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30 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Rede social do café comemora 10 anos e se consolida como importante meio de interação com cafeicultor

Publicado em 28/06/2016 12:31 e atualizado em 28/06/2016 16:03

Mediador da Rede fala dos desafios do setor e explica futuro das pesquisas para cafeicultura

Criada em 2006, a Rede Social do Café completa dez anos em 2016. A comunidade virtual que se tornou um dos principais fóruns de debate do cafeicultor brasileiro possui cerca de 5 mil inscritos atualmente.

O pesquisador do IAC (Instituto Agronômico), Sérgio Parreiras Pereira, é um dos mediadores da Rede e conta que o canal tem 17 milhões de acessos/ano já tendo registrado acesso de 164 países.

O projeto foi idealizado conjuntamente pelo Consórcio Pesquisa Café e CNC (Conselho Nacional do Café) como uma iniciativa pioneira no setor agropecuário nacional que atende todos os elos da cadeia produtiva.

“A ideia é aproximar o produtor das novas tecnologias e todas as novidades no setor cafeeiro”, destaca Parreiras.

São mais de 35 mil diferentes tópicos que aborda, incluindo o genoma do café, pesquisa sobre tendências de consumo, monitorando a trajetória do café da semente à xícara. Dentre os temas mais procurados estão: mercado e novas tecnologias.

Parreiras destaca também que muitas discussões foram demandadas pelos produtores através dos debates, colaborando com a interação entre o campo e os pesquisadores.

Como futuros objetivos a Rede Social do Café pretende facilitar o acesso através dos smartphone e tabletes.

Por: Aleksander Horta e Larissa Albuquerque
Fonte: Notícias Agrícolas
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29 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Associação Brasileira da Indústria de Café começa a avaliar cafés em cápsulas

Em 2014 apenas oito torrefadoras atuavam com cápsulas no Brasil e hoje são mais de noventa empresas

De AF News Análises

Em 2014 apenas oito torrefadoras atuavam com cápsulas no Brasil e hoje são mais de noventa empresas. A Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) lançou, em maio, o programa de certificação para a avaliação do café em cápsula. A metodologia foi desenvolvida durante o ano de 2015, pelo Grupo de Avaliação do Café, do Sindicafé SP, pelo Instituto de Tecnologia de Alimentos e pelo Lab Carvalhaes e será gerenciada pelo Instituto Totum.

O objetivo é oferecer ao industrial uma avaliação global do seu produto, abrangendo características como a crema — cor, brilho, persistência, consistência —, os atributos da bebida — a exemplo de amargor, adstringência, corpo e sabor — e a sua intensidade — grau de persistência do aftertaste (retrogosto), avaliado em uma escala de 0 a 10 —, além de distinções físicas, como peso do café, ponto de torra, granulometria e espessura da crema, entre outras. No Selo de Certificação Abic para Café em Cápsula recebido vai constar a intensidade da bebida, que poderá ser impressa nas embalagens.

Fonte: Revista Espresso

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27 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãosoja

Soja: Mercado se recompõe em Chicago e abre a semana com fortes altas nesta 2ª feira

Publicado em 27/06/2016 07:38

Uma nova semana se inicia e o efeito da tensão no mercado financeiro registrada na última semana parece ter perdido força entre o mercado de grãos na Bolsa de Chicago, o qual opera em campo positivo. Os futuros da soja lideram as altas na sessão desta segunda-feira (27) e os principais contratos subiam, por volta das 7h15 (horário de Brasília), mais de 19 pontos. Dessa forma, somente o contrato novembro/16 ainda operava abaixo dos US$ 11,00 por bushel.

Segundo analistas internacionais, o foco dos traders passa a se voltar, portanto, para os fundamentos próprios desse mercado, que passa ainda por um ajuste depois das baixas fortes registradas nas últimas sessões. Dessa forma, o clima nos Estados Unidos e a demanda internacional, principalmente por parte da China, passam a ganhar a maior parte das atenções novamente. Na última semana, as cotações perderam cerca de 6% na CBOT.

“A soja tem, certamente, o equilíbrio mais forte quando se observa o mercado de grãos. Temos visto o clima direcionando o andamento dos preços, além de uma demanda chinesa muito forte”, explica Graydon Chong, analista sênior de grãos do internacional Rabobank.

