sentido, o superintendente lembra que o crescimento projetado para a produção de café é de 23,31% com relação ao ano anterior. Ele ressalta a grande elevação nas cotações de produtos como feijão, mandioca, laranja, batata, algodão e milho, tendo, este último, impactado também nos custos da produção pecuária, via alimentação animal.

“A tendência é que continue em patamares elevados, o que está fazendo com que os criadores de gados comecem a estudar a importação de milho da Argentina, para suprir as alimentações bovina e suína. No Espírito Santo isto já está ocorrendo. Avalio a medida como positiva, pois surtirá efeito na demanda dos nossos grãos e, consequentemente, nos preços”, diz.

Já no segmento primário do ramo pecuário, bois, vacas e suínos seguem com baixa acumulada de preços. Com relação ao leite, a captação permanece apresentando queda significativa, o que se refletiu em elevação de preços e na baixa produção de derivados.

É importante ressaltar a importância da pecuária bovina (leite e corte) de Minas Gerais, que foi responsável por 42% do valor do PIB do agronegócio estadual, totalizando R$ 50,13 bilhões, somando os segmentos básico e industrial.

Diário do Comércio

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Somos uma empresa comprometida com o agronegócio brasileiro, que atua há mais de 30 anos ao lado do homem do campo!

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