Assim, as previsões climáticas atualizadas nesta segunda-feira e mais os dois novos boletins que o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) traz nesta hoje – sendo o primeiro de embarques semanais e o segundo de acompanhamento de safras – serão aguardados pelos investidores e avaliados com atenção. Ainda nesta semana, na quinta-feira (30), o USDA traz um novo reporte com números atualizados sobre a área de plantio do país na safra 2016/17, o que pode trazer alguma especulação ao redor dos números.

Além disso, o acompanhamento do financeiro também segue, principalmente em relação aos efeitos da saída do Reino Unido da União Europeia, anunciada na última semana. A recuperação das commodities é quase geral neste início de semana, a exceção fica por conta do café, que perde mais de 3% em Nova York, e do petróleo, que opera com baixa de pouco mais de 0,4% na bolsa norte-americana, ainda atuando na casa dos US$ 47,00 por barril.

Veja como fechou o mercado na última semana:

Soja tem semana de baixas com financeiro negativo, mas preços no Brasil devem voltar a subir

A decisão do Reino Unido de deixar a União Europeia anunciada nesta sexta-feira (24) corou a semana negativa do mercado internacional da soja e mercado pela forte influência do mercado financeiro global. Durante os últimos dias, as especulações em torno do assunto foram tão intensas que contribuíram para uma maior aversão ao risco e, consequentemente, uma saída intensa dos fundos de investimento do mercado de commodities, entre eles a oleaginosa.

Segundo explicou o analista de mercado e economista Camilo Motter, da Granoeste Corretora de Cereais, durante toda a semana, os fundos trabalharam com a perspectiva forte de que o Reino Unido permaneceria no bloco e alocaram recursos diante desse quadro. Quando a decisão foi contrária, “houve um desmantelamento dessas posições e os fundos tiveram de realocar esses recursos”, explica. E assim, buscando rentabilidade e segurança, migraram para ativos mais seguros como moedas – principalmente o dólar -, títulos dos tesouros americano e japonês, além do ouro, este registrando sua maior alta diária desde 2008.

Dessa forma, as baixas registradas no final da sessão desta sexta-feira superaram os 20 pontos entre os principais contratos, ou mais de 2%, com as posições mais distantes encerrando o dia já abaixo dos US$ 11,00 por bushel. No balanço semanal, porém, as perdas oscilam entre 4,87% e 6,07% na Bolsa de Chicago. O novembro/16, que é referência para a safra norte-americana, foi o que mais recuou e fechou a semana cotado a US$ 10,78 por bushel.

grafico-soja-chicago

O impacto desse momento dessa “financeirização” do mercado internacional da soja, porém, deverá ser limitado, ainda segundo explica Camilo Motter, uma vez que os fundamentos próprios desse mercado são fortes nesse momento e o desenrolar do clima no Meio-Oeste americano e seu impacto sobre a safra 2016/17 do país deverá ser o principal componente de formação dos preços a ser observados daqui em diante, ao lado da ajustada relação de oferta e demanda que ainda permeia os negócios.

Embora as condições de clima no Corn Belt venham permitindo um bom desenvolvimento daa plantações norte-americanas nas últimas semanas – 73% delas estão em boas ou excelentes condições – e, portanto, venha ajudando a pressionar os preços nos pregões mais recentes, as expectativas de situações mais adversas no período dos próximos dois meses, em função do La Niña, podem mudar este quadro no mercado em Chicago. A volatilidade típica desse intervalo, no entanto, será inevitável.

“Neste momento, os preços estarão cada vez mais sensíveis às especulações, previsões e fatos climáticos”, afirma Motter. “Não acredito que voltamos tão cedo a patamares tão baixos, será preciso ver a safra confirmada. Por enquanto, existe todo esse risco climático pela frente e os preços mantêm esse risco, mesmo que haja condição de momento boa”, completa.

De acordo com as últimas previsões trazidas pelo NOAA – o departamento oficial de clima dos Estados Unidos -, os próximos dias contam ainda com a chegada de algumas chuvas leves, quando, em seguida, chega um clima de temperaturas mais amenas e com tempo seco. Já para o intervalo dos próximos 6 a 10 dias, de 29 de junho a 3 de julho, as precipitações deverão ficar abaixo da média. E para mais a diante, ainda como explica Motter, já são esperados focos de estiagem de no Meio-Oeste americano.

Mercado Brasileiro

A conjunção de fatores negativos atuando sobre os preços da soja na Bolsa de Chicago também influenciou o mercado brasileiro da oleginosa. Nos portos, as baixas superaram os 5%, no balanço semanal, enquanto as principais praças de comercialização perderam entre 2,28% e 5,93%. Dessa forma, os negócios caminharam em ritmo bastante lento.

grafico-soja-chicago-2

“Essa semana foi de trava total, praticamente não houve negócios, a não ser em uma necessidade maior de venda. E o produtor vai continuar acompanhando, porque aposta muito forte na estressafra brasileira. O ritmo de exportações tem força, os volumes vão bater os do ano passado e deve haver uma disputa grande pelos lotes de soja disponíveis internamente”, explica Motter.

Apesar do recuo semanal registrado pelos preços internos, os mesmos ainda são remuneradores e criam boas oportunidades para o sojicultor brasileiro. Entretanto, como relatou o analista, a aposta do produtor é maior para os meses seguintes, onde a oferta deverá se ajustar ainda mais, com os preços no interior do Brasil podendo se manter acima da paridade de exportação.

“O produtor está bem capitalizado e com condições de esperar momentos melhores”, completa analista. No porto de Rio Grande, a soja disponível terminou a semana cotada a R$ 89,00 por saca, enquanto em Paranaguá foi a R$ 93,00. Já para o produto da nova safra preços de, respectivamente, R$ 86,00 e R$ 86,50 por saca.

  • Por: Carla Mendes
  • Fonte: Notícias Agrícolas
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24 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Excesso de chuva compromete a qualidade do café produzido em MG

Edição do dia 19/06/2016

19/06/2016 08h05 – Atualizado em 19/06/2016 08h05

Excesso de chuva compromete a qualidade do café produzido em MG

Chuva atingiu o café na fase da colheita do grão.
Previsão é de queda na produção de café de Minas Gerais.

Helen Martins Carmo de Minas, MG

As montanhas de Carmo de Minas, no sul de Minas Gerais, são cobertas de cafezais. A região é famosa pela produção de café fino e está na época da colheita. Mas, no galpão da Cooperativa dos Cafeicultores do Vale do Rio Verde, as sacas prontas para exportação são da safra passada. Quase nada chegou da colheita deste ano. Das 40 mil sacas esperadas nesta época, apenas seis mil estão armazenadas.

“Desde o dia 30 de maio até 9 de junho a gente estava com a colheita paralisada. E isso vai provocar um atraso de 15 a 20 dias na chegada de café”, diz Ralph de Castro Junqueira, presidente da cooperativa.

O atraso foi provocado pelo clima. Os cafezais da região receberam nos primeiros dias de junho o dobro da chuva esperada para todo o mês.

A chuva excessiva chegou na fase da colheita, quando boa parte dos grãos estava vermelhinha, no chamado café cereja. A chuva derrubou exatamente estes grãos. O chão está forrado de grãos que entraram em contato com a terra e fermentaram com a umidade.

A colheita recomeçou com a volta do sol. O agricultor Otaviano Ribeiro Ceglia, dono de uma lavoura de 35 hectares, optou por colher primeiro os grãos que ainda restam no pé. A colheita é chamada de safra zero na região. O funcionário bate nos galhos para retirar os grãos. Depois, a planta será podada e ficará um ano sem produzir. Em 2018, deve voltar com uma carga melhor. Já as plantas mais novas têm a colheita por derriça.

Nos galhos do cafezal da propriedade encontram-se grãos escuros, verdes e os poucos vermelhos já são colhidos murchos, alguns até em processo de fermentação.

“A minha previsão era 1,4 mil sacos. Com essa queda, deve cair uns 20% na quantidade. Mas, na qualidade, vai ser mais de 50%”, diz Ceglia.

Há prejuízo também para o trabalhador, que ganha por quantidade colhida. “Tem muito pouco café. Um pé de café que dava 10 litros de café, se tiver cinco litros no máximo possível de café no pé. O resto está tudo no chão”, diz o trabalhador rural Jerkson da Silva.

Só quando acabar a colheita dos pés será feita a varrição dos grãos que caíram. “Sempre dá café no chão, mas igual esse ano eu ainda não vi”, diz o trabalhador rural Joaquim da Silva.

Todo o café colhido vai para o terreiro para perder umidade e o sol está ajudando. Mas, a maioria dos grãos colhidos até agora tem qualidade média. O que é comprovado na análise feita na cooperativa.

O gerente de qualidade Wellington Pereira compara duas amostras da mesma fazenda. A primeira, colhida antes do período chuvoso, foi bem processada e é mais uniforme. A outra foi prejudicada pela chuva e tem muitos grãos pretos. “Cerca de 30% da colheita da Mantiqueira está no chão e provavelmente os próximos cafés que os produtores vão enviar para a cooperativa estarão com esse padrão de qualidade”, diz.

Mas é no laboratório de qualidade que acontece o teste final, do sabor. “Pode resultar numa fermentação acentuada, numa limitação de açúcar no grão e, possivelmente, um café mais aguado. Isso vai determinar um café de baixa qualidade”, completa Pereira.

A baixa qualidade faz reduzir o valor. O presidente da cooperativa já calcula a queda nos preços. “Um café especial a gente consegue vender até a R$ 1,5 mil a saca de café. Então, o produtor que iria colher um café que poderia estar vendendo a saca por R$ 1,5 mil, vai pegar a saca de café no chão e vender a R$ 350, no máximo, R$ 400 a saca”, diz Junqueira.

Entre as principais regiões produtoras do país só no cerrado mineiro não houve muita perda nas lavouras de café arábica. Já no sul de Minas Gerais e em São Paulo, os prejuízos ainda estão sendo calculados.

Notícia extraída do Portal G1.globo.com

Link Fonte:

http://g1.globo.com/economia/agronegocios/noticia/2016/06/excesso-de-chuva-compromete-qualidade-do-cafe-produzido-em-mg.html

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23 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãosoja

Estoque de soja cresce em 2015, mas milho registra maior volume

  • 09/06/2016 |
  • 13h57 |
  • Estadão Conteúdo Web

Apesar de uma redução de 9,5% em comparação a 2014, cereal fecha ano com o maior volume de grãos em estoque

De acordo com dados da Pesquisa de Estoques divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (09), a soja em grão alcançou um volume estocado de 3,2 milhões de toneladas no Brasil em 31 de dezembro de 2015, um aumento de 2,6% na comparação com o mesmo período de 2014. O volume é pequeno frente à produção nacional de 97 milhões de toneladas do ano passado, mas a oleaginosa foi o único produto que teve crescimento em volume estocado.

No entanto, o milho em grão foi o produto com maior volume estocado, de 10,1 milhões de toneladas, apesar de uma redução de 9,5% em comparação a 31 de dezembro de 2014. Segundo o IBGE, a queda do estoque está relacionada ao aumento das exportações do produto, impulsionadas por problemas climáticos em áreas produtoras no mundo.

“A soja teve safra recorde e o produtor optou por deixar o produto estocado até o preço melhorar”, explica o gerente da Coordenação de Agropecuária do IBGE, Mauro Andreazzi.

Percentualmente, o trigo em grão teve a maior queda de estoque, de 25,1%, para 4,4 milhões de toneladas. O comportamento é explicado pelo efeito da chuva excessiva sobre as lavouras da região Sul, que concentra 90% da produção nacional. O volume estocado de arroz em casca também recuou 9,5%, para 1,9 milhão de toneladas.

Já o café em grão teve uma redução de 16,7% em seus estoques, que passaram a 1,1 milhão de toneladas. A queda dos estoques é explicada pela seca que afetou a produção brasileira de café nos últimos anos.

Segundo Andreazzi, o Brasil tem uma capacidade de armazenagem satisfatória. Levando em conta a estimativa de safra de grãos no Brasil este ano (195,9 milhões de toneladas) mais a produção de café prevista (3 milhões de toneladas), seria possível armazenar 83,5% desse volume nos estabelecimentos ativos. Somados os inativos esse porcentual subiria a 92,7%. “Temos boa capacidade de armazenagem, o problema é a distribuição da produção”, conclui.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/agronegocio/agricultura/estoque-de-soja-cresce-em-2015-mas-milho-registra-maior-volume-8jhft71khnldejvh7x6qb6ed4

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8 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãorural

Acaba obrigatoriedade de Seguro Rural

Publicado em 31/05/2016 17:37

A obrigatoriedade de contratação do seguro rural para acessar linhas de crédito rural foi suspensa na semana passada. O Congresso Nacional derrubou um veto presidencial à Medida Provisória 682/2015 deixando claro, a partir de agora, que condicionar o financiamento de agricultores à compra do seguro é ilegal.

“Esse assunto está em nossa pauta de trabalho há muitos anos. Sempre foi comum ouvir que o produtor só conseguia ter crédito rural se adquirisse o seguro. Por isso, essa votação é uma grande conquista para o nosso setor”, sintetiza o presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Endrigo Dalcin.

A conquista foi resultado da articulação política da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Duas emendas à MP 682/2015 foram propostas no ano passado pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS), mas haviam sido vetadas pela presidente Dilma Rousseff. As duas emendas proibiam claramente a venda casada e criavam condições para que o agricultor tivesse mais opções para contratar seguro quando preciso.

Para orientar seus associados, a Aprosoja liberou um Informe Técnico detalhando as emendas e mostrando como proceder na prática.

De acordo com o gerente de Política Agrícola da Aprosoja, Frederico Azevedo, o foco agora é trabalhar para que as modalidades de seguro rural disponíveis no mercado possam ser efetivamente atrativas para o agricultor. “O seguro rural precisa ser aperfeiçoado no Brasil. Precisamos ter contratos mais simples, limites e opções maiores de cobertura e subvenção para contratos de renda”, observa o gerente.

Acesse o Informe Técnico sobre seguro rural aqui.

Fonte: Aprosoja
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8 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãocafé

Com oferta menor, indústrias já disputam café

Publicado em 07/06/2016 07:21

Por Mauro Zafalon, coluna Vaivém das Commodities

A indústria nacional de café poderá ter uma “tempestade perfeita” pela frente –período em que as coisas não devem andar muito bem.

As expectativas iniciais eram de uma safra maior de café e de um produto de qualidade. Seca na fase de desenvolvimento das lavouras em algumas regiões e excesso de chuva agora na colheita mudaram o cenário, principalmente para o café conilon.

A safra de café arábica vai superar a do ano passado, mas as chuvas vão provocar uma quebra de qualidade de parte do produto.

Já a produção de café conilon cai pelo segundo ano consecutivo –e com intensidade– nas duas principais regiões produtoras: Espírito Santo e Rondônia.

Com isso, “a indústria já tem problema de abastecimento e há uma disputa interna pelo café”, diz Nathan Herszkowicz, diretor­executivo da Abic (Associação Brasileira da Indústria de Café).

Mas as indústrias não têm pela frente apenas uma redução de safra –o que já eleva os custos–, o desafio será também manter o blend da bebida que os consumidores estão habituados.

Além da qualidade menor da matéria­prima, as indústrias terão de utilizar, neste ano, mais café arábica do que vinham usando nos anos recentes, devido à quebra de safra de conilon.

O resultado final da bebida pode até ser melhor, dependendo da qualidade do arábica, mas as indústrias têm de fazer essa passagem com cuidado para não interferir muito no produto a que os consumidores estão acostumados, de acordo com Herszkowicz.

Estoques baixos, câmbio favorável às exportações e produtor segurando o café nos armazéns à espera de preços melhores provocaram uma alta de 73% nos preços pagos pelas indústrias pelo café conilon nos últimos 12 meses. No caso do arábica, a alta foi de 8% no período.

Em 2015, o café teve alta de 17% nas prateleiras dos supermercados, enquanto neste ano o aumento é de 6%, segundo pesquisas feitas pela associação das indústrias.

Comparando esses valores nos supermercados e o aumento da matéria­prima no campo, Herszkowicz afirma que o setor industrial vai ter de realizar algum repasse nos preços que serão pagos pelos consumidores.

Leia a notícia na íntegra no site Folha de S.Paulo.

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8 de junho de 2016by Assessoria de Comunicaçãosoja

Exportações de soja têm melhor maio da história

Publicado em 02/06/2016 13:45

Volume do grão vendido ao exterior atingiu recorde pelo terceiro mês consecutivo comparado com o mesmo período do ano passado

As exportações de soja bateram recorde e fizeram do último mês o melhor maio da história para o setor. Foram 9,91 milhões de toneladas, ante 9,3 milhões de toneladas exportadas no mesmo mês de 2015. Os dados são do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), divulgados nesta quarta-feira (1º).

Conforme o MDIC, a soja vendida no exterior em março de 2016 movimentou cerca de US$ 3,60 bilhões (US$ 363,1 por tonelada). Apesar de o volume comercializado ter sido maior em 2016, o valor comercializado neste ano foi menor do que no mesmo período do ano passado. Na época, os preços estavam melhores (US$ 386,8 por tonelada). Em maio de 2015, foram movimentados US$ 3,61 bilhões.

Na comparação entre o volume de soja exportado em maio e em abril, houve queda de 5,1%. Em abril de 2015, houve a exportação de 9,91 milhões de toneladas, enquanto que em abril deste ano foram 10,08 milhões de toneladas.

Maio foi o terceiro mês seguido de recorde na comparação mês/mês do ano anterior. Emmarço, o Brasil enviou para o exterior 8,3 milhões de toneladas (ante 5,5 milhões de toneladas em março de 2015). Em abril, o país embarcou para fora 10,08 milhões de toneladas(ante 6,55 milhões de toneladas em 2015).

Leia a notícia na íntegra no site Gazeta do Povo

Fonte: Gazeta do Povo
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26 de abril de 2016by Assessoria de ComunicaçãoMilho

Milho: Mercado mantém tom positivo em Chicago e mar/17 retoma os US$ 4,00 por bushel

Publicado em 26/04/2016 13:33

Durante o pregão desta terça-feira (26), as cotações do milho negociadas na Bolsa de Chicago (CBOT) dão continuidade ao movimento positivo. Com isso, perto das 13h08 (horário de Brasília), as principais posições do cereal exibiam valorizações entre 3,25 e 4,75 pontos. O vencimento maio/16 era cotado a US$ 3,80 por bushel, enquanto o dezembro/16 era negociado a US$ 3,92 por bushel.

Conforme dados das agências internacionais, os fundos ainda atuam fortemente no mercado em meio às especulações climáticas na América do Sul. Nos últimos 20 dias, o vencimento maio/16 subiu de US$ 3,54 por bushel para US$ 3,77, uma valorização de 6,35%. Já o setembro/16 passou de US$ 3,6175 para US$ 3,8225, registrando um incremento de 5,67%.

No caso do Brasil, depois das preocupações com o clima seco, as chuvas devem retornar às principais regiões produtoras ao longo dessa semana. Segundo o agrometeorologista da Somar Meteorologia, Marco Antônio dos Santos, a frente fria está sobre os estados de São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, onde já provoca chuvas nesta terça-feira.

“E a previsão é que ela – frente fria – continue avançando aos demais Estados das regiões Sudeste e Centro-oeste, onde são esperadas chuvas entre hoje e quinta-feira. Os volumes não serão altos, mais suficientes para permitir uma mudança no padrão atmosférico e consequentemente uma melhora ao desenvolvimento das lavouras”, informou o agrometeorologista.

Na região de Toledo (PR), importante produtora de milho, somente nesta segunda-feira (25) choveu mais de 55 mm e as precipitações continuam nesta terça-feira. “As chuvas de agora irão ajudar na recuperação das lavouras mais atrasadas, que estavam precisando de umidade e água. Claro que temos algumas plantações que não irão recuperar, apenas ganharão um pouco mais de peso nos grãos. Em algumas localidades, as perdas podem superar os 15%. Contudo, a média do município ainda deverá ser boa”, afirma Nelson Paludo, presidente do sindicato rural e vice-presidente da Aprosoja PR.

Por outro lado, o clima nos Estados Unidos também continua no foco dos investidores. Previsões recentes indicam chuvas no Meio-Oeste norte-americano, que podem atrasar o plantio e reduzir o tempo hábil para o plantio, segundo informações de agências internacionais. Porém, ainda ontem, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou que até o último domingo (24) cerca de 30% da área já havia sido cultivada com o grão.

O número ficou acima das projeções do mercado, de 25%. Na semana passada, o índice era de 13% e a média dos últimos anos é de 16%. O órgão ainda divulgou que em torno de 5% das lavouras já emergiram, contra 2% registrado no ano passado.

BM&F Bovespa

Enquanto isso, na BM&F Bovespa, as cotações do milho operam em campo misto nesta terça-feira. Por volta das 13h06 (horário de Brasília), os primeiros vencimentos exibiam perdas entre 0,35% e 0,72%. Já as posições mais longas registravam valorizaçõs entre 0,23% e 0,38%. O vencimento maio/16 era cotado a R$ 48,42 a saca e o setembro/16 era negociado a R$ 40,10 a saca.

Além do dólar, os investidores também acompanham o desenrolar do clima no Brasil. E, principalmente, com o retorno das chuvas qual será o potencial de recuperação nas plantações do cereal. A moeda norte-americana era cotada a R$ 3,5301 na venda, com queda de 0,52%, perto das 13h30 (horário de Brasília). Segundo o site G1, o Banco Central ainda não anunciou intervenções no mercado de câmbio. Os participantes do mercado também observam o cenário político e econômico no país.

Por: Fernanda Custódio
Fonte: Notícias Agrícolas
Fonte: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/milho/172366-milho-mercado-mantem-tom-positivo-em-chicago-e-mar17-retoma-os-us-400-por-bushel.html#.Vx–VjArKmE
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26 de abril de 2016by Assessoria de Comunicaçãosoja

Soja em Chicago já sobe mais de 9% em abril com volta dos fundos à ponta compradora do mercado

Publicado em 26/04/2016 12:31 e atualizado em 26/04/2016 13:41

Especulações climáticas estimulam compra dos fundos e preços sobem na CBOT

Há meses o mercado internacional de grãos não passava por sessões tão voláteis como as que foram registradas nas últimas semanas. A volta dos fundos de investimento aos negócios atuando de forma mais rápida e agressiva trouxe esse movimento de volta e fez com que os futuros da soja e do milho, por exemplo, registrassem expressivas altas.

Nos últimos 20 dias, o contrato maio/16 da soja subiu de US$ 9,1350 para US$ 9,975 por bushel, acumulando um ganho de 9,20%, enquanto, no mesmo período, o agosto/16 avançou 9,47%, subindo de US$ 9,2425 para US$ 10,1175. No caso do milho, o maio/16 foi de US$ 3,5450 para US$ 3,7700, com uma alta de 6,35%, já o setembro/16 passou de US$ 3,6175 para US$ 3,8225, registrando um incremento de 5,67%.

Dessa forma, os fundos aumentaram suas apostas altistas nos grãos no ritmo mais rápido em seis anos, segundo aponta um levantamento do site internacional Agrimoney. De acordo com números do do regulador Commodity Futures Trading Comission (CFTC), os investidores aumentaram sua posição líquida comprada em futuros e opções nas 13 principais commodities agrícolas negociadas nas bolsas norte-americanas na última terça-feira (19) para 323,995 mil lotes, consolidando o maior movimento de alta em todo o complexo de agrocommodities desde o último mês de março.

Gráfico - Fluxo do Dinheiro - Fundos de investimento têm maior aposta altista desde julho

A atuação daqui em diante desses fundos e o destino do dinheiro administrado nesses ativos, porém, ainda gera algumas incertezas. Afinal, como explicam analistas de mercado, parte desse movimento foi intensamente motivado pelas especulações climáticas tanto nos Estados Unidos quanto na América do Sul.

“A situação deverá ser de bastante volatilidade agora”, diz Glauco Monte, diretor de commodities da FCStone. Para o executivo, o mercado de grãos viu ainda a chegada de um prêmio de risco climático neste período de início de plantio da nova safra, o que é normal para esta época da temporada e algo que também atrai os fundos investidores. “O mercado estava muito baixo e precisava subir para estimular o plantio”, completa.

E Monte complementa dizendo que “qualquer problema na América do Sul acaba gerando mais demanda para os Estados Unidos. E diante da queda no câmbio no cenário internacional, os produtores norte-americanos voltaram a ser mais competitivos. Semana após semana temos visto os números das exportações melhores, isso contribuiu para acelerar as cotações em Chicago”.

Clima na América do Sul

As previsões e condições climáticas deixaram os mercados totalmente agitados nesses últimos dias. E um dos locais que mais chamaram a atenção dos traders e investidores foi a Argentina e o excesso de chuvas que resultou em perdas bastante severas nas lavouras locais de soja.

O país viveu semanas consecutivas de precipitações fortes e sem trégua, que promoveram um atraso da colheita e a deterioração das plantações, que vinham perdendo a qualidade dia a dia por conta desse quadro. Segundo as últimas projeções oficiais do governo argentino, as perdas serão de, ao menos 4 milhões de toneladas, o que deve levar a produção a algo próximo de 57 milhões de toneladas.

No Brasil, situação inversa. A safra das regiões Norte e Nordeste, principalmente da área conhecida como Matopiba – Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia –  passaram meses sem a quantidade adequada de água e, como relata o consultor de mercado Vlamir Brandalizze, da Brandalizze Consulting, a baixa deve chegar a 2 milhões de toneladas nessa conclusão de ciclo. Traders internacionais têm um consenso, como explica o consultor, de que a safra do Brasil nesta temporada deva se concluir com algo entre 98 e 98,5 milhões de toneladas.

Nesta semana, o cenário climático no Brasil começou a mudar em função do término de um bloqueio atmosférico que estava sobre a região Central do país, promovendo essa estiagem. “As chuvas tão esperadas chegaram e estão chegando à diversas localidades das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, afirma Marco Antônio dos Santos, agrometeorologista.

Ainda segundo suas últimas previsões, há chuvas que podem chegar também sobre as regiões produtoras do Matopiba entre a quinta (28) e sexta-feira (29) dessa semana. “Como irá ocorrer na maioria das regiões, os volumes totais de chuvas acumulados com a passagem dessa frente não serão altos, variando entre 5 a 30 mm em média”, explica o especialista.

Chuvas BR 1Chuvas BR 2

Dessa forma, a última estimativa do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) para a safra mundial 2015/16 de soja deverá ser reduzida, ainda de acordo com Brandalizze, de 320,2 milhões de toneladas para, ao menos, algo perto de 314 milhões com essa quebra recém contabilizada na América do Sul.

Enquanto isso, a demanda vem se fortalecendo e a projeção do departamento norte-americano, portanto, também deveria ser corrigida, nesse caso para cima, e chegar a, ao menos, 320 milhões de toneladas, ainda de acordo com o que estima Brandalizze.

Clima nos Estados Unidos

A nova safra dos Estados Unidos está apenas começando e as condições de clima, até este momento, se mostram favoráveis, o que já leva os atuais índices de plantio, principalmente do milho, a superarem as médias plurianuais e o registrado no mesmo período do ano passado.

O USDA trouxe, nesta segunda-feira (25), seu novo reporte semanal de acompanhamento de safras e os primeiros números da soja começam a aparecer, ainda que de forma bastante tímida. Até o último domingo (24), o plantio da oleaginosa já havia sido concluído em 3% da área, ligeiramente acima dos 2% da média dos últimos cinco anos e do mesmo período do ano anterior. Já a semeadura do milho avançou, em uma semana, de 13% para 30%. Em 2015, nesse mesmo período, o plantio estava feito em 16% da área, número que também é a média dos últimos anos. A expectativa do mercado variava de 25% a 30% para esta semana.

para analsitas internacionais, esse ritmo rápido na semeadura se dá às boas condições de clima no Meio-Oeste americano, aliado a avanços tecnológicos aplicados nos trabalhos de campo, bem como o trabalho duro dos produtores locais, que lutam contra o tempo para não perderem essa boa janela climática. Algumas áreas, nas próximas semanas, porém, poderiam perder parte dessa velocidade por conta de chuvas acima da média.

Os últimos mapas climáticos do NOAA, o serviço oficial de clima dos EUA, indicam que, nos próximos sete dias, as Planícies do Sul poderão receber fortes precipitações, com volumes elevados em nos vales dos rios Mississipi e Ohio.

EUA 7 dias - Fonte: NOAA

Já na segunda semana de maio, como mostram os mapas dos próximos 6 a 10 e 8 a 14 dias, o padrão deverá ser de tempo mais seco.

Chuvas nos EUA de 6 a 10 dias - Fonte: NOAA

Chuvas nos EUA de 8 a 14 dias - Fonte: NOAA

No entanto, as dúvidas sobre a continuidade desse ambiente favorável para a nova safra norte-americano seguem gerando dúvidas e, consequentemente, volatilidade ao mercado internacional de grãos, já que deverá impactar, diretamente, as decisões dos fundos investidores daqui para frente.

Para Andrea Cordeiro, analista de mercado da Labhoro Corretora, essa é a grande chave de definição para o posicionamento desses fundos. “Será que esses fundos continuarão a aumentar tais posições? Será que a defenderão nos recuos?  Será que com a evolução da safra americana os fundos abandonarão as compras? Essas perguntas valem milhões e milhões de dólares”. Essas são, segundo Andrea, as questões que os investidores deverão levantar diariamente até que uma definição esteja mais clara sobre o clima.

E há ainda as perspectivas sobre a confirmação ou não de um La Niña seguindo um dos mais fortes El Niños de todos os tempos. “No momento os mapas NÃO confirmam a entrada do La Niña. Mas apertem os cintos porque nesta semana, o ENSO atualizará as previsões sobre El Niño/La Niña, o que pode alimentar especulações nervosas em Chicago”, diz a analista.

Por: Carla Mendes
Fonte: Notícias Agrícolas
Notícias extraída do site: http://www.noticiasagricolas.com.br/noticias/soja/172360-graos-especulacoes-climaticas-estimulam-compra-dos-fundos-e-precos-sobem-na-cbot.html#.Vx-87DArKmE
